segunda-feira, 27 de julho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD - JOVENS


As Epidemias Globais
2 de Agosto de 2015


TEXTO DO DIA
“Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares”(Mt 24.7).

SÍNTESE
As epidemias que assolam o mundo apontam para duas coisas: a Queda do homem e o retorno de Cristo.

TEXTO BÍBLICO

Deuteronômio 32.24-27.
24 — Exaustos serão de fome, comidos de carbúnculo e de peste amarga; e entre eles enviarei dentes de feras, com ardente peçonha de serpentes do pó.
25 — Por fora, devastará a espada, e, por dentro, o pavor: ao jovem, juntamente com a virgem, assim à criança de mama, como ao homem de cãs.
26 — Eu disse que por todos os cantos os espalharia; faria cessar a sua memória dentre os homens,
27 — se eu não receara a ira do inimigo, para que os seus adversários o não estranhem e para que não digam: A nossa mão está alta; o Senhor não fez tudo isso.

INTRODUÇÃO
Neste domingo, a lição trata de um assunto que preocupa não apenas as autoridades de saúde, mas a todos, desde os pobres até os mais abastados, pois quando uma epidemia surge, os meios de comunicação informam instantaneamente, fazendo com que em poucas horas o mundo inteiro saiba que há uma nova ameaça à vida. Neste início de século, algumas epidemias apareceram e a pergunta que precisamos fazer como Igreja do Senhor é: “Há alguma relação dessas epidemias com a vinda de Cristo, ou são elas apenas consequência do desmatamento e descaso com o meio ambiente, aliados à desenfreada e crescente produção alimentícia de origem animal?”.
Procuraremos, à luz da Bíblia, refletir sobre essa questão, cientes de que a vontade de Deus é levada a efeito de muitas formas, mesmo quando os homens pensam que estão agindo autonomamente ou à parte do Criador (Ec 3.1; 8.6,7).

I. A DESOBEDIÊNCIA — CAUSA DAS EPIDEMIAS

1. A desobediência humana como fonte das enfermidades.
Desde quando o ser humano resolveu rebelar-se contra Deus, o mundo teve sua condição negativamente alterada, possibilitando o surgimento de doenças e enfermidades (Gn 3.1-24). Tal situação só será revertida quando Cristo instaurar, definitivamente, o seu Reino (Ap 21.4).
No tempo do Antigo Testamento e até mesmo ainda no do Novo, havia a equivocada ideia de que as enfermidades eram decorrentes de algum pecado pessoal (Lc 13.16; 2Co 12.7-9). É o caso de Jó (Jó 2.7) e do cego de nascença (Jo 9.1-3), só para ficar com dois exemplos. Porém, tal raciocínio não pode ser aplicado a todos os enfermos, pois muitas doenças não são fruto de pecados pessoais.

2. A quebra do concerto com Deus traria terríveis consequências a Israel.
No último de seus discursos, Moisés falou ao povo de Israel que a desobediência significaria rebelião e, consequentemente, a quebra do concerto com o Senhor, que “esconderia o seu rosto” (Dt 32.20), ou seja, abandonaria o povo à própria sorte, assim como fez com a geração anterior (Dt 32.5-7,15-21). As pragas, doenças e pestes que o Senhor impedira que viessem sobre Israel (Dt 7.12-15), por causa da desobediência, viriam sobre o povo escolhido por permissão do próprio Deus (Dt 32.24-27).
Isto sucede pela simples verdade de o Senhor ser justo, pois se as outras nações foram punidas por tal desobediência, Israel, que conhecia o Eterno Deus, seria tratado com muito mais rigor (Dt 31.27,29).

3. A “função” das pragas do Egito.
A “função” das pragas do Egito (Êx 7 — 11; 12.29-36), e em qualquer outro lugar, é sempre a mesma: quebrar a arrogância, demonstrar que a humanidade depende de Deus, não pode viver à parte dEle e precisa reconhecer-lhe a soberania.
Acima de tudo, o teólogo Victor Hamilton, autor do Manual do Pentateuco (CPAD), diz que a “ênfase no conhecimento do Senhor alça as pragas para além de sua função de castigar severamente. As pragas não são uma vingança contra Faraó. O Senhor não tem a intenção de deixar no Egito um Faraó arrasado e destruído, nem tenciona fascinar o governante egípcio com uma exibição de milagres”.
Conclui-se, então, que o objetivo principal era demonstrar que existe, perante as divindades pagãs, “o verdadeiro Deus” (Êx 12.12; Nm 33.4). Se ainda assim os homens não reconhecem o Senhor e endurecem o coração, a responsabilidade recai exclusivamente sobre eles (Rm 1.20).

Pense!
Qual era o objetivo da punição divina no mundo antigo?

Ponto Importante
É preciso ter cuidado em relacionar as enfermidades com o pecado.

II. EPIDEMIAS DESTE SÉCULO

1. Sars.
Mesmo estando no tempo da graça, Deus manifesta seu poder por meio de pestes que despertam a humanidade e demonstram a esta ser impossível construir o mundo perfeito à parte do Criador (1Ts 5.3). O século 21, marcado pela tecnologia e o avanço científico, foi surpreendido, em novembro de 2002, com o aparecimento de uma epidemia moderna. Surgida no sul da China e popularizada em 2003, a Sars — Síndrome Respiratória Aguda Grave — em poucos dias infectou mais de oito mil pessoas, com surtos em cerca de 30 países, fazendo aproximadamente 800 vítimas em todo o mundo. Apesar de não mais se ouvir falar sobre esta primeira epidemia mundial, ela acabou por despertar a humanidade para o fato de que, mesmo com todos os avanços científicos, a fragilidade humana ainda é real e a sonhada imortalidade não passa de ficção (Is 51.12).

2. Gripe Aviária.
Em 2005, o mundo assustou-se com a chamada gripe aviária, doença que já existe há séculos, mas que ressurgiu de modo surpreendente trazendo prejuízos à economia mundiai, particularmente ao Brasil, grande exportador de aves.
À época, a conjectura de que a influenza H5N1, nomenclatura cientifica da epidemia, fosse o “retorno” da gripe espanhola (pestilência que matou milhões de pessoas no mundo todo no início do século passado), aumentou o pânico e o terror entre as pessoas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que a gripe aviária fez, desde 2003, 331 vítimas fatais. Também matou ou provocou o abate de mais de 400 milhões de aves domésticas em todo o mundo, causando um dano econômico estimado em 31 bilhões de reais.
O vírus tinha sido eliminado da maioria dos 63 países infectados no pico da doença em 2006, que viu 4.000 focos em todo o mundo. No entanto, continua endêmico em alguns países asiáticos e, em 2010, as autoridades alertaram para o possível ressurgimento mundial da doença.

3. Gripe Suína.
Quando o mundo ainda encontrava-se assustado pelo surto da gripe aviária, em 2009 mais uma doença de origem animal surgiu: a gripe suína (influenza H1N1). Quando o primeiro surto apareceu no México, havia a suspeita de 149 mortes pelo contágio do vírus. O Brasil, país afetado pela gripe suína, registrou 1.705 mortes em 2009, e em 2010, cerca de 50 vítimas.
Dados da OMS confirmam que a também chamada “gripe A”, foi responsável por quase 12 mil mortes em todo o mundo. Apesar de controlada, autoridades governamentais ao redor da Terra ainda seguem vacinando as suas populações contra a gripe suína.

Pense!
Você acha que o silêncio da mídia significa que a epidemia se extinguiu?

Ponto Importante
Apesar de, nas cidades de menor porte e interioranas, quase não se falar da existência dessas epidemias, sabe-se que muitos surtos, até mesmo não detectados, também se abatem sobre esses locais.

III. EPIDEMIAS ESCATOLÓGICAS

1. O início do tempo do fim.
O “tempo do fim” será marcado também por graves pestilências. Entretanto, é bom notar que ainda não será o fim, mas o começo deste (Mt 24.6-8; Lc 21.9).

2. Pestes apocalípticas.
Em toda a história, a humanidade sempre presenciou o surgimento de pestilências e pragas que devastaram populações inteiras. As do presente século, apesar de terem dizimado muitas pessoas, devido aos últimos avanços científicos, tiveram uma intensidade bem menor em relação às que as precederam. Todavia, as pestes apocalípticas, ou seja, as do tempo do fim, serão infinitamente piores do que tudo que já se viu (Ap 6.8).

3. A igreja diante das epidemias globais.
Enviadas como castigo, ou permitidas pelo Senhor para demonstrar a nossa dependência e finitude, é necessário que a igreja ofereça uma palavra de esperança em meio à desolação das epidemias. Assim como Moisés intercedeu pelo povo e Deus ofereceu uma solução (Nm 21.4-9), devemos também assim proceder. Tenhamos, tal como Davi, compaixão das pessoas (2Sm 24.10-17).

Pense!
Qual a relação entre as epidemias deste século e a Vinda de Cristo?

Ponto Importante
É importante não se fazer especulações a respeito das epidemias, reputando-as como sinais inequívocos da Vinda de Cristo.

IV. AS EPIDEMIAS E A MISSÃO DA IGREJA

1. A Obra de Cristo na Terra.
Qual foi a missão de Jesus Cristo de Nazaré quando esteve aqui na terra? O que o Filho de Deus fez? O apóstolo Pedro, na casa de Cornélio, afirmou que Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com Espírito Santo e com virtude, para fazer o bem e curar a todos os oprimidos (At 10.38). O próprio Cristo disse que não veio para ser servido e sim para servir (Mt 20.25-28; Mc 10.42-45). Afirmou ainda que não veio condenar o mundo, mas salvá-lo (Jo 3.14-17). Se Ele assim fez, qual é o nosso papel?

2. O papel da Igreja em relação ao mundo.
A Igreja tem um papel imprescindível na terra: dar continuidade ao trabalho de Jesus Cristo (Mc 16.15-20; Mt 28.19,20). Emílio Conde escreveu em seu livro Igrejas sem Brilho (CPAD), que a “igreja que não deseja afastar-se da revelação do Novo Testamento, deve ter sempre presente que o poder de salvar não foi transferido a nenhum homem nem a qualquer igreja ou religião: é Cristo quem salva”.

3. O bem como forma de pregação.
Jesus não recomenda que se faça uma relação entre pecado pessoal e infortúnio (Lc 13.1-5). O bem deve ser feito, independentemente do tipo de pessoa que estamos assistindo (Gl 6.10; 1Ts 5.15; Tg 2.8,9). Por isso, devemos, em todo o tempo, fazer o bem (Tg 4.17), cuidando daqueles que sofrem, pois essa é uma das melhores formas de pregar (Mt 5.16).

Pense!
Qual deve ser o nosso papel diante das enfermidades que assolam o mundo?

Ponto Importante
Servir a sociedade é, ainda, uma das formas mais eficazes de pregar o Evangelho.

CONCLUSÃO
É possível que o consumo exagerado e a criação inadequada de animais tenham provocado as últimas epidemias. Seja qual for a origem de tais pestes, na realidade o pecado sempre estará na raiz do problema, seja este espiritual (rebelião contra o Senhor), seja social (ganância e falta de responsabilidade). Cabe-nos estar alertas, mas não em pânico, pois, abrigados à sombra do Altíssimo, certamente Ele nos livrará da peste perniciosa (Sl 91.1,3).

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da Editora Betel


O Milagre do Perdão
2 de agosto de 2015


Texto Áureo.
“Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos”. João 20.23

Verdades Aplicadas.
A pessoa incapaz de perdoar destrói a ponte pela qual ele mesma deveria passar.

Textos de Referência.
Lucas 7.44-47

44 E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.
45 Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
46 Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento.
47 Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.

INTRODUÇÃO
Perdoar é a decisão moral de remover o ódio abrigado em nosso próprio coração. Jesus não disse que perdoar seria uma tarefa fácil. Se aprendermos a orar pelos nossos inimigos, então poderemos fazer todo o restante (Mt 5.44).

1. Entendendo o conceito do perdão.
Todo ser humano é falho, imperfeito e sujeito a erros. Mais cedo ou tarde isso acontecerá. E quando acontecer, o que faremos? Como agiremos? Consertaremos ou deixaremos como está? Perdoar é possível e, se aprendermos o que significa, tanto evitaremos quanto iremos reparar sérios transtornos.

1.1. O conceito de Amós.
Para os rabinos, uma pessoa deveria ser perdoada no máximo até três vezes e, se houvesse transgressão na quarta, o tal deveria ser castigado. Eles se agarravam ao conceito de Amós. “Por três transgressões e por quatro” (Am 1.3, 6,9,11,13; 2.1,4,6). Não se podia imaginar que um homem fosse mais piedoso do que Deus. Dessa maneira, se limitava o perdão a três ofensas. O que Jesus ensinou a Pedro sobre perdoar setenta vezes sete coloca um fim em regras humanas, demonstrando claramente que o perdão é possível e que não existe limite para se perdoar toda e qualquer ofensa (Mt 18.22). A falta de perdão além de produzir danos irreparáveis à nossa alma, ainda nos torna inimigos de Deus (Mt 6.15).

1.2. Quem não perdoa não é perdoado.
Uma lição que percorre todo o Novo Testamento é que o homem deve perdoar para ser perdoado (Jo 20.23). Quem não perdoa a seu próximo, não pode pretender que Deus o perdoe. “Bem-aventurados os misericordiosos”, disse Jesus, “porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5.7). Depois de ensinar Sua oração aos homens, Jesus ampliou uma das petições nela contida: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mt 6.14, 15).

1.3. Os malefícios da falta de perdão.
No ano de 1999, o Dr. Fred Luskin criou o projeto da universidade de Stanford para o perdão. Ele visava o impacto das emoções negativas, como raiva, mágoa e ressentimento no sistema cardíaco, causados pela ausência do perdão. Luskin descreve o perdão como sendo uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo. Ele afirma que o perdão reduz a agitação que leva a problemas físicos; reduz o estresse que vem de pensar em algo doloroso e que não pode ser mudado; limita a ruminação que leva o sentimento de impotência que reduz a capacidade de alguém cuidar de si mesmo. A conclusão do seu projeto foi a seguinte: pedir perdão produz cura (Sl 31.10; 32.1, 3; 38.3).

2. A importância do perdão.
Jesus contou a história de um servo que devia uma impagável soma em dinheiro a seu senhor, o qual havia sido perdoado. Todavia, esse homem perdoado, não perdoou a dívida de outro que lhe devia uma irrisória quantia, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida (Mt 18.30).

2.1. Sem perdão, sem misericórdia.
A primeira dívida superava o valor do resgate de um rei. O contraste entre as dívidas era esmagador. O que está em jogo aqui não é o valor da dívida, mas o perdão. E o que se deve destacar é que nada do que temos que perdoar se pode comparar em forma vaga ou remota com o que nos perdoou. Fomos perdoados de uma dívida que está além de todo pagamento, porque o pecado do mundo provocou a morte do próprio Filho de Deus e, Sendo assim, devemos perdoar como Deus nos perdoou, caso contrário, não podemos esperar encontrar misericórdia alguma. Jesus conectou a ação do rei com a ausência de perdão e o resultado foi desastroso para aquele homem ganancioso (Mt 18.32-35).

2.2. O perdão abre a porta para o reino de Deus.
João Batista, o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho do Senhor com a mensagem do arrependimento, ou seja, a mensagem do perdão divino sobre todo aquele que desejasse viver uma nova vida de paz (Mt 3.1, 2). A primeira mensagem de Jesus foi: “Arrependei-vos, e crede no evangelho” (Mc 1.15). A dívida humana para com Deus era gigantesca e Jesus veio a esse mundo para quitar essa dívida. Paulo nos afirma que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados...” (2Co 5.19).

2.3. O perdão é a quitação completa da dívida.
A grandeza do perdão deve ser vista pela grandeza do pecado que Deus perdoa num momento único. Paulo nos afirma que a cédula de acusação contra nós foi cravada na cruz (Cl 2.14). Nossa sentença estava escrita, mas por Seu infinito amor e graça, o Senhor levou para a cruz essa sentença. À medida que Seu sangue ia escorrendo através do madeiro, todas as acusações contrárias a nós foram sendo riscadas. Ali, naquela cruz, estava em um só homem a sentença de todos os homens, até mesmo, os que ainda viriam a existir. Agora não existe mais condenação, o sangue de Jesus apagou tudo.

3. O maior de todos os milagres.
Consideravelmente, o perdão é o maior de todos os milagres. Nele está contido o ingresso para a salvação e esta é precedida quando operdão é estabelecido. Pois, sem ele não há reconciliação. Vejamos alguns motivos dessa graça divina (Ef 2.8, 9).

3.1. O milagre do perdão.
Por mais que venhamos interpretar um milagre como estupendo ou glorioso, cada milagre realizado por Deus tende a nos atrair para Sua presença, causando em nossas vidas outro ainda maior que é o da salvação (Lc 10.20). Uma pessoa pode ser curada de câncer e morrer afastada da presença de Deus. Mesmo que ressuscite, ira morrer outra vez. E se, após ressuscitar, morrer desviado da presença de Deus? O maior milagre que as pessoas receberam da parte de Jesus foi: “a tua fé te salvou”. Houve o perdão e com ele a salvação (Mt 9.22; Mc 5.34; 10.52; Lc 7.50; 17.9).

3.2. O perdão nos coloca no âmbito da felicidade.
Qual é o motivo de nossa alegria como cristãos? Qual de nós não se alegraria ao realizar milagres extraordinários em nome de Jesus? Os discípulos, assim como cada um de nós, também foram tentados a colocar o motivo de suas alegrias no sucesso ministerial (Lc 10.19, 20). Mas Jesus lhes disse que maior que tudo isso era ter o nome escrito no livro da vida, e por quê? Porque se fizermos tudo e não estivermos reconciliados com Deus, de nada adiantou tanto esforço (Mt 16.26; Lc 9.25).

3.3. O propósito do poder sobrenatural de Deus.
Vivemos em um mundo abarrotado de novidades e informações, onde a ciência predomina e a tecnologia produz coisas que até duvidamos ser possíveis. Em meio a toda essa gama de informações e novidades que nos envolvem, muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos. De como seria tão maravilhoso se pudéssemos viver sem amarguras, ressentimentos, culpas, temores e sem estar constantemente cometendo mesmos erros. Mas isso não é uma utopia, é uma realidade. Pedir perdão para muitos é sinal de fraqueza, para nós é a prova da quantidade de amor que recebemos de Deus (Lc 7.47). Perdoar é libertar e ser livre. Quem não sabe perdoar é porque não entende a verdade da cruz, ou nunca realmente experimentou o gozo de ser perdoado (Mt 18.32-35).

CONCLUSÃO
O perdão é a ajuda do Espírito Santo para nos livrarmos de todo sentimento ruim, seja ele qual for. Através do perdão, somos libertos, livres e com condições de seguir em frente. Nunca é tarde para reconhecer os erros, pedir perdão é recomeçar. O perdão é remissão de uma dívida. É paz e alegria no coração.

domingo, 26 de julho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD - ADULTOS


Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério
2 de Agosto de 2015

TEXTO ÁUREO
“Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1Tm 4.1).


VERDADE PRÁTICA

A apostasia e a infidelidade a Deus são características marcantes dos tempos do fim.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


1 Timóteo 4.1,2,5-8,12,16.

1 — Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios,
2 — pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência,
5 — porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificada.
6 — Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido.
7 — Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas e exercita-te a ti mesmo em piedade.
8 — Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir.
12 — Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.
16 — Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.

INTRODUÇÃO

Nesta lição vamos enfatizar o cuidado que os líderes devem ter com os falsos mestres a fim de que não destruam o rebanho do Senhor. Timóteo foi enviado à igreja de Éfeso para combater os falsos mestres e suas heresias e é exortado por Paulo para que realize a sua missão com excelência.

I. A APOSTASIA DOS HOMENS


1. A apostasia.
A igreja em Éfeso estava sob o ataque dos falsos mestres. Paulo não se omitiu nem se intimidou diante deles, mas com coragem e ousadia combateu os ensinos heréticos que estes disseminavam. Ele tomou todas as providências necessárias para coibir a ação maligna. Paulo foi incisivo ao advertir Timóteo, para que ele doutrinasse a igreja em Éfeso a fim de que os irmãos não viessem apostatar da fé cristã. O que significa apostasia? Significa “abandono premeditado e consciente da fé cristã”. Sabemos que no Antigo Testamento foram muitas as apostasias cometidas pelos israelitas. Para Deus a apostasia é vista como um “adultério espiritual”.

2. Doutrinas de demônios (v.1).
Os falsos mestres eram e continuam sendo uma ameaça para a Igreja de Cristo. Há uma igreja, na América Central, cujo líder e fundador dizia ser Jesus Cristo. Esse “falso Cristo” faleceu há pouco tempo. Na igreja por ele fundada, um dos símbolos mais importantes é o número 666, a quem atribuem perfeição e santidade, quando a Palavra de Deus diz que tal número é símbolo que identifica “a besta” ou o Anticristo (Ap 13.18). Isso é exemplo de “doutrina de demônio”. O líder precisa estar atento e alertar suas ovelhas quanto a estas doutrinas.

3. Espíritos enganadores.
Os falsos mestres eram mentirosos e faziam de tudo para que os crentes da Igreja em Éfeso seguissem “espíritos enganadores”. Sabemos que Satanás é enganador. Ele procura, de todas as formas, iludir os crentes a fim de que estes abandonem a fé verdadeira. Atualmente, temos visto a atuação de muitos espíritos enganadores. A internet tem contribuído para disseminar muitas heresias e enganar muitos que são fiéis ao Senhor. Uma das doutrinas malignas que se tornou comum, nos tempos atuais é a desvalorização do casamento heterossexual (homem e mulher), enquanto o casamento entre homossexuais vem sendo incentivado pelos meios de comunicação.

II. A FIDELIDADE DOS MINISTROS


1. O bom ministro (v.6).
Timóteo deveria dar instruções ao rebanho do Senhor, agindo como um “bom ministro de Cristo”. Segundo o Comentário Bíblico Beacon, “a palavra grega traduzida por ministro (diakonos) é a mesma palavra traduzida por ‘diáconos’ em 3.8”. O bom ministro é aquele que serve a Igreja, exortando, ensinando e discipulando suas ovelhas. Pois todo o crente precisa estar firmado na fé e na doutrina cristã (v.6b). O bom ministro zela pela vida espiritual do rebanho do Senhor. O pastor precisa ser um estudioso da Bíblia a fim de “conhecer a sabedoria e a instrução” para entender as palavras da prudência (Pv 1.2). O estudo das Escrituras conduz o pastor e as ovelhas à sabedoria, em todos os aspectos da vida.

2. Rejeitando as fábulas profanas.
“Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas e exercita-te a ti mesmo em piedade” (v.7). As “fábulas profanas e de velhas”, segundo o Comentário Bíblico Beacon, seriam as superstições ou mitos e lendas a respeito de determinados assuntos. Paulo ensina a Timóteo que tais crendices são profanas e não edificam a Igreja. Quando os crentes não são orientados a lerem a Bíblia, nem tampouco a estudarem, quase sempre se portam como meninos espirituais. Daí porque há tanto emocionalismo e modismos nos cultos. Tais pessoas, por não conhecerem a Palavra e não estarem firmados nela, acabam sendo levadas por todo vento de doutrinas e engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente (Ef 4.14).

3. O exercício físico e a piedade (v.8).
Paulo não estava desaprovando a ideia do bem-estar físico. O que ele queria dizer, para uma comunidade que valorizava excessivamente os exercícios físicos e o corpo, é que tais práticas, ainda que saudáveis, só serviam para esta vida. Enquanto que “a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir” (v.8b). Sabemos que o nosso corpo é templo do Espírito Santo, por isso, precisa ser bem cuidado.

III. A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO


1. O ensino prescritivo.
“Manda estas coisas e ensina-as” (v.11). Era uma determinação de Paulo a Timóteo, para que ele não fraquejasse na ministração da doutrina à igreja em Éfeso, visto que as heresias estavam se espalhando com certa facilidade. A exortação de Paulo é de grande valor para os dias atuais, em que, em muitas igrejas, há um desprezo pela Palavra de Deus.

2. O exemplo dos fiéis (v.12).
Timóteo era um jovem pastor, com cerca de 30 a 35 anos, e fora enviado para doutrinar uma igreja, onde já havia anciãos ou presbíteros, com mais idade. Por isso, Paulo o exorta a ser um exemplo em tudo. O pastor, não importa a idade que tenha, precisa ter consciência de que será sempre um exemplo para o seu rebanho, por isso, precisa ter cuidado com seu modo de falar, agir e até de se vestir.

3. O cuidado que o ministro deve ter com o aprendizado.
“Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá” (v.13). Um ministro do evangelho precisa estar constantemente estudando e aprendendo para que possa exortar, ensinar a Igreja. Infelizmente, há pastores que nunca leram a Bíblia toda. Além da Bíblia é preciso ler outros livros que vão edificar o pastor e contribuir para a edificação da Igreja.
É importante também ressaltar que neste versículo o vocábulo “ensinar” tem o sentido de instruir doutrinariamente na verdade. Todavia, para “ensinar”, o líder precisa gostar de aprender.

CONCLUSÃO

Temos que ter cuidado, pois atualmente muitos estão apostatando da fé e se deixando levar por doutrinas de homens e de demônios. Para combater os falsos ensinos, o pastor deve conhecer a Palavra de Deus e ensiná-la ao rebanho. O pastor e seus auxiliares precisam conhecer as doutrinas bíblicas a fim de que possam ensinar a sã doutrina.
Que o Senhor guarde os ministros e as igrejas dos ataques do maligno, da apostasia nesses últimos tempos que antecedem a vinda de Jesus.

ATUALIDADE GOSPEL - Escola púbica terá de pagar multa após pastor orar em evento

Um juiz federal em Mississippi condenou o distrito escolar do condado de Rankin, no Mississipi, por ter “promovido o cristianismo” durante eventos escolares. A multa estipulada foi 7.500 dólares (cerca de 22 mil reais) e veio como ganho de causa para uma organização ateísta.

A Associação Humanista Americana (AHA), grupo que luta contra o ensino religioso nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a escola de ensino médio Northwest Rankin.

O motivo foi a presença do pastor Rob Gill, da igreja batista da cidade, em uma reunião na escola. Nela foi exibido um vídeo sobre como os jovens devem enfrentar problemas como sexo antes do casamento, drogas, suicídio e outras questões.

Um breve vídeo com o testemunho de dois adolescentes que conseguiram superar essas lutas por causa de sua fé em Jesus Cristo. O pastor também explicou aos estudantes sobre a esperança que Cristo oferece e encerrou pedindo que os estudantes orassem com ele.

Quando soube do ocorrido, a AHA enviou uma carta aos funcionários da escola, comunicando que entraria com uma ação judicial. Em sua defesa, a escola argumenta que o convite ao pastor surgiu de um grupo de alunos que desejavam compartilhar algo positivo com seus colegas e que nenhum aluno foi obrigado a ficar.

Agindo em nome de um aluno que frequenta a escola de Rankin e sentiu-se ofendido, o grupo ateísta exige a proibição de qualquer religião durante eventos escolares, por se tratar de um órgão público. Eles anexaram à queixa o relato da distribuição de Novos Testamentos feito pelos Gideões Internacionais aos alunos dentro da escola.

Quem julgou o caso foi um juiz federal designado pelo presidente Barack Obama, que vem enfrentando várias disputas com organizações cristãs por conta de sua política liberal. Ele condenou o distrito escolar. Além de precisar pagar os 7.500 dólares agora, caso venha a se repetir qualquer tentativa de “promover o cristianismo”, o distrito terá de pagar US$ 10.000 por “incidente”.

Não é o primeiro caso do tipo nos EUA. A organização American Civil Liberties Union (ACLU) venceu um processo judicial no Estado do Kentucky exigindo a proibição da distribuição de Bíblias dos Gideões nas escolas públicas.

Fonte Gospel Prime

sábado, 25 de julho de 2015

PREGAÇÃO ÁUDIO - A VISÃO DA GRAÇA NO TEMPO DA LEI

ESSA PREGAÇÃO, É FORTE

Tema: A Visão da Graça no Tempo da Lei

Ministrada pelo Evangelista Marcos André no Culto de Libertação da Assembleia de Deus em Mesquita-RJ


Check this out on Chirbit
Contatos para pregação ou palestra Ev Marcos André:
Tel 21 992791366 (Claro)
21 969786830 (Tim) (whatsapp)
21 37540312 (residência)
e-mail: licks1996@gmail.com

No estado do Rio de Janeiro ou em qualquer lugar do Brasil

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 3º Trimestre de 2015


ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2015
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2015

Clique em nossos anúncios e nos ajude a levantar alguma renda.
Cada clique que você dá nos anúncios, é uma pequena ajuda que somado com a ajuda de outros irmãos beneficiará o CLUBE DA TEOLOGIA, ajude-nos!

SE VOCÊ QUISER ABENÇOAR FAZENDO UMA SIMPLES DOAÇÃO DE QUALQUER VALOR: CLIQUE AQUI

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4 - Revista Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel - nº 43)

Tema: A GENUÍNA FELICIDADE

Texto Áureo: João 8.12
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição procure passar essas realidades, mas não se esqueça de deixar claro que todo crente está sujeito a algum tipo de sofrimento, porém isso não será uma constante na vida com Deus.
- “considerarão essa pergunta um tanto intrigante”, alguns jamais aceitarão serem questionados nestes termos, mas na verdade os que são influenciados pelo Diabo nem sequer sabem disso, ou se sabem, tentam a todo custo esconder.
- “mais condizentes com pessoas que desconhecem a Palavra”, na era pós moderna há muitos que se dizem crentes e na verdade só estão na igreja por conveniência, não assumiram ainda em seu coração um compromisso real com o Senhor.
_______________________________________________
1. PASSOS PARA O ACÚMULO DE PROBLEMA
- “parece traçar uma curva descendente”, ou seja uma curva para baixo, seria o caso de alguns crentes que nada melhora só piora.
- “tenham esquecido de que a felicidade...dependem de”, ou talvez elas nunca aprenderam isso. Aqui podemos entender que geralmente nosso sofrimento não depende de um fator espiritual, mas sim de algo na esfera humana, a visão de si mesmo, escolhas ou relacionamentos.
- Professor(a), é interessante comentar que existem alguns sofrimentos que são por permissão ou ação de Deus para um fim específico e com um tempo determinado, como foi o caso de Jó, mas na verdade, o Senhor não se agrada de nos ver sofrendo o tempo todo

1.1. Assumir a vida dos outros
- “assumir a vida de outrem”, se refere a tomar a carga de outra pessoa.
- “inevitavelmente arruinaremos a nossa”, já é muito difícil cuidar de uma só vida, quanto mais de Duas. Existem pessoas que não conseguem dizer não, e acabam cedendo seu tempo e recursos para ajudar alguém que algumas vezes se aproveitam disso e sugam até a alma. Começam então a vir problemas no casamento e na vida espiritual.
- “uma relação de reciprocidade”, reciprocidade significa “mesma resposta”, então quer dizer o apóstolo falava de uma situação em que todos se ajudavam e não somente uma pessoa levando a carga dos outros.
- “podemos orar, aconselhar”, está sendo passado uma ideia de equilíbrio, onde a pessoa deve ajudar sem desgastar assumindo responsabilidades que não são suas.

1.2. Ser ambicioso
- “cobiça”, a definição de cobiça no dicionário é: “desejo ardente de possuir ou conseguir alguma coisa”.
- “algo maior do sua capacidade”, algumas pessoas se empenham arduamente por coisas que, em alguns casos, não poderão manter, como casas, carros e principalmente posições sociais. Uma pessoa que vive com um salário razoável, ao pensar em adquirir um carro para sua família, deve considerar gastos como combustível, IPVA, manutenção, etc, para comprar um veículo que não precise devolver depois para a financeira. O mesmo se aplica à compra de casas e outros bens.

1.3. Amar o dinheiro
- “quando o dinheiro torna-se alvo principal”, a pessoa tenta acumulá-lo, deixa de usá-lo e passar a ser usado por ele, para um servo de Deus isso é muito perigoso, pois ele perderá primeiro a sua vida espiritual, o que já é uma grande perda.
- “volta-se para a busca de mais bens”, nesse caso a pessoa se deixa levar por um sentimento de poder e pode acabar sendo influenciada pelo consumismo e passar a adquirir bens exageradamente para mostrar que tem, ficando aprisionada no sistema financeiro devendo a bancos e até agiotas.
________________________________                 
2. A REALIDADE DE UM SOFREDOR
- “pessimismo”, em termos simples seria a característica de quem acha que tudo está péssimo. Sempre se vê como o pior ou que está em situação pior. 

2.1. O sofredor e o pessimismo
- “é considerada pura insatisfação”, os pessimista extremos não sentem muito prazer na vida. É na verdade uma perda de tempo, não gostar da vida que tem, pois ela não mudará por isso.
- “só conseguem enxergar desgraça”, veja esses versos de Jesus:
“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;” Mateus 6:22
A pessoa que tem os olhos maus só enxerga as dificuldades, por isso só vive com problemas, na verdade a vida tem momentos bons e ruins, nós escolhemos a quais daremos mais atenção.

2.1.1. O rastro do pessimismo
- “também prejudica aqueles que estão ao seu redor”, a convivência com o pessimista é muito desgastante, muitos desejam estar distante dele. Ele trata mal aqueles que o ama, libera palavras negativas e críticas contra tudo.

2.2. O sofredor e a incredulidade
- “Se você for incrédulo”, Deus não opera na incredulidade, Ele opera em meio a fé. Precisamos exercitar a nossa fé.
- “frustrações”, a frustração é o sentimento de desânimo diante de algo que deu errado após uma expectativa criada. Deus só trabalha em nossos projetos se tivermos fé, por isso o incrédulo não tem a ajuda de Deus, dessa forma ele deixa de realizar seus planos, vindo assim a frustração.

2.3. O sofredor e o pecado
- “continuam vivendo na iniquidade”, alguns crentes conseguem manter seus pecados em oculto e por isso ficam no rol de membros das igrejas pensando que não estão sendo notadas.
- “Deus não se deixa escarnecer”, essa afirmação é concluída com essa regra da semeadura, e quer dizer que se o homem permanecer em pecado e não for punido estará então escarnecendo de Deus. Paulo está afirmando que como consequência do erro o homem vai colher o devido fruto, que ninguém vai viver no erro e colher coisas boas.
- “quem flerta com o pecado”, flertar é namorar, dar em cima, se aproximar,etc. Assim que alguns crentes fazem com o pecado antes de caírem totalmente.
________________________________________________
3. ALCANCE A FELICIDADE
- professor(a), cuidado com esse tópico, para não ensinar o que Deus não quer que seja ensinado.
- “medida que a pessoa descobre sobre si mesma”, essa é uma condição psicológica para relacionar-se com as pessoas.
- “que o homem examinasse a si mesmo”, professor(a), CUIDADO! Quando Paulo escreveu isso ele se referia ao pecado e à condição para participar da ceia do Senhor. Não é uma boa ideia usar o versículo da Bíblia para sustentar uma filosofia humana.
- A verdadeira felicidade começa em conhecer ao Senhor.

3.1. Conheça suas limitações ouça o Senhor
- “devemos rejeitar tais convites”, o ser humano tem o habito de se deixar levar pelo ego e querer mostrar algo que não é. Nessas situações ele é tentado a opinar e até a decidir sobre assuntos que não sabe.
- “armas espirituais”, é interessante lembrar que para se ter armas espirituais é necessário ter vida devocional, ou seja, vida de oração, jejum e palava.

3.1.1. Um ajuste no foco
- “por se sentirem inaptos”, sentir-se inapto para a obra de Deus é a maior condição para ser designado pelo Senhor. Deus chama homens aparentemente fracos para que Seu poder seja manifestado neles.
- “obra específica”, dentro da grande comissão existem os chamados específicos para alguns líderes. A grande comissão é o “ide”, é uma obra para todos os servos de Deus, dentro desse grande chamado, o Senhor está separando uns para pastores, doutores, cantores, professores, etc. Essas são obras específicas.
- “intervenção divina”, é o mover de Deus para que possamos assumir a obra específica que Ele nos confiou.

3.2. Aprenda a fazer o bem
- “precisamos praticá-lo”, muitos creem no Evangelho, mas são poucos os que praticam. A cada ano está mais raro encontrar praticantes da Palavra e mais fácil encontrar os debatedores dela.
- “mas é insensível ao aflito”, muitos tentam praticar o Evangelho desta forma, achando que estão corretos diante de Deus.

3.3. Entregue sua vida ao Senhor
- “direção da vida ao senhorio de Cristo”, é chamar Jesus para ser o Senhor da nossa vida. Esse é o primeiro passo para a verdadeira felicidade.
______________________________________
CONCLUSÃO
- “nossa consciência encontrar a paz”, a paz que Jesus oferece é a paz com Deus, Jesus nos dá o poder de termos paz com o Criador. Isso afeta diretamente a nossa consciência, nos dando a tranquilidade em meio às lutas e nos livrando de muitas enfermidades.
- “consegue vencer o pecado”, o pecado não se vence com estratégias humanas e nem concepções filosóficas. O pecado só se vence se estivermos de coração puro na presença daquele que venceu o pecado e a morte, Jesus.

Boa aula!

Marcos André – professor