sábado, 3 de dezembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 10


AULA EM 04 DE DEZEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 10
(Revista: CPAD)

Tema: Adorando a Deus em Meio a Calamidade

Texto Áureo: Sl 136.1
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição de atenção a contextualização que é feita nos primeiros tópicos, é importante os alunos saberem sobre os Reinos do Norte e Sul e seus problemas.
- “pior crise que o rei Josafá teve que enfrentar”, Josafá era rei do Reino do Sul, com capital em Jerusalém, em sua época o rei do Reino do Norte era Acabe. Josafá era um rei bom que fazia o que agradava a Deus. Em algumas versões aparece o nome “Jeosafá”.
- “em meio às crises, devemos orar e buscar o socorro de Deus”, nessas situações alguns entram em desespero e outros buscam ajuda por seus próprios recursos, mas o servo fiel é diferente.
- “o rei jejuou, orou e confessou sua incapacidade”, não somente isso, mas ele também envolveu toda a nação como um verdadeiro rei que busca o bem de seu povo.
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I - REINO DO NORTE E DO SUL

1. A divisão do reino de Israel. 
- “divisão entre as tribos do Norte e do Sul em Israel”, essa divisão começou com Roboão filho de Salomão que não teve a sabedoria para ouvir os conselhos dos experientes sábios de sua época.
- “Judá e Benjamim”, a tribo de Judá era bem mais numerosa e rei pertencia a essa tribo, por isso mantinha a hegemonia no reino do Sul.
- “Roboão resolve aumentar a carga tributária”, com isso aumentou também a insatisfação das tribos com o rei da casa de Davi, somente a tribo de Benjamim permaneceu com a tribo de Judá.

2. O Reino do Norte.
- “O Reino do Norte conseguiu sobreviver por aproximadamente 200 anos”, esse reino passou por um cativeiro pelo rei da Assíria antes do reino do Sul que teve seu cativeiro em Babilônia. As dez tribos do Norte não retornam do cativeiro e por isso o Reino do Norte desapareceu.  
- “identificados pela seguinte expressão: "era mau" aos olhos de Deus”, diferente dos monarcas do Reino do Sul, onde alguns faziam o que era reto aos olhos de Deus.
- “A maldade dos governantes levou o povo de Deus a...”, não somente a maldade deles, mas o afastamento de Deus. Um governante que está longe de Deus desenvolve um coração mau e leva o povo a sofrer.

3. O Reino do Sul.
- “Segundo o Guia do Leitor da Bíblia”, um compêndio de Lawrence O. Richards, publicado pela CPAD que auxilia no estuda das Escrituras.
- “foi regido por 19 reis que pertenciam à família de Davi”, o Reino do Norte também foi regido por 19 reis, porém vários deles eram de famílias diferentes.
O Reino do Sul manteve a capital em Jerusalém onde estava também o Templo e por isso conseguiu manter o culto até certo ponto.
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II - O REI JOSAFÁ

1. Quem era Josafá (1 Rs 22.41-43).
- “foi co-regente com seu pai, Asa, por três anos”, quer dizer que começou a reinar junto com seu pai enquanto ele ainda era vivo.
- “como referencial de governo a espiritualidade do seu pai”, um caso interessante onde a boa postura do pai interfere no proceder dos filhos. Cada crente deve pensar nisso para fazer suas escolhas na vida.
- “andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai”, falar que Davi era pai de Josafá serve para confirmar que ele foi um rei justo como foi Davi, pois Davi era um referencial de bom governante, ainda que tivesse errado com Deus em algumas ocasiões.
- “Infelizmente, o Reino de Judá tomou o caminho da idolatria”, é impressionante como um reino que viu tantos sinais de Deus resolve cair na idolatria, porém devemos entender que esses sinais não aconteciam sempre e as pessoas logo se esquecem de tudo de bom que lhe são feito.

2. O cuidado de Josafá em instruir o povo (2 Cr 17.1-19).
- “que fossem às cidades de Judá e ensinassem”, naquele período não havia escolas em Israel e a educação era feita dentro das famílias. Essa ideia de Josafá está a frente de seu tempo.
- “o "livro da Lei do Senhor"”, se refere à Torá, ou seja, o Pentateuco de Moisés. A Lei era a instrução de Deus ao povo para proceder diante do Senhor e dos homens.
- “uma vez que não havia sinagogas”, as sinagogas surgiram somente depois do cativeiro babilônico, devido a forte necessidade de o povo aprender as Escrituras.

3. A instrução e temor.
- “Os príncipes, os levitas e sacerdotes ensinavam”, isso é que é sabedoria de um rei, Josafá encontrou uma ocupação honrosa para eles e de grande proveito para toda a nação.
- “O ensino promoveu um grande temor no coração”, quando a pessoa passa a conhecer a verdade começa a identificar melhor seus erros e então passa a temer. Por isso é interessante as igrejas investirem pesado no ensino da Palavra.
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III - JOSAFÁ E SEUS INIMIGOS

1. A perigosa aliança feita com Acabe (2 Cr 18.1-3).
- “tornou-se rico e próspero, mas deixou de buscar ao Senhor”, um triste exemplo da falta de vigilância, onde um homem de Deus passa a se distrair com a prosperidade de deixa Deus de lado.
- “fez uma aliança com Acabe, um rei perverso”, a falta de vigilância e a cegueira espiritual leva o homem de Deus a se associar com os perversos e acabam sofrendo com isso.
- “Alianças feitas sem a orientação e a permissão de Deus”, atualmente isso acontece nos negócios financeiros, assuntos eclesiásticos e profissionais. Muitos homens de Deus tem perdido ministérios e vida espiritual por causa desse descuido.

2. Josafá enfrenta a ameaça dos inimigos (2 Cr 20.1-12).
- “amonitas, os edomitas e os moabitas”, esses eram povos antigos da época dos cananeus que Josué expulsou da terra, para eles Judá era um intruso, assim como a grande maioria dos árabes pensam hoje.
- “só se lembram de buscar a Deus quando estão cercados”, a História humana é feita de coisas velhas que se repetem o tempo todo. Isso está acontecendo nesses exato momento com muitas pessoas.

3. A ação de Josafá.
- “Josafá invocou o nome do Senhor, e apregoou um jejum”, isso talvez tenha deixado muitos dos seus generais contrariados, pois os soldados deveriam se preparar para o combate e não jejuar, Josafá partiu para o tudo ou nada na fé.
- “mostrando sua total dependência do Senhor”, deixaram suas armas e treinamento de lado e lançaram tudo nas mãos do Senhor.
- “Precisamos orar e jejuar a fim de que a crise política e econômica seja solucionada”, com nossas orações conseguiremos passar pela crise cantando a vitória, mas para que a solução da crise chegue é preciso que nossos governantes se rendam a Deus e reconheçam Seu domínio.
- “Ele mesmo sairia e pelejaria em favor deles”, Deus sabia que os soldados não estavam em condições de lutar por isso interveio de forma poderosa.
- “se aproximaram de Jerusalém e ouviram o som dos louvores”, o povo cantou a vitória mesmo antes de travar contato com o inimigo. Precisamos louvar em agradecimento, mesmo antes entrarmos na luta, isso é fé.
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CONCLUSÃO
- “e Deus lhe concedeu a vitória em tempos de crise”, mesmo em tempos de crise como estamos vivendo hoje, podemos alcançar muitas vitórias diante de Deus, basta seguir exemplos como esse.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
   
O reino do Norte era formado por quantas tribos e qual era a sua capital?
O reino do Norte era formado por dez tribos e a capital era Samaria. 

Quem foi o pai de Josafá?
Josafá era filho de Asa.

Josafá foi um bom rei?
Sim, embora tenha feito aliança com Acabe.

Qual foi a atitude de Josafá diante do iminente ataque do inimigo?
No momento de aflição e desespero, Josafá invoca o nome do Senhor (2 Cr 20.4). Ele apregoou um jejum e oração.

Josafá fez uma aliança errada com qual rei?
Com Acabe.

Pr Marcos André – professor
Boa Aula!

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ATUALIDADE GOSPEL - Pastor Márcio Valadão ora por Michel Temer:



Em meio a muita controvérsia no Congresso e no Senado por causa das votações desta semana, o presidente Michel Temer recebeu a visita do pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, de Belo Horizonte.

Um vídeo postado nas redes sociais pelo senador Magno Malta mostra os momentos finais deste encontro, onde o líder religioso aparece orando pelo mandatário, que no final agradece.

O texto que acompanha o vídeo diz: “Neste momento em que o Brasil vive uma crise espiritual, o Presidente da República demonstrou gratidão pelas palavras abençoadas”.

Com menos de 3 minutos, o material mostra Valadão invocando a bênção sobre o presidente, pedindo que Deus lhe dê “graça, favor e sabedoria” para que ele seja “referencial” para os brasileiros.
A oração do pastor da Lagoinha também invoca a presença de Deus no gabinete presidencial.
No final, Michel Temer diz que tanto ele quanto o Brasil precisam “ser abençoados” e que “com as orações de todos” ele certamente conseguiria “levar o país adiante”.
Desde que assumiu a presidência, este é o segundo vídeo onde o presidente aparece recebendo orações em seu gabinete. O primeiro foi em maio, no dia da sua posse, logo após o impeachment de Dilma Rousseff.
Na ocasião, ele foi visitado por vários pastores evangélicos como Silas Malafaia (Vitória em Cristo) e Samuel Ferreira (Assembleia de Deus Brás). Também estiveram presentes deputados federais que são pastores, como Marco Feliciano (PSC/SP), Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) e João Campos (PRB/GO).

Fonte: Gospel Prime

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 10


AULA EM 04 DE DEZEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 10
(Revista: Editora Betel)

Tema: A adoração em tempo integral 

Texto Áureo: Rm 11.36
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se concentre em apresentar a necessidade de o cristão ter um bom exemplo de vida diante das pessoas do mundo.
- “há uma forte negligência na adoração verdadeira”, negligência consiste em deixar de fazer aquilo que deve ser feito, no caso a adoração é mais que uma obrigação é a essência do cristão.
- “muito do que é feito em nome da adoração”, se refere às atividades que alguns ministérios desenvolvem dizendo que é adoração, mas na verdade são invenções de homem ou revelações duvidosas. Certos atos proféticos estranhos e unções que nunca se viu na Bíblia.
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1. O conceito de adoração de Paulo
- “adoração em tempo integral”, é a adoração que se faz durante todo o tempo, no caso 24 horas por dia.
- “depois do que possivelmente é a maior exposição de teologia”, se refere aos textos de Romanos até o capitulo nove que trata da fé e da salvação pela graça.

1.1. Adoração como um novo estilo de vida.
- “o que a mola mestra é para um relógio”, é a mola principal do relógio analógico que serve para dar corda nele e assim manter funcionando, também a oração serve para nos manter funcionando como servos de Cristo.
- “o que o motor é para um carro”, assim como o motor proporciona movimento ao carro, a adoração também leva o crente a movimentar-se.
- “ser isolada ou relegada a um único lugar”, seria somente dentro dos templos, não pode ser assim, adoração é para todos os lugares.
- “enquanto levamos uma vida de egoísmo e carnalidade”, esse é o problema de alguns falsos crentes, que cantam louvores, mas no fundo estão longe de serem gratos a Deus por coisa alguma.
- “devem ser o transbordamento de uma vida em adoração”, seria a pessoa viver em adoração constante e deixar que isso extravase seu interior.

1.2. Adoração através de nosso relacionamento exterior.
- “refletida em nosso comportamento em relação aos outros”, uma pessoa que diz amar a Deus, não pode adiar ou maltratar o próximo, mostre aos alunos o que dia o apóstolo:
“Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.” 1 Jo 3.18
- “tipo adequado de sensibilidade, isso é um ato aceitável de adoração”, a adoração é honrar a Deus dando a Ele a devida importância  e quando somos sensíveis aos nossos irmãos por serem também filhos de Deus, então estamos adorando a Deus com atitudes em relação ao próximo.
- “O evangelismo também é uma forma de adoração aceitável”, desde que a pessoa o faça de coração sincero, não por obrigação como que forçado e nem por interesse em ofertas.
- “atender as necessidades das pessoas num nível material”, significa ajudara as pessoas mais necessitadas com algo material.
- “É um amor que compartilha (Fp 4.18)”, a base da adoração é o amor, se não amarmos as pessoas não seremos adoradores de verdade.

1.3. Adoração através de nosso comportamento pessoal.
- “Andai como filhos da luz”, aqui fala de um comportamento extra igreja, durante todo o nosso viver nesse mundo. Não basta ser filho da luz, precisamos fazer essa luz iluminar nas trevas.
- “dizendo claramente que fazer o bem é um ato aceitável de adoração”, essa é a forma como o mundo nos enxerga, como nos percebe como cristãos.
- “de modo que os cristãos possam ter vida tranquila”, a ideia é de que se intercedermos pelas autoridades poderemos ter governos que não nos persigam.
os.
- “Fazer o bem é igualmente um ato de adoração”, desse modo entendemos que a adoração não se restringe a atuação dentro dos templos no momento dos cultos, mas em todo o procedimento de vida dos servos de Cristo.
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2. A adoração como prioridade de vida
- “Resolveu priorizar a adoração em sua vida”, na verdade o texto bíblico não fala de adoração, mas faz transparecer a honra que resolveu dar ao Senhor Jesus, parando tudo para ouvi-lo.

2.1. O exemplo do culto de Abel.
- “Sua adoração estava de acordo com a vontade de Deus”, a Bíblia nada fala sobre o motivo que fez Deus aceitar a oferta de Abel e não a de Caim, porém podemos inferir que o Senhor conheceu o coração do ofertante, Caim já tinha um coração invejoso antes de ofertar.
- “depois de morto ainda fala”, uma metáfora para mostrar que a vida dos verdadeiros adoradores são preciosas para Deus até mesmo depois de sua morte física. Pois requer de Deus uma vingança pelo sangue do adorador que foi derramado.
- “Essa diferença estava na obediência de um e na desobediência do outro”, a desobediência de Caim se resume em: não ouvir o conselho de Deus Gn 4.7; ter matado o próprio irmão e ainda ter responder mal ao Senhor Gn 4.9

2.2. O exemplo da adoração de Enoque. 
- “Ele andou com Deus e viveu uma vida piedosa”, embora a Bíblia não afirme especificamente as atitudes de Enoque, deixa-nos margem para acreditar que ele teve um contato aproximado e constante com o Senhor.
- “Um dia, ele andou da terra para o céu!”, a corrupção se multiplicou tanto ao redor de Enoque que um dia o Senhor o tomou, assim acontecerá no dia do arrebatamento com todos os que hoje andam com Deus.
- “ter um verdadeiro conhecimento de quem Ele é”, esse conhecimento começa lendo as Escrituras e continua vivendo experiências com o Senhor travando contato com Ele na oração e jejum.

2.3. O exemplo de adoração de Noé.
- “pensamos em Noé, nos vem à mente a palavra “trabalho”, acredito que vem primeiro a palavra “dilúvio” ou “arca”, porém a essência desse homem de Deus foi o trabalho na construção da grande embarcação.
- “Passou 120 anos construindo a arca”, acreditamos pela Palavra de Deus que nesse período Noé tenha anunciado a destruição do mundo e nunca foi ouvido pelo povo.
- “Noé recusou seguir o caminho do mundo”, em Genesis capítulo seis fala de uma corrupção generalizada no mundo, porém achou Noé justo diante Dele, como deve ter sido difícil permanecer justo diante de uma sociedade corrompida.
- “Por esta fé obediente, ele é usado como exemplo”, se Abraão é o maior exemplo de fé, Noé é o maior exemplo de obediência. Passou 120 anos trabalhando por algo que lhe foi prometido.
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3. A centralidade da adoração na Bíblia
- “urdidura”, significa enredo de uma história.
- “a doutrina da adoração está entrelaçada na urdidura e na trama”, significa que mesmo que não exista uma doutrina elabora acerca desse assunto, ela está ao longo de todo o conteúdo bíblico.

3.1. A adoração no Antigo Testamento.
- “e exclusivamente para a adoração”, tudo que seria feito no tabernáculo seria com o propósito de adorar a Deus, de exaltar Seu nome e poder.
- “era considerado a mais rude blasfêmia”, certa feita os filhos de Eli resolveram levar a Arca da Aliança para a guerra usando-a como amuleto, sabemos que eles morreram e a Arca foi tomada. 1 Sm 4.11
- “No tabernáculo não havia assentos”, quem entrasse ali não poderia se sentar para assistir nada, só poderia entrar para fazer algo.
- “iam ao tabernáculo para adorar a Deus e servir-lhe”, professor(a), sugiro que pergunte aos alunos se eles vão à igreja somente para adorar a Deus ou para diversos outros propósitos. Alguns não esperam acabar o culto para mostrar algo no whatsapp ou comentar de algo fora do propósito da adoração.

3.2. O tabernáculo.
- “se situava no centro do acampamento”, para facilidade de acesso de todas as tribos e mostrar que Deus é o centro do louvor.
- “ficavam os sacerdotes que lideravam a adoração”, a adoração não era feita de qualquer jeito, era responsabilidade dos sacerdotes de Deus direcionar a forma correta de se adorar a Deus.
- “levitas, que estavam envolvidos no culto”, não somente o louvor musical, mas todo o serviço na casa do Senhor.
- “independentemente de quão nobre possa ser esse propósito”, algumas pessoas acreditam que as grandes obras de caridade que fizeram sem terem adorado a Deus os livrará do inferno, mas na verdade não os livrará, deveriam fazer essas coisas sem se esquecer daquelas.

3.3. A adoração no Novo Testamento.
- “toda a pregação está voltada para a adoração”, Jesus Cristo é o centro da mensagem em o Novo Testamento e Ele é quem conduz o ser humano à Deus, por isso podemos dizer que a mensagem tem o objetivo de fazer o homem adorar a Deus.
- “Todo o culto deve girar em torno da Palavra”, é comum notarmos cultos que giram em torno do chamado “mistério”, onde os crentes “dão lugar ao varão”. Ainda que tudo isso seja bom, o melhor e também o nosso dever é fazer o culto girar em torno da Palavra de Deus. Fazer uso dos dons sem se basear na Palavra é o caminho para as maiores heresias e escândalos.
- “outras atividades usurpem o lugar da pregação da Palavra”, é do conhecimento de todos que certos eventos ocorrem com apresentações de grupos diversos, coreografias, jograis, etc, e é disponibilizado um tempo curtíssimo para os pregadores ministrarem uma rápida saudação.
- “Quando a pregação é submetida à pompa e à circunstância”, certos coutos comemorativos ou em ações de graças, os ministros são orientados a não pregarem certos assuntos que podem constranger pessoas ímpias ou autoridades presentes, isso é lastimável.

CONCLUSÃO
- “compreendida como a somatória de tudo que fazemos”, tudo fazemos dever ser acrescentado de adoração a Deus, por mais simples que seja, Ele deve ser honrado diante de todos.
- “compreendamos que nossa adoração é de tempo integral”, comente com os alunos, que ao saírem da Escola Dominical eles já deverão colocar esse aprendizado em prática nas suas vidas.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. O que o apóstolo Paulo faz em Romanos 12.1-2?
R: Uma forte declaração sobre o conceito de adoração em tempo integral (Rm 12.1-2).

2. Segundo a lição, o que é o evangelismo?
R: Uma forma de adoração aceitável (Rm 15.16).

3. Quando Deus mandou fazer a arca, o que Noé fez?
R: Ele obedeceu (Gn 6.22).

4. No que a doutrina da adoração está entrelaçada?
R: Na urdidura e na trama do texto bíblico (Dt 6.4-5; Mc 12.29-30).

5. DE acordo com a lição, o que é a pregação?
R: É um aspecto insubstituível de toda a adoração coletiva (2Tm 4.2).

Marcos André – professor

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 10


AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 10
(Revista: Central Gospel - nº 48)

Tema: COBIÇA, O NÚMERO UM DOS PECADOS

Texto Áureo: Dt 5.21
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição comece explicando o que é cobiça, o desejo de possuir aquilo que é do outro, podendo ser coisas materiais ou não. Esse desejo pode surgir no coração de qualquer um, temos que repreendê-lo em o nome de Jesus. É chamado de número um dos pecados porque surgiu primeiro no coração de Satanás, o primeiro pecador.
- “sistemas penitenciários do mundo”, uma comparação para entendermos o que significa a cobiça e o que ela faz com a pessoa, ou seja, ela prende a pessoa, impedido-a de alcançar a vida eterna. Só o sangue de Cristo pode libertá-la.   
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1. ETIMOLOGIA E CONCEITUAÇÃO DO TERMO
- “originais do Antigo Testamento”, são originais dos manuscritos, pois nunca foram encontrados originais escritos palas mãos dos escritores do livros da Bíblia.
- “chamad – este verbo hebraico significa desejar”, veja como ela foi traduzido no texto de Ex 20.17:
“Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.” Êx 20.17 Onde está sublinhado foi usado no original a palavra chamad.
Professor(a), se você achar interessante pegue algumas das referências dadas na lição e peça para um aluno ler em voz alta e depois releia substituindo pela significado original.
Quando foram traduzidas essas passagens o tradutor usou a palavra cobiça para tradução desses termos, dessa forma cobiça é desejar ardentemente ou não, aquilo que não lhe pertence.
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2. AFORISMO ESCRITURÍSTICO

2.1. Não está condicionada a idade
- “pessoas de todas as idades”, alguns podem pensar que é um sentimento próprio dos mais jovens, porém aprendemos pela Bíblia todos podem desenvolver esse mal.
- “sentimento deletério”, é um sentimento prejudicial à saúde.
- “tende a ser intensificada com o passar dos anos”, como qualquer mal que reside na alma da pessoa, cresce se não for tratado, é como um câncer. O arrependimento e a mudança de atitude é o tratamento para essa enfermidade.

2.2. É um pecado abominável
- “culto ao eu”, é a idolatria de si mesmo, ou seja, egocentrismo, onde a pessoa deseja satisfazer a seus desejos de posse daquilo que é dos outros.
- “não tem qualquer preocupação com o próximo”, quando a pessoa deseja aquilo que é do próximo, ela tende a querer afastar o próximo para tomar o que é dele.
- “bens físicos e/ou abstratos”, bens físicos alvo dos cobiçosos podem ser casas, carros, cônjuges, etc. E bens abstratos seriam cargos, um título, uma posição de destaque, uma habilidade que o outro possui, etc.

2.3. É inconsequente
- “devem-se o adultério”, quando alguém deseja o cônjuge do outro.
- “as guerras”, quando se deseja terras ou regiões inteiras.
- “desentendimentos”, ocorre quando alguém descobre o cobiçoso no seu círculo de amigos chegados ou entre os parentes.
- “luta pelo poder”, algumas pessoas na cobiça por cargos de outros usam meios ilícitos e cruéis para levar vantagem.

2.4. Alija o homem da presença de Deus
- “expulsam o Altíssimo da vida do homem”, expressão forte para ser dita, pois ninguém imagina Deus sendo expulso de lugar nenhum. Acontece que Ele deu ao homem o livre arbítrio, o poder de decidir sobre sua própria vida Dt 11.26 Porém a grande verdade é que o Senhor é quem expulsa o cobiçoso de Sua presença santa.
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3. RELATOS DE COBIÇA NO CÂNON SAGRADO

3.1. Acã, filho de Carmi
- “desobediência à ordem divina”, Acã recebeu a ordem de Josué que recebeu de Deus e passou para todo o povo, antão Acã desobedeceu o líder do povo e também desobedeceu a Deus, assim como muitos fazem hoje com os pastores.
- “todo estava amaldiçoado”, os objetos de Jericó foram classificados como anátema Js 6.17, que significa “amaldiçoado”.
- “Acã e sua família sofreram”, mais um caso clássico em que a família sofre por conta da cobiça do seu chefe. Por causa da cobiça de algumas pessoas, inocentes acabam morrendo.   

3.2. Geazi
- “ficou leproso pelo resto da vida”, um jovem que tinha tudo para ser um grande profeta, pois andava com um dos profetas mais renomados da época. Quando Eliseu andou com Elias ele desejou a poção dobrada do espírito de Elias 2 Rs 2.9, mas Geazi desejou o ouro e a prata.

3.3. Judas Iscariotes
- “foi o amor ao dinheiro”, há quem acredite que Judas teria tido outras intenções, que talvez ele tivesse a intenção de provocar uma batalha entre Cristo e Roma.
A história de Judas nos mostra como pessoas abandonam Jesus e se vendem por dinheiro. Pessoa que um dia andaram com Ele.

3.4. Os fariseus
- “prontos a cometer as maiores atrocidades”, obviamente não eram todos os fariseus, porém era um grupo grande. Homens que por debaixo da pose de conhecedores religiosos existiam lobos.
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4. COMO VENCER A COBIÇA

4.1. Vigilância
- “não deve condicionar...”, esse é um costume do mundo e que alguns crentes levam para dentro das igrejas.
Devemos estar vigilante para não sermos influenciado pelo modo de vida mundano.

4.2. Gratidão
- “considera que o que ela tem”, mostra que a gratidão influencia o psicológico das pessoas fazendo com que elas vejam as coisas de forma diferente.

4.3. Confiança em Deus e apego à sua Palavra.
- ...
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CONCLUSÃO  
- Faça a revisão com a classe repassando os pontos mais importantes.
- Corrija o questionário.

Boa aula!


Marcos André – professor

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 10 - Revista da CPAD - ADULTOS


Adorando a Deus em Meio a Calamidade

4 de Dezembro de 2016

TEXTO ÁUREO
"Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre." Sl 136.1

VERDADE PRÁTICA
A nossa fé em Deus leva-nos a adorá-lo em meio às crises e dificuldades.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Crônicas 20.1-12
1 - E sucedeu que, depois disso, os filhos de Moabe, e os filhos de Amom, e, com eles, alguns outros dos amonitas vieram à peleja contra Josafá.
2 - Então, vieram alguns que deram aviso a Josafá, dizendo: Vem contra ti uma grande multidão dalém do mar e da Síria; e eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi.
3 - Então, Josafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.
4 - E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá vieram para buscarem o SENHOR.
5 - E pôs-se Josafá em pé na congregação de Judá e de Jerusalém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo.
6 - E disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Pois tu és dominador sobre todos os reinos das gentes, e na tua mão há força e poder, e não há quem te possa resistir.
7 - Porventura, ó Deus nosso, não lançaste tu fora os moradores desta terra, de diante do teu povo de Israel, e não a deste à semente de Abraão, teu amigo, para sempre?
8 - E habitaram nela e edificaram nela um santuário ao teu nome, dizendo:
9 - Se algum mal nos sobrevier, espada, juízo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti; pois teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás.
10 - Agora, pois, eis que os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, pelos quais não permitiste que passasse Israel, quando vinham da terra do Egito, mas deles se desviaram e não o destruíram,
11 - eis que nos dão o pago, vindo para lançar-nos fora da herança que nos fizeste herdar.
12 - Ah! Deus nosso, porventura, não os julgarás? Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti.

INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos a respeito da pior crise que o rei Josafá teve que enfrentar. Com a história de Josafá, aprendemos que, em meio às crises, devemos orar e buscar o socorro de Deus. Veremos que o rei jejuou, orou e confessou sua incapacidade para resolver tal situação. Josafá teve fé. Por isso, recebeu a vitória. Em um gesto de gratidão, ele louva e adora ao Senhor. 

I - REINO DO NORTE E DO SUL

1. A divisão do reino de Israel.
Os livros dos Reis e das Crônicas apresentam a história da divisão entre as tribos do Norte e do Sul em Israel. O reino do Norte era formado por dez tribos e a capital era Samaria. O reino do Sul era formado por duas tribos, Judá e Benjamim, e a capital era Jerusalém. No dias de Roboão, filho de Salomão e Naamá, mulher amonita, o reino enfraqueceu. Com o enfraquecimento econômico do reino de Israel, Roboão resolve aumentar a carga tributária, que já era pesada desde os tempos de Salomão. Por causa desse encargo que Roboão não quis aliviar, as tribos do Norte de Israel romperam com as tribos do Sul (2 Cr 10.1-15).

2. O Reino do Norte.
O Reino do Norte conseguiu sobreviver por aproximadamente 200 anos. Foi governado por diferentes reis. Na sua grande maioria, os monarcas são identificados pela seguinte expressão: "era mau" aos olhos de Deus. A maldade dos governantes levou o povo de Deus a experimentar diferentes crises: políticas, sociais e religiosas.

3. O Reino do Sul.
Segundo o Guia do Leitor da Bíblia, este reino foi regido por 19 reis que pertenciam à família de Davi. Judá também enfrentou muitas crises e teve que lutar com os mesmos inimigos do Reino do Norte. Ambos os reinos sofreram crises ameaçadoras e graves.

II - O REI JOSAFÁ

1. Quem era Josafá (1 Rs 22.41-43).
Ele foi o quarto rei de Judá. Com 35 anos de idade, foi co-regente com seu pai, Asa, por três anos (1 Rs 22.41-50). Certamente ele teve como referencial de governo a espiritualidade do seu pai. Seu governo foi próspero. As Escrituras Sagradas afirmam que Deus era com ele, pois "andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai" (2 Cr 17.3). Josafá desfez os altares aos deuses que foram erguidos nos montes. Infelizmente, o Reino de Judá tomou o caminho da idolatria, seguindo o mau exemplo do rei Acabe e da rainha Jezabel.

2. O cuidado de Josafá em instruir o povo (2 Cr 17.1-19).
No terceiro ano de seu reinado, Josafá ordenou aos levitas e sacerdotes que fossem às cidades de Judá e ensinassem o "livro da Lei do Senhor". De cidade em cidade, esses homens reuniam o povo nas praças, uma vez que não havia sinagogas nem templos fora de Jerusalém, e ali ensinavam as pessoas.

3. A instrução e temor.
Os príncipes, os levitas e sacerdotes ensinavam ao povo a Lei de Deus (2 Cr 17.7,8). O ensino promoveu um grande temor no coração de todos (2 Cr 17.10). O temor a Deus é o princípio da sabedoria. Um povo que teme a Deus se tornará próspero. 

III - JOSAFÁ E SEUS INIMIGOS

1. A perigosa aliança feita com Acabe (2 Cr 18.1-3).
Josafá tornou-se rico e próspero, mas deixou de buscar ao Senhor e passou a agir por si mesmo, confiando apenas na sua capacidade e nos seus bens. Ele fez uma aliança com Acabe, um rei perverso que, juntamente com sua esposa, estabeleceu o culto a Baal no Reino do Norte. A aliança, selada por meio do casamento com uma das filhas de Acabe, lhe traria derrota moral, física e espiritual. Deus usou Jeú para repreendê-lo. O profeta mostrou ao rei Josafá o quanto a aliança que ele havia feito com Acabe aborrecera ao Senhor (2 Cr 19.2). Alianças feitas sem a orientação e a permissão de Deus sempre trazem prejuízos.

2. Josafá enfrenta a ameaça dos inimigos (2 Cr 20.1-12).
Os amonitas, os edomitas e os moabitas uniram forças para invadir Judá, cruzando o mar em direção a En-Gedi. Eles formaram um exército com muitos soldados, cavalos e armas. Então, Josafá temeu os seus inimigos. O seu medo o levou a buscar a Deus com jejum. Infelizmente, muitos só se lembram de buscar a Deus quando estão cercados pelas dificuldades. Não deixe para buscar a Deus somente nos tempos de crise; busque-o sempre.

3. A ação de Josafá.
Ele precisou agir rápido, pois um grande exército formado por vários inimigos vinha em sua direção. No momento de aflição e desespero, Josafá invocou o nome do Senhor, e apregoou um jejum (2 Cr 20.3). A oração e o jejum nos ajudam a vencer as crises. Era uma nação inteira buscando a Deus. Nenhum crente deve duvidar do poder da oração. O povo se humilhou diante de Deus, mostrando sua total dependência do Senhor. O objetivo era buscar o socorro e a misericórdia de Deus diante do iminente ataque do inimigo. Não há crise que não possa ser vencida quando oramos, jejuamos e confiamos no Senhor. Davi, em um dos seus cânticos, declarou: "Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, nosso Deus" (Sl 20.7). É tempo de invocarmos o nome do Senhor em favor da nossa nação. Precisamos orar e jejuar a fim de que a crise política e econômica seja solucionada. Jesus declarou que determinadas castas de demônios só podem ser expelidas pela "oração e pelo jejum" (Mt 17.21). 
Deus mandou o profeta dizer ao povo que eles não precisariam lutar nem temer, pois Ele mesmo sairia e pelejaria em favor deles (2 Cr 20.17). Josafá e seus súditos creram na Palavra de Deus e adoraram e louvaram ao Senhor (2 Cr 20.18,19). Houve grande júbilo e a certeza da vitória que o Senhor daria ao seu povo. Quando os exércitos inimigos se aproximaram de Jerusalém e ouviram o som dos louvores, dizem as Escrituras Sagradas que eles caíram em emboscadas e se destruíram uns aos outros, sem que ninguém do povo precisasse fazer qualquer coisa. Os exércitos inimigos foram desbaratados porque Deus os confundiu (2 Cr 20.24). Aprendemos que o inimigo não pode resistir ao povo de Deus quando há oração, jejum e verdadeira adoração.

CONCLUSÃO
A história de Josafá é uma história de proezas. Ele buscou ao Senhor em jejum, oração e adoração e Deus lhe concedeu a vitória em tempos de crise. Se você está enfrentando, como o rei Josafá, uma terrível crise, não desanime. Não se renda diante das ameaças do inimigo. Ore, jejue, adore e veja o livramento do Senhor.

QUESTIONÁRIO

O reino do Norte era formado por quantas tribos e qual era a sua capital?

Quem foi o pai de Josafá?

Josafá foi um bom rei?

Qual foi a atitude de Josafá diante do iminente ataque do inimigo?

Josafá fez uma aliança errada com qual rei?

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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 10


A adoração em tempo integral

4 de dezembro de 2016




Texto Áureo

“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Rm 11.36

Verdade Aplicada

Adoração envolve tudo o que está no interior da pessoa e tudo o que está fora dela.

Textos de Referência.


Romanos 12.1-3
1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
3 Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

Introdução

Percebe-se que há uma forte negligência na adoração verdadeira em muitas igrejas e, muito do que é feito em nome da adoração hoje, na realidade desonra a Jesus Cristo.

1. O conceito de adoração de Paulo.

O apóstolo Paulo faz uma forte declaração em Romanos 12.1-2 sobre o conceito de adoração em tempo integral. Essas suas palavras vêm depois do que possivelmente é a maior exposição de teologia de toda a Escritura.

1.1. Adoração como um novo estilo de vida.

A adoração é para a vida cristã o que a mola mestra é para um relógio, o que o motor é para um carro. A adoração é o núcleo, o elemento essencial. A adoração não pode ser isolada ou relegada a um único lugar, tempo ou segmento de nossa vida. Não podemos expressar em palavras todo o agradecimento e louvor a Deus enquanto levamos uma vida de egoísmo e carnalidade. Esse tipo de adoração acaba por revelar-se uma perversão. Atos verdadeiros de adoração devem ser o transbordamento de uma vida em adoração perpétua.

1.2. Adoração através de nosso relacionamento exterior.

A adoração pode ser refletida em nosso comportamento em relação aos outros. “Porque quem nisto serve a Cristo, agradável é a Deus e aceite aos homens.” (Rm 14.18). O que significa esta oferta agradável Deus? O contexto revela que é ser sensível ao irmão mais fraco (Rm 14.13). Quando tratamos os irmãos em Cristo com o tipo adequado de sensibilidade, isso é um ato aceitável de adoração. Esse ato honra ao Deus que criou essa pessoa e esse ato também reflete a compaixão e o cuidado de Deus. O evangelismo também é uma forma de adoração aceitável (Rm 15.16). Assim, a adoração pode ser expressa ao compartilhar o amor com irmãos em Cristo, pregar o Evangelho aos descrentes e atender as necessidades das pessoas num nível material. A adoração aceitável é dar. É um amor que compartilha (Fp 4.18).

1.3. Adoração através de nosso comportamento pessoal.

Efésios 5.8-10 diz: “Andai como filhos da luz (porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade), aprovando o que é agradável ao Senhor”. A palavra agradável vem do grego e significa “aceitável”. Nesse contexto, refere-se à bondade, justiça e verdade, dizendo claramente que fazer o bem é um ato aceitável de adoração a Deus. Paulo, aconselhando a Timóteo (1Tm 2), exorta para que os cristãos orem pelas pessoas investidas de autoridade de modo que os cristãos possam ter vida tranquila e serena, em toda piedade e honestidade. Portanto compartilhar é um ato de adoração e esse é o efeito da adoração sobre os outros. Fazer o bem é igualmente um ato de adoração e esse é seu efeito em nossa vida.

2. A adoração como prioridade de vida.

Maria procurou sentar-se aos pés do Mestre em adoração. Resolveu priorizar a adoração em sua vida, escolheu a boa parte (Lc 10.41-42), o que não lhe seria tirada. A adoração de Maria teve significado eterno, enquanto a tarefa de Marta nada significou além daquela tarde especial.

2.1. O exemplo do culto de Abel.

Hebreus 11 contém uma lista de heróis da fé do Antigo Testamento e o primeiro deles é Abel. Ele foi um verdadeiro adorador. Sua adoração estava de acordo com a vontade de Deus e o plano de Deus. Sua oferta foi aceita por Deus. Isso é tudo o que sabemos sobre a vida dele. Esse adorador “depois de morto ainda fala” (Hb11.4). Vemos a grande diferença entre adoração de Abel e Caim. Ambos eram pecadores e reconheciam o direito de Deus à reverência e à adoração. Segundo a aparência exterior, sua religião era a mesma até certo ponto, mas o registro bíblico nos mostra que a diferença entre os dois era grande. Essa diferença estava na obediência de um e na desobediência do outro.

2.2. O exemplo da adoração de Enoque.

A segunda pessoa que Hebreus relaciona é Enoque. Ele adorava a Deus através de seu andar. Ele andou com Deus e viveu uma vida piedosa, fiel e dedicada. Um dia, ele andou da terra para o céu! (Gn 5.21-24). O nome Enoque significa “dedicado ou disciplinado”. Fiel ao significado do seu nome. Enoque dedicou-se a Deus e disciplinou-se no meio de uma geração corrompida e perversa (Fp 2.15). Andar com Deus significa ter um conhecimento cada vez mais íntimo dEle. Não se pode andar dignamente com Deus sem primeiro ter um verdadeiro conhecimento de quem Ele é e o que Ele deseja para nós (Cl 1.10).

2.3. O exemplo de adoração de Noé.

O terceiro citado na lista de adoradores é Noé. Quando pensamos em Noé, nos vem à mente a palavra “trabalho”. Ele adorou a Deus com seu trabalho. Neste trabalho, estava a sua fé e obediência. Passou 120 anos construindo a arca. Homem justo e íntegro. Noé recusou seguir o caminho do mundo. Ele foi muito atento à vontade de Deus. Quando Deus mandou fazer a arca. Noé obedeceu (Gn 6.22). Por esta fé obediente, ele é usado como exemplo ao longo da história bíblica (Hb 11.7).

3. A centralidade da adoração na Bíblia.

Desde o início (Gênesis) até a consumação (Apocalipse), a doutrina da adoração está entrelaçada na urdidura e na trama do texto bíblico (Dt 6.4-5; Mc 12.29-30).

3.1. A adoração no Antigo Testamento.

A adoração no Antigo Testamento devia ser uma preocupação contínua para o povo de Deus. O tabernáculo foi projetado para enfatizar a prioridade da adoração e exclusivamente para a adoração. Era o lugar onde Deus se encontrava com Seu povo. Usá-lo para qualquer outra coisa que não fosse adoração era considerado a mais rude blasfêmia. No tabernáculo não havia assentos. Eles não iam até lá com o objetivo de se entreterem. Eles iam ao tabernáculo para adorar a Deus e servir-lhe. Se precisassem se reunir para qualquer outro propósito, eles o faziam em outra parte.

3.2. O tabernáculo.

A organização do acampamento sugere que a adoração era central a toda a atividade. O tabernáculo se situava no centro do acampamento. Imediatamente a ele, ficavam os sacerdotes que lideravam a adoração. Um pouco mais adiante do tabernáculo se posicionavam os levitas, que estavam envolvidos no culto. Mais longe, ficavam dispostas as várias tribos, cada uma de frente para o centro, o lugar da adoração. Tudo isso nos ensina que quem usa a sua vida para qualquer outro propósito que não seja a adoração, independentemente de quão nobre possa ser esse propósito, é culpado de sério pecado.

3.3. A adoração no Novo Testamento.

No Novo Testamento, toda a pregação está voltada para a adoração. A pregação é um aspecto insubstituível de toda adoração coletiva (2Tm 4.2). Todo o culto deve girar em torno da Palavra. Tudo mais é ou preparatório ou é uma resposta à mensagem das Escrituras. Quando se permite que o teatro, a música, a comédia ou outras atividades usurpem o lugar da pregação da Palavra, a verdadeira adoração sofre inevitavelmente. Quando a pregação é submetida à pompa e à circunstância, isso também impede a verdadeira adoração. Um culto sem Palavra é de valor questionável. Além disso, uma “igreja” na qual a Palavra de Deus não é regular e fielmente pregada, não é uma verdadeira igreja.

Conclusão.

A adoração precisa ser compreendida como a somatória de tudo que fazemos. Nossas atitudes devem ser transformadas em atos de adoração a Deus. É necessário que compreendamos que nossa adoração é de tempo integral. Você nasceu para ser um adorador.

Questionário.
1. O que o apóstolo Paulo faz em Romanos 12.1-2?

2. Segundo a lição, o que é o evangelismo?

3. Quando Deus mandou fazer a arca, o que Noé fez?

4. No que a doutrina da adoração está entrelaçada?

5. DE acordo com a lição, o que é a pregação?
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AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 10

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 10  CENTRAL GOSPEL 2º BETEL - 3º CPAD  

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