quarta-feira, 29 de junho de 2016

ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical Revista CPAD - 3º Trimestre de 2016 - JOVENS


Lição: 1 - 3º Trimestre
Data: 3 Julho 2016
Tema: Conhecendo o Livro de Isaías
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ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical Editora Betel - 3º Trimestre de 2016


Lição: 1 - 3º Trimestre - Editora Betel 
Data: 3 Julho 2016
Tema: Matheus: O Evangelho do Reino

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ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical da Editora CPAD - 3º Trimestre de 2016 - ADULTOS


Lição: 1 - 3º Trimestre
Data: 3 Julho 2016
Tema: O que é Evangelização
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 1 - Revista Editora Betel



Mateus: o Evangelho do Reino

3 de junho de 2016


Texto Áureo

E percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. Mateus 4.23


Verdade Aplicada
O evangelho de Mateus demonstra que o Senhor Jesus é o Rei prometido previsto no Antigo Testamento.

Textos de Referência.

Mateus 4.23-25
23 E percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.
24 E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe, todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos e ele os curava.
25 E seguia-o uma grande multidão da Galileia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia e de além do Jordão.

Introdução
Teremos ao longo desta primeira lição a fascinante oportunidade de estudar e meditar no evangelho de Mateus, também denominado: evangelho do Reino.

1. Quem foi Mateus?
Tradicionalmente, Mateus é o autor do primeiro evangelho do Novo Testamento, como se configura em nossas bíblias. Seu nome significa “dom de Deus”. Ele foi cobrador de impostos antes de se converter em discípulo do Senhor Jesus. Ele apresenta Jesus e Seus discursos da maneira mais pedagógica possível. O seu evangelho é o do Reino dos Céus.

1.1. Mateus, um coletor de impostos.
Mateus trabalhava na coletoria de impostos para o governo romano (Mt 9.9), um cargo publico. Por esse motivo, ele era chamado de “o publicano” (Mt 10.3). Devemos compreender que cobrar impostos para um império pagão e opressor era considerado ato de traição. Daí o motivo de os publicanos serem objetos de ódio dos judeus em geral. Mas, ao que parece, Mateus não era um publicano comum, pois logo que passou a seguir a Jesus Cristo muitos publicanos foram ouvi-lo com apreço (Mt 9.9-13).

1.2. Mateus, um dos doze apóstolos.
Ao atender o chamado do Senhor Jesus, Mateus veio a ser um dos doze apóstolos. Ele é citado em parceria com Tomé quando enviado a evangelizar “as ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10.3: Mc 3.18; Lc 6.15). Os evangelhos não demonstram grande participação de Mateus no dia a dia do ministério do Mestre. Isso, porém, não significa que ele não fosse participativo. Pelo que foi visto acima, ele conduziu várias almas ao Senhor Jesus, assim como Tomé, seu companheiro, que tinha vários condiscípulos (Jo 11.16). Originalmente, Mateus é chamado de Levi filho de Alfeu, no evangelho de Marcos e Lucas (Mc 2.14-17; Lc 5.27-31).

1.3. Mateus, um evangelho precioso.
Sem dúvida, o evangelho de Mateus é de inestimável valor. Não é à toa que o evangelho de Mateus foi aceito e popularizado pela Igreja Primitiva. O fato de o escritor ter pertencido ao grupo dos doze apóstolos, ser uma testemunha ocular de boa parte dos fatos e ter um estilo didático de escrever contribuiu para que essa obra fosse tão amplamente lida, aceita e amada. Alguns atestam que este evangelho fora primeiramente escrito em aramaico e depois traduzido para o grego. Infelizmente, hoje não restam documentos que comprovem isso. Todavia, o certo é que desde bem cedo a Igreja identificava o escrito como o “Evangelho de Mateus”.

2. As origens e o propósito do evangelho.
As questões apresentadas a seguir quanto ao Evangelho são esclarecedoras para o importante estudo das Escrituras Sagradas. Veremos que, embora em nossas bíblias o evangelho de Mateus seja o primeiro do Novo Testamento, ele não foi de fato o primeiro evangelho a ser escrito.

2.1. Data.
O evangelho de Mateus foi escrito depois do de Marcos. A data provável para que o evangelho de Marcos tenha sido escrito foi 50 d.C. ou pelo menos uma data antes do ano 60. Enquanto que o de Mateus foi escrito por volta de 70 d.C., logo após a queda do templo de Jerusalém. É importante compreender que essas datas não são categóricas, mas apenas aproximadas. Porém é levado em consideração vários depoimentos dos escritores dos primeiros séculos chamados de “pais da Igreja”. Mesmo assim, não se tem a certeza de em qual ano foi escrito este maravilhoso evangelho.

2.2. Destinatários.
O livro de Mateus foi escrito para a cristandade em geral, porém, quando o autor o escreveu, ele pensou primeiramente nos cristãos judeus, mas não deixou de fora os gentios, visto que a essa época o cristianismo já alcançara projeção no Império Romano a ponto de sofrer perseguição por parte de Nero. Se considerarmos o fato de que Mateus evangelizou prioritariamente os judeus após a ascensão do Senhor Jesus, o que, segundo alguns estudiosos, ele fez em um trabalho de quinze anos, não é de causar admiração que ele tenha escrito esse evangelho como um documento mostrando quem era Jesus de Nazaré.

2.3. O propósito.
O evangelho de Mateus cumpre vários propósitos simultaneamente, pois trata-se prioritariamente de um registro histórico do ministério do Senhor Jesus e em suas linhas o autor mostra que Jesus é o Rei e Messias prometido. Porém, a julgar o contexto em que foi escrito, pode-se concluir que este evangelho foi escrito para não ficar apenas na tradição oral, porque esta poderia sofrer alterações com o tempo e adquirir versões corrompidas da pessoa do Senhor Jesus, ou versões do propósito e de Seu trabalho profético e messiânico. Dessa maneira, o registro fiel e concatenado dessas coisas contribuiria no sentido de impedir tais deturpações até certo ponto, visto que não impediria o surgimento das versões irreais da pessoa de Jesus.

3. Características gerais do evangelho.
Vimos o cuidado de Mateus quanto a preservação dos fatos em torno da pessoa de Jesus. Mas, quem era Jesus e o que pretendeu? Outrossim, o que se destaca mais no evangelho de Mateus em relação a pessoa do Senhor Jesus? É o que veremos a seguir.

3.1. Contexto histórico inicial do evangelho.
O contexto histórico apresentado por Mateus para a pessoa do senhor Jesus situa-se no tempo de Herodes, o Grande (Mt 2.1). Nessa época, a política de Israel estava sob a sua responsabilidade, porém ele era rei vassalo de Roma, governada pelo imperador César Augusto, cujo nome verdadeiro era Gaio Júlio Cesar Otaviano. O Senhor Jesus nasceu num tempo chamado de pax romana (paz romana), porém Paulo trata essa época como “a plenitude dos tempos Deus” Gl 4.4).
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3.2. A apresentação de Jesus.
Nascido em Belém, mas morando em Nazaré, estava um jovem carpinteiro. Ele tinha vários irmãos e irmãs e vivia de maneira comum a seus compatriotas, até que, de repente, ele se destaca de todos. O moço da carpintaria desponta-se na região e em todo o Israel com uma sabedoria e milagres jamais vistos. Então, quem é Ele de fato? Enquanto Marcos procurou enfatizar o Jesus operador de milagres e Messias, Mateus em seu evangelho vai ressaltar os ensinos do Mestre Nazaré. Ele apresenta Jesus como o Messias da linhagem davídica que haveria de vir, o profeta maior do que Moisés.

3.3. Questões escatológicas.
O reino dos céus apresentado por Mateus tem dois aspectos gerais: o presente e o futuro. No aspecto futuro, descrito em Mateus 24, o seu propósito em mente ao narrar acontecimentos futuros é falar sobre a segunda vinda de Jesus. No denominado “o sermão do templo”, Mateus narra situações que já sucederam, como a queda do templo de Jerusalém e outras que ainda sucederão. Porém, toda a mensagem é em si uma advertência para que os discípulos estejam atentos, sempre em oração e vivendo em constante cuidado. Cuidado esse para que não fossem enganados e também cuidado consigo mesmos para que não se entregassem a todo o tipo de dissoluções.

Conclusão
O Reino dos céus é apresentado por Mateus de forma surpreendentemente didática, convincente e com ampla aceitação. Sem dúvida, trouxe um grande legado não só para a cristandade, mas ao mundo inteiro onde o evangelho chegou.

Questionário.

1. De que maneira o Senhor Jesus é apresentado por Mateus?

2. O que fazia Mateus antes de seguir Jesus?

3. O menino Jesus nasceu no tempo de que rei?

4. Qual era a profissão de Jesus?

5. Como é chamado o sermão profético de Jesus em Mateus 24?

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 1 - Revista da CPAD - JOVENS


Conhecendo o Livro de Isaías
3 de Julho de 2016


TEXTO DO DIA
“Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã” Is 1.18.

SÍNTESE
O povo de Deus havia se desviado da Lei. Então, Deus chamou Isaías para mostrar que seu julgamento estava às portas.

TEXTO BÍBLICO

Isaías 1.1-3,18-20,27-31.
1 — Visão de Isaías, filho de Amoz, a qual ele viu a respeito de Judá e Jerusalém, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá.
2 — Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu, ó terra, porque fala o Senhor: Criei filhos e exalcei-os, mas eles prevaricaram contra mim.
3 — O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, a manjedoura do seu dono, mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.
18 — Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.
19 — Se quiserdes, e ouvirdes, comereis o bem desta terra.
20 — Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada, porque a boca do Senhor o disse.
27 — Sião será remida com juízo, e os que voltam para ela, com justiça.
28 — Mas os transgressores e os pecadores serão juntamente destruídos; e os que deixarem o Senhor serão consumidos.
29 — Porque vos envergonhareis pelos carvalhos que cobiçastes e sereis confundidos pelos jardins que escolhestes.
30 — Porque sereis como o carvalho, ao qual caem as folhas, e como a floresta que não tem água.
31 — E o forte se tornará em estopa, e a sua obra, em faísca; e ambos arderão juntamente, e não haverá quem os apague.

INTRODUÇÃO
O profeta Isaías teve muita ousadia em sua atuação pública. Suas profecias eram majestosas e repletas de nobreza e beleza poética. Por isso, é um dos profetas mais lidos do Antigo Testamento e um dos que mais falou a respeito da vinda do Messias. Tal fato revela a importância que deve ser dada ao mesmo. Uma leitura atenta e cuidadosa do seu livro nos leva a perceber as implicações que esse profeta tem para os dias atuais. Assim, a obra desse profeta é considerada uma das mais grandiosas produções teológicas do Antigo Testamento. Sua mensagem é profunda e parte de alguém que conhecia profundamente o ambiente onde estava inserido, de modo que, tomado pela inspiração divina, foi muito claro e assertivo nas suas profecias, especialmente as que predisseram a vinda messiânica de Jesus Cristo. Sua pregação foi marcada por uma paixão sacerdotal, descrevendo Cristo com muita clareza, sendo por isso mesmo chamado de o evangelista do Antigo Testamento.

I. TEMA, DATA, AUTORIA E LOCAL

1. Tema.
Seu tema principal está relacionado às profecias da vinda do Messias, enfatizando a salvação recebida somente pela graça. O livro mostra ainda que Deus não permitirá a desobediência do povo da promessa e esta será tratada com a devida purificação através do sofrimento, primeiramente do próprio povo e vicariamente por intermédio de Cristo.Tal é a importância de Isaías que o Novo Testamento faz mais de 400 citações diretas e indiretas do livro.

2. Data.
O livro de Isaías começou a ser escrito provavelmente antes do ano 740 a.C. e foi terminado no ano 701 a.C., período este que corresponde ao tempo de ministério do profeta. Essas datas são aproximadas e levam em conta a morte do rei Uzias. Entretanto, outra possibilidade é que, como o livro possui três partes, a primeira delas tenha sido escrita de 740 a 698 a.C. e a segunda e terceira partes de 697 a 680 a.C., terminando no reinado de Manassés.

3. Autoria.
A autoria do livro é creditada a Isaías, cujo nome significa “o Senhor é salvação”. Bastante apropriado, pois esse é o tema da mensagem do livro. Em Israel havia várias pessoas com o nome Isaías, mas o autor é distinguido dos demais ao se apresentar como filho de Amoz (Is 1.1). Entre os profetas ele é considerado o maior, sendo chamado por alguns de rei dos profetas. Há uma tradição que afirma que Isaías era sobrinho do rei Amasias, portanto, de linhagem nobre e certamente vivia na corte real, desfrutando de alguns privilégios que lhe serviram de apoio para ter o amplo ministério que teve; mas o final de sua vida foi trágico; segundo a tradição rabínica, foi serrado ao meio durante o reinado de Manassés. Era casado com uma profetisa e teve dois filhos com ela (Is 8.3).

4. Local.
Como a maior parte do ministério do profeta se desenvolveu em Jerusalém, acredita-se que foi nessa mesma cidade que ele transformou suas profecias em textos.

Pense!
O profeta Isaías não fechou os olhos para a realidade de seu contexto. Será que temos os nossos olhos abertos para ver a realidade que nos cerca?

Ponto Importante
O livro de Isaías é um dos livros mais instigantes do Antigo Testamento, pois suas profecias e sua mensagem, apesar de serem endereçadas para um povo especifico entre 740 e 701 a.C, são sempre atuais diante da corrupção da humanidade.

II. OBJETIVOS DE ISAÍAS
Isaías queria mostrar que o julgamento de Deus estava às portas e seria terrível, mas, apesar disso, Deus levantaria um remanescente e dentre este um “rebento” e “um renovo que frutificará” (Is 11.1), referindo-se a Cristo.

1. Anunciar o juízo de Deus.
Israel e as nações vizinhas estavam em desacordo com os preceitos justos de Deus, ofendendo gravemente a santidade dEle; assim, se fazia necessário que o profeta denunciasse essa situação, embora ele não fosse ouvido com atenção, pois chegou a chamar o povo de surdo e cego (Is 42.18; 43.8). Mas era necessário que Deus, diante de sua justiça e misericórdia, fizesse o povo saber com clareza quais eram seus pecados e quais as consequências dessa desobediência.

2. Falar contra a falsa religião.
O povo de Israel estava sendo governado por alguns reis que desprezaram a Palavra de Deus. Embora alguns deles fossem bons, o povo estava corrompido. A eles se aliaram alguns sacerdotes cujo compromisso era apenas manter a religião institucional. Isso se fez refletir numa religiosidade vazia, hipócrita, ritualística e sem sentido espiritual para o povo, levando-os a se desviar dos caminhos do Senhor.

3. Denunciar a injustiça social.
O povo de Deus havia se tornado orgulhoso e egoísta como as demais nações. Isso fez com que os pobres dentre o povo fossem humilhados e explorados pelos ricos e pelos governantes (Is 10.2; 26.6; 32.7; 41.17), mas em contrapartida o Deus justo e misericordioso faria justiça ao pobre (Is 11.4), lhes daria alimentação e descanso (Is 14.30), lhes serviria de refúgio (Is 25.4) e seria portador de boas notícias (Is 61.1).

4. Anunciar a vinda do Messias.
Este é o objetivo mais importante de Isaías, porque diante da desobediência, aliada ao fato de que as pessoas não conseguiam encontrar o caminho certo para Deus, a única solução possível seria a vinda do Messias que, através do seu sofrimento, faria com que o povo se voltasse para Deus, “porque as iniquidades deles levará sobre si” (Is 53.11). A vinda do Messias aponta para o caráter misericordioso e redentor de Deus, mesmo sendo o povo rebelde. Por mais de dez vezes o profeta aponta para Jeová como o Redentor. O autor cita pelo menos dezessete profecias que se referem ao Messias vindouro. Isso demonstra a extraordinária unção do Espírito Santo sobre o profeta, fazendo-o prever o evento histórico mais importante da humanidade depois da criação: Cristo, o Redentor.

Pense!
O orgulho e o egoísmo são como um vírus que destrói a vida de muitos. Ser orgulhoso e egoísta é ir contra a lei do amor e do serviço, contra o fruto do Espírito Santo e contra o Reino de Deus. Seja um jovem livre disso!

Ponto Importante
O profeta Isaías teve um ministério ousado e corajoso em meio ao contexto político, social e religioso em que vivia. Entregou-se a Deus para enfrentar a dura missão de ser mensageiro da justiça, do julgamento do pecado e do anúncio da esperança messiânica ao seu povo.

III. CONTEÚDO DE ISAÍAS
Do capítulo 1 ao 39, o enfoque de Isaías é o juízo divino sobre Judá e Jerusalém e sobre as nações vizinhas por meio da Assíria. Na segunda e terceira parte do livro, do capítulo 40 ao 55 e 56 ao 66, respectivamente, Isaías se volta para a salvação do povo, depois da punição pelo pecado ao retornarem do cativeiro babilônico, escreve sobre a glória futura do povo de Deus por intermédio do Servo do Senhor, que é Cristo, que salvará seu povo através de seu próprio padecimento e triunfo.

1. Quem é o Deus de Isaías.
O profeta descreve o caráter de Deus (Javé) de maneira brilhante. Chama-o de Santo de Israel vinte e cinco vezes; Ele é o Salvador, relacionando essa palavra a redenção, livramento, justiça e juízo; Ele é o Redentor e o Único e Supremo Governante em contraste com outros deuses que nada são (Is 37.19); é Ele quem carrega e cuida do seu povo (Is 46.4) e faz novos céus e nova terra (Is 65.17; 66.22).

2. O Espírito de Deus.
Isaías é o profeta que mais fala sobre o Espírito de Deus no Antigo Testamento. A referência mais importante é quando afirma que o Espírito do Senhor (Javé) repousará sobre o “rebento de Jessé” (Cristo) com “o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is 11.1,2). Sendo a igreja corpo de Cristo, entende-se que essa descrição do Espírito do Senhor refere-se aos “dons” e “fruto” do Espírito (1Co 12.4-11; Gl 5.22). Há promessa de um derramamento tal do Espírito que “o deserto se tornará em campo fértil” (Is 32.15) e a Palavra do Senhor não se desviará dos convertidos nem de seus filhos (Is 59.20,21); o Espírito sobre Cristo “trará justiça às nações” (Is 42.1) e o “ungiu para pregar boas novas aos oprimidos”, “restaurar os de coração abatido”, “proclamar liberdade aos cativos e a pôr os presos em liberdade” (Is 61.1); e o Espírito do Senhor trará descanso ao seu povo (Is 63.14).

3. A santidade de Deus.
Por meio de suas profecias, Isaías quer denunciar os pecados do governo e do povo e levá-los ao arrependimento, mostrando que se isso não acontecesse calamidades viriam sobre todos. Essa exigência de Deus fica clara quando, ao ter um encontro com Deus e ver sua santidade, Isaías clama por purificação (Is 6). Isso mostra que, quando há arrependimento, Deus prontamente vem ao encontro do contrito como fez com o profeta, tirando a iniquidade e purificando o pecado (Is 6.7).

Pense!
O profeta anuncia que o Espírito Santo concede sabedoria, entendimento, conselho e fortaleza, conhecimento e temor do Senhor. O Espírito Santo pode capacitar qualquer jovem a ser cheio dessas qualidades, pois é desejo dEle habitar plenamente sobre seus filhos.

Ponto Importante
Na mensagem de Isaías, Deus manifesta sua graça ao povo. Os pecados já estavam sentenciados, todos mereciam o julgamento definitivo de Deus, mas ainda assim, o anúncio de julgamento é seguido de uma mensagem de esperança.

CONCLUSÃO
Viver em família é a mais emocionante aventura da vida. Conviver com pessoas diferentes e suportá-las em amor é, sem dúvida, um exercício extraordinário de fé e obediência.

HORA DA REVISÃO

1. Qual o tema do livro de Isaías?
Seu tema principal está relacionado às previsões da vinda do Messias.

2. Quais os objetivos do profeta em seus escritos?
Anunciar o juízo de Deus, falar contra a falsa religião, denunciar a injustiça social e anunciar a vinda Messias.

3. Qual a característica da falsa religião combatida pelo profeta?
Uma religiosidade vazia, hipócrita, ritualística e sem sentido espiritual para o povo, levando-os a se desviarem dos caminhos do Senhor.

4. Que tipo de pessoas injustiçadas o profeta tem em mente quando denuncia a injustiça social?
O pobre.

5. Qual a referência mais importante que Isaías faz sobre o Espírito do Senhor?
A referência mais importante é quando afirma que o Espírito do Senhor (Javé) repousará sobre o “rebento de Jessé” (Cristo) com “o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is 11.1,2).

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 1 - Revista da CPAD - ADULTOS


O que é Evangelização
3 de Julho de 2016

TEXTO ÁUREO
“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado [...]” Mt 28.19,20.

VERDADE PRÁTICA
Evangelizar é a missão mais importante e urgente da Igreja de Cristo; não podemos adiá-la nem substituí-la.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Marcos 16.9-20.
9 — E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
10 — E, partindo ela, anunciou-o àqueles que tinham estado com ele, os quais estavam tristes e chorando.
11 — E, ouvindo eles que Jesus vivia e que tinha sido visto por ela, não o creram.
12 — E, depois, manifestou-se em outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo.
13 — E, indo estes, anunciaram-no aos outros, mas nem ainda estes creram.
14 — Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.
15 — E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 — Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 — E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18 — pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.
19 — Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus.
20 — E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!

INTRODUÇÃO
Se não levarmos o Evangelho até aos confins da Terra, jamais seremos reconhecidos como discípulos de Jesus. Desde o início de seu ministério, Ele sempre fez questão de realçar a natureza evangelizadora de sua missão e da tarefa que nos confiou (Mc 16.15; Lc 8.1). Nenhum outro trabalho é tão importante e urgente quanto a evangelização.
A Igreja, por ser Igreja, não pode ignorar as exigências da Grande Comissão: evangelizar a todos, em todo tempo e lugar (Mt 24.14). A evangelização compreende, também, o discipulado, o batismo e a integração do novo convertido. Se crermos, de fato, que Cristo morreu e ressuscitou para redimir-nos do inferno, não nos calaremos acerca de tão grande salvação (Hb 2.3).
Aproveitemos todas as oportunidades para falar de Cristo, pois grande será a colheita de almas para o Reino de Deus.

I. EVANGELISMO E EVANGELIZAÇÃO
Evangelismo ou evangelização? Neste tópico, veremos que ambos os termos são igualmente corretos, pois a evangelização depende do evangelismo. Se este é a teoria, aquela é a prática.

1. Evangelismo.
É a doutrina cujo objetivo é fundamentar biblicamente o trabalho evangelístico da Igreja de Cristo, de acordo com as narrativas e proposições do Antigo e do Novo Testamentos (Gn 12.1,2; Is 11.9; Mt 28.19,20; At 1.8).
O evangelismo fornece também as bases metodológicas, a fim de que os evangelizadores cumpram eficazmente a sua tarefa (2Tm 2.15).

2. Evangelização.
É a prática efetiva da proclamação do Evangelho, quer pessoal, quer coletivamente, até aos confins da Terra, levando-nos a cumprir plenamente o mandato que Jesus nos delegou (At 1.8).
A evangelização não é um trabalho opcional da Igreja, mas uma obrigação de cada seguidor de Cristo (1Co 9.16).

II. POR QUE TEMOS DE EVANGELIZAR
Podemos apresentar pelo menos quatro razões que nos levarão a falar de Cristo a tempo e fora de tempo. A partir daí, não descansaremos as mãos até que o mundo todo seja semeado com a Palavra de Deus (Ec 11.6).

1. É um mandamento de Jesus.
Temos de evangelizar porque, acima de tudo, é uma ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19,20; Mc 16.15; Lc 24.46,47; At 1.8). Logo, não há o que se discutir: evangelizar não é uma obrigação apenas do pastor e dos obreiros; é um dever de todo aquele que se diz discípulo do Nazareno.
Aquele que ama a Cristo não pode deixar de falar do que tem visto e ouvido. Assim agiam os crentes da Igreja Primitiva. Não obstante a oposição dos poderes religioso e secular, os primeiros discípulos evangelizavam com ousadia e determinação (At 4.20).

2. É a maior expressão de amor da Igreja.
A Igreja Primitiva, amando intensamente a Cristo, evangelizava sem cessar, pois também amava as almas perdidas (At 2.42-46). O amor daqueles crentes não se perdia em teorias, mas era efetivo e prático; sua postura era mais do que suficiente para levar milhares de homens, mulheres e crianças aos pés do Salvador. A igreja em Tessalônica também se fez notória por sua paixão evangelística (1Ts 1.8).
Enfrentamos hoje uma crise econômica, moral e política muito séria, porém precisamos continuar evangelizando os de perto e os de longe.

3. O mundo jaz no maligno.
Implementemos a evangelização, pois muitos são os que caminham a passos largos para o inferno (1Jo 5.19). Diante dessa multidão, não podemos ficar indiferentes. Uns acham-se aprisionados pelas drogas. Outros, pela devassidão e pela violência. E outros, ainda, por falsas religiões. Precisamos evangelizar esses cativos. Somente Jesus Cristo pode libertar os oprimidos das cadeias espirituais (Jd vv.22,23).

4. Porque Jesus em breve virá.
Finalmente, empreguemos todos os nossos esforços na evangelização, porque o Senhor Jesus não tarda a voltar. Sua advertência é grave e urgente: “Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo 9.4). Sim, Jesus em breve virá. O que temos feito em prol da evangelização? Não podemos comparecer de mãos vazias perante o Senhor da Seara.

III. COMO EVANGELIZAR
A missão de pregar a todos, em todos os lugares e em todo tempo, inclui a evangelização pessoal, coletiva, nacional e transcultural. Neste tópico, destaquemos o exemplo de Cristo, o evangelista por excelência.

1. Evangelização pessoal.
Em vários momentos de seu ministério, o Senhor Jesus consagrou-se à evangelização pessoal. Na calada da noite, recebeu Nicodemos, a quem falou do milagre do novo nascimento (Jo 3.1-16). E, no ardor do dia, mostrou à mulher samaritana a eficácia da água da vida (Jo 4.1-24).
Neste momento, há alguém, bem pertinho de você que precisa ouvir falar de Cristo. Não perca a oportunidade e evangelize, pois quem ganha almas sábio é (Pv 11.30).

2. Evangelização coletiva.
Cristo dedicou-se também ao evangelismo coletivo. Ele aproveitava ajuntamentos e concentrações, a fim de expor o Evangelho do Reino. As multidões também precisam ser alcançadas com a pregação do Evangelho, para que todos ouçam a mensagem da cruz. Voltar à prática do evangelismo em massa é uma necessidade urgente.

3. Evangelismo nacional.
Em seu ministério terreno, Jesus era um judeu inserido na sociedade judaica, falando-lhes em sua própria língua. Sua identificação com a cultura israelita era perfeita (Jo 4.9). Ele não podia esconder sua identidade hebreia (Lc 9.53). Cristo viveu como judeu e, como judeu, morreu (Mt 27.37). Nessa condição, anunciou o Evangelho do Reino às ovelhas perdidas da Casa de Israel.

4. Evangelismo transcultural.
Embora sua missão imediata fosse redimir as ovelhas da Casa de Jacó (Mt 15.24), Jesus não deixou de evangelizar pessoas de outras culturas e nacionalidades. Atendeu a mulher siro-fenícia (Mc 7.26). Socorreu o servo do centurião romano (Mt 8.5-11). E não foram poucos os seus contatos com os samaritanos (Lc 17.16; Jo 4.9).
É chegado o momento de olharmos além de nossas fronteiras, ouvindo o gemido das nações, tribos e povos não alcançados.

CONCLUSÃO
Evangelizar é a missão de todo crente. Quer obreiro, quer leigo, ganhar almas é o seu dever. Na crise atual, muitos são os que, desesperados, buscam um salvador. Mas apenas a Igreja de Cristo pode mostrar o caminho da salvação. É hora de evangelizar e de fazer missões. Arranquemos as almas perdidas das garras de Satanás.

QUESTIONÁRIO

Qual a urgência máxima da Igreja?

Qual a diferença entre evangelismo e evangelização?

Por que devemos evangelizar?

Como devemos evangelizar?

Por que Jesus é o evangelista por excelência?

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