quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

AGENDA - Ministração da Palavra de Deus


Nessa quinta-feira, 23 de fevereiro, estarei ministrando no culto de libertação da Assembleia de Deus Ministério Porta das Ovelhas em São João de Meriti-RJ 

Av Automóvel Clube Centro, São João de Meriti-RJ.

Pr Marcos André

Contatos:
Tel: 21 41321069
cel: 21 992791366 (claro),
21 969786830 (Tim)
Whatsapp: 21 969786830
email: licks1996@gmail.com

Facebook: Marcos Andre

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

ATUALIDADE GOSPEL - Esposa de Trump é massacrada pela mídia após orar em evento



Até o momento, a primeira-dama dos Estados Unidos Melania Trump, não tinha atraído para si os holofotes da mídia. Mas bastou ela fazer uma oração para que as mídias sociais fizessem chacota dela. Agora, líderes cristãos defendem o direito dela expressar sua fé em público.

Durante um evento político na Flórida, sábado (18), Donald Trump e a esposa fizeram uma série de pronunciamentos que lembrou os dias de campanha. O momento da abertura, a cargo de Melania, resumiu-se a um convite para que todos recitassem um “Pai Nosso”. Logo em seguida, ela prometeu lutar para melhorar as vidas das mulheres e crianças no país.

O forte sotaque da ex-modelo nascida na Eslovênia e o fato dela ter lido a oração e não recitado “de cor”, foram objeto de uma onda de críticas.

Ela foi chamada de várias coisas, de refém a prostituta, principalmente por ativistas de esquerda que exigiam uma separação de Igreja e Estado. Muito provavelmente os mesmo que apoiavam o ex-presidente Barack Obama quando ele visitava mesquitas e participava de orações com os imãs.

Na verdade, a Constituição dos EUA diz que o Estado é proibido de declarar uma religião oficial ou financiar as suas atividades. Algo que nem Trump nem Melania fizeram neste primeiro mês de governo.

A multidão que estava em Melbourne, Flórida, respeitosamente fez silêncio e demonstrou receber a oração com entusiasmo. A transmissão da rede Fox News comprova isso.



O assunto foi amplamente debatido nas redes sociais durante o final de semana.

Nesta segunda (20), vários líderes cristãos saíram em defesa de Melania.

Uma das mais enfáticas foi a evangelista Anne Graham Lotz, filha de Billy Graham. Ela publicou um texto em sua conta do Facebook onde elogia a atitude e pede que os cristãos orem pela primeira-dama, que assim como o marido, está sendo constrangida apenas por demonstrar que tem fé em Jesus.

O pastor Jack Graham, da Igreja Batista de Prestonwood, no Texas, usou seu perfil no Twitter para dizer: “Nunca vi isso acontecer até hoje, Obrigado Melania Trump por expressar sua fé e orar”.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 9

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 9  CENTRAL GOSPEL 2º BETEL - 3º CPAD

SOLICITAMOS ENCARECIDAMENTE QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! É importante, pois o CLUBE DA TEOLOGIA não possui nenhuma outra forma de renda. Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 9 - Revista CPAD - JOVENS


A missão ensinadora da Igreja
26 de Fevereiro de 2017


TEXTO DO DIA
“E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2Tm 2.2).

SÍNTESE
O ensino da Palavra faz com que a Igreja cresça, se fortaleça e possa resistir aos ataques do mundo e de Satanás.

TEXTO BÍBLICO

Marcos 16.15-20.
15 — E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 — Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 — E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18 — pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.
19 — Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus.
20 — E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!

INTRODUÇÃO
O ensino é um mandamento bíblico. Mais do que pregar, Jesus esmerou-se em ensinar, pois seu ministério era de anunciar o Evangelho e as verdades do Reino de Deus. Ele levou tão a sério o ensino que deixou como orientação para a Igreja o ensino e a evangelização (Mt 28.19,20).
Nesta lição, veremos a importância do ensino bíblico e o seu alcance dentro da igreja local. Estudaremos a respeito dos grupos que devemos alcançar para que cumpramos a nossa vocação de agência de ensino do Reino de Deus.

I. O QUE É ENSINAR

1. Definindo o termo.
Ensinar é o ato de doutrinar, transmitir conhecimento a outra pessoa, orientar, conduzir. O ensino cristão tem como objetivo a transformação espiritual e moral do ser humano, tornando-o uma pessoa melhor. No ensino bíblico o aluno não deve ser expectador da aula, apenas recebendo informações. Ele precisa interagir com o professor e com os outros alunos, pois assim todos aprendem uns com os outros, partilhando experiências e conhecimento.

2. A Igreja ensinando a verdade.
A igreja cumpre um papel fundamental na expansão do Reino de Deus por meio do ensino. Pessoas que são evangelizadas e aceitam a Cristo precisam ser edificadas e crescer espiritualmente por meio do ensino sistemático das Escrituras. Quem nasce de novo deve ser alimentado de forma constante, ou morrerá por inanição. Da mesma forma, o ensino bíblico deve ser encarado pela Igreja como uma tarefa essencial. E o que deve ser ensinado é a Palavra de Deus, pois ela é a verdade. Não devemos ocupar nossas classes de Escola Dominical e nossos cultos de doutrina, difundindo nas pessoas algo que não seja as Escrituras.

3. A importância do mestre na igreja local.
O professor é aquele que auxilia o pastor na área do ensino. Ele se dedica a edificar o povo de Deus por meio da explanação das Sagradas Escrituras e de sua aplicação na vida dos seus alunos, e esse trabalho deve ser feito com estudos constantes, pesquisa e domínio das técnicas de transmissão de conhecimento. Nem todos os mestres são grandes pregadores, pois pregar a Palavra de Deus é diferente de ensinar. Entretanto, por meio do trabalho do professor a igreja é edificada. A pregação da Palavra é de grande importância na congregação, mas o ensino também deve ser ministrado sistematicamente em nossas igrejas.
O professor deve ser uma pessoa que busca o conhecimento, e que deseja repassá-lo. Paulo ensinou a Timóteo, e este deveria repassar o ensino a homens fiéis, e esses, por sua vez, deveriam ensinar mais pessoas (2Tm 2.2).

Pense!
A Igreja de Cristo tem dado a devida importância ao ensino bíblico?

Ponto Importante
A Igreja de Cristo tem a importante função de transmitir as verdades sagradas por meio do ensino bíblico sistemático e constante.

II. O ENSINO NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento.
Os hebreus não possuíam um sistema organizado de transmissão de ensino. Na verdade, esse sistema foi sendo desenvolvido com o passar do tempo, e as primeiras lições eram geralmente ministradas no lar. A mãe se encarregava de ensinar às filhas os afazeres domésticos, e o pai ensinava aos filhos uma profissão. O próprio Jesus era carpinteiro (Mt 13.55), profissão que aprendeu com seu pai, José.
Moisés, orientado por Deus, disse ao povo que procurasse ensinar os filhos sobre as tradições recebidas de seus pais, e que esses ensinos fossem repassados aos seus descendentes, principalmente as verdades sobre Deus, que os havia retirado do Egito.

2. No Novo Testamento.
Após o retorno do exilio, o povo teve de estudar a Lei de Deus novamente, e com o surgimento das sinagogas, o ensino da lei de Deus foi sistematizado e solidificado. Com o passar do tempo, os fariseus e escribas passaram a ensinar. O próprio Jesus aprendeu a Lei de Deus, e em seu ministério, ensinou com autoridade aos que o ouviam.

3. Jesus como mestre.
Jesus dedicou muito mais tempo para ensinar às pessoas do que necessariamente pregando. Ele ensinou com autoridade (Mt 7.29), e aproveitou cada ocasião para ministrar o ensino sobre o Reino de Deus, como quando falou com Zaqueu, a mulher samaritana e Nicodemos. Ele não apenas procurou ensinar seus ouvintes, mas ordenou que seus discípulos fizessem o mesmo (Mt 28.19,20). Ele tinha interesse por seus alunos, e era criativo (utilizou um barco como plataforma para ensinar, Lc 5). Jesus também conjugou a capacidade de ensino com a oração por seus discípulos, mostrando que ensinar é importante, mas orar pelos alunos é tão necessário quanto passar o conteúdo. Ele chegou a explicar mais de uma vez um assunto quando seus discípulos não entendiam (Mt 15.16).

Pense!
Jesus viveu o que ensinava. Você vive o que prega e ensina?

Ponto Importante
Jesus dedicou muito do seu ministério a ensinar seus discípulos, para que eles pudessem dar prosseguimento ao ministério do ensino da Palavra junto à Igreja Primitiva.

III. ENSINO E TRANSFORMAÇÃO NA IGREJA

1. Crianças.
A Escola Dominical começou com algumas crianças inglesas. Se hoje temos Escolas Dominicais estruturadas nas igrejas evangélicas, devemos nos lembrar de que o trabalho pioneiro de Robert Raikes junto às crianças abriu o caminho para a Escola Dominical como a conhecemos hoje. Devemos priorizar o ensino cristão para as crianças, tendo em vista que Jesus deixou claro: “Não as impeçais de vir a mim” (Mt 19.14).

2. Jovens e adultos.
Os jovens e adultos, que em regra são a maior parte da igreja em nossos dias, devem ser igualmente ensinados. Você jovem, com certeza, se depara com novos desafios na trajetória de seus estudos e vida profissional diariamente, por isso, precisa ser instruído na Palavra para que vença os desafios. Parte dos adultos em nossas igrejas não teve uma educação cristã quando criança e jovem, o que demanda da igreja ensinar a essas pessoas, com toda a sua história de vida, como andar com Deus e seguir em uma nova forma de vida e de pensar.

3. Portadores de necessidades especiais.
Em nossos dias, há uma maior conscientização por parte da sociedade para a inclusão de pessoas com deficiência. Esse grupo deve ser alcançado igualmente pelo ensino das Sagradas Escrituras em nossas igrejas. Em alguns ambientes eclesiásticos, sem perceber, acabamos excluindo os deficientes de nossos cultos de ensino e da Escola Dominical por não termos professores treinados, ou por achar que Jesus vai operar um milagre na vida dessas pessoas. Como pentecostais cremos que Jesus cura a todos, mas enquanto essa cura não vem, devemos prover dentro da igreja, crentes capacitados a lidar com esse público-alvo, de tal forma que nenhuma pessoa seja deixada de fora do ensino e crescimento espiritual.

Pense!
Em nossas igrejas temos um ensino inclusivo?

Ponto Importante
Jesus amou e ensinou a todos que desejavam ouvi-lo e estar com Ele.

CONCLUSÃO
Ensinar é uma ordenança de Deus para a sua Igreja. E a Igreja deve cumprir com seu papel ensinador alcançando a todas as pessoas.

HORA DA REVISÃO

1. O ensino é um mandamento bíblico?
Sim. Jesus ordenou o ensino e o discipulado (Mt 28.19,20).

2. Segundo a lição, o que é ensinar?
Ensinar é um o ato de doutrinar, transmitir conhecimento a outra pessoa, orientar, conduzir.

3. Qual o objetivo do ensino cristão?
O ensino cristão tem como objetivo a transformação espiritual e moral do ser humano, tornando-o uma pessoa melhor.

4. Na igreja, quem é o professor?
O professor é aquele que auxilia o pastor na área do ensino.

5. Como era o ensino no Novo Testamento?
Após o retorno do exílio, o povo teve de estudar a Lei de Deus novamente, e com o surgimento das sinagogas, o ensino da lei de Deus foi sistematizado e solidificado. Com o passar do tempo, os fariseus e escribas passaram a ensinar. O próprio Jesus aprendeu a Lei de Deus, e em seu ministério, ensinou com autoridade aos que o ouviam.

SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO!  

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 9 - Revista CPAD - ADULTOS


Fidelidade, firmes na fé

26 de Fevereiro de 2017

TEXTO ÁUREO
“Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.13).

VERDADE PRÁTICA
A fidelidade, como fruto do Espírito, ajuda o crente a permanecer firme na fé em Cristo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Hebreus 10.35-39.
35 — Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão.
36 — Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.
37 — Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará.
38 — Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.
39 — Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma.

HINOS SUGERIDOS
46, 225 e 400 da Harpa Cristã.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos outro aspecto do fruto do Espírito, a fidelidade. Veremos também a idolatria e as heresias como obras da carne e como oposições, ou seja, contrárias à fidelidade. Como novas criaturas, precisamos crer e confiar em Deus de todo o coração, pois a nossa fé vai nos ajudar a permanecer fiéis até o dia em que nos encontraremos com o Senhor. Aquele que realmente crê no Pai e no Filho não se deixa levar por qualquer sorte de doutrina, pois está sempre vigilante e atento à voz do Senhor.

I. O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE

1. Definição.
Fidelidade, segundo o Dicionário Houaiss é a “característica do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito por alguém ou algo, lealdade”. Logo, podemos afirmar que a fidelidade é a característica de quem é leal.

2. A fidelidade como fruto do Espírito.
Já vimos que a fidelidade é a característica de quem é leal, mas, como fruto do Espírito, tal virtude é desenvolvida em nós pela ação do Espírito Santo (Gl 5.22). À medida que confiamos em Deus e passamos a ter uma maior comunhão com Ele, mediante a leitura da Palavra, oração e jejum, desenvolvemos o fruto do Espírito.

3. A fidelidade de Deus.
Fidelidade é um dos atributos morais de Deus. Ele é fiel em sua natureza (2Ts 3.3). O Deus que é fiel, pela sua graça, nos salvou e nos deu uma nova vida a fim de que tenhamos comunhão com Ele e com o seu Filho (1Co 1.9). Como filhos de Deus e novas criaturas, precisamos ter para com Deus a mesma atitude de lealdade que Ele tem para conosco. A nossa fidelidade ao Senhor nos ajuda a resistir à idolatria e às heresias que tão de perto nos rodeiam. É importante ressaltar que idolatria não é somente adorar imagens de escultura, mas é tudo que toma o lugar de Deus em nossos corações, sejam pessoas, sejam objetos. Que Deus ocupe sempre o primeiro lugar em nossas vidas. Muitos infelizmente têm deixando que os bens materiais, os talentos e os cargos eclesiásticos ocupem o lugar em seus corações, lugar que deve ser somente do Pai (Dt 6.5). Que o Senhor nos livre de cometer tal loucura.

II. IDOLATRIA E HERESIA: UM PERIGO À FIDELIDADE

1. O que é idolatria?
O vocábulo idolatria, no grego, é eidololatria e significa culto destinado a adoração de ídolos. A idolatria aparece na relação de obras da carne apresentada por Paulo aos Gálatas (Gl 5.20). Ela é proveniente da falta de conhecimento das Escrituras e de Deus, pois quem conhece a Bíblia sabe que tal prática é condenada pelo Senhor (Lv 26.1; 1Sm 12.21; Sl 115.4; At 15.20; 1Jo 5.21). Os israelitas, embora tivessem visto de perto a glória e o livramento de Deus, por diversas vezes se deixaram levar pela idolatria. Ainda na travessia do deserto, quando Moisés estava no monte Sinai para encontrar-se com o Senhor, o povo fez um bezerro de ouro e o adorou (Êx 32.1-18). Já no período monárquico, depois da morte de Salomão e a divisão do reino, todos os reis do Reino do Norte fizeram o que era mal aos olhos do Senhor, levando o povo à adoração de ídolos (1Rs 16.25,30; 22.52-54; 2Rs 3.3). Jeroboão fundou um sistema religioso idólatra, mandando fazer dois bezerros de ouro, institucionalizando a idolatria em Israel (1Rs 12.26-33).

2. A idolatria no Novo Testamento.
Na Roma antiga adorar aos imperadores era uma forma de lealdade e devoção. Por isso, os primeiros cristãos foram severamente perseguidos e mortos, pois eles não aceitavam que o homem ocupasse o lugar de Deus. Além dos imperadores, os romanos (e também os gregos) tinham uma variedade muito grande de ídolos. Na cidade de Listra, Paulo foi confundido com o deus Mercúrio, e Barnabé com o deus Júpiter (At 14.11-13). Passando por Atenas, Paulo encontra um altar onde estava escrito: “Ao Deus Desconhecido” (At 17.23). Contudo, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo, a idolatria é condenada (Êx 20.3; Lv 26.1; Cl 3.5; Ap 22.15). Não podemos jamais esquecer que tudo aquilo que usurpa o lugar de Deus, em nosso coração, é idolatria. Qualquer pessoa ou objeto a que nos dedicamos com extremada atenção, e que não podemos viver sem os quais, podem se tornar um ídolo. A idolatria é a quebra da nossa fidelidade ao verdadeiro Deus.

3. O que significa heresia?
No grego, esta palavra é hairesis e significa preferência, escolha. Segundo o Dicionário Teológico (CPAD) podemos definir heresia “como uma rejeição voluntária de um ou mais artigos da fé”. Precisamos ter cuidado, pois atualmente, muitos estão se utilizando de argumentos falsos para enganar e macular a Igreja do Senhor. Precisamos de homens como Paulo, que não usavam de engano nem fraudulência (2Ts 2.3). Contudo, também precisamos investir mais no ensino sistemático da Escrituras Sagradas, pois as heresias só podem ser rechaçadas pelo conhecimento bíblico (Mc 12.24). Estamos vivendo tempos difíceis, nos quais muitas igrejas já não conservam mais a sã doutrina, sendo os crentes enganados por filosofias humanas e ensinos de demônios contrários à Palavra de Deus.

III. SEJAMOS FIÉIS ATÉ O FIM

1. Olhando para o passado.
Para se conquistar um bom futuro é imprescindível ter estabelecido alicerces sólidos no passado. Por isso, o escritor aos Hebreus pede que os crentes deem uma olhadinha no passado. O propósito era que eles não se esquecessem das bênçãos que já haviam recebido da parte de Deus e dos muitos combates e aflições quais enfrentaram e saíram vitoriosos (Hb 10.32). O Senhor também cuidaria dos seus servos, dando-lhes novamente força e vigor para permanecerem fiéis até o fim. A fé que recebemos como fruto do Espírito nos ajuda a continuar firmes e fiéis a Cristo diante das circunstâncias contrárias.

2. A fé que nos ajuda a permanecermos fiéis.
Já fomos justificados perante Deus pela nossa fé em Jesus (Rm 3.21,22). Esta é a chamada fé salvífica que vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). Mas, à medida que buscamos ter maior comunhão com Deus, desenvolvemos a fé como fruto do Espírito. Essa fé cresce em nós com o tempo e nos livra da idolatria, das heresias e da apostasia (2Co 10.15; 2Ts 1.3). A nossa confiança em Deus nos ajuda a permanecer fiéis em tudo até o dia em que iremos nos encontrar com o Senhor (Ap 2.10).

3. Seja fiel.
O Deus fiel e imutável a quem adoramos deseja nos ajudar a permanecer fiéis em toda a nossa maneira de viver, neste mundo tenebroso, mau e que jaz no maligno (1Jo 5.19). Se quisermos permanecer fiéis não podemos descuidar da nossa comunhão com o Senhor. Precisamos buscá-lo enquanto é tempo, enquanto podemos achá-lo (Is 55.6). Noé, durante um bom tempo, anunciou que o dilúvio viria. Mas aquela geração não deu crédito à pregação do servo do Senhor. O dia do juízo chegou e somente ele e sua família foram salvos da fúria das águas. Mesmo vivendo em uma sociedade corrompida pelo pecado, Noé permaneceu fiel ao Senhor e cumpriu a sua missão com zelo e temor até o fim dos seus dias.

CONCLUSÃO
Que Deus nos ajude a permanecer fiéis até o fim (Ap 2.10). A infidelidade ao Senhor tem feito com que alguns ensinem heresias, levando muitos a apostatarem da fé. A fidelidade, como fruto do Espírito, nos ajuda a não abrir mão de nossas convicções cristãs. Que em nossa caminhada de fé possamos dizer como o apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4.7).

QUESTIONÁRIO

Defina fidelidade.

Como podemos definir fé?

Segundo a lição, nossa fidelidade a Deus nos ajuda e nos livra de quê?

O que é idolatria?

Quem fundou, depois da morte de Salomão, um sistema religioso idólatra em Israel?


SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO!

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 9 - Revista Betel


A geração que fracassou na Terra da Promessa
26 de fevereiro 2017



Texto Áureo
“Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece”.
Ec 1.4


Verdade Aplicada
A pior tragédia para uma geração é viver alienada de Deus, andando por seus próprios caminhos.

Textos de Referência.

Juízes 2.6-8, 10
6 E, havendo Josué despedido o povo, foram-se os filhos de Israel, cada um à sua herdade, para possuírem a terra.
7 E serviu o povo de Israel ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que prolongaram os seus dias depois de Josué e viram toda aquela grande obra do Senhor, a qual ele fizera a Israel.
8 Faleceu, porém, Josué, filho de Num, servo do Senhor, da idade de cento e dez anos.

10 E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que fizera a Israel.

Introdução
Dentro da totalidade do plano eterno de Deus, a vida é um sopro, curta demais para tudo realizar. Cada geração desempenha sua parte na realização deste projeto e cada uma depende da outra para concluí-lo.

1. Fidelidade de um e o sucesso de outro.
Por mais poderosa e consagrada que seja uma geração, ela é insuficiente para dar conta de todo o trabalho dessa grande seara. A geração pós-Josué jamais compreendeu que o plano de Deus se concretiza de maneira progressiva através de gerações.

1.1. Os desafios de nossa geração.
Uma das maiores discussões de nosso planeta está em como aprender a conviver com as mudanças de nossa geração que passa, outra surge com novos desafios. Por exemplo, em alguns países, existem leis que aprovam os casamentos de pessoas do mesmo sexo (1Tm 4.1-3). Muita coisa ilegal nas gerações passadas, está sendo legalizada. Outro fato alarmante é que há aproximadamente cinquenta anos, o sexo entre jovens e não-casados era visto como desonroso, mas, hoje em dia, tornou-se comum, onde muitos jovens têm se tornado pais cada vez mais cedo.

1.2. Cada geração nasce com uma responsabilidade.
A história de Josué terminou maravilhosamente bem. Ele viveu cento e dez anos e sua geração foi fiel a Deus e cumpriu tudo que com o tempo se permitiu (Jz 2.7-8). Porém, em meio a tanto sucesso, a seguinte geração pouco herdou da herança espiritual de seus pais. Nos dias de Josué
houve muitas conquistas, mas não todas. O que restava deveria ser concluído pelos filhos daquela geração. Não somente morreu Josué e sua geração, morreu também seu legado. A seguinte geração, além de não conhecer a Deus, ainda desconheceu o legado de seus antepassados (Jz 2.7).

1.3. Toda geração possui uma missão.
Desde a saída do Egito, o Senhor tinha um propósito para o Seu povo. Deus não queria que perecessem no deserto. Eis sua vontade: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha. E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Êx 19.5-6).

2. Por que fracassa uma geração?
O fracasso da terceira geração foi simplesmente viver com Deus sem achar que deveria conhecê-Lo. É possível comer o maná e jamais entender seu significado. É possível estar no templo sem Deus no coração. O relacionamento com Deus deve ser contínuo para conhecê-Lo e entender Sua Palavra.

2.1. Viver sem comunhão com Deus.
A terceira geração nasceu livre, em uma terra abundante. Eles não precisavam esperar uma porção diária, como seus pais no deserto (Dt 8.7-10). Por esse motivo, relaxaram quanto à atenção que deveriam ter em relação à comunhão com Deus e a consciência de serem seus dependentes dEle, resultando, assim, em tragédia e ruína. Essa geração não teve experiências significativas com Deus. Consequentemente, nunca chegou a ter consciência de sua necessidade de Deus. Eles deveriam recordar que seus pais foram salvos de uma escravidão que eles nunca experimentaram (Dt 8.11-14). Todavia, seu maior engano foi imaginar que não precisavam tanto de Deus quanto seus pais precisaram.

2.2. Viver sem compromisso.
Nascemos com um propósito todo especial designado por Deus (Jr 1.5). Viver apenas para si e para os próprios deleites empobrece a nossa existência (Jo 4.36-38). Deus não nos chamou para olhar para trás e criticar ou desfazer o que foi feito antes, mas, sim, para dar continuidade e seguir adiante com o plano, buscando constante aperfeiçoamento para melhor cumprirmos a missão dada por Deus (Ef 4.12), preparando outras gerações para que possam ir adiante de nós e alcancem o que não pudemos alcançar (Sl 145.4).

2.3. Viver sem conhecer a Deus é desperdiçar a própria vida.
A geração da terra fértil não precisava de forma alguma entrar por caminhos desconhecidos, não precisavam cometer os mesmos erros, pois seus pais eram seus espelhos (Dt 8.1). Qual o maior tesouro que uma geração pode deixar para outra? O conhecimento de Deus, Foi exatamente esse quesito que essa geração desperdiçou. Como é importante ter um histórico de vida com Deus em uma família. Hoje famílias inteiras estão sendo dizimadas. Casamentos estão desmoronando. O mundo vive um desequilíbrio social progressivo e a única coisa que pode frear o mal é um retorno à Palavra de Deus. O conhecimento de Deus vai além de saber que Ele existe, mas reside no fato de conhecer e obedecer à Sua Palavra (Os 4.6).

3. Uma geração pode afetar a outra.
O que semeia para o futuro uma geração que vive sem Deus? Problemas, somente isso. Dessa geração que apenas viveu para si, desfrutando de uma terra fértil, surgiu uma geração problemática, imatura e incrédula, que Deus se compadecia e enviava um libertador a cada período de tempo, mas eles nunca se firmavam porque, infelizmente, não possuíam, como seus antepassados, uma vida com Deus (Jz 21.25).

3.1. Sem legado só restarão ruínas.
O descompromisso e a insensatez da geração da terra fértil fizeram parte do DNA da geração da época dos juízes (Lm 5.7, 17). Se observarmos a história dos grandes avivamentos, veremos que muito dos trabalhos feitos, por grandes homens e mulheres de Deus hoje não passam de lembranças. Muitos locais se tornaram em mercados, museus e até ferrovias. Em muitos outros, o que podemos encontrar são ruínas e uma lembrança de que um dia o Senhor esteve presente ali.

3.2. Povo sem sucessão é povo sem sucesso.
Josué viveu bem e alcançou sucesso em suas conquistas. Mas existe um fator que deveria ser apreciado no tempo de sua gestão. Josué recebeu uma capacitação da parte de Moisés, mas não há registros de ter preparado outro líder para dar seguimento à obra que realizara (Dt 34.9). A obra feita pela geração de Josué avançou bastante, mas ainda havia muito a fazer. A palavra que descreve esse tempo é: “cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos” (Jz 21.25).

3.3. Povo sem herança espiritual é povo sem perspectiva.
A geração da época dos juízes de Israel era tão problemática que até os seus libertadores eram oscilantes (Jz 2.16-19). Durante quatrocentos anos, tudo o que havia de Deus era uma lembrança. Deus até os socorria de tempos em tempos, mas quando morria um juiz o povo caia na mesma desgraça. A primeira grande tarefa de um salvo não é conhecer o que o Senhor é capaz de fazer, mas quem é o Senhor que o salvou (Os 13.4; Jr 9.24). Toda a desgraça se deu porque essa geração não conheceu ao Senhor. Esse foi o motivo de seu fracasso. Deus é Deus de aliança, de comunhão e não somente o doador de bênçãos.

Conclusão.
A geração pós-Josué não obteve o resultado esperado porque deixou o Senhor e serviu a deuses estranhos. Aprendemos nesta lição que mesmo estando no lugar em que Deus nos colocou, corremos o risco de perder a bênção e comprometer o sucesso das futuras gerações.

Questionário.
1. O que empobrece a nossa existência?

2. O que pode frear o mal?

3. O que fez parte do DNA da geração dos juízes?

4. O que Josué não preparou?

5. Qual a primeira grande tarefa de um salvo?


SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO!  

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8


AULA EM 19 DE FEVEREIRO DE 2017 – LIÇÃO 8
(Revista: Editora Betel)

Tema: Josué lidera uma geração conquistadora e cheia de fé

Texto Áureo: Hb 11.30
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição tente comparar aquela geração com a geração que vai conquistar o céu.
- “era guerreira, conquistadora e cheia de fé.”, foi o auge da caminhada deles, representando como serão aqueles que vão adentrar na Canaã celestial.
- “alcançam o nível exigido por Deus”, embora a lição fale acerca de conquistas aqui nessa terra, a tipologia da conquista da Terra Prometida aponta para a conquista do Reino de Deus.  
__________________________________________
1. Uma geração orientada pelo Senhor
- “tentam, sem sucesso, desvendar o mistério da queda dos muros”, eles buscam uma explicação científica, chegaram a cogitar que o eco dos gritos do povo teria entrado em ressonância com a frequência da muralha e então teria ela ruído e vindo abaixo, mas isso não se pode comprovar.

1.1. Influenciados pela fé.
- “conquistar a fortificada Jericó”, Jericó era a cidade mais difícil de ser conquistada, por isso o Senhor mandou o povo para ela, pois conquistando-a desanimaria a todos os inimigos de lutarem contra Israel.
- “tinham a sensação de segurança”, porém sabemos pelo relato de Raabe que os habitantes estavam apavorados pela presença do povo judeu ali na região. Js 2.11
- “acreditava nela e conduzia sua geração a crer”, a fé fez toda a diferença nessa conquista, aquela Geração não havia vistos o mar se abrir e não viram as pragas no Egito, conheciam esses feitos por histórias contadas, isso é a fé, acreditar em algo que não viu e naquilo que se espera.

1.2. O general e suas estratégias.
- “poderia confiar em suas experiências de guerra”, ele havia lutado guerras no deserto, mas sabia que se o Senhor não abençoar, orientar e proteger o soldado ele não poderia vencer.
- “tinha na mão uma espada nua”, quer dizer, uma espada fora da bainha.
- “A estratégia divina era: rodear a cidade, tocar as trombetas (sacerdotes) e gritar”, a estratégia divina parece ser mais maluca do que a razão possa aceitar, mas isso é porque elas se discernem espiritualmente. Às vezes deixamos de executar certas ordens de Deus por parecerem absurdas, porém após confirmar que foi Deus quem falou, devemos antão obedecer.

1.3. De glória em glória.
- “Eles deixaram de conviver com a provisão de Deus”, quando eles passaram a colher na terra prometida após passarem o Jordão, então o maná sessou de ser dado. Js 5.12
- “saem da posição de receber provisão e passam a conquista”, dando a ideia de maturidade, onde a pessoa deixa de ser dependente espiritualmente dos outros e passa a lutar as guerras do Senhor.
- “sensibilidade à Sua voz”, saber sentir quando é Deus quem está falando, pois Ele fala de muitas formas.
- “porque ali é terra santa.”, no Antigo Testamento o Senhor exigia o máximo cuidado com as coisas sagradas, por isso tudo que entrava em contato com a presença do Senhor se tornava santo e devia ser respeitado como ao próprio Deus, hoje no tempo da graça a santidade ao Senhor está dentro dos corações do Seus servos.   
_____________________________________________
2.  O preparo sempre vem antes da vitória

2.1. As sábias orientações de Deus.
- “No sétimo dia, a cidade seria rodeada sete vezes”, isso dava um total de treze voltas em torno da muralha, foi uma tortura psicológica aos moradores de Jericó.
- “esse grito, juntamente com o sonido da buzina de carneiro”, essa explicação está muito racional, por isso os teólogos liberais acreditam que tenha sido uma combinação de sons que derrubaram a muralha.
- “os muros implodiram”, implodir é o contrário de explodir, seria desintegrar de fora para dentro, como se esmagasse a muralha contra si mesma, isso também não se pode comprovar. O fato é que elas caíram e o povo invadiu.


2.2. Tempo de andar calado.
- “não era novidade para essa geração”, se referindo às jornadas no deserto, onde andaram por quarenta anos.
- “Deus disse que lhes daria aquela terra”, dessa vez eles tinham um novo elemento, a fé na promessa.
- “é estar disposto a seguir Suas instruções”, ainda que essas instruções sejam aparentemente insanas, mas a fé nas promessas do Senhor deve nos dar forças para seguir.
- “não anunciar em público aquilo que Deus nos revela”, grandes projetos podem atrair a inveja de muitas pessoas, por isso é necessário guardar silêncio em algumas estratégias até o momento certo de revelar.

2.3.  Tempo de gritar.
- “o tempo de calar e o tempo de gritar”, precisamos saber o momento certo de avançar e de recuar, o momento de falar e de se calar. Com a direção de Deus saberemos como proceder.
- “não podem servir de modelo para outras pessoas”, a Bíblia contém experiências que são modelos para o povo de Deus, porém alguns pregadores apresentam visões que Deus lhes deu como se devesse ser seguido por todos.
- “foi diferente do milagre do Mar Vermelho”, dessa vez não tinha o exército de faraó perseguindo eles e retiraram pedras do leito do rio, mostrando que ainda que seja o mesmo Deus, ele opera de formas diferentes para cada um.
- “desejava testar a paciência e a fé do povo”, e junto com isso trazer um grande ensinamento para toda a congregação acerca de paciência e confiança.
________________________________________
3. Lições práticas acerca da fé

3.1. O poder da Palavra.
- “rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel”, quando um exército inimigo se aproximava de um cidade fortificada, todos entravam para dentro de seus muros e passavam a racionar água e comida.
- “já sabia que a derrota era certa”, o exército da cidade estava desmoralizado, não tinha ânimo para a luta. Quando as muralhas caíram não houve luta.
- “o Senhor já havia posto o terror no coração dos inimigos”, Deus proporcionou que a fama deles fossem adiante, em Jericó conheciam o que houve no Egito e aos reis dos amorreus.

3.2. A obediência à Palavra.
- “um ritual em forma de culto”, a ideia era humilhar os deuses dos cananeus, exaltando o nome de Deus, aquela batalha era o marco inicial do juízo sobre os ídolos cananeus.
- “Ao sétimo dia, eles rodeariam a cidade sete vezes”, esse elemento místico do Antigo Testamento não deve ser imitado hoje, foi para um época em que o povo entendia dessa forma. Hoje no tempo da graça acreditamos que basta uma palavra do Senhor e a vitória vem, nosso trabalho é buscar e falar com Jesus.  

3.3. Os efeitos de um grande milagre.
- “Israel se tornou uma ameaça que procedia do deserto”, diante daquela vitória as nações de região não ousavam atacar o povo de Deus. Eles venceram a cidade mais forte dos cananeus.
- “porque Deus era com ele por onde andava”, o povo se animava a lutar com seu líder por saberem que o Senhor estava com ele, assim ocorre com os líderes de hoje, quando a igreja sabe que Deus está na vida de seu pastor eles o seguem para onde vai.
- “veracidade de Sua Palavra, acrescida de milagres”, não somente palavras persuasivas, mas com demonstração do poder do Espírito de Deus, 1 Co 2.4 Assim devemos nos portar na obra de Deus, buscar a Palavra e também o poder do Espírito Santo.

CONCLUSÃO
- “Enquanto seguiam pela fé, tudo dava certo, até que o pecado entrou no arraial”, o pecado é o mal de todas as épocas, devemos evita-lo a qualquer custo, pois ele pode tirar de nós a única coisa que nos garante a vitória, a presença de Deus.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Como a Bíblia responde o mistério da queda dos muros de Jericó?
R: “Pela fé” (Hb 11.30).

2. No que os moradores de Jericó acreditavam?
R: Que ninguém poderia penetrá-la (Js 6.1-2).

3. Por que Sansão foi derrotado?
R: Porque falou quando não devia (Jz 16.15-20).

4. De acordo com a lição, quais são os tempos que existem?
R: O tempo de rodear, o tempo de calar e o tempo de gritar (Js 6.10).

5. Por que a fama de Josué como chefe de exército cada vez mais aumentava?
R: Porque Deus era com ele por onde andava (Js 6.27).

Marcos André – professor
Contatos palestras, aulas e pregações: 21 969786830 (Tim e zap) 21 992791366 (Claro)

Boa Aula!

SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO!