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domingo, 23 de novembro de 2014

ATUALIDADE GOSPEL - 28 Cristãos são Fuzilados por Soldados Muçulmanos



O radicalismo muçulmano no Quênia tem crescido cada vez mais. Esta semana, a polícia queniana invadiu a casa de um terrorista suspeito do assassinato de quatro pessoas. Ela pertencia a um membro da organização extremista Al-Shabhabe nela foi encontrada uma bandeira do Estado Islâmico, o que teve grande repercussão no país.

Neste sábado, 28 cristãos que estavam em um ônibus foram executados perto de Mandera, cidade localizada na fronteira com a Somália. Extremistas somalis ligados ao Al-shabab justificaram o ataque como “vingança pelo fechamento de quatro mesquitas” na região de Mombaça.

O Sheikh Ali Mohamud Ragem porta-voz do grupo terrorista emitiu uma mensagem ameaçando todos os “cruzados quenianos”, termo muçulmano para se referir aos cristãos. A polícia do Quênia afirma que os assassinos fugiram para a Somália.

Segundo relato de testemunhas, 60 pessoas estavam a bordo do ônibus que seguia para a capital Nairobi, perto das 6 da manhã. O motorista foi obrigado a parar e todos os passageiros desceram. Os homens foram separados das mulheres, e os muçulmanos dos “não muçulmanos”.

Para confirmar a confissão religiosa, todos que não conseguiam recitar versos do Alcorão foram colocados em um único grupo. Em seguida, todos os cristãos foram fuzilados à queima-roupa. Nenhum sobreviveu. Ao todo, morreram 19 homens e nove mulheres.

Em entrevista à TV, Abdikadir Mohammed, assessor do presidente Uhuru Kenyatta, afirmou que esse “crime atroz” era uma tentativa de iniciar uma “guerra religiosa” no país e que o governo não iria permitir.

Os muçulmanos são minoria no país, cerca de 20%, mas guerrilhas islâmicas controlam a região norte, perto da fronteira com a Somália, onde querem impor a sharia. O ataque mais grave dos extremistas aconteceu em setembro de 2013. Ocasião em que um grupo invadiu um shopping em Nairóbi, matando 68 pessoas, incluindo crianças. Na ocasião, ocorreu o mesmo processo de separação de muçulmanos de “não muçulmanos” antes das execuções.

Fonte Gospel Prime

sábado, 22 de novembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 4º Trimestre de 2014



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ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 8 - Revista da Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 8
(Revista: Central Gospel - nº 40)

Tema: AS DEZ VIRGENS E A CHAMA DO AMOR
  
Texto Áureo: Efésios 15.18
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição passe os elementos da parábola para os alunos como quem anuncia a volta de Cristo.
- “a vinda do noivo”, se referindo claramente à volta de Cristo, onde as virgens representam os membros da Igreja de Jesus pelo mundo afora, o azeite representa o combustível que movimenta a vida espiritual do crente.
- “seu retardo”, a demora do noivo e a sua chegada repentina mostra como Jesus pegará muitos de surpresa no dia de Sua volta.
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1. O CASAMENTO PALESTINO NOS TEMPOS DE CRISTO
- “fogem ao padrão”, ela tem o seu próprio rito, elas foram instituídas primeiro do que a ocidental, então a cerimônia ocidental é apenas um esboço da importância do casamento perto daquela.
- “elementos culturais”, são elementos característicos da cultura, como as vestes nupciais, o vinho, etc.

1.1. O rito
- “tradição que parece mais coerente”, existiam outras tradições acerca do casamento judaico, porém o comentarista está citando a que melhor se encaixa com a história da parábola das virgens.
- “amigas da jovem (as virgens)”, note aqui que essas virgens não se casariam com o noivo, apenas eram acompanhantes da noiva.
- “nubentes”, são os que vão se casar, o noivo ou a noiva.

1.2. As lâmpadas
- “lâmpadas”, essas lâmpadas eram abastecidas com azeite que queimava e produzia a luz.
- “séquito”, era o grupo que acompanhava as noivas.
- “em um recipiente à parte”, era uma reserva de segurança para quando o azeite acabasse. Esse foi o grande diferencial para as virgens prudentes.

1.3. As amigas da noiva
- “participação de jovens donzelas”, tem-se a impressão que o noivo se casaria com as virgens, mas isso não é verdade.
- “o primeiro participou das bodas”, as bodas era a festa de casamento, o ápice da comemoração. Era o evento imperdível. Faltar a esse evento era como ir a uma cerimônia de casamento hoje e sair antes da noiva entrar.
- Muitos estão aguardando o Noivo (Cristo), mas sairão antes Dele retornar, por falta do azeite.
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2. O REINO DOS CÉUS SERÁ SEMELHANTE A DEZ VIRGENS
- “típico de Sua época”, Jesus falou com eles sem dar-lhes maiores explicações sobre a cerimônia, pois já a conhecia muito bem. Deus sempre usa uma linguagem que conhecemos.
- “este não se restringe a ela”, o Reino de Deus é muito amplo, é composto da Trindade Santa, do Trono de Deus, dos anjos, da nova Jerusalém, da Igreja, da Palavra de Deus, das ordenanças, etc.
- “inaugurado pelo Messias”, Jesus deu início ao Reino de Deus quando começou a operar as maravilhas do Reino aqui na Terra.
- “plena concretização”, será quando Jesus de fato estiver reinando sobre todos os homens, independente da vontade deles.

2.1. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora
- “explicitamente”, isto é, de forma clara no texto.
- “um anunciador”, pode representar a qualquer pessoa que anuncia a chegada do Noivo (Cristo), a lição vai falar dele.
- “implícita”, que não está claro no texto, mas se faz referência dele, no caso da Noiva, quando se fala em um noivo se subentende que há uma noiva.

2.1.1. O noivo
- “apresentado como Noivo”, Jesus é anunciado como Noivo em Apocalipse 19.7 quando fala das bodas do Cordeiro.
- Desde a Igreja apostólica se entende que Jesus é o Noivo e a Sua Igreja é a Noiva.

2.1.2. O anunciador
- “nessa história, é João Batista”, isso porque João teria a missão de preparar o caminho do Cristo. Porém o anunciador poderia ser qualquer um do cortejo, assim como hoje o anunciador do Noivo é qualquer um que tem a oportunidade de o anunciar. O anunciador somos todos nós que temos a revelação de que Ele está voltando e já está às portas

2.1.3. O vendedor de azeite
- “no vendedor”, mais uma figura implícita. Onde achariam um vendedor àquela hora da noite? Esse vendedor pode ser a figura do Espírito Santo, pois é Ele quem nos fornece a unção (azeite) espiritual para as nossas lâmpadas.
- “se elas chegaram a consegui-lo”, a mensagem aqui é de que não devemos deixar para a última hora. Não se deve buscar a presença do Espírito Santo no último momento.

2.1.4. A noiva e as virgens
- “seriam a tipificação da própria Igreja”, por esse motivo a noiva não é mencionada, as virgens representam aquelas que adentrarão às bodas. A segunda hipótese parece mais razoável.  
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3. AÍ VEM O ESPOSO! SAÍ-LHE AO ENCONTRO
- “mais significados à parábola”, alguns pregadores acreditam que cada palavra mencionada seria uma figura, as pregações acabam cheia de mensagens que Jesus não afirmou e o ministro fica beirando a heresia.  
- “trazem consigo o ensinamento”, a mensagem fundamental é de que devemos ter prudência de buscar em todo tempo, se preparando para a longa jornada de espera.
- “não são os que nunca se prepararam”, esta mensagem não são para os que não se importam com a volta de Cristo, mas sim para aqueles que sabem que Ele está voltando, mas ainda não tomaram a atitude de se preparar para o receber.

3.1. O sono
- “elas dormiram”, notemos que todas dormiram, todas relaxaram, todas vacilaram. Por isso sabemos que todos os servos de Deus acabam relaxando em algum momento de sua caminhada, todos estão sujeito ao erro, mas o que pode tirar a salvação é a falta do Espírito Santo, a falta da sua unção.

3.2. Aquilo que não se pode repartir
- “conotação de desamor”, quer dizer que parece que elas não gostavam das outras, por isso negaram o azeite, porém devemos entender se elas dessem do reserva delas, elas também ficariam sem e dessa forma ninguém poderia se encontrar com o noivo.

3.3. A vigilância
- “levanta-se, inconteste”, significa que se ergue sem contestação, se referindo ao argumento de que devemos vigiar.
- “o necessário suprimento”, se refere ao combustível que mantém a chama acesa.
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CONCLUSÃO
- “déspota irascível”, um senhor que está pronto a se irar por qualquer motivo.
- “por medo de Seu julgamento”, quer dizer que alguns durante a espera se deixam levar pela imagem de um Deus castigador, notamos essa imagem sendo transmitida pelos extremistas do evangelho.
- “não se manterão vigilantes”, esse é um outro processo que ocorre nos servos de Cristo durante a espera, a falta de vigilância.
- Professor(a), faça o seu resumo e repasse os principais pontos para a classe.

Boa aula!

Marcos André – professor

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

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Marcos André da Silva Pereira
Evangelista, professor da EBD
Bacharel em teologia pelo IBADERJ
Casado com a Missionária Eliana da Silva Pereira
Pai de quatro filhos: Thais, Licks, Adriana e Talita
Congrega atualmente na igreja Assembleia de Deus Ministério Meritiense em São João de Meriti-RJ
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ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 8 - Revista da Editora Betel


AULA EM 23 DE NOVEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 8
(Revista: EDITORA BETEL)

ELISEU E O MILAGRE DA RESSURREIÇÃO
Texto Áureo: Filipenses 11.6
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 INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição ensine os alunos as lições aprendidas com aquela mulher sunamita, é bom ler as referências antes da aula.
- “mulher de Suném”, Suném era uma cidade que ficava no território de Issacar Josué 19:17,18, próximo a Jezreel.
- “conheciam a ciência dos tempos”, quer dizer que eles compreendiam condições climáticas, época de cheias dos rios e boas condições para plantio.
- “o rei só se movia”, quer dizer que o rei só tomava suas decisões após ouvir os conselhos dos filhos de Issacar.
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1.  A MULHER DE SUNÉM
- “uma “mulher importante”, o texto bíblico dá a ideia de que essa mulher era conhecida na cidade de Suném.
- “este que sempre passa por nós”, talvez o marido dela nem tenha percebido que por eles sempre passava um homem como Elias.

1.1.  Uma mulher sensível e de fácil entendimento
- “sensibilidade muito preciosa”, as mulheres conseguem sentir melhor o que passa ao seu redor. Os homens são mais focados em algo específico, mas as mulheres conseguem perceber o que ocorre no entorno.
- “qualidade de sua vida espiritual”, quando alguém chama outro de “homem de Deus”, já está atribuindo qualidade espiritual a pessoa, mas quando se acrescenta o adjetivo “santo”, então essa qualidade é multiplicada.
- “Ela não discerne somente o ministério de Eliseu”, o ministério ela discerniu quando afirmou que ele era homem de Deus, mas ao chamá-lo de santo ela mostra que estava vendo muito mais.
- “a identidade desse homem de Deus”, houve reconhecimento da identidade espiritual do profeta. No tempo em que vivemos está cada vez mais ser reconhecido como homem de Deus. Muitos jovens crentes hoje andam como se do mundo fossem.      

1.2.  Um bom relacionamento produz bênçãos poderosas
- “Algo moveu o coração daquela mulher”, obviamente foi o Espírito Santo trabalhando na vida dela, pois quem mais além de Deus tocaria em alguém para construir um lugar de repouso para seu servo descansar sem pagar nada?
- “certamente lhe confiava à administração das coisas”, isso é perceptível pelo modo como ela fala: “façamos-lhe” se ela fosse apenas uma esposa, não poderia falar daquela forma.
- “verdadeiras árvores frutíferas”, árvores frutíferas aqui se refere às mulheres que fazem com que a renda do marido se multiplique pela boa administração. Porém na referência de Salmos 128.3,  termo se aplica à mulher que dá muitos filhos ao seu marido.
- “poder de edificar ou derrubar”, se refere ao lar, conforme a referência de Provérbios 14.1, curiosamente essa passagem não atribui responsabilidade ao homem, mas somente à mulher, isso se deve a fato de a mulher ser a governanta do lar e mais influente com os filhos. Uma mãe sem sabedoria pode destruir a família. Um pai também pode destruir um lar, mas a mãe é sempre a mais influente nessa área.
1.3. É dando que se recebe
- “que se fale por ti ao rei, ou ao capitão dos exércitos”, nota-se que o profeta estava se referindo a alguma requisição que ela pudesse querer do rei. Ele na estava pensando em milagre.
- “não possuía herdeiros”, naquele período se uma família não tivesse filhos era vista como amaldiçoada, por isso um filho era para eles uma grande honra, era com se Deus declarasse para o povo que aquela casa estava sob Sua guarda.
- “mas infeliz por ter um lar vazio”, o texto não mostra ela se queixando com o profeta a respeito de seu problema, ela apenas buscou honrar o homem de Deus por ver nele a autoridade profética e a santidade. Atualmente muitos se achegam a Cristo por estarem precisando de algo, de uma benção ou solução para um problema, mas o que mais impacta o coração de Deus é reconhecermos Seu Filho como o único caminho, como o Salvador da alma, independente do que Ele possa nos dar.  

2.        ELISEU E O FILHO DA SUNAMITA
- “corresponde a nove meses”, Elizeu chamou de o tempo da vida por se tratar do tempo para se ter um filho.
- “o homem se tornou fértil”, se refere ao marido dela, pois talvez o problema da fertilidade estivesse nele.  

2.1.  O menino adoece e morre
- “forças opostas”, se refere à ação maligna é claro. Uma ou outra pessoa próxima a nós pode ser também o canal para essas forças opostas, mas embora alguns deles de vez em quando dão lugar a Satanás, o nosso inimigo sempre será os principados das trevas.
- “não desperdiçou uma lágrima”, a Bíblia não relata sobre choro dela em nenhum momento, por isso chega-se a conclusão de que ela não tivesse chorado. Por conta de uma espiritualidade forçada alguns irmãos e irmãs se recusam prantear seus entes queridos mortos, mas esse procedimento não é salutar, é recomendável que um servo de Deus se entristeça por um parente morto, mesmo sabendo que ele esteja na glória, porém sua tristeza não é permanente e não se transformará em desespero.
- “dizendo estar tudo bem”, ela usou essa afirmação para desviar de perguntas que a atrapalhariam no seu objetivo.

2.2. O encontro com o profeta
- “portava consigo uma palavra”, se refere a Elizeu e a sua poderosa palavra vinda de Deus.
- “apenas orientação do homem de Deus”, assim ela evita que muita gente fique sabendo seu problema. Quanto mais pessoas sabendo do nossos problemas pode ser prejudicial para a resolução. Por outro lado não podemos nos isolar e manter segredo sobre nossas aflições, por isso o Senhor sempre nos mostra um homem de Deus para confessarmos as nossas dores e recebermos a ajuda espiritual.
- “pedindo orações desesperadas”, alguns irmãos não atingiram a maturidade ainda e por isso agem dessa forma. Alguns irmãos acabam pedindo oração e orientação a obreiros despreparados e que muitas vezes não estão com a vida no altar.

2.3. Eliseu ressuscita o menino
- “que somente nós mesmos podemos fazer”, Geazi provavelmente não desfrutava de muita santidade, ele demonstra no caso da cura de Naamã que ele estava interessado em outras coisas 2 Reis 5.20.
- “uma linguagem profética”, isso porque ela fala do que vai fazer como se profetizasse, ela diz: “Não te ei de deixar”
- “Eu sei as palavras que você disse...”, isso é uma conjecturação do comentarista, algumas vezes essas conjecturações passam bem longe do que o personagem quis falar ou demonstrar. Algumas conjecturações são verdadeiras heresias.

3. OS FRUTOS COLHIDOS PELA ATUAÇÃO DA BONDADE
- “ela viu seu lar totalmente transformado”, os frutos que colhemos por honrar os homens e mulheres de Deus, começa dentro de nossa casa.

3.1. O aviso e o livramento
- “Jeová era quem estava enviando a fome”, foi uma revelação de Deus para que ela salvasse a sua família, veja que ela poderia ter usado a revelação para benefício próprio a fim de se promover como profetiza. Até hoje alguns profetas tem as revelações de Deus, mas não usam para salvar as famílias, usam para benefício próprio.
- “sabem perfeitamente a origem dos eventos”, os servos de Deus que estão conectados com o Senhor olham para os eventos da natureza e sabem que Deus está permitindo isso, pois o apocalipse está chegando.

3.2. Movendo-se no tempo certo
- “saiu no tempo de Deus”, se refere ao aviso para sair da terra, ela saiu para no momento adequado e não voltou antes do tempo determinado. Há ocasião em que recebemos uma promessa, mas queremos adiantar as coisas.
- “Legalmente, ela havia perdido sua casa”, de acordo com a lei ela ficaria sem as terras, mas o Senhor está acima de toda lei e muitas vezes o Senhor quebra os protocolos para nos abençoar.
- Nesse tópico é ensinado a fazer o que Deus manda e no tempo correto de Deus.

3.3. A restituição de todas as perdas
- “lhe deu um oficial”, poderia ser um capitão de 100 ou 50, para usar força militar caso as terras dela estivessem ocupadas por algum invasor.
- “tudo o que fora arrecadado durante estes sete anos”, como o estado havia confiscado as terras durante os sete anos, o reino ficou arrecadando o que era produzido.
- Aqui se ensina a restituição para aqueles que honram os homens de Deus.  

CONCLUSÃO
- “recompensou a obediência com a restituição”, a restituição é algo que o Senhor faz muito em Sua obra, restauração de lares, restituição de ministérios, são obras que Cristo faz em prol dos Seus filhos. Deus não chamou ninguém para ser rico, mas a restituição é uma obra que Ele ama fazer.
- “retornarem ao lugar da bênção”, é uma mensagem para a pessoa retornar aos caminhos do Senhor. Se alguém na classe estiver pensando em desistir ou estiver afastado, deve retornar para o local da benção, a igreja!

Boa aula!


Marcos André – editor

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL -Conteúdo da Lição 8 - Revista da Editora Betel


ELISEU E O MILAGRE DA RESSURREIÇÃO
23 DE NOVEMBRO DE 2014


TEXTO ÁUREO

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” Hb 11.6

VERDADE APLICADA
É muito importante saber honrar as pessoas, principalmente, honrar aqueles que foram levantados por Deus para nos revelar Seu intento, Seu caminho e Sua vontade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
2Rs 4.16 - E ele disse: A este tempo determinado, segundo o tempo da vida, abraçarás um filho. E disse ela: Não, meu SENHOR, homem de Deus, não mintas à tua serva.
2Rs 4.17 - E concebeu a mulher, e deu à luz um filho, no tempo determinado, no ano seguinte, segundo Eliseu lhe dissera.
2Rs 4.18 - E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores.
2Rs 4.19 - E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe.
2Rs 4.20 - E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio-dia, e morreu.
2Rs 4.21 - E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou a porta, e saiu.

INTRODUÇÃO
A mulher de Suném que o texto se refere, era descendente dos filhos de Issacar, que segundo o registro do primeiro livro das Crônicas, eram aqueles que aconselhavam o reino e conheciam a ciência dos tempos (Js 19.17-18; 1Cr 12.32). Ou seja, o rei só se movia debaixo de seus conselhos.

1. A MULHER DE SUNÉM
A versão espanhola (RV – Reina Valera) apresenta a sunamita como uma “mulher importante”. O termo “importante” significa: Pessoa com dignidade, que tem méritos; pessoa que tem uma formosa maneira de ser. Ela era uma mulher rica em todos os sentidos da palavra.

1.1. Uma mulher sensível e de fácil entendimento
Por dom natural, as mulheres são portadoras de uma sensibilidade muito preciosa. Sem que Eliseu dissesse uma palavra acerca de si, ela confidencia com seu marido acerca do profeta dizendo: “Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus” (2Rs 4.9). De uma só vez ela identificou o Deus que o profeta servia e a qualidade de sua vida espiritual. Santo! Ela não discerne somente o ministério de Eliseu, mas discerne também o caráter; a autenticidade, e a identidade desse homem de Deus, atitude que vai desencadear poderosas bênçãos sobre sua família, inclusive um filho que não poderia ter (2Rs 4.10,14).

1.2. Um bom relacionamento produz bênçãos poderosas
Algo moveu o coração daquela mulher em relação ao profeta que passava a sua porta. Ela chama seu marido e diz: façamos-lhe, pois, um pequeno quarto (2Rs 4.10). Seu desejo em abençoar era a chave que abria a porta de seu futuro. Pois, o quarto que construiu para o profeta foi o local em que seu filho veio a ressuscitar. Pelo desempenho dessa mulher, seu marido certamente lhe confiava à administração das coisas do lar, e sabemos que existem mulheres muito sábias na administração, mulheres que são verdadeiras árvores frutíferas (Sl 128.3). Esse marido investia na esposa e lhe deu meios para a realização da obra, não foi machista, foi sábio quanto ela. Biblicamente, a mulher virtuosa, dada por Deus, é eficaz na administração do lar (Pv 31.10-31). Pois a mulher tem o poder de edificar ou derrubar. Porém, a sábia age como essa mulher, investe nas coisas santas e edifica seu lar (Pv 14.1).

1.3. É dando que se recebe
“Eis que tu nos tem tratado com todo o desvelo; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale por ti ao rei, ou ao capitão dos exércitos”? (2Rs 4.13). A bondade feita sem interesse sempre será recompensada pelo Senhor. Eliseu estava grato e desejou recompensar de algum modo aquela família. Geazi lhe informou que aquela bondosa família não possuía herdeiros (2Rs 4.14). Ela era habilidosa, rica, mas infeliz por ter um lar vazio e um marido já de idade avançada, uma mulher sem descendência, sem frutos, e sem sucessão. Mas sua bondade em trazer a presença de Deus para sua casa honrando o profeta lhe abriu a porta dos milagres, e pôs para sempre um fim em sua esterilidade.

2. ELISEU E O FILHO DA SUNAMITA
A profecia de Eliseu se cumpriu no tempo determinado, o “tempo da vida” corresponde a nove meses, o tempo de uma gestação (2Rs 4.16a). Sua palavra foi tão poderosa que naquela mesma noite o homem se tornou fértil, e a mulher foi curada de sua esterilidade.

2.1. O menino adoece e morre
Todas às vezes que uma bênção grande nos advém, podemos estar certos de que as forças opostas irão tentar nos desestabilizar e até roubar nosso benefício se não estivermos atentos. De forma repentina, o menino teve uma dor de cabeça e veio a falecer nos braços de sua mãe, que de forma surpreendente, não desperdiçou uma lágrima, o levou ao quarto que havia construído para o profeta, e foi até seu marido também sem esboçar nada do acontecido, dizendo estar tudo bem, e informando que ia encontrar o profeta (2Rs 4.23). Devemos ressaltar a qualidade dessa mulher. Uma mulher determinada e equilibrada, que sabia resolver as crises do lar, e que também sabia como e a quem se dirigir nos momentos difíceis e trágicos da vida (Ef 6.10-13).

2.2. O encontro com o profeta
A sunamita sabia que o mesmo que se tornou fonte para sua alegria portava consigo uma palavra acompanhada de milagre. Ao chegar ao monte, ela não revelou o motivo de sua chegada a Geazi e, cautelosa, busca apenas orientação do homem de Deus. Essa mulher nos chama atenção exatamente pela maneira como conduz as coisas (2Rs 4.25-27). Ela é uma pessoa que não fica sofrendo pelos cantos, pedindo orações desesperadas a um e outro, mas usa o tempo e modo de forma correta; buscando também as pessoas corretas a quem deve se dirigir para a solução de seus problemas. Ela não faz alarde ao seu marido, não falou com a vizinhança, não andou chorando pelas ruas. Ela age discretamente, parece estar muito convicta do que faz (Pv 24.10).

2.3. Eliseu ressuscita o menino
Eliseu envia Geazi, mas existem coisas que somente nós mesmos podemos fazer. Enquanto Geazi sai para a frustrada missão, a sunamita usa diante de Eliseu uma linguagem profética (2Rs 4.30). A palavra usada por ela é a mesma usada por Eliseu diante de Elias (2Rs 2.4). Era como se lhe dissesse: “Eu sei as palavras que você disse a Elias quando desejou porção dobrada da unção. Se funcionou com você, vai funcionar comigo também. Eu não te deixarei, e assim como a bênção dele passou para sua vida, a sua bênção passará para mim. Sei que você é um portador de milagres e só saio daqui quando o meu acontecer. Lembra! Foi você quem começou a boa obra, agora termine de concluí-la”. Após tal declaração Eliseu não teve alternativa, a não ser tomar uma atitude em relação a seu caso e resolvê-lo.

3. OS FRUTOS COLHIDOS PELA ATUAÇÃO DA BONDADE
Ao acolher o profeta em sua casa, a mulher sunamita não somente teve o benefício de um filho e a experiência sobrenatural de um milagre, ela viu seu lar totalmente transformado. Agora, uma fome se estende pela terra, e ela é a única que é avisada. Vejamos mais esses frutos por ela colhidos.

3.1. O aviso e o livramento
Pessoas que sabem honrar sempre são honradas por Deus. Uma fome se estende por toda a cidade, mas só existe o registro de uma pessoa que foi avisada, a mulher de Suném (2Rs 8.1-2). É muito importante entender o que Eliseu diz. Ele está revelando a sunamita que Jeová era quem estava enviando a fome sobre a terra, e que durante sete anos (um tempo específico) aquela terra seria visitada pela escassez. No meio de toda aquela população somente uma mulher foi avisada. Eis a recompensa pelo que fez ao profeta. “...a terra passaria pela fome, mas ela e sua família não”. Pessoas conectadas com Deus sabem perfeitamente a origem dos eventos ocorridos na terra, e são preservadas pela retidão de suas orações (Ap 3.10).

3.2. Movendo-se no tempo certo
A sunamita saiu no tempo de Deus, e agora se move no mesmo tempo profético para voltar às suas terras. Como Issacar, ela se move com sabedoria, e na direção de Deus. O Senhor viu seu investimento na vida do profeta, e milagrosamente cuidou de tudo o que possuía enquanto esteve ausente (Dt 6.25). Segundo a lei judaica se uma pessoa se ausentasse de suas terras por sete anos, o estado deveria confiscar seus bens. Legalmente, ela havia perdido sua casa e suas terras. Porém, como ela saiu no tempo e debaixo de uma revelação Divina. Deus cuidou de tudo o que lhe pertencia. Enquanto Geazi falava ao rei das proezas de Eliseu, a sunamita chega a sua presença e exatamente nesse momento é restituída.

3.3. A restituição de todas as perdas
Então o rei lhe deu um oficial, dizendo: “Faze-lhe restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas das terras desde o dia em que deixou a terra até agora” (2Rs 8.3-6). O rei aqui é um tipo de Cristo, aquele que nos restitui de todas as coisas. Três coisas lhe foram devolvidas. A casa, suas terras, e todos os valores desses sete anos ausentes. O Estado sabia tudo o que fora arrecadado durante estes sete anos de ausência, toda quantidade de frutos produzidas por suas terras, toda a quantidade de azeite, de cereais, de vinho, e de tudo. Então o rei ordenou a um oficial do palácio dizendo: “faça com que se devolvam a essa mulher todas as coisas que eram suas e todos os frutos de suas terras, desde o dia em que deixou o país até agora” (2Rs 8.3-6; Jó 33.26; Tg 5.16).

CONCLUSÃO
O Senhor recompensou a obediência com a restituição de todos os bens. Seu único esforço foi sair e voltar no tempo certo, foi mover-se no tempo de Deus. Como seria sábio para algumas pessoas retornarem ao lugar da bênção, da revelação, e do livramento!