sábado, 23 de maio de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 8 - Revista da CPAD


AULA EM 24 DE MAIO DE 2015 – LIÇÃO 8
(Revista: CPAD)

Tema: O Poder de Jesus Sobre a Natureza e os Demônios

Texto Áureo: Lucas 7.16
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição mostre como o Mestre tem poder sobre tudo, dê palavras de ânimo aos alunos afirmando o poder de Deus na pessoa de Jesus Cristo.
- “já tinham visto Jesus curando doentes”, naquele tempo os charlatões e falsos profetas enganavam o povo com falsas curas, mas a autoridade sobre os elementos da natureza colocava Jesus em um nível diferente de profeta.
- “ser devolvido ao seu convívio familiar”, aqui é a libertação de uma alma, esse é o maior milagre que Deus pode e quer fazer.
 - “repreender as leis físicas do Universo”, leis como a da gravidade, inércia e outras. A tempestade é um fenômeno físico climático resultado de diversos fatores e para que Jesus a fizesse parar teve que trabalhar em todos os elementos que a causava.
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1. JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS

1. Poder sobre a natureza.
- “surge, aqui, como uma força impessoal”, que não provém de uma pessoa,  uma força que não é causada por ninguém, não pertence a ninguém e não pode ser dominada por ninguém, ou quase ninguém.
- “revelando que a harmonia original da criação se perdeu”, parece uma afirmação de que as tempestades surgiram com a queda do homem, porém a Bíblia não afirma isso.
- “Quem é este que até aos ventos e a água manda”, a pergunta refrete mais uma admiração do que dúvida. Era para eles algo jamais imaginado.

2. Poder sobre os demônios.
- “o mesmo não pode se dizer do Diabo”, Satanás é uma pessoa, um ser que tem o seu papel no mundo e está debaixo do controle de Deus.
- “Jesus derrotou o Diabo na tentação do deserto”, quando a Bíblia afirma que Jesus pisaria a cabeça da serpente, se refere à obra na cruz e não a tentação no deserto como alguns pensam.
- “casos de pessoas oprimidas e possessas”, a opressão e a possessão são as principais obras de Satanás, mas existem outras como influencia e sugestão.
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2. JESUS E A REALIDADE DOS DEMÔNIOS

1. Uma realidade bíblica.
- “um produto da cultura humana”, essa é uma ideia racionalista da teologia liberal que tenta dar explicações lógicas e coerentes para fenômenos sobrenaturais.
- “são mostrados como seres reais”, principalmente no Novo Testamento, pois no Antigo Testamento o conhecimento do inimigo bem como a sua obra, não tão explícito quanto no Novo. No Antigo Testamento Satanás é apresentado como um indivíduo, já no Novo Testamento se fala de legiões demoníacas e império satânico.
- “tentar mostrar que ele não existe”, é interessante para o inimigo ficar oculto, pois se ele se apresentar ao ser humano como alguém real então o ser humano terá a consciência de que precisa de Deus.
- “organizado de forma hierárquica”, a hierarquia é a gradação do poder estabelecendo graus de poder, admitindo a existência de demônios mais fortes e outros mais fracos.

2. Uma realidade experimental.
- “era uma realidade do dia a dia”, porém parece que eles não tinham o conhecimento e nem a forma de expulsar. É bem provável que fosse impossível para eles expulsarem os demônios, pois naquele tempo Satanás ainda tinha amplos poderes no mundo.
- “via a queda de Satanás em cada demônio que era expulso”, não se sabe se Jesus afirmou isso, porque Ele disse: “Eu via Satanás, como raio, cair do céu”
Lucas 10:18
parece mais se referir a queda de Satanás na Terra quando ele foi expulso do céu, mostrando que ele não tem mais poder do que Jesus.
- “não há, pois, como negar a realidade dos demônios”, deve ser ensinado às pessoas que há um mundo espiritual e que nesse mundo ocorre batalhas espirituais e que o inimigo através dele tenta oprimir, influenciar ou se apossar das pessoas. O Diabo não pode atingir Deus, por isso ele tenta atingir o que Deus mais ama, o homem.
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3. JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS

1. Jesus e a oposição dos demônios.
- “Jesus, Filho do Deus Altíssimo”, ao que tudo indica os demônios queriam revelar quem era Jesus, pois se o povo soubesse quem Ele era haveria bem mais problemas do que houve e Ele jamais seria crucificado.
- “Isso era esperado que acontecesse”, se referindo ao ato de atormentar o espírito maligno. Quer dizer que onde Jesus estiver haverá batalha com as trevas, se alguém cheio da presença de Deus entrar em contato com os que tem a presença de Satanás haverá guerra no campo espiritual.
- “Essa missão também foi confiada aos seus discípulos”, por isso eles receberam a mesma autoridade. Lc 10.19

2. Autoridade delegada.
- ““livrar de laços”, “desamarrar”, “tornar livre””, isso mostra que Jesus a libertou da prisão de Satanás que a mantinha pela enfermidade. Mostrando também que há enfermidades que são de origem Satânica, não se sabe como o inimigo faz isso, mas existem doenças que os médicos não conseguem dar diagnóstico.
- “efeitos colaterais”, esses efeitos são aqueles que ocorrem em outras áreas da vida da pessoa em decorrência do problema principal. A enfermidade é um efeito colateral do problema principal que é a ação demoníaca.
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CONCLUSÃO
- “inóspito”, significa: “Local em que não há condições para ser habitado” assim o mundo parece aos que são de Cristo, porque o mundo está em trevas e Jesus é a luz. É a primeira coisa que Deus deu ao mundo e é também a última que Ele oferece.
- Recomendo que você feche essa lição fortalecendo seus alunos com palavras do tipo, Deus está no controle de tudo, Jesus deu autoridade aos seus discípulos, não prova ou tribulação difícil para Cristo, e se Ele nos permite passar por algo hoje é porque há algum propósito.
- Elabore o resumo e apresente e não se esqueça de corrigir os exercícios.

Marcos André – professor

Boa Aula!

quinta-feira, 21 de maio de 2015

ATUALIDADE GOSPEL - Aprovação do casamento gay na Igreja Presbiteriana leva a perda de membros e congregações



A decisão da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) em admitir a união homossexual entre seus membros vem tendo uma consequência séria em relação aos membros e congregações que integram a denominação.

A PCUSA é uma das denominações presbiterianas dos Estados Unidos. O termo “presbiteriana” é usado como forma de descrever o modelo hierárquico de governo da igreja, e não sua doutrina. Em uma comparação simplista, a PCUSA seria uma dentre os vários ministérios das Assembleias de Deus no Brasil, e as decisões tomadas pela PCUSA não refletem ou influem nas demais Igrejas Presbiterianas.

A reação de muitos membros e pastores à decisão tomada pela direção da PCUSA é de contrariedade com a aprovação do casamento gay na igreja, e como resultado disso, o número de membros tem caído drasticamente, assim como o de congregações filiadas à denominação.

A aprovação do casamento gay na igreja foi sacramentada em março deste ano, mas desde que a discussão sobre o assunto foi tornada pública, os dados revelados pela PCUSA sobre o tamanho da denominação mostram uma queda considerável, segundo informações do Christian Post.

Em 2014 a PCUSA tinha 9.829 igrejas filiadas, contra 10,038 em 2013. Das 209 que deixaram a denominação, 108 fecharam e outras 101 foram para outras denominações. Em contrapartida, 15 novas congregações com pensamento idêntico se filiaram.

Cerca de 100 mil membros deixaram as igrejas da PCUSA entre 2013 e 2014, e o número deve se acentuar no levantamento a respeito de 2015, que deverá ser publicado em breve.
“As estatísticas e os números de adesão da igreja contam uma história, mas não revela todo o impacto da PCUSA no mundo. Deus continua insuflando nova vida na obra e nos desafia a encontrar maneiras criativas de tocar e transformar vidas”, disse o reverendo Gradye Parsons, argumentando em defesa da denominação.

Porém, as críticas à igreja são extensas. O presidente da Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI, na sigla em inglês), condenou a postura adotada pela denominação: “A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de Escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado”, disse o reverendo Anthony Evans.

Fonte: Gnotícias

quarta-feira, 20 de maio de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 8 - Revista da Editora Betel


AULA EM 24 DE MAIO DE 2015 – LIÇÃO 8
(Revista: Editora Betel)

Tema: Revelando as Impurezas da Alma

Texto Áureo: Números 12.10
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição mostre para a classe o efeito danoso da murmuração na igreja.
- “sempre se tornarão alvo do inimigo”, o inimigo sabe que um crente fiel produz mais crentes fieis e por isso Satanás se concentra mais em derrubar os fieis.
 - “camuflado na pele”, se refere às ocasiões em que o inimigo usa a boca de alguns crentes para falar algo contra os fieis.
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1. A inveja dos irmãos de Moisés.
- “uma necessidade de reconhecimento”, a alma humana por si mesmo é vaidosa, e se sente bem quando é elogiada e reconhecida. Quando a pessoa dá lugar ao seu ego, ela fica invejosa. Por incrível que pareça, vida espiritual também pode ser motivo de inveja nas igrejas, alguns irmãos não suportam quando notam outros se destacando por terem uma intimidade maior com Deus.

1.1. Entendendo o sentido da murmuração.
- “falar entre os dentes”, o mesmo que falar disfarçando para o outro não ouvir. Pode ser entendido também com o falar ao pé do ouvido.
- “conversação em prejuízo de um ausente”, a semelhança entre a murmuração e a fofoca é que a pessoa que é alvo, nunca está presente para se defender.
- “será denominada fofoca”, a fofoca é a difusão de informação alheia sem autorização da pessoa a que se refere, geralmente carregada de ligeiros acréscimos.
- “foi sua união matrimonial”, o invejoso tenta culpar o alvo da inveja de transgressão, para tentar denegrir a sua boa imagem.
- “serem reconhecidos entre o povo”, eles olharam para o ministério de Moisés e só viram o que tinha de bom, eles não se lembraram da dureza de guiar um tão grande povo, de ouvir suas reclamações e reivindicações e ainda ter que se manter sob controle.

1.2. O contraste entre personalidades.
- “mais manso do que todos os homens”, obviamente ele precisou de 40 anos na escola do deserto para aprender a humildade e a mansidão.
- “O texto revela que foi Miriã quem iniciou a contenda”, após ler o texto em outras versões, não se pode dizer foi Miriã quem começou, o texto afirma que os dois fizeram as críticas.
- “Arão não fez a menor questão de reprovar”, as Escrituras nos mostra Arão como um homem de personalidade fraca que era sempre levado pela pressão das pessoas. Assim como ele cedeu no caso do bezerro de ouro Êx 32.24 também cedeu na murmuração de Miriã.
- “compreender que eram úteis”, todos na obra de Deus devem ter essa consciência, todos são úteis na obra do Senhor, o problema é que alguns querem estar em posição de destaque e se deixam levar por essa ganância.

1.3. Falou o Senhor somente por Moisés?
- “ser o porta voz das palavras de seu irmão”, essa foi a função dada por Deus a Arão, para que eles pudessem falar a faraó, mas naquele momento é possível que Arão não se sentisse mais útil.
- “queriam que Deus desse o mesmo tratamento”, aqueles que brigam por cargos nas igrejas, acabam envolvendo Deus em suas reivindicações, mesmo que eles tenham o cuidado de não tocar no nome de Deus, se esquecem de que Deus está diretamente envolvido nas questões do ministério.
- “havia o perigo da divisão”, problemas na liderança devem ser rapidamente resolvidos, pois os líderes estão no foco, são exemplos para a congregação.
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2. Tratando as impurezas da alma.
- “certamente causaria danos ao ministério”, as decisões de Deus parecem um pouco pesadas, mas se Ele não agisse causaria danos irreparáveis ao ministério de Moisés e refletiria em toda a congregação.

2.1. Colocando as coisas em pratos limpos.
- “decidiu colocar face a face quem caluniava”, na igreja não pode haver afirmações do tipo: “Me falaram que..”, ou “Estão dizendo isso!”. Quem faz qualquer acusação ou reclamação deve ter a corajem de pronunciar de frente para a pessoa, ou então deve ficar quieto.
- “já recebe o mérito da verdade”, inexplicavelmente pessoas acreditam em mentiras antes mesmo de ouvir o irmão que está sendo acusado. O interessante é que se coloca em xeque anos de convivência e amizade por dar crédito á algo que foi afirmado.
- “colocar o acusado e acusador frente a frente”, querido professor(a), é interessante também entender que esse método usado por Deus não é passado como regra para a Igreja. Aqui estamos falando de algo que Deus fez e que talvez não tenha a mesma aplicabilidade para nós hoje. Suponho que o método apresentado por Jesus seja mais eficaz:
“Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão;
Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada.
E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.” Mateus 18:15-17 Notamos aqui que o conselho de Jesus é que se resolva o problema entre as partes ofendidas antes de se mover toda a liderança.
- Convém lembrar que se alguém difunde uma calúnia é porque tem aquele que dá ouvidos à fofoca.
- Atualmente muitos irmãos dando lugar à inveja e ciúmes usam as redes sociais para postar mensagens com esse tipo de conteúdo.

2.2. Se entre vós houver profeta.
- “se revelaria em sonhos e visão”, é a maneira normal de Deus se revelar a um profeta.
- “Moisés é mais que um profeta”, Moisés sempre buscou o algo a mais, nunca se contentou em ser apenas mais um, quando todos adoravam a Deus ele buscou intimidade Êx 33.7, quando ele tinha intimidade ele quis ver a face de Deus Êx 33.18.
- “Arão e Miriã se achavam profetas”, se alguém for acometido de inveja, a melhor coisa é deixar passar, do que se levantar e receber esse tipo de palavra da boca de Deus.

2.3. Moisés, o servo de Deus.
- “ não abre a boca para fazer críticas”, Moisés se cala porque a sua confiança estava no Senhor. Deus defende aqueles que depositam a confiança Nele, quando o crente se cala por confiar em Deus, Ele socorre.
- “era profeta e sacerdote e tornou-se servo”, todos que recebem a repreensão de Deus manifestam a humildade como primeiro sinal. Deus estava mostrando para eles que a vida é como folha seca que o vento leva, se alguém desejar muitas grandezas nessa terra, pode acabar compreendendo no leito que nada disso vale alguma coisa.
- “Arão era o sacerdote”, há algumas questões que surgem na cabeça de muitos crentes, uma delas é: por que Deus puniu Miriã com a lepra e não pune a Arão? Essa questão vai ser tratada no último sub tópico.
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3.  Lições práticas
3.1. A lepra de Miriã
- “a posição de liderança do Seu ungido”, quando alguém critica um ungido de Deus está criticando o próprio Deus, está contestando Sua escolha.
- “que sinalizava hora de mudar de acampamento”, aquela nuvem guiava o povo de Deus pelo caminho, quando a nuvem parava o povo parava e montava o Tabernáculo e ficava até a nuvem subir.
- “doença repugnante que tipificava o pecado”, o leproso era considerado imundo e deveria ficar fora do arraial.
- “resultado do pecado do orgulho”, o pecado do orgulho tem consequências maiores, porque lembra o próprio Satanás e é um pecado que gera rebelião.

3.2. Escolhendo o perdão sobre a ofensa.
- “o adversário trabalha através de pessoas próxima”, o que o inimigo tenta fazer é lançar dúvidas sobre o poder de Deus em nossa vida, liberando palavras de desânimo e até falsas revelações.
- “têm a capacidade de nos ferir mais”, porque nós esperamos sempre o melhor deles e quando somos atingidos por palavras vem junto o sentimento de decepção.
- “problema interior muito profundo”, o problema deles estava no coração, de fato a inveja e o ciúme não é reflexo de uma fraqueza carnal, mas de um problema na alma.
- “se contentarem com o dom e a posição”, eles já tinham uma posição de destaque no povo, mas cobiçaram algo mais. Quanto mais o ser humano tem, mais ele quer ter, isso é uma fraqueza da natureza corrompida.
- “ele defendeu Miriã”, Moisés é uma tipologia de Cristo, Jesus pediu perdão para o povo estando na cruz sendo crucificado por eles.

3.3. A sujeira que impede os santos de prosseguir.
- “foi ela quem iniciou a contenda”, PROFESSOR(A), CUIDADO COM ESSA AFIRMAÇÃO, NÃO HÁ BASE BÍBLICA, SÓ PORQUE O NOME DELA É CITADO PRIMEIRO NÃO QUER DIZER QUE ELA INICIOU.
  Existe essa outra explicação: se Deus colocasse aquela lepra em Arão, o ministério sacerdotal estava destruído, pois ninguém aceitaria um sacerdote que teve lepra e a lepra não era para a morte, mas era educativa. Arão que deveria ser o intercessor do povo aceitou fazer parte na rebelião. Agora Arão teria que aprender a interceder, começando com sua própria irmã.
- “tinha um problema interno”, Deus não tratou do problema da mulher cuxita, pois não era esse o problema de Miriã e Arão.
- “produz um efeito paralisante”, quando alguém sede lugar ao pecado, o ministério, os projetos e a vida espiritual fica parada.
- “o povo não pode avançar”, mostrando que o pecado de duas pessoas parou toda a congregação, assim entendemos que o pecado de alguém, dependendo de sua posição na igreja, pode afetar toda a congregação, pode afetar a família. Por isso Satanás quer atingir os líderes.
- “nos preocupa com as “Miriãs” que existem”, também nos preocupam os “Arãos”, sacerdotes fracos, que vão pela cabeça dos outros e se deixam levar pelas reclamações e críticas e não tomam posição. Se Arão tivesse repreendido Miriã, talvez a história fosse outra.
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CONCLUSÃO
- “fazendo divisão”, nem todos nos ministérios precisam concordar em tudo, mas não devem atrapalhar a obra de Deus. Na hora de colocar a mão no arado, todos devem estar unidos.
- Elabore o resumo e apresente a classe.

Marcos André – professor

Boa Aula!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 8 - Revista da Editora Betel


Revelando as Impurezas da Alma
24 de maio de 2015

Texto Áureo
“E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve: e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa” Nm 12.10.


Verdade Aplicada

O que distingue uma pessoa das demais não é o seu nível de unção, nem tampouco os milagres que opera, mas a qualidade do seu caráter diante de Deus.

Textos de referência

Nm 12.5-8
5 Então, o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois, chamou a Arão e a Miriã, e ambos saíram.
6 E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer ou em sonhos falarei com ele.
7 Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa.
8 Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois, ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?

INTRODUÇÃO

Todos aqueles que querem viver piedosamente em Deus serão perseguidos e sempre se tornarão alvo do inimigo. É comum ao que peleja estar sempre atento e pronto para esses ataques, a única surpresa é quando o inimigo esta camuflado na pele de nossos próprios irmãos.

1. A inveja dos irmãos de Moisés.

A desculpa de Miriã e Arão para se levantar contra a liderança de Moisés foi o casamento deste com a mulher cuxita. Essa insatisfação estava recheada de inveja e de uma necessidade de reconhecimento. Eles se autodenominaram profetas e queriam estar no mesmo patamar espiritual que seu irmão mais novo.

1.1. Entendendo o sentido da murmuração.

No hebraico, murmuração é “difamar, levar contos” e a ideia principal é “falar entre os dentes manifestando queixa ou desgosto por alguma coisa – conversação em prejuízo de um ausente”. Quando a murmuração é baseada em falsos argumentos é chamada de calúnia, porém, se estiver baseada em um fato verdadeiro será denominada fofoca. A desculpa que desencadeou a murmuração contra Moisés foi sua união matrimonial, mas a conversa tomou outro sentido quando, conferenciado entre si, Miriã e Arão deixaram escapar um sentimento oculto (Nm 12.2). A murmuração trouxe a tona um íntimo desejo em seus corações: serem reconhecidos entre o povo, ou quem sabe até mesmo diante de Deus, como profetas semelhantes a Moisés.

1.2. O contraste entre personalidades.

Antes de apresentar o coração invejoso de Miriã e Arão, a Bíblia faz uma referência a Moisés, dizendo que ele era mais manso do que todos os homens que havia sobre a terra (Nm 12.3). O texto revela que foi Miriã quem iniciou a contenda. Todavia, mesmo sendo o mais velho, Arão não fez a menor questão de reprovar a atitude de sua irmã, simplesmente compactuou com a sua inveja. Arão e Miriã deveriam compreender que eram úteis, mesmo não sendo os primeiros, mas isso aconteceu e, para piorar a situação, o Senhor estava ouvindo toda aquela conversa e rapidamente tratou de descobri-los diante daquele a quem caluniavam sem razão.

1.3. Falou o Senhor somente por Moisés?

Ficou muito claro na declaração feita pelos irmãos de Moisés que eles estavam descontentes com suas posições. Para Arão, não era o suficiente ser o porta voz das palavras de seu irmão, e Miriã se autodenominava profeta e queria também reconhecimento. Na verdade, eles queriam que Deus desse o mesmo tratamento que dava a Moisés. Diante daquela lamentável situação, o Senhor, de imediato, tomou uma atitude. Ele sequer esperou que Miriã e Arão acalmassem os ânimos, logo os convocou para uma conversa séria na tenda da congregação (Nm 12.4). Havia dois motivos para aquela rápida reunião: primeiro, eram todos líderes e havia o perigo da divisão; segundo, eram irmãos e precisavam se unir para que aqueles sentimentos fossem reparados e pudessem seguir com a missão.

2. Tratando as impurezas da alma.
Enquanto eles estavam conversando e se lastimando porque Moisés era o preferido, o Senhor resolveu acabar com toda aquela semente de discórdia que já havia interferido no relacionamento familiar e que certamente causaria danos ao ministério de Moisés.

2.1. Colocando as coisas em pratos limpos.

Miriã e Arão foram surpreendidos por Deus que decidiu colocar face a face quem caluniava e quem estava sendo caluniado. Essa é uma fórmula pouco utilizada pelos cristãos de nosso século. Geralmente quem chega com a notícia já recebe o mérito da verdade e quando o acusado chega para tentar se defender sua imagem já está exposta aos ventos. Deus nos ensina como tratar com fofoqueiros. É simples: colocar o acusado e acusador frente a frente e expor a verdade. A fofoca não se espalha e tratamos do imundo na hora. Foi isso que Deus fez. Para esclarecer aquela situação, o Senhor convocou uma reunião e chamou Miriã, Arão e o indefeso Moisés, que de nada estava sabendo. À porta da tenda, Ele desceu numa nuvem e revelou para Moisés tanto a falsidade de seus irmãos quanto as suas atitudes invejosas.

2.2. Se entre vós houver profeta.

De uma maneira poderosa, Deus diz que se entre eles houvesse profeta, Ele se revelaria em sonhos e visão e deixa claro que Moisés é mais que um profeta, é um homem que Ele não precisa usar figuras, que Ele fala boca a boca. Ele diz que visões e sonhos são enigmas a serem interpretados, enquanto que falar cara a cara diz respeito a intimidade sem obscuridade, ou seja, Arão e Miriã se achavam profetas, mas Deus lhes afirma que nada compreendem, porque não possuem uma clara visão acerca da esfera espiritual. E conclui: “Moisés vê a semelhança do Senhor”. Moisés nada diz, Deus julga sua causa e os invejosos são desmascarados diante dele. Eles falaram pelos cantos e Deus os expôs a vergonha falando às claras (Nm 12.4-8).

2.3. Moisés, o servo de Deus.

Na reunião dirigida por Deus, Moisés está calado e Deus age em seu favor. Ele não abre a boca para fazer críticas, reclamar ou lamentar. Pelo contrário, ele intercede e pede a cura para quem tentou agredi-lo. Quando a nuvem se vai, Arão observa que sua irmã está leprosa, com a pele esbranquiçada (Nm 12.10). Dirige-se até Moisés e diz: “Ah meu senhor, ora não ponhas sobre nós este pecado, que fizemos loucamente, e com que havemos pecado” (Nm 12.11). Arão era mais velho e o chama de “meu Senhor”. Ele agora esqueceu era profeta e sacerdote e tornou-se servo após ser exortado por Deus e ver a lepra em Miriã. Neste momento, ele sabe com quem está a autoridade e, mesmo sendo mais velho, teve de reconhecer que Deus não se preocupa com a idade, mas sim com o caráter. Na verdade, Arão era o sacerdote, era quem deveria interceder diante de Deus por Miriã, mas estava comprometido, seu coração não era perfeito e apela para que Moisés o faça.

3. Lições práticas.

Falar mal de Moisés foi um agravo contra Deus, que congregou todos debaixo da nuvem de sua presença e puniu severamente a Miriã. Vejamos algumas lições práticas a partir desse contexto:


3.1. A lepra de Miriã

Foi imediato o desgosto de Deus quando questionaram a posição de liderança do Seu ungido. Quando terminou de falar, a nuvem se retirou (Nm 12.10). Essa ação significava uma retirada divina, como um juiz que sai do tribunal depois de dar a sentença. Diferentemente do levantamento da nuvem, que sinalizava hora de mudar de acampamento. O maior castigo pelo pecado, qualquer que seja sua manifestação em particular, é este afastamento de Deus. Quando Arão se voltou para sua irmã, viu que ela fora atacada de lepra. Era um caso bem adiantado, já nos últimos estágios da doença. A lepra era uma doença repugnante que tipificava o pecado. Miriã, que num momento se exaltara em orgulho próprio, a ponto de pensar que deveria estar em posição proeminente ou igual ao líder de todo o Israel, no momento seguinte, foi banida do acampamento nas circunstâncias mais humilhantes. Este é o resultado do pecado do orgulho (Pv 16.18; Is 10.33).

3.2. Escolhendo o perdão sobre a ofensa.

Enfrentar desconfortos com outras pessoas é inevitável, mas podemos escolher entre perdoar e guardar o rancor. Perdoar não é uma tarefa fácil, mas é uma opção libertadora. Outra coisa importante que a vida ensina é que o adversário trabalha através de pessoas próxima a nós. Ele faz isso porque nossos entes queridos têm a capacidade de nos ferir mais. As queixas de Miriã e Arão eram um reflexo de um problema interior muito profundo. Em outras palavras, eles estavam com ciúmes. Em vez de se contentarem com o dom e a posição que ocupavam, eles cobiçaram o que seu irmão possuía. O que mais nos surpreende é que, na única oportunidade que Moisés teve para falar, ele defendeu Miriã, implorando a Deus que a curasse. O caráter demonstrado por Moisés explica porque caminhava tão perto de Deus.

3.3. A sujeira que impede os santos de prosseguir.

Nossa maior dificuldade é entender por que a punição caiu somente para Miriã. Mas, lendo o texto, entendemos que foi ela quem iniciou a contenda (Nm 12.1). A lepra de Miriã era uma questão de essência. Ela era leprosa em seu interior e o Senhor estava mostrando para toda a congregação a podridão que abrigava dentro de si. A mulher cuxita foi vítima de preconceito e o Senhor mostrou para todos que o acusador tinha um problema interno. Agora é Miriã que sentirá o peso da rejeição, pois todos desprezavam e evitavam uma pessoa leprosa. O pecado produz um efeito paralisante. Enquanto MIriã não foi tratada o povo não pode avançar em direção a Terra Prometida. Esse é um dos efeitos do pecado, ele não só impede a quem erra, mas se estende atrapalhando a caminhada de quem se acerca de nós.
Além de opor-se ao líder levantado por Deus, Miriã ainda ancorado no deserto. Durante uma semana, eles ficaram impedidos até que fosse restaurada. O que mais nos preocupa com as “Mriãs” que existem em nosso meio é que, além de estarem leprosas, elas ainda fazem com que todo o grupo fique paralisado, sem poder entrar na terra da promessa.

CONCLUSÃO

Arão e Miriã jamais entenderam a posição que ocupavam, eles queriam caminhar paralelamente, fazendo divisão. Queriam ter honra própria, mas enveredaram pelo caminho errado. Provérbios nos ensina que, diante da honra, vai a humildade, isso foi tudo o que lhes faltou. A rebelião tem raízes no próprio Satanás, pai de todas as rebeliões (1Sm 15.23).

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 8 - Revista da CPAD


O Poder de Jesus Sobre a Natureza e os Demônios

24 de Maio de 2015

TEXTO ÁUREO
“E disse-lhes: Onde está a vossa fé? E eles, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros: Quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?” (Lc 8.25).

VERDADE PRÁTICA
Ao mostrarem o poder de Jesus sobre as forças naturais e sobrenaturais, as Escrituras sublinham sua natureza divina e identidade messiânica.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

22 — E aconteceu que, num daqueles dias, entrou num barco com seus discípulos e disse-lhes: Passemos para a outra banda do lago. E partiram.
23 — E, navegando eles, adormeceu; e sobreveio uma tempestade de vento no lago, e o barco enchia-se de água, estando eles em perigo.
24 — E, chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança.
25 — E disse-lhes: Onde está a vossa fé? E eles, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros: Quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?
35 — E saíram a ver o que tinha acontecido e vieram ter com Jesus. Acharam, então, o homem de quem haviam saído os demônios, vestido e em seu juízo, assentado aos pés de Jesus; e temeram.
36 — E os que tinham visto contaram-lhes também como fora salvo aquele endemoninhado.
37 — E toda a multidão da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles, porque estavam possuídos de grande temor. E, entrando ele no barco, voltou.
38 — E aquele homem de quem haviam saído os demônios rogou-lhe que o deixasse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
39 — Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos os relatos que mostram o poder de Jesus sobre as forças da natureza e, também, sobre os demônios. Até aqui os discípulos já tinham visto Jesus curando doentes e libertando pessoas oprimidas pelo Diabo. Todavia, eles ainda não haviam visto o Mestre dominando as forças da natureza, nem tampouco alguém que andava nu e vivia nos sepulcros ser devolvido ao seu convívio familiar.
Estes fatos ocorreram quando Jesus acalmou uma tempestade e libertou o endemoninhado gadareno. Em ambos os relatos, vemos as manifestações do poder e da misericórdia de nosso Senhor, que sempre procurou o bem do homem, nem que para isso fosse necessário repreender as leis físicas do Universo ou quebrar o poder de Satanás.

I. JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS

1. Poder sobre a natureza.
Até este ponto, Lucas já havia mostrado Jesus exercendo poder sobre demônios e enfermidades (Lc 4.31-44). Agora, ele o mostra exercendo o seu poder sobre as forças da natureza (Lc 8.23-25).
A tempestade surge, aqui, como uma força impessoal revelando que a harmonia original da criação se perdeu. Nesse momento, ela se levanta como uma força poderosa que precisa ser detida. Ao receber a voz de comando do Filho de Deus, as forças descontroladas da natureza param. Jesus põe ordem no caos. A cena foi tão dramática para os discípulos, que arrancou deles a pergunta: “Quem é este que até aos ventos e a água manda?”.

2. Poder sobre os demônios.
Se a natureza é uma força impessoal, o mesmo não pode se dizer do Diabo. A Bíblia mostra que ele é um ser pessoal, isto é, dotado de personalidade. Jesus e seus discípulos tiveram que enfrentá-lo muitas vezes. Ainda quando descrevia o relato da tentação de Cristo, Lucas informa que Satanás ausentou-se de Jesus “por algum tempo” (Lc 4.13). Jesus derrotou o Diabo na tentação do deserto, mas depois disso teve outros embates com ele. De fato, a Escritura registra vários casos de pessoas oprimidas e possessas de demônios que tiveram um encontro com Jesus e seus discípulos (Lc 4.33-37,41; 6.18; 7.21; 8.27; 9.39; 10.17-19; 11.14; 13.11). Em todos os casos, tais pessoas foram libertas e Satanás derrotado.

II. JESUS E A REALIDADE DOS DEMÔNIOS

1. Uma realidade bíblica.
A Bíblia desconhece a ideia de um Diabo mitológico ou que é um produto da cultura humana. Nas Escrituras, Satanás e seus demônios são mostrados como seres reais. Uma das mais poderosas armas usadas pelo Diabo é tentar mostrar que ele não existe. A Bíblia, no entanto, trata Satanás e seus demônios como seres dotados de pessoalidade. O próprio Cristo enfrentou pessoalmente Satanás no deserto e o derrotou (Lc 4.1-13). Jesus também revelou que o Diabo possui um reino e que trabalha de forma organizada (Lc 11.18). Tal reino é tão “organizado” que o apóstolo Paulo mostra que esse reino maligno está organizado de forma hierárquica (Ef 6.10-12).

2. Uma realidade experimental.
Na Palestina do primeiro século, a presença de pessoas oprimidas ou possuídas por demônios era uma realidade do dia a dia. No Evangelho de Lucas, encontramos dezenas de textos mostrando essa verdade (Lc 4.41; 6.18). Lucas diz que Jesus curou muitos de moléstias (Lc 7.21). Além disso, registra ainda que Jesus repreendeu espíritos imundos (Lc 9.42); e que via a queda de Satanás em cada demônio que era expulso (Lc 10.17,18). À luz da Bíblia, não há, pois, como negar a realidade dos demônios.

III. JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS

1. Jesus e a oposição dos demônios.
O caso da libertação do endemoninhado, que ocorre logo após Jesus acalmar a tempestade, é um dos muitos relatos que mostra como os demônios entraram em rota de colisão com Jesus: “Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me atormentes” (Lc 8.28), disse o espírito maligno. Isso era esperado que acontecesse por causa da própria natureza da missão de Jesus, que é destruir as obras do Diabo (1Jo 3.8). Essa missão também foi confiada aos seus discípulos (Mt 10.1; Lc 9.1) e posteriormente posta em prática por sua igreja (At 5.16; 8.6,7).

2. Jesus e a libertação de endemoninhados.
Quando questionado sobre ter curado no sábado uma mulher com um espírito de enfermidade, Jesus respondeu: “E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás mantinha presa?” (Lc 13.16). O verbo grego traduzido como “libertar” é luo, e significa, nesse contexto, “livrar de laços”, “desamarrar”, “tornar livre”. Jesus veio para libertar os cativos do Diabo. Essa libertação é, também, tida como uma cura ou livramento do poder do mal (Lc 6.18). A palavra “curados” traduz o grego therapeuo, de onde vem o vocábulo português terapia, e significa “sarar”, “curar”, “restaurar a saúde”. Ao libertar dos demônios, Jesus trata, também, de todos os efeitos colaterais (Lc 10.19).

CONCLUSÃO
Quer as forças descontroladas sejam pessoais ou impessoais, Jesus possui poder sobre todas elas. Em um mundo que nos parece inóspito, onde forças sobrenaturais se mostram maiores do que nós, temos a confiança que Deus está no controle de tudo.

sábado, 16 de maio de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 2º Trimestre de 2015


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ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 7 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 7
(Revista: Central Gospel - nº 42)

Tema: O DECLÍNIO E A DIVISÃO DO REINO ISRAELITA

Texto Áureo: 1 Reis 11.11
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição mostre como é possível ao mais sábio a queda, para que todos saibam como vigiar pela sua vida espiritual.
- “continuidade à dinastia”, quer dizer que ele sucedeu seu pai, mantendo o nome da família no poder, essa era uma das grandes preocupações de um rei quando chegava a velhice.
- “prelúdio”, é o início do fim da história, aqui o fim da história do governo de Salomão. Assim como o homem mais forte terminou a carreira em desgraça, o homem mais sábio não a conclui em melhores condições, o que mostra que não adianta nem força e nem sabedoria, mas que se obedeça ao Senhor.
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1. SALOMÃO TORNA-SE REI
- “regras convencionais”, se refere à regra da sucessão real, na qual o filho mais velho deve tem o direito a herança e no caso da coroa real segue o mesmo princípio.
- “ensinar aos hebreus que Ele é o Rei”, mostrar que Ele é soberano e que Israel e o mundo inteiro está de pé por permissão Dele. Deus não vê como vê o homem.
- “de seu filho com Bete-Seba”, da que tinha sido mulher de Urias, por mais que a união de Davi com ela tenha sido vergonhoso para a nação, foi aí que Deus levantou um rei para o Seu povo. Deus sempre surpreende a todos.
- “instruindo-o”, Salomão assentou-se no trono, com Davi ainda vivo 1 Cr 29.23, isso era algo raro e uma tremenda alegria ao coração de Davi.

1.1.  A pergunta de Deus e a resposta de Salomão
- “A resposta de Salomão”, o que agradou a Deus foi que Salomão não pensou em si mesmo, ele não pediu sabedoria para ficar mais esperto do que todos, mas ele pediu a sabedoria para guiar o povo, ele pensou no povo de Deus. Assim Deus se agrada daqueles que pensão no seu povo, recomende a seus alunos, quando orar para que orem pelo povo de Deus antes mesmo de pedir coisas para si. FAÇA ISSO TAMBÉM PROFESSOR, EU TAMBÉM FAREI.
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2. O TEMPLO DE DEUS
- “ficou incumbido de edificar o Templo”, mais honroso do que ser o mais sábio seria o título de edificador do Templo de Deus, que ficaria conhecido como o Templo de Salomão, assim como a Lei se chama até hoje como a Lei de Moisés. Salomão deixaria um legado.

2.1. Uma habitação para o Senhor é erigida
- “fora projetado por Davi”, muito normal, pois Davi era homem segundo o coração de Deus e alguém assim sempre valoriza as coisas de Deus e a Arca do Conserto estava em tendas desde o deserto do Sinai até aqueles dias. Davi não pode construí-lo, mas o Senhor aprovou o projeto. Professor(a), aconselhe seus alunos a terem um coração segundo o coração de Deus, assim todos seus projetos serão abençoados e serão concluídos por seus filhos e netos, ISSO NÃO É UMA BENÇÃO?
- “mesmas funcionalidades”, Davi entendeu que a ideia para o Tabernáculo foi dada por Deus, então o Templo de Deus deveria ser a partir de uma ideia Dele.

2.2. O Templo é inaugurado
- “colocaram a Arca no Santo Lugar”, segundo o texto que está aí na referência, a Arca foi colocada no Santíssimo Lugar, também conhecido como o Santo dos Santos. O Santo Lugar era uma divisão do Templo antes do Santíssimo Lugar. O comentarista deve ter se equivocado. ISSO ACONTECE.
- “removê-los daquela terra”, isso mostra que só quem pode tirar nossas bênçãos é Deus e nós mesmos.

2.3. Deus não habita em Templos feitos por mãos de homens
- “manteve a promessa de Sua presença”, Deus ouvia as orações do povo e dos sacerdotes que se faziam ali, mostrando que Ele honrou a casa e o povo.
- Na verdade o que o Senhor queria mesmo era habitar dentro de algo que Ele mesmo criou, que Ele mesmo construiu, o homem. Hoje a casa de Deus é no coração humano onde Ele habita por meio do Espírito Santo e isso foi conquistado por Jesus na cruz.
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3. VAIDADE DE VAIDADES
- “representantes do governo divino”, Israel tinha os oráculos de Deus, era a revelação de Deus para o mundo.
- “princípios e condutas”, ninguém pode viver sem regras, nem mesmo os reis. Todo homem que se acha livre de vigilância e fiscalização acaba arruinando tudo que tem e os reis deveriam ter essa consciência.

3.1. Uns confiam em carros e cavalos
- “importou muitos carros e cavalos”, professor(a), leia a referência para a classe para mostrar que Salomão não caiu de repente. Antes de sua queda seu coração já havia se exaltado e perdido a confiança em Deus.

3.2. Um homem de mil mulheres
- “desprezou o mandamento”, essas são as atitudes que antecedem a queda de grandes líderes, desprezar mandamentos sempre foi o princípio da derrota.
- “fê-lo ser influenciado”, alguns caem na ilusão de que nunca serão influenciados pelas amizades e namoros com aqueles que não professam a mesma fé.São mais os que se desviam com isso dos que os que se convertem.
- Salomão se tornou inclinado a sensualidade, isso venceu toda a sua sabedoria de homem de Deus. Estamos em um mundo de mensagens sensuais, e diante disso não adianta o muito conhecimento, o que precisamos é de prática de obediência e envolvimento com as coisas de Deus.

3.3. Abundância de ouro e prata
- “opulência de seu império”, sabemos que para isso ele começou a explorar as tribos em Israel. Gerando uma insatisfação que ficou para o seu filho Roboão resolver.

4. O ESFACELAMENTO DA NAÇÃO
- “depois da morte de Salomão”, note que ele já não viu o seu sucessor e tudo indica que ele não conseguiu prepará-lo para a difícil tarefa de liderar.
- “porção setentrional”, era a porção norte do reino, onde estava as outras dez tribos, sendo que Judá e Benjamim estavam mais ao sul.
- “aliviasse a carga tributária”, eles viram na troca de rei uma oportunidade de reivindicar numa causa justa.
- “administração própria”, nessa ocasião as tribos se separaram ficando dez tribos com Jeroboão no reino do Norte, denominado Israel e com capital em Samaria. O reino do Sul ficou com Roboão composto de duas tribos, denominado Judá e com a capital em Jerusalém. Hoje a nação de Israel é composta desse reino do Sul e das dez tribos do Norte sobraram apenas poucas famílias.

4.1. Um resumo da história
- “avaliou os diversos líderes”, nessas avaliações notamos que os reis de Judá revezaram entre os que agradaram a Deus e os que o despontaram, enquanto que os reis de Israel (Norte), todos desagradaram Senhor fazendo o que era mau aos Seus olhos.
- Houveram dois cativeiros: um foi do reino do Norte na Assíria 2 Rs 17.6 e o outro foi o do reino do Sul em Babilônia. 2 Rs 25.21 Sabemos que Judá voltou do cativeiro, mas o reino do Norte não voltou.
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CONCLUSÃO
- “contribuiu de forma negativa”, além de Salomão ter deixado um tremendo problema para Roboão resolver, ele também não foi capaz de instruir seu filho como Davi fizera com ele.
- “mais populares do mundo antigo”, a fama da sabedoria de Salomão ia a regiões muito distantes.
- Corrija o questionário e elabore o resumo.

Boa aula!

Marcos André – professor