quarta-feira, 4 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 6 - Revista CPAD - ADULTOS

EDITANDO

AULA EM 8 DE MAIO DE 2016 – LIÇÃO 6
(Revista: CPAD)

Tema: A Lei, a Carne e o Espírito
Texto Áureo: Romanos 7.25
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição dê uma atenção è leitura bíblica para que você possa entender e explicar aos alunos os pontos de vista de Paulo. .
- “três analogias”, analogias são situações que podem ser usadas para comparação, a fim de exemplificar alguma coisa para ensinar.
- “nos comportar diante da lei”, se referindo à Lei de Moisés, pois mesmo estando nós na Graça ainda sofremos o efeito da Lei em nossas vidas. Porque para que haja graça deve haver condenação e essa condenação quem promove é a Lei.
__________________________________________
I - A LEI ILUSTRADA NA ANALOGIA DO CASAMENTO (Rm 7.1-6)

1. A metáfora do casamento.
- “ homem algum pode ser salvo pela Lei”, a Lei não veio para salvar o ser humano e sim para apontar-lhe o pecado.
- “aqueles que a guardam com zelo”, são os que guardam a Lei cuidando que a salvação está em cumprir as obras da Lei.
- “ao morrermos com Cristo”, simbolicamente morremos com Cristo no batismo nas águas, a partir daí partir daí passamos a ter uma nova vida. O velho homem estava condenado com a Lei, a Lei não pode condenar o novo homem.
- “estamos unidos a Cristo”, a Lei condenou o velho homem, por isso se deixarmos Cristo e voltarmos à natureza do velho homem, voltaremos então à condenação.

2. A metáfora da mulher viúva.
- “se a mulher se casar novamente”, conforme a Lei a mulher jamais poderia se casar novamente, estando o marido vivo. Estava condenada a uma prisão promovida pela Lei.
- “livre para se casar novamente”, representando a liberdade que a morte de Jesus trouxe para nós através de sua morte.

3. Mortos para a lei.
- “referência à morte de Cristo”, quer dizer que ao ser morto o corpo de Cristo na cruz nos deu a possibilidade de morrer para a Lei.
- “biblicista”, é aquele que estuda ou se dedica a estudar a Bíblia.
__________________________________
II - ADÃO ILUSTRADO NA ANALOGIA DA SOLIDARIEDADE DA RAÇA (Rm 7.6-13)

1. De volta ao paraíso.
- “Adão pecou, logo todos pecaram”, dessa forma o ser humano nasce com a natureza corrompida e está propenso à desobediência.
- “é uma alusão a Gênesis 3.1-6”, isso porque no momento em que Eva cedeu à tentação do inimigo, ela se deixou levar pela concupiscência dos olhos, ela cobiçou o fruto.
- “concupiscência”, é o desejo exagerado da carne, Satanás tenta usar essa arma que existe dentro de cada ser humano.

                                   EDITANDO

terça-feira, 3 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 6 - Revista da Editora Betel


Gozo: a Alegria do Espírito Santo.
08 de maio de 2016


Texto Áureo
Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque esse dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força. Neemias 8.10


Verdade Aplicada
Quem tem a Cristo, mesmo em moimentos difíceis, experimenta a alegria do Espírito Santo.

Textos de Referência.

Salmos 32.11
11 Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, vós, os justos; e cantai alegremente todos vós que sois retos de coração.
Jo 15.10
10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor.
Jo 15.11
11 Tenho-vos dito isso para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completao.
Fp 4.4
4 Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos.

Introdução
A alegria produzida pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo é algo inigualável. Não existe nenhum sentimento humano que possa ser comparado a ela.

1. Um sentimento maravilhoso.
Dando sequência em sua apresentação acerca do fruto do Espírito, Paulo nos mostra que, quando desfrutamos da característica do fruto, representada no grego pela palavra “xapá” = [“chara”], ou seja, gozo, passamos a sentir uma maravilhosa sensação de alegria e felicidade por todas as coisas que recebemos de Deus pela Sua infinita graça (Ef 2.8-9).

1.1. Uma alegria de dentro para fora.
A alegria do servo de Deus não pode estar atrelada as coisas passageiras, programas de televisão e as informações midiáticas que só tentam nos afastar do verdadeiro propósito do Senhor para nossas vidas. O intento do Criador é nos apresentar uma alegria constante e permanente, que só conhece aquele que desenvolve esta característica do fruto do Espírito (At 13,52). Na contramão deste propósito, temos hoje o uso da tecnologia de forma exagerada, tentando nos levar a uma dependência completa dos meios de comunicação. Ser dependente de estímulos externos nos impede de produzir o amadurecimento do fruto do Espírito, pois, para que o amadurecimento ocorra, devemos fazer uso de estímulos internos.

1.2. Uma alegria permanente.
Quando o homem passa a viver uma vida dependente dos meios de comunicação e da tecnologia, ele começa a se afastar da comunhão que desfrutava com o criador através da oração e da leitura sistemática da Palavra de Deus (Cl 4.2). Tal perda de comunhão irá sufocar no indivíduo o sentimento de alegria provocado pela ação do Espírito Santo. A presença do Espírito Santo deve ser constante na vida daquele que busca desenvolver o fruto do Espírito. Muitos têm se deixado levar por momentos de alegria passageira em detrimento de uma alegria duradoura e que nos é dada para ser definitiva. O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo permanecerá em nós por toda eternidade.

1.3. Quem está em Cristo vive alegre.
A principal característica humana que nos difere dos outros animais é o raciocínio. O homem foi dotado por Deus de entendimento para que pudesse adorar ao Criador de forma racional (Rm 12.2). A razão humana capacita o homem a glorificar a Deus e receber dEle aquilo que for necessário para uma vida plena. Enquanto o homem sem Deus sofre com muitas dores, o servo fiel vive cercado pelas misericórdias do Senhor (Sl 32.10). Tais misericórdias proporcionarão ao justo uma vida de gozo, isto é, alegria e louvores perpétuos ao Todo Poderoso (Sl 32.11). Louvar a Deus é reconhecer de coração as bênçãos que recebemos através de Sua infinita bondade. Logo, ser alegre é uma característica de todo aquele que vive uma vida em Cristo.

2. Alegrando-se em tempos difíceis.
Viver neste mundo não é nada fácil. A cada dia fica mais claro que estamos próximos da vinda de Jesus (Ap 22.20), porém sabemos que enquanto isto não ocorre teremos que ser sustentados pelo poder do Espírito Santo, que nos permite viver alegres em meio às tribulações.
2.1. Deus age produzindo alegria.
O amadurecimento do fruto do Espírito Santo tem a incrível capacidade de modificar a situação do homem. Por pior que seja o momento pelo qual o indivíduo está passando, a alegria se fará presente pelo simples fato do agir de Deus (Sl 30.11). Para Deus, não há mal que Ele não possa debelar (Is 65.19). Quando tudo parecer perdido, ore, porque a oração funciona como adubo para o amadurecimento do fruto do Espírito. A cada dia recebemos através da mídia notícias que nos entristecem por vermos a queda moral da raça humana. O mundo vive uma falsa alegria, mas, para os salvos, Jesus Cristo prometeu que converteria a tristeza em alegria (Jo 16.20).

2.2. Desfrutando do gozo do Espírito.
O gozo e a alegria que o mundo espera viver estão baseados em prazeres da carne (Rm 8.8). Tais prazeres são efêmeros, pois não podem ser experimentados na eternidade. A alegria de poder viajar, morar em locais privilegiados, se alimentar de comidas finas certamente não irá nos acompanhar em nossa vida futura. Essa alegria experimentada em nosso corpo físico cessará com a desintegração deste corpo. Entretanto, o gozo do Espírito pode ser experimentado tanto neste corpo quanto no vindouro. Fica claro então para nós qual deve ser o gozo que devemos escolher experimentar. O texto de Isaías 9.3 nos mostra como podemos nos alegrar por coisas materiais, não estando impedidos de nos alegrar na presença do nosso Deus em espírito.

2.3. Testemunho de louvor.
O livro de Atos dos Apóstolos nos mostra que em diversos momentos a Igreja do Senhor sofreu perseguição sem, contudo, perder a alegria gerada pela ação do Espírito Santo (At 2.46). Entretanto, em uma passagem mais que especial, Lucas nos conta acerca da Prisão de Paulo e Silas. No capítulo 16deste livro, vemos que os servos de Deus deveriam ter todos os motivos para sentirem-se perdedores, porém a alegria sentida por eles era tão imensa que os mesmos cantavam sem parar, até que o Senhor os libertou com um terremoto. Podemos perceber que Deus se alegra quando damos o testemunho de louvor. O testemunho de louvor é uma prova íntima de alegria produzida no fruto do Espírito.

3. Lições práticas.
Estamos vivendo dias em que toda sorte de notícias chega até nós de maneira inesperada. A surpresa provocada por tais notícias são, em muitos casos, a causa de um profundo sentimento de tristeza (Jo 16.33).
3.1. O Senhor garante uma alegria duradoura.
Tanto nos momentos de grandes provações como nos momentos em que somos pegos de surpresa com alguma má notícia, é comum nos sentirmos abatidos. A aceleração da produção de alta tecnologia tem nos colocado cada vez mais rápido em contato com os acontecimentos, produzindo em muitos um terrível sentimento de tristeza, mas o nosso Senhor nos garante que em breve seremos presenteados com uma alegria que ninguém poderá tirar de nós (Jo 16.22).

3.2. Depender de Deus nos torna forte.
Existem pelo menos duas coisas que devem garantir a alegria que provem do amadurecimento do fruto do Espírito Santo. Primeiro, a certeza que teremos o nome escrito nos céus (Lc 10.20). Segundo a prova de uma comunhão íntima com o Criador. Quando desfrutamos desta comunhão, passamos a sentir uma alegria intensa, pois sabemos que estamos vivendo uma vida onde depender de Deus é certeza de que alcançaremos a nossa vitória (Fp 4.13). Depender de Deus nos torna forte e tira de nós a tristeza promovida pelas incertezas acerca do futuro, plantadas pela mídia para desestabilizar a sociedade.

3.3. Experimentando a perfeita alegria.
Se permanecermos em Jesus Cristo, veremos a manifestação do Seu amor por nós e experimentaremos a Sua alegria em nós. Quando experimentamos esta alegria, temos a garantia de que em nós haverá abundância de alegria, produzindo em nós uma alegria completa (Jo 15.10-11). Esta alegria completa não permite que nada que nos seja apresentado possa nos tirar do foco de estar em Cristo.

Conclusão
O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garantirá mais momentos de felicidade do que possa tentar nos entristecer Satanás, através de notícias e informações apelativas. Sigamos firmes, não olhando nem para a direita nem para a esquerda (Tg 1.2).

Questionário.
1. Por que o homem foi dotado por Deus de entendimento?

2. Do que o servo fiel vive cercado?

3. O que Jesus prometeu converter?

4. O que o livro de Atos nos mostra?

5. O que a alegria proveniente do amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garante?

SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO! 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 6 - Revista da CPAD - JOVENS


O Papel do Marido na Família
8 de Maio de 2016


TEXTO DO DIA
“Marido, ame a sua esposa, assim como Cristo amou a Igreja e deu a sua vida por ela” Ef 5.25.



SÍNTESE

A função do marido de liderar a família, mais que uma opção, é um mandamento bíblico, cuja eficácia resultará na felicidade de todos.


TEXTO BÍBLICO



Efésios 5.23,24,28-30.

23 — porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
24 — De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido.
28 — Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo.
29 — Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;
30 — porque somos membros do seu corpo.


INTRODUÇÃO

O homem foi criado para liderar os seres vivos. Ele, portanto, é um líder nato. Está escrito em Gênesis 2.19 que, após a formação de Adão, Deus trouxe todos os animais ao homem para que ele dissesse como cada um seria chamado. Isso é que é autoridade! Adão tornou-se, assim, o “primeiro cartório de registro” da Terra. Que memória excepcional! O Senhor já havia idealizado a criação de uma auxiliadora ao homem (Gn 2.18), que deveria lhe ser submissa. Após a Queda, Deus determinou que o “desejo” de Eva seria para o seu marido e que esse a dominaria (Gn 3.16). A vocação de liderança do homem pode ser vista em toda a história da humanidade. Não obstante, mulheres extraordinárias têm exercido grande liderança em muitas ocasiões. Tal observação não representa um estereótipo sexista (usando uma expressão contemporânea), mas é apenas uma constatação de como funciona a natureza humana.


I. HIERARQUIZAÇÃO NA FAMÍLIA



1. Uma decisão divina.

No seio da primeira família, bem como em todas as demais, o Senhor estabeleceu uma hierarquia. O homem é o cabeça do casal e a esposa deve ser-lhe submissa, o que não significa ser subserviente, que é um tipo de subjugação, de escravidão. Submissão, nos moldes bíblicos, é uma decisão voluntária e inteligente de obediência, sobretudo a Deus e à sua Palavra. É renúncia à opinião pessoal, em prol da família. Inequivocamente, o ato de se submeter ao marido constitui-se em uma das mais belas características das mulheres cristãs, seguindo o modelo das santas mulheres do passado (1Pe 3.5).


2. Benefícios.
A hierarquização estabelece a ordem. Nas sociedades, nas famílias, nas igrejas, se não houver hierarquia, não haverá crescimento. Sem cadeia de autoridade viveríamos desordenadamente e o caos se estabeleceria. Dessa forma, o caos culmina quando pessoas se rebelam contra a ordem hierárquica estabelecida por Deus, em qualquer agrupamento social.


3. Resistência social.
Sabe-se que a sociedade pós-moderna apresenta forte resistência a esse mandamento bíblico, talvez, como afirma Stephen Adei na obra Seja o líder que sua família precisa, o problema seja a discriminação histórica contra as mulheres, o que levou alguns, no afã de corrigir essa distorção, “ao extremo de negar as diferenças entre os sexos, e suas funções singularmente complementares”. De um jeito ou de outro, o padrão de comportamento da família cristã deve seguir os ditames da Palavra de Deus, e não as teorias feministas que não se sustentam ante os fatos da vida.
Observe-se, ademais, que, no gênero humano (homem e mulher), não há relação de subordinação, mas apenas entre a esposa e seu marido. Por isso, Sara chamava Abraão de senhor (1Pe 3.6), mas não há registro que ela tratasse assim os escravos ou os amigos. A posição de submissão da esposa é abundante na Bíblia (Ef 5.22,25; Tt 2.5; 1Pe 3.1).


Pense!

O papel de liderança só pode ser exercido pelo pai? A mãe, em casos especiais, não poderia trocar de atribuição com o marido?


Ponto Importante

O padrão de Deus estabelecido para o governo da casa pesa sobre os ombros do homem. Eventuais arranjos sociais distintos, sobre a administração da casa, trarão enormes prejuízos.

II. A ARTE DA LIDERANÇA


1. Liderança espiritual.
O marido tem o grande desafio de liderar espiritualmente sua família. Isso definirá muitas coisas no futuro, principalmente no que diz respeito aos filhos. Cabe ao pai, portanto, não apenas ser um líder espiritual de si mesmo, mas conduzir sua família aos pés de Cristo. Tal responsabilidade apresenta-se tão relevante que, caso os filhos sejam rebeldes, inviabilizará sua ordenação ao pastorado. Paulo recomenda que só seja admitido quem “governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” — 1Tm 3.4,5). Por isso, o marido deve aprender com Jesus como ser um líder eficaz. A liderança espiritual do marido é capaz de estabelecer uma família forte que nunca será derrotada. A liderança espiritual de Anrão foi reconhecida pelo próprio Deus que, ao falar com Moisés na sarça, disse: “Eu sou o Deus de teu pai [...]” (Êx 3.6). O ensinamento recebido por Moisés lhe forneceu subsídios para, no futuro, também “não temer” a ira do rei; “porque ficou firme, como vendo o invisível” (Hb 11.27).


2. Liderando a esposa. 
A Bíblia diz que o marido deve exercer autoridade sobre sua mulher, mas também deve amá-la. Assim, cabe ao marido exercer a liderança em amor, ou seja, com companheirismo e cumplicidade. O apóstolo Pedro, por seu turno, acrescenta ainda mais a responsabilidade dos maridos, ao dizer que eles devem honrar a esposa, por ser “vaso mais fraco”, para que suas orações tenham valor para Deus (1Pe 3.7). A ausência de cuidado do marido, em relação à sua mulher, pode ensejar o bloqueio de suas orações. Observa-se, dessa forma, a importância de liderar em amor! A quem muito se dá, muito se cobrará (Lc 12.48).


3. Liderando os filhos.
A Palavra de Deus diz que o pai deve exercer liderança sobre os filhos (Êx 20.12; Dt 21.18-21; Mt 15.4; 19.19; Mc 7.10; Ef 6.2) e que eles são como flechas nas mãos do valente (Sl 127.4). Isso conduz a duas conclusões: 1) O pai precisa ser um valente para exercer a liderança, pois deverá deixar herança para seus filhos (Pv 13.22; 2Co 12.14) e, principalmente, um bom nome, que é a maior herança (Pv 22.1); também deverá ser valente para protegê-los (Lc 11.21), para suprir suas necessidades materiais (Lc 11.11; 15.17), para cuidar nas doenças (2Sm 13.5), bem como para interceder por eles e instruí-los no caminho do Senhor (1Sm 1.27; Jó 1.5; Pv 22.6; Ef 6.4). 2) Em segundo lugar, a liderança do “valente” deve ser capaz de “lançá-los” bem mais longe do que os pais foram. Afinal de contas, são como “flechas nas mãos do valente”, que seguem adiante. Isso fala sobre o futuro. Entretanto, é preciso que os pais não irritem os filhos (Ef 6.4; Cl 3.21), querendo que eles realizem os projetos nos quais os pais fracassaram em realizar. Cada um deve seguir o seu próprio caminho.
O pai deve corrigir os filhos (Pv 13.24; 22.15; 23.13,14; 29.15,17; Hb 12.9), mas sem irritá-los, como mencionado antes. Isso significa que a liderança sobre os filhos também deve ser exercida em amor, pois onde existe amor existem milagres. Assim, a disciplina deve ser sentida pelo filho, isto é, ela deve ser suficiente para desestimular novos erros, mas não pode ferir, nem física nem emocionalmente, pois isso seria uma agressão e não uma correção (Pv 19.18).


Pense!

Caso o pai não seja crente e a mãe o seja, mesmo assim a liderança deve ser exercida pelo marido? Não seria uma exceção para a mulher liderar?


Ponto Importante

Deus não faz distinção entre o pai bom ou mau, crente ou descrente. A liderança será sempre dele. Essa é a regra estabelecida na Bíblia e, por isso, não deve ser mudada.


III. CONTRASTES DE LIDERANÇAS



1. Ineficaz.
Descumprir um propósito divino gera infelicidade, tanto para si, como para os que estão ao seu redor. O rico descrito na história de Lázaro certamente teve uma liderança ineficaz. Lembrou-se da vida espiritual de sua família somente após a morte (Lc 16.27,28). Ele estava infeliz, e a família também estava. Os danos decorrentes de uma vida familiar que não cumpre os propósitos de Deus acarretarão consequências tanto nesta vida quanto na vindoura. Mas os exemplos ruins não são apenas de ímpios. Veja-se a situação de Davi. Ele procurou dominar sua família, ao invés de servi-la. Foi muito egoísta, conforme se observa no episódio do adultério com Bate-Seba (2Sm 11.1-27). Deu pouca importância à influência negativa do seu sobrinho Jonadabe, que era um rapaz maligno, sobre seu filho primogênito Amnom (2Sm 13.3), o qual planejou o estupro de Tamar. Depois disso, ele ainda continuou com livre trânsito na casa do rei (2Sm 13.35). Davi, em regra, não tinha tempo para falar com seus filhos e os sofrimentos deles não eram percebidos pelo pai ausente (2Sm 14.24,33). Quando morreu, Davi deixou um legado de mágoas e sangue (1Rs 2.6,8). Tanto é assim que Salomão ainda matou um irmão (1Rs 2.24,25). O lar de Davi, um homem segundo o coração de Deus, ficou aos pedaços por causa de sua liderança ineficaz.


2. Eficaz.
A Bíblia não conta a história deles. Podem ter sido trucidados por Nabucodonosor, ficado em Jerusalém como escravos ou morrido de doenças. Não importa. Os pais de Daniel, Misael, Azarias e Ananias, os jovens que serviram ao rei de Babilônia, são pais heróis. Eles conseguiram impregnar na mente desses moços a fidelidade ao Senhor desde muito cedo. Ao que tudo indica, os jovens foram transportados para Babilônia com idade inferior a vinte anos, mas demonstraram grande maturidade espiritual. Não se contaminaram com o pecado e, por isso, foram grandemente abençoados. Outro caso igualmente notável aconteceu com certo homem chamado Jonadabe, o qual ensinou a seus filhos como deveriam viver (Jr 35.1-10) e eles o obedeceram regiamente. Deus ficou tão impressionado com a fidelidade dos recabitas, que anunciou: “Nunca faltará varão a Jonadabe, filho de Recabe, que assista perante a minha face todos os dias” (Jr 35.19). Que coisa extraordinária! Deus destinou um final feliz a um grupo de nômades, por causa da liderança eficaz exercida por um homem séculos antes.


Pense!

A liderança ineficaz do marido no lar produz sempre danos irreversíveis? Há exceção?


Ponto Importante

Para Deus não existe ponto final. O maior caos de todos, Ele pode transformar em harmonia; porém, em regra, os danos da má liderança são irreversíveis.


CONCLUSÃO

Liderar o lar não é uma tarefa fácil, mas se reveste de importância capital. É a partir de uma liderança eficaz que Deus agirá nos membros da família, transformando-os em cidadãos de bem, equilibrados, cumpridores de seus deveres. Caso contrário, os filhos serão rebeldes e se comportarão reprovadamente. Está escrito: “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe” (Pv 29.15).

HORA DA REVISÃO

1. A liderança do pai na família é uma opção ou obrigação? Justifique.

2. Segundo a lição, como pode ser definida a submissão da esposa?

3. Qual movimento social defende a igualdade total das funções familiares do pai e da mãe?

4. Cite dois exemplos de liderança masculina eficaz.

5. Segundo a Bíblia (Pv 29.15), o que acontece ao filho entregue a si mesmo?

SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO! 

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 6 - Revista da CPAD - ADULTOS

A Lei, a Carne e o Espírito

8 de Maio de 2016

TEXTO ÁUREO
“Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado” Rm 7.25.


VERDADE PRÁTICA

A luta entre a carne e o espírito é uma realidade na vida de todo crente, mas a dependência da graça de Deus fará com que tenhamos uma vida vitoriosa.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Romanos 7.1-15.

1 — Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?
2 — Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.
3 — De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido.
4 — Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou de entre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.
5 — Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
6 — Mas, agora, estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
7 — Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
8 — Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda a concupiscência: porquanto, sem a lei, estava morto o pecado.
9 — E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri;
10 — e o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.
11 — Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou e, por ele, me matou.
12 — Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.
13 — Logo, tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum! Mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem, a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.
14 — Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
15 — Porque o que faço, não o aprovo, pois o que quero, isso não faço; mas o que aborreço, isso faço.

INTRODUÇÃO

Na lição de hoje estudaremos o papel do cristão em relação à Lei, a carne e o Espírito. Paulo apresenta um estudo a respeito desses temas no capítulo sete. Ele se utiliza de três analogias para discorrer sobre os assuntos: a analogia do casamento, a analogia de Adão no paraíso e a analogia da carne versus o espírito.
Como devemos nos comportar diante da lei? Como explicar, que mesmo depois de já termos recebido a graça de Deus, passamos por conflitos espirituais internos? O que isso significa? É o que vamos procurar responder neste estudo.

I. A LEI ILUSTRADA NA ANALOGIA DO CASAMENTO (Rm 7.1-6)


1. A metáfora do casamento.

O apóstolo Paulo mostra que homem algum pode ser salvo pela Lei, até mesmo aqueles que a guardam com zelo e devoção. Aqueles que já possuem uma nova natureza também não serão guardados do pecado por observarem a Lei. A insistência de Paulo, que se estende desde o capítulo seis com respeito à função da Lei, agora o conduz a usar o casamento como uma analogia que contrasta o viver através dos preceitos da Lei e a nova vida em Cristo (Rm 7.1). Paulo usou o casamento para mostrar o nosso relacionamento com a Lei. O apóstolo ressalta que o contrato de casamento perde sua validade quando um dos cônjuges morre. Segundo a Bíblia de Aplicação Pessoal, “ao morrermos com Cristo, a Lei não pode mais nos condenar; estamos unidos a Cristo”.

2. A metáfora da mulher viúva.
Os versículos 2 e 3 do capítulo 7, concluem a analogia do apóstolo a respeito do casamento. Paulo afirma que vivendo o marido, se a mulher se casar novamente com outro homem, ela será considerada adúltera. Mas, se o marido morrer ela está livre para se casar novamente. A intenção era mostrar que a morte de Cristo na cruz, e os cristãos juntamente com Ele (Ef 2.5,6), rompeu os votos de obediência aos preceitos legais da lei mosaica (Rm 7.4).

3. Mortos para a lei.
A expressão “mortos para a lei pelo corpo de Cristo” é entendida pelos intérpretes como uma referência à morte de Cristo e a nossa identificação com Ele. O biblicista C. Marvin Pate observa que “Paulo usa a analogia da morte de um cônjuge no casamento para ilustrar a morte do crente para a lei, pelo fato de ele estar unido com Cristo (Rm 7.1-6)”.

II. ADÃO ILUSTRADO NA ANALOGIA DA SOLIDARIEDADE DA RAÇA (Rm 7.6-13)


1. De volta ao paraíso.
Paulo considerava Adão o cabeça e o representante da humanidade. A sua Queda levou todos os homens a caírem com ele. Aqui o objetivo do apóstolo é vincular a desobediência de Adão à humanidade. Adão pecou, logo todos pecaram. Uma leitura cuidadosa das palavras de Paulo em Romanos 7 a 11 mostrará a estreita relação que elas têm com os fatos ocorridos em Gênesis capítulo 3. Por exemplo, a expressão não “cobiçarás” é uma alusão a Gênesis 3.1-6. Por outro lado, as palavras de Paulo “eu vivi sem lei” (Rm 7.9), só têm sentido se aplicado na vida de Adão, pois Paulo como fariseu e judeu que era vivia a lei desde a infância (2Tm 3.15). Aqui Paulo, como ser humano, se via em Adão. As expressões “eu morri” e o “pecado me enganou” ganham paralelo com Gênesis 2.17 e 3.13.

2. Lembranças do Sinai.
Outra razão, no entendimento de muitos intérpretes da Bíblia, que levou o apóstolo a se ver em Adão está na crença judaica de que o primeiro homem viveu os princípios da Torá (lei), mesmo tendo existido muito antes da sua promulgação no Sinai. De fato, essa é uma crença muito bem documentada na literatura rabínica. Filo de Alexandria, filósofo judeu, por exemplo, dizia que a cobiça, pecado praticado por Adão no paraíso, era a raiz de todos os males.

3. A lei dada a Adão.
O fato é que Adão estava debaixo do mandamento, da ordenança de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.17). A intenção do apóstolo é fazer um paralelo entre o Paraíso e o Sinai, entre a lei de Moisés e a ordenança que foi dada a Adão. O mandamento que foi dado a Adão para trazer vida se converteu através da ação da antiga serpente, personificação do Diabo, em morte. Da mesma forma, a Lei de Moisés que foi dada para trazer vida, mas o pecado, como personificação do mal, a transformou em um instrumento de morte.

III. O CRISTÃO ILUSTRADO NA ANALOGIA ENTRE CARNE E ESPÍRITO (Rm 7.14-25)


1. A santidade da lei.
Um interlocutor atento poderia argumentar que o apóstolo estaria desqualificando a Lei, reduzindo-a a algo extremamente mal. Paulo se adianta e responde: “Assim, a lei é santa; e o mandamento santo, justo e bom” (Rm 7.12). Não há nenhum problema com a Lei. A Lei é boa e seu propósito também. O problema, portanto, não estava na Lei, mas naqueles que se regiam por ela. Como o apóstolo já havia argumentado, o problema estava dentro do homem, no pecado que habitava nele, e não na existência de uma lei externa (Rm 7.18).

2. A malignidade da carne.
Não há dúvida que todo cristão entende bem essas palavras de Paulo em Romanos 7.22,23. Essas palavras revelam o conflito entre a nossa nova natureza em Cristo e o “velho homem” residente em nós. É a guerra entre a carne e o espírito. A quem essas palavras de Paulo se destinam? O contexto parece não deixar dúvidas de que Paulo tinha em mente os crentes que, pelo fato de serem cristãos, acreditavam que poderiam viver vitoriosamente sem o Espírito Santo. Embora Paulo tenha deixado para tratar sobre o ministério do Espírito Santo no capítulo 8 de Romanos, ele já chama aqui a atenção para o viver “em novidade do Espírito” (Rm 7.6) como forma de vencer as inclinações da carne.

3. A velha natureza.
Nossa antiga natureza está constantemente tentando rebelar-se contra Deus. Não temos como lutar contra o pecado usando a nossa força. O Espírito Santo, que habita em nós, ajuda-nos a vencer a velha natureza.

CONCLUSÃO

Mesmo vivendo debaixo da graça o crente experimenta o conflito entre sua antiga natureza e sua nova vida em Cristo. Como viver uma vida nova, se a velha vida ainda continua querendo ocupar seu antigo espaço? A resposta do crente está na compreensão de que a solução a esse conflito está em responder positivamente à nova vida espiritual, dependendo inteiramente da graça de Deus.

A respeito da Carta aos Romanos, responda:

O que Paulo desejava mostrar com a metáfora do casamento?

Como pode ser entendida a expressão “mortos para lei pelo corpo de Cristo”?

Segundo Paulo, quem é o cabeça da raça humana?

Segundo Paulo, a lei e seus propósitos são bons?

Quem pode nos ajudar no embate contra a velha natureza?
SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO! 

sábado, 30 de abril de 2016

ESCOLA DOMINICAL NA WEB - Lista de Esboços do 2° Trimestre de 2016


ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2015
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2015
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2015
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4° TRIMESTRE 2015
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1° TRIMESTRE 2016

Clique em nossos anúncios e nos ajude a levantar alguma renda.
Cada clique que você dá nos anúncios, é uma pequena ajuda que somado com a ajuda de outros irmãos beneficiará o CLUBE DA TEOLOGIA, ajude-nos!

SE VOCÊ QUISER ABENÇOAR FAZENDO UMA SIMPLES DOAÇÃO DE QUALQUER VALOR: CLIQUE AQUI

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista Central Gospel

EDITANDO

AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: Central Gospel - nº 46)

Tema: ALIANÇA MOSAICA

Texto Áureo: Marcos 12.30,31
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição apresente aos alunos os benefícios da Aliança Mosaica e sua importância para o mundo.
- “vestígios arqueológicos”, são indícios de que essas culturas existiram de verdade, podem ser construções antigas que resistiram a ação do tempo.
- “repassados os ensinos orais”, esses ensinos orais são histórias ou orientações que eram passados de pai para filho antes de haver a escrita.
- “registros históricos”, são registros escritos como a Torá, o código de Hamurabi e muitos outros.
_______________________________________________
1. ANTIGO TESTAMENTO, BERÇO DA ANTIGA ALIANÇA
- “Antes do texto bíblico”, se refere ao período anterior ao povo ter saído do Egito, pois o Antigo Testamento começou a ser escrito no deserto.
- “função do ensino oral”, o ensino oral hoje seria inviável devido a uma série de fatores, mas no período anterior a Moisés ele foi muito útil, porque naquele tempo as famílias costumavam se reunir para ouvir histórias contadas pelos patriarcas.
- “ser possível hoje, ter acesso”, graças a esse tipos de comunicação Moisés pôde ter conhecimento dos fatos anteriores a ele.

1.1. A unidade das Escrituras
- “escrito por diferentes autores”, o Antigo Testamento possui 39 livros dos 66 da Bíblia inteira e é interessante como esses livros se completam dentro do compêndio das Escrituras.
- “diferentes épocas”, isso mostra que eles viveram em situações diferentes, em realidades diferentes e não falaram de si mesmos, mas se limitaram a falar o que o Espírito Santo lhes inspirava.

1.1.1. A mensagem divina complementa-se de forma qualitativa
- “inanimados mediadores”, se referindo a coisas que não tem vida, que não se move, os ídolos.
- “como o homem deve relacionar-se com Ele”, o Antigo Testamento mostra a posição do ser humano pecador diante de Deus e prepara a vinda do redentor do mundo.

1.1.2. A mensagem divina completa-se de forma quantitativa
- ...
__________________________________________
2. ALIANÇA MOSAICA
- “de caráter ético e moral”, as leis dadas à Moisés não possuem apenas caráter jurídico, mas tratam do relacionamento ético da nação de Israel, para que eles pudessem se relacionar com Deus e entre si.
- “algumas das bases do Cristianismo”, são muitas as bases do Cristianismo extraídas da Aliança Mosaica, uma delas é a concepção de um Deus único que não aceita dividir a adoração com ídolos. Ex 20.3
- “vaticínios”, profecias ou mandamentos do Senhor para alguém.

2.1. A grande questão da nação recém-liberta do cativeiro egípcio
- “Yahweh”, nome de Deus em hebraico originado a partir do tetragrama sagrado “YHWH”.
- “convivera por tantos anos”, foram 430 anos.
- “respondidas com a Aliança Mosaica”, nessa Aliança o Senhor mostrou como deveria o proceder de Israel em todas as suas relações, como deveriam adorar, como deveriam se portar diante dos povos pagãos, etc.

                                          EDITANDO

SOLICITAÇÃO

AGRADEÇO A DEUS POR TODOS OS AMIGOS DO CLUBE DA TEOLOGIA. PUDE OBSERVAR QUE ALGUNS IRMÃOS COLABORARAM COM ESSE TRABALHO.

COMO TODOS SABEM OS CONTEÚDOS DISPONIBILIZADOS DO NOSSO BLOG SÃO INTEIRAMENTE GRATUITO, MAS A VERDADE É QUE NADA SE FAZ SEM RECURSO FINANCEIRO, HÁ NECESSIDADE DE FAZER MANUTENÇÃO DO ACESSO A INTERNET, AQUISIÇÃO DE MATERIAL PARA ELABORAÇÃO DE IMAGENS E PRINCIPALMENTE DIDÁTICO PARA ENRIQUECER OS CONTEÚDOS.

PARA OS QUE QUISEREM AJUDAR ESSA OBRA COM OFERTA DE QUALQUER VALOR PARA ESSA OBRA - DEIXO AQUI O NÚMERO DE UMA CONTA PARA OS IRMÃOS COLABORAREM COM O QUE SENTIREM NO CORAÇÃO:

BANCO SANTANDER / Ag 3871 / C/C 01003144-6 / Nome: Marcos André

EV MARCOS ANDRÉ - EDITOR