ESTUDOS TEOLÓGICOS, INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA, ESBOÇO PARA AULAS DA ESCOLA DOMINICAL, ETC

____________________________________________________________________________________

terça-feira, 16 de setembro de 2014

VÍDEO DE PREGAÇÃO

Pregação ministrada no dia das mães na Assembleia de Deus Ministério Meritiense em São João de Meriti-RJ
video

Tema: O Voto de Ana - 1ª Parte

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 12 - Revista da Editora Betel


O Maior Legado de um Líder
21 de setembro de 2014



TEXTO AUREO
“Chamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de todo o Israel: Sê forte e corajoso; porque, com este povo, entrarás na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu os farás herdá-la”. Dt 31.7



VERDADE APLICADA

Não deixar um legado é como roubar o futuro da próxima geração. Líderes sem legado são líderes sem história.


TEXTOS DE REFERÊNCIA


Nm 27.15 - Então, disse Moisés ao Senhor:
Nm 27.16 - Ó Senhor, autor e conservador de toda vida, ponha um homem sobre esta congregação 
Nm 27.17 - que saia adiante deles, e que entre adiante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar, para que a congregação do Senhor não seja como ovelhas que não têm pastor.
Nm 27.18 - Disse o Senhor a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
Nm 27.19 - apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e dá-lhe, à vista deles, as tuas ordens.
Nm 27.20 - Põe sobre ele da tua autoridade, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.


INTRODUÇÃO

Um pai responsável sempre age pensando em deixar uma herança para seus filhos. Em relação à organização Igreja, um líder deve ver a si mesmo como um pai que busca deixar tesouros para seus filhos (2Co 12.14). Nós seres humanos fomos criados para reprodução (Gn 1.28). Nossa história não termina em nós, daí a necessidade de compreendermos o que significa deixarmos um legado para a posteridade.


1. Compreendendo um legado

Um líder sábio trabalhará pela sua igreja, departamento ou organização secular para que elas se mantenham depois dele, não se acabe quando ele sair ou venha a falecer. Todo líder cristão que tem Jesus como modelo procura deixar um legado. É claro que para que isso aconteça eficientemente não dependerá apenas do líder, mas de sua equipe, diretoria, e do próprio sucessor.


1.1. O que é um legado

Liderança é algo absolutamente pessoal. Ou se exercita ou se renuncia. Todavia, existe uma terceira coisa que pode ser feita, passá-la a um sucessor. Esse é realmente um dos maiores desafios de nossos tempos. O legado é uma herança que se deixa para alguém quando morre. Legado nada mais é do que deixar alguém pronto para dar seguimento ao que já estava sendo feito, para que tal coisa não seja desprezada e desapareça com o tempo. Todo líder de uma grande organização dirige com o hoje e o amanhã em sua mente. Jesus preparou seus discípulos não apenas para caminhar a seu lado, mas para dar seguimento ao que fazia quando partisse. Jesus não deixou templos nem riquezas para seus discípulos administrarem, mas deixou um pensamento e uma cultura que deveria ser compartilhada através deles e daqueles que a recebessem (Jo 17.20).


1.2. Líderes responsáveis pensam no futuro do povo

A única forma de desenvolver uma ampla liderança e fazer com que a formação de novos lideres faça parte da nossa cultura. Observe que a preocupação de Moisés não era ficar de fora da terra da promessa, sua preocupação era o que aconteceria ao povo, quem o sucederia, quem iria dar continuidade a partir dali (Nm 27.15-17). Líderes passam a visão para as gerações futuras. Por isso, é importante preparar alguém, porque a vida é breve, e a partida é sempre repentina. Qualquer líder que deseje ver sua organização progredir, deve estar disposto a pagar o preço para assegurar um êxito duradouro. Moisés pode partir em paz, porque sabia que Josué honraria seu legado. Mas será que o sacerdote Eli poderia dizer o mesmo? Fica aqui uma pergunta: líderes que não prepararam outros, viveram para quê?


1.3. Plante para o reino e o reino florescerá

Os líderes passam a compreender a importância de um legado quando são sucedidos por outros que afundam ou destroem aquilo que construíram com amor, suor e muitas lágrimas. Nessa hora a indignação toma conta da vida de um líder. Todavia, deveria pensar em uma coisa importante. Se realmente houvesse feito um bom trabalho naquela igreja ou organização, não importaria quem viesse liderar depois dele. Pois qualquer um que assumisse, estaria apto para levar adiante aquele propósito inicial. E aí que pecamos! Sabemos construir templos, sabemos reformá-los, dar-lhes dimensão e aparência. Mas, infelizmente, deixamos a desejar no tratamento de almas e morremos muitas vezes sem sucessão. Talvez essa reflexão nos faça compreender melhor o significado de um legado, e porque Moisés buscou a Deus pedindo um líder capaz (Nm 27.15-17).


2. O propósito de um legado

Somos capazes de descobrir quantas sementes existem em uma laranja, mas é impossível saber quantas laranjas existem em cada semente. Essa é uma descoberta de quem planta. O que seria das próximas gerações de árvores e de frutos se a semente não fosse plantada? Deixar um legado é exatamente isso, é plantar para que a próxima geração produza muito mais frutos que a anterior. É pensar na perpetuação da espécie. Para isso um líder precisa ser um catalisador. Vejamos:


2.1. Todo grande líder é um catalisador

Cientificamente, o catalisador é uma substância que afeta a velocidade de uma reação, mas emerge do processo, inalterada. O catalisador é um agente transformador que se mantém intocável no curso de sua função. É uma enzima que se reproduz sem nunca ser alterada. Ele é como a matriz de uma produção, que a partir dela tudo se reproduz. Ou seja, o catalisador utiliza o que já existe, precisando apenas do pouco para produzir bastante. Sem enzima catalista a reação biológica mais lenta levaria um trilhão de anos para entrar e um processo de transformação. O maior exemplo de líder catalisador é Jesus Cristo. Ele levou três anos e meio para formar doze pessoas. Nós levaríamos um milhão de anos para fazer o mesmo. E por quê? Por causa de nossa incapacidade de reproduzir. Os catalisadores formam sucessores e não seguidores. Eles não são influenciados, eles confrontam. Havendo catalisadores, ocorrerão mudanças e transformação.


2.2. Todo líder catalisador é como um pai

Um pai não cria filhos para si mesmo. Entenda! Não casaremos com nossos filhos, eles não viverão para sempre em nossa casa; um dia deverão seguir seus próprios destinos. Essa é a visão de um catalisador. Ele sabe que deve preparar alguém para alguém. O que esperamos de nossos filhos? O pai não deseja que seus filhos sejam como eles. Os pais trabalham no intento de que seus filhos avancem, progridam e alcancem degraus sempre mais elevados. Para isso devem lhes dar mantimento, vestimenta, educação e prepará-los para enfrentar os desafios da sociedade. Agora a pergunta é: fazemos assim com os nossos filhos espirituais? Cuidamos deles ao ponto de que possam assumir nosso legado e ir em frente? Investimos em vidas? Ou somente pregamos a Palavra achando que isso é tudo?


2.3. Todo líder catalisador é capaz de influenciar

Todo líder catalisador é influente. Ele não busca nada em outro lugar, ele influencia com o que existe em suas propriedades sem deixar que sua propriedade seja alterada. Jesus influenciou o mundo sem jamais ser influenciado. Jesus jamais precisou copiar o modelo de alguém. Ele era o verbo, a ação (Jo 1.1). O fato de saber que Ele habita em nós, nos dá a garantia de que temos em nós a mesma unção que estava sobre Ele. Não precisamos ficar imitando modelos, eles dão certo dependendo da visão, do local, e da pessoa a quem o Senhor quis se revelar. A maior descoberta está no potencial que existe dentro de cada um de nós. Infelizmente nos apaixonamos pelos nossos próprios métodos e modelos de culto. Achamos que estamos fazendo a obra, mas, na verdade, só estamos tendo enfado e cansaço. É tempo de criar! O potencial para criação já nos foi dado, e está vivo dentro de cada um.


3. Preparando um sucessor

Os filhos de Israel eram uma enorme congregação que já se contava aos milhões nos dias de Moisés. Sabendo Moisés que, por determinação divina, não duraria muito mais, tomou as providências no sentido de preparar um sucessor. Vejamos como agiu:


3.1. Toda sucessão exige orientação divina

É claro que, ao saber que não entraria mais na terra prometida, Moisés se entristeceu muito, afinal tinha investido toda a sua vida naquilo. Ele orou para que Deus reconsiderasse a sua determinação, mas ao contrário, Ele permaneceu irredutível e passou a orientar-lhe no que fazer. Sabiamente Moisés ora ao Senhor, autor e conservador de toda vida, para que desse um líder ao seu povo, para que não ficassem como ovelhas dispersas. Então, o Senhor Deus ordenou a Moisés que tomasse a Josué, filho de Num, homem em que há o Espírito. Evidentemente, que era o Espírito Santo e também alguém que já tinha afinidade com o espírito de Moisés.


3.2. Um sucessor deve ser fortalecido e legitimado

Uma das atitudes mais importantes para que Josué viesse a aceitar e a permanecer na liderança foi o seu fortalecimento. Deus diretamente ordenou que Moisés fizesse todo um trabalho para o estímulo de Josué. Ele deveria ser apresentado a Eleazar, o sacerdote e perante toda a congregação. Ao receber a imposição de mãos e as orientações diante de todos, Josué estava sendo legitimado como sucessor de Moisés (Nm 27.21-23). Todos a partir dali deveriam respeitá-lo de um modo diferente depois daquela legitimação. Não se sabe quanto tempo Moisés ainda viveu a partir dali, porém, tudo estava encaminhado agora. O exemplo de Moisés fala por si só e ensina qual é o procedimento correto nessa questão. Não precisamos ter que morrer para que se busquem, às pressas, alguém para substituir-nos, devemos também ter em mente a hora de passar o bastão.


3.3. Toda sucessão tem um tempo determinado

Todo líder que pensa no avanço e na progressão do Reino de Deus deve identificar a fase que está vivendo. Precisamos saber quando o tempo acabou, quando é a hora de parar, o momento de eleger alguém e o que Deus nos permite fazer ou não. Existem labores que a fase não nos permitirá fazer, porque não é o tempo, ou porque não seremos nós que iremos executar. Um grande exemplo para nós é Davi. Ele foi guerreiro, organizou os exércitos de Israel, fundou Jerusalém. Mas não pôde construir o templo. Não era sua fase. Isso era para Salomão, seu filho, executar. Davi só pôde ofertar e não construir. Mas ele desanimou? Não. Ele fez o que faz um bom líder. Ele proveu de tudo para o que vinha depois dele. Um bom líder não deixa dívida para o próximo. Dá-lhe meios para que execute.


CONCLUSÃO

Uma coisa deve ficar muito clara. O maior legado de um líder é trabalhar para que a igreja ou organização se mantenha depois dele, tendo a alegria e o zelo em preparar e deixar alguém que ame a Deus respeite o povo, e siga a visão deixada pelo seu legado.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

sábado, 13 de setembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 3º Trimestre de 2014



ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014

Clique em nossos anúncios e nos ajude a levantar alguma renda.
Cada clique que você dá nos anúncios, é uma pequena ajuda que somado com a ajuda de outros irmãos beneficiará o CLUBE DA TEOLOGIA, ajude-nos!

SE VOCÊ QUISER ABENÇOAR FAZENDO UMA SIMPLES DOAÇÃO DE QUALQUER VALOR: CLIQUE AQUI

AJUDE A DIVULGAR O CLUBE DA TEOLOGIA, NO INDIQUE NA SUA REDE SOCIAL. VAMOS ESPALHAR O CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS. 
E AJUDAR A LEVANTAR PROFESSORES CAPAZES DE CONDUZIREM OS ALUNOS AO APRENDIZADO.
COLABORE CONOSCO, DIVULGUE NOSSA PÁGINA
 MANDE ESSE LINK PARA SEUS CONTATOS NO FACE OU TWITTER OU WHATSAPP.

CONTAMOS COM VOCÊ.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 Revista da CPAD


AULA EM 14 DE SETEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 11
(Revista: CPAD)

Tema: O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus

Texto Áureo: Tiago 4.12
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição fale sobre relacionamentos sociais entre os irmãos na igreja.
- “relação social entre os irmãos”, relacionamento deles entre si, como um grupo social.
- “de maneira conflituosa”, em conflitos constantes.
- “de acordo com a soberana vontade de Deus”, se chama soberana porque não depende de ninguém Ele decide o que quer e quando quer. Nossa vontade deve estar de acordo com a Dele e não o contrário.
__________________________________________
1. O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ (Tg 4.11,12)

1.   A ofensa gratuita.
- “parece ser uma questão cultural”, talvez o comentarista quis dizer que esse tipo de comportamento está regulado pela educação que se aprende tanto dentro como fora da igreja. De fato existem alguns ímpios que se comportam melhor que alguns crentes nessa área.
- “insinuações maldosas”, é a pessoa falar algo e querer dizer outra coisa, grandes conflitos começam com insinuações assim.
- “agressões gratuitas”, interessante perguntar, o que significa “agressões gratuitas”? A resposta é, uma agressão em que o agressor não ganha nada em fazê-la.
- “contendas são como ferrolhos”, isso é um alerta para os crentes que receberam a missão de evangelizar, quer dizer que uma pessoa magoada é muito mais difícil de abrir o coração para Jesus.

2.  Falar mal dos outros e ser juiz da lei (Tg 4.11).
- “coloca-se como o juiz do outro”, se refere ao ato de tentar definir se tal irmão é espiritualmente correto ou não, se ele está na presença de Deus ou não. Existem muitos assim dentro das igrejas. Analisam a vida dos irmãos e tecem seus julgamentos em forma de comentários.
- “busca estabelecer condições para amar”, só amam os espirituais, e os não problemáticos e deixam de lado os mais inconstantes na fé. Lembremos que o Senhor Jesus nunca fez qualquer acepção de pessoas, mas lavou os pés dos doze apóstolos, inclusive  os de Judas.
- “numa posição de Juiz”, sabemos que o Senhor nos trata na posição de advogado 1 João 2.1, se Ele nos julgasse pelos nosso erros hoje, com certeza seriamos condenados.

3. O autêntico Legislador e Juiz pode salvar e destruir (Tg 4.12).
- “recorda do quanto somos pecadores”, às vezes o Senhor precisa nos lembrar disso. Às vezes nos vemos a ponto de cair nos pecados que condenamos nos outros. Devemos levar isso em consideração, somos tão fracos quanto todos os crentes.
_____________________________________________
2. A BREVIDADE DA VIDA E A NECESSIDADE DO RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DIVINA (Tg 4.13-15)

1. Planos meramente humanos (Tg 4.13).
- “daqui tantos anos vou fazer isso”, esse tipo de afirmação ocorre ainda hoje por força do hábito. As pessoas acabam se esquecendo de Deus e de Seu grande poder.
- “deve ser feito com a sabedoria do alto”, é a sabedoria que leva Deus em conta, considera a Sua vontade e Seu propósito.
- “tem de ser consultado”, os verdadeiros servos de Deus devem se ater a isso. Decisões como casamento, viagem, sociedade, proposta de emprego devem ser apresentadas aos pés do Senhor em oração e aguardar a resposta.

2.  A incerteza e a brevidade da vida (Tg 4.14).
- “é um vapor que aparece por um pouco”, essa conclusão se chega ao comparar a vida aqui com a eternidade. Perto da eternidade a nossa vida é pequenina.
- “ninguém tem a certeza do futuro”, por isso ninguém deve arriscar alto, investir em algo sem consultar ao Senhor, pois Ele é o único que conhece o futuro.

3.  O modo bíblico de abordar o futuro (Tg 4.15).
- “Após compreendermos”, isto é, após termos aceitado a Cristo e aprendido pela Palavra sobre sua vida e missão, então deveremos nos preocupar com a nossa conduta aqui.
- “a existência humana é finita”, o ser humano nessa forma atual (corpo,alma e espírito) terminará com a morte, permanecerá apenas a alma, essa é eterna.
- “transitoriedade”, é o mesmo que temporariedade, é algo passageiro.
- “Tal postura não é falta de fé”, existem alguns segmentos cristãos que afirmam que o crente deve determinar sobre os propósitos, e aqui o apóstolo manda colocar a condicionante “se”, se Deus quiser, se Ele permitir, se for da vontade do Senhor.
_________________________________________
3. OS PECADOS DA ARROGÂNCIA E DA AUTOSSUFICIÊNCIA DO SER HUMANO (Tg 4.16,17)

1. Gloriar-se nas presunções (Tg 4.16a).
- “presunção orgulhosa”, presunção é a pessoa pensar que é algo sem, no entanto, ser coisa alguma. É a pessoa presumir ser algo.
- “como se fosse possível deixá-lo fora do curso”, ninguém pode ignorar Deus, Ele está em todo lugar, e Sua mão age em tudo, nada acontece sem a permissão Dele.
- “Não sejamos presunçosos e arrogantes”, alguns crente acreditam que são tão fortes espiritualmente que desprezam os outros e agem com arrogância diante de Deus.

2. A malignidade do orgulho das presunções (Tg 4.16b).
- “a história do rei de Tiro.”, segundo os antigos teólogos essa passagem exemplifica a presunção no coração de Lúcifer e a sua queda. Quando um crente se apresenta de maneira arrogante, ele demonstra ter as qualidades de Satanás.

3.  Faça o bem (v.17).
- “não sermos apenas ouvintes, mas praticantes”, as doutrinas bíblicas não servem para coisa alguma se não forem praticadas. Quando alguém conhece muito da Bíblia, sem praticar o que sabe, essa pessoa usa seu conhecimento para debater e acusar, ficando arrogante e presunçoso.
- “pecado de omissão”, se omitir é deixar de fazer algo que deve ser feito.
- “perseverar em perseguir o alvo”, em todo o tempo a Bíblia nos exorta a sermos trabalhadores, esforçados e perseverantes. Fazer a vontade de Deus requer esforço.
_____________________________________
CONCLUSÃO
- “quase que naturais na atualidade”, quer dizer que atualmente essas coisas acontecem de forma quase natural. Existem pessoas que se comportam de forma arrogante como se isso fosse a coisa mais normal do mundo.
- “a vontade de Deus é sempre o melhor”, convém lembrar que os planos devem ser submetidos ao Senhor, devemos buscá-lo em oração para perguntar-lhe sobre nossas ações futuras. Qual direção e estratégias. Podemos e devemos elaborar estratégias, mas nunca podemos deixar Deus de fora delas.
- Professor(a) faça seu resumo e passe com a classe.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador

Boa Aula!

CAMPANHA DO CLIQUE

CONVIDO A VOCÊ A AJUDAR O CLUBE DA TEOLOGIA COM APENAS UM CLIQUE.
AS PROPAGANDAS DO GOOGLE QUE ESTÃO NO BLOG SÃO LIVRES DE VÍRUS E SE VOCÊ NÃO GOSTAR É SÓ FECHAR A JANELA QUE VAI ABRIR.
PEÇO A CADA UM QUE ENTRAR QUE DÊ DÊ UM CLIQUE APENAS, OK?