sábado, 27 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: Central Gospel - nº 47)

Tema: A REVOLUÇÃO INFORMACIONAL

Texto Áureo: Romanos 11.36
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- “confusão conceitual”, confusão de conceitos, sendo conceito a definição que damos a determinada coisa, a confusão acontece quando há vários conceitos sobre a mesma coisa.
- “em que há abandono de ideias”, ocorre quando se deixa o método ou sistema antigo e passa para coisas novas, novo método ou novas formas.
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1. HOMEM, UM SER SOCIAL
- “interação com nosso semelhante”, interação são as ações de se relacionar, quando alguém responde a uma pergunta, por exemplo, está interagindo.
- “nossa identidade pessoal e coletiva”, identidade é o que somos, como nós nos identificamos, somente interagindo é que teremos um perfil para sermos conhecidos, uma identidade.
- “tem sido benéfica ou maléfica?”, professor(a), deixe a pergunta ecoar, repita ela e veja se alguém quer expor algo sobre isso ou uma resposta.

1.1. Aspectos positivos e negativos das novas tecnologias da informação (TIs)
- “acesso a uma quantidade maior de informações”, antigamente para se transmitir uma foto pela internet era demorado, porém agora para se transmitir um vídeo já é bem mais rápido.

1.1.1. Aspectos positivos das novas TIs
- “verdadeira revolução-transformação”, vários aspectos da vida diária mudaram, hábitos inteiros sofreram transformação.
- “barreiras da distância e tempo”, podemos receber notícias sobre alguém com muito mais rapidez.
- “tornando a vida mais confortável e produtiva”, com essa tecnologia é possível economizar tempo e dinheiro com informações que antes só era possível se fossemos a algum local específico obter.

1.1.2. Aspectos negativos das novas TIs
- “pessoalizarem objetos”, tratar objetos como se fossem pessoas, como um pokemom, por exemplo.
- “coisificarem pessoas”, é tratar pessoas como se fossem coisas. A forma de algumas pessoas postarem comentários nas redes sociais demonstra bem como é isso.
- “facilitador de pecados secretos”, pecados praticados sem que ninguém esteja vendo, isso ficou extremamente facilitado com as novas TIs.
- “possível nas interações com outros”, aqui está se falando de adultério e fornicação, porém há o problema também da lascívia, pois há na internet milhões de sites pornográficos e páginas eróticas.
- “fala reflexiva”, é a fala onde se reflete no que está sendo falado, onde é passado algum conteúdo argumentativo, algo para se pensar.
- “fala informativa”, é a fala onde não se pensa no que está sendo dito, apenas se passa alguma informação.
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2. O CRISTÃO E A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES
- “não são boas nem más”, podem ser boas ou más, nós é que somos os falhos. Uma pessoa pode fazer uma bomba usando a internet, outra pode adulterar e acabar seu casamento e outro pode evangelizar alguém. O problema é que a mente humana é muito mais criativa para o mal.

2.1. O consumo de informações
- “revolução socio-política”, as pessoas passaram a ter expressão, a expressarem seus sentimentos. Hoje é possível encontrar artistas famosos debatendo questões importantes com pessoas do meio do povo através da rede social.

2.2. O uso das redes sociais
- “um grande desafio”, a internet trouxe facilidades de acesso ao pecado e isso para o ser humano corrompido pelo pecado original pode ser desastroso. Os sevos de Cristo precisam muito mais de jejum, oração e Palavra agora do que precisavam a vinte anos atrás.

2.2.1. A necessidade de ser reconhecido
- “querendo ser observados e aceitos”, percebe-se pelo comportamento na rede social, pessoas que postam suas vidas no Instagram ou Facebook ou Whatsapp.
- “tornando-se reféns de aplausos”, a natureza corrompida do ser humano trás dentro de si um descontrole do seu ego, quer dizer que se ele não vigiar pode acabar manifestando egocentrismo, soberba e outros problemas interiores. O detalhe é que as redes sociais auxiliam para que as pessoas percam o controle de seus egos.
- “quantos personagens”, ocorre quando a pessoa tenta se mostrar através de seus comentários e fotos ser algo que não são.

2.2.2. A necessidade de demonstrar felicidade
- “por que isso não parece ser suficiente hoje?”, se refere ao viver em contentamento. Porque as pessoas postam fotos o tempo todo de seus momentos felizes, como se fosse uma obrigação fazê-lo. Algumas pessoas documentam cada momento de seu dia a dia postando tudo nas redes sociais.
- “gloriar-se a respeito de suas fraquezas”, obviamente não precisa demonstrar também as fraquezas, o que se recomenda fazer é reduzir as postagens, não é recomendável postar tantas imagens acerca de tudo que se faz.
Talvez as pessoas atualmente se preocupem demasiadamente com o que as pessoas pensam delas.

2.2.3. Uma postura cristã equilibrada
- “demonizar as mídias sociais”, significa afirmar que as mídias sociais são do demônio.
- “analisássemos as intenções do nosso coração”, qual os motivos que nos levam a postar tal coisa. Cada um deve julgar a si mesmo antes de postar algo nas redes sociais.
- “uma realidade contrapõe-se a outra”, quer dizer que se o relacionamento é virtual então não pode ser relacionamento de verdade devido ao próprio pressuposto do relacionamento: interação,contato, troca, intimidade. Por mais que troquemos mensagens com alguém nada é mais forte do que um abraço, um olho no olho e uma boa conversa a sós.
- “ter a pretensão de viver nele”, algumas pessoas inclusive crentes, postam fotos e mensagens o tempo inteiro, alguns quando não saem de casa postam fotos de um passeio que fizeram a algum tempo.
- “para provocar ou afrontar alguém”, observamos postagens provocativas e soberbas, como se a pessoa tivesse entre inimigos. A pacificação passa longe de certos perfis nas redes sociais.
“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;” Mt 5.9
- “não pode ser dito olhos nos olhos não deve ser dito em lugar algum”, esse é um princípio ético que deve ser observado no meio do povo de Deus. Quando alguém posta uma provocação, até a pessoa visualizar, o negócio pode ter evoluído como uma bola de neve e grandes amizades podem se perder.
- “nem sempre falar tudo que se pensa”, a sinceridade só é uma virtude quando não for inconveniente, uma pessoa muito franca e sincera passa de mocinho a vilão em poucas palavras.
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CONCLUSÃO
- “solidão coletiva”, seria os indivíduos solitários vivendo em grupo, parece engraçado, mas é isso que significa.
- “assenhorando-se”, quer dizer se tornando senhor.
- “excesso de palavras vazias...que já não dizem coisa alguma”, veja esse texto:
“Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo.”, Mt 12.36
Palavra ociosa é a palavra que não produz nada, que não serve para nada, que se diz por dizer. É que as transmite muitas vezes nas redes sociais.
- Faça a revisão com a classe.
- Corrija o questionário.

Boa aula!


Marcos André – professor

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista CPAD - ADULTOS


AULA EM 28 DE AGOSTO DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: CPAD)

Tema: A Evangelização das Crianças

Texto Áureo: Mt 18.14
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), para esta lição recomendo que você analise se concorda ou não com o comentário da lição, não se esqueça de ler toda a lição e leve em consideração a fase da inocência, pois poderá surgir debates. Se você concordar passa a lição com convicção, caso não concorde, passe a lição de forma neutra, mostrando o que o comentarista afirma e caso haja debates se coloque em campo neutro.
- “Jesus referia-se também às crianças”, a partir do momento em que a benção é para as famílias, então inclui também as crianças.
- “perigos físicos, morais e espirituais”, perigos físicos são perigos que envolve o plano material, como a pedofilia, o estupro, o sequestro, o aliciamento para o crime ou uso de entorpecentes, etc. Perigos morais se referem aos ataques na esfera moral, onde as crianças são aliciadas a absorverem conceitos deturpados e pecaminosos, como ideologia de gênero, teoria da evolução, conceitos modernos de casamento, sexo e família,  etc. Perigos espirituais são os relacionados aos ataques no campo espiritual que tentam atingir as crianças através de mensagens satânicas subliminares ou não pela TV, jogos ou internet.
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I - A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE
- “sua condição diante de Deus em nada difere da posição de um pecador”, essa é uma afirmação geradora de polêmica, a classe poderá aceitar numa boa, como também poderá haver alguma opinião já formada a esse respeito. 

1. A criança é nascida em pecado.
- “todos os seres humanos vêm ao mundo na condição de pecadores”, a partir de Adão o pecado passou a todos os homens. Professor(a), um contra argumento aqui,  pois o pecado de Adão não joga o ser humano no inferno, o que joga o ser humano no inferno é o seu próprio pecado, veja Ez 18.4. E de acordo com o pastor John Piper todos serão responsabilizados pelo conhecimento que tiveram acerca de Deus conforme Rm 1.21
Veja: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.” Rm 1:21
Dessa forma as pessoas que não estão debaixo da Lei (como as crianças) serão julgadas por essa responsabilidade expressada aqui, porém as crianças até a fase da consciência não conseguem processar esse conhecimento.
- “Eis que em iniquidade fui formado”, a afirmação é de que a pessoa estaria em pecado por ter sido formada em pecado. Professor(a), nesse caso o contra argumento é de que Davi não está afirmando estar em pecado por ter nascido em pecado, mas ele apenas estaria afirmando participar de uma natureza pecaminosa como eu e você, e por isso ele é sujeito ao pecado que o levou a esse salmo.

2. A alma da criança está em perigo.
- “se não houvesse a possibilidade de os pequeninos se perderem?”, esse é um forte argumento de que as crianças podem perder a salvação, porém desde que já possuam a consciência do bem e do mal.

3. A questão da inocência. 
- “portador do pecado original”, é o pecado de Adão.
- “o pecado experimental”, é o pecado que se pratica de forma consciente, sabendo que errou.
- “a criança está na “idade da inocência””, ao que parece pode ocorrer até um pouco antes da adolescência, sendo que a adolescência ocorreria a partir dos 12 anos, seria então entre 9 e 12 anos, porém há crianças bem mais novas que conhecem mais sobre bem e mal do que muitos adolescentes.
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II - A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA

1. Os pequeninos creem em Cristo.
- “testemunha a capacidade de os pequeninos crerem”, quer dizer que demonstra como é possível as crianças creem em Jesus.
- “melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço”, o texto não só demonstra a capacidade das crianças em acreditar em Cristo, como também demonstra a grande gravidade do assunto.
- “Sua tenra idade, porém, não constituiu qualquer obstáculo”, demonstrando que o conceito de idade da consciência da criança é variável, algumas podem ser com oito anos, outras com nove.

2. As crianças das cartas bíblicas.
- “destinava-se também às crianças”, essas caras iam com a recomendação do apóstolo de que fossem lidas nas congregações, por isso ele passa mensagens para todos, inclusive para as crianças.
- “foram incluídas entre os santos e fiéis”, como a carta seria lida para toda a igreja, Paulo se imagina cumprimentando a todos, inclusive as crianças.

3. Outras crianças da Bíblia.
- “Timóteo era apenas um menininho quando aprendeu”, desde menino ele ia aprendendo as Escrituras, foi como semente no coração dele, assim também muitos pais fazem hoje, vai levando os filhos para a EBD, EBF (Escola B´blica de Férias) ou cultos de doutrina, assim as crianças vão aprendendo as sagradas letras.
- “tornando-se útil ao Reino de Deus”, Timóteo foi u grande nome no início da Igreja no mundo, atualmente grandes mestres, pregadores e missionários tiveram uma semente lançada na EBD quando eram crianças.
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III - COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS

1. Escola Dominical.
- “evangelização dos menores que viviam nas ruas da cidade”, naquela época as crianças trabalhavam nas fábricas a semana toda e nos domingos elas ficavam ociosas e por isso brincavam e faziam algazarras nas ruas da cidade. A ideia de Raikes era entreter aquelas crianças e deu certo. A primeira EBD foi em 20 de julho de 1870 na Inglaterra.
- “serviu de modelo ao serviço de ensino público”, a primeira Escola Dominical impactou a Inglaterra, mas muitos crentes hoje a rejeitam.
 
2. Alfabetização evangelizadora.
- “ensinava-as a ler e a escrever”, esse método de Raikes tem sido usado até hoje em países pelo mundo, alguns missionários ao chegarem em lugares onde não se pode pregar abertamente o evangelho, fazem trabalhos de alfabetização com crianças e por isso são permitidos nessas localidades.

3. Escola Bíblica de Férias.
- “Elisa Hawes”, era uma membro da Igreja Batista do bairro de epiphany na cidade de Nova Yorque.
- “reuni-las para ensinar-lhes a Bíblia”, a irmã Elisa Hawes alugou um local e pagou do seu próprio bolso por um período de seis semanas.
- “tomaram um novo rumo em suas vidas”, naquele ano foram ganhas 57 crianças.
- “Na evangelização das crianças, utilize a EBF”, esse trabalho desenvolvido principalmente nas igrejas Batistas é aberto aos filhos daqueles que não professam Cristo como salvador. Por isso é tão eficaz.

4. Evangelização infantil personalizada.
- “Cada criança deve ser conhecida por seu nome”, um trabalho de aproximação com as crianças da comunidade.
- “praças e outros logradouros”, avenidas, becos e travessas.
- “treine adequadamente a sua equipe”, é necessário que haja paciência com os pequeninos, pois nem todos são obedientes. Deve-se ter o cuidado de evitar o apego demasiado a uma determinada criança.
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CONCLUSÃO
- “conquista-se uma vida toda de realizações”, quer dizer que essa criança terá a vida inteira para trabalhar para o Reino de Deus. E quando se ganha uma criança, pode se ganhar também os pais.
- “em poder de uma cultura anticristã”, as coisas que se ensinam para as crianças na TV e até mesmo nos currículos escolares, colocam elas contra o Reino de Deus, por isso as igrejas devem ocupar esses espaços.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:

Conforme Romanos 3.23 e Salmos 51.5, qual a condição espiritual da criança ao nascer?
Ela é pecadora. Em consequência do pecado de Adão, todos os seres humanos vêm ao mundo na condição de pecadores.

Que versículo da Bíblia indica que a alma da criança está em perigo de perder-se?
“Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca” (Mt 18.14).

Como as crianças foram tratadas por Paulo em sua Carta aos Efésios?
Paulo inicia a Epístola aos Efésios saudando os “santos que estão em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus” (Ef 1.1). Ao final da carta, ele recomenda aos filhos que sejam obedientes aos pais (Ef 6.1). Logo, a mensagem do apóstolo destinava-se também às crianças que, na introdução da carta, foram incluídas entre os santos e fiéis.

Que autor sagrado mencionou o relacionamento dos pequeninos com Deus Pai? Cite referência.
Mateus 18.2-6 e Marcos 9.36.

De que forma podemos evangelizar as crianças?
Por meio da Escola Dominical, alfabetização evangelizadora, Escola Bíblica de Férias e evangelização infantil personalizada.

Pr Marcos André – professor
Boa Aula!


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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

AVISO - Sequência dos Esboços

QUERO AVISAR A TODOS OS PROFESSORES E ALUNOS QUE USAM O CLUBE DA TEOLOGIA, POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 9: 1º  BETEL - 2º CPAD - 3º CENTRAL GOSPEL 

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista Betel


AULA EM 28 DE AGOSTO DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: Editora Betel)

Tema: Cristãos Firmados na Rocha

Texto Áureo: 1 Co 16.13
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição busque conduzir os alunos na direção da prática cristã, ensinando que vida com Deus não se define dentro da igreja e sim fora dela.
- “que ouvem e praticam as palavras de Jesus”, com o advento da pós-modernidade, uma das coisas mais difíceis tem sido “ouvir e praticar a Palavra” de Deus, principalmente “praticar”.
- “Muitos podem se declarar cristãos”, existe atualmente o conceito de “crente nominal”, ou seja, aquele que se nomeia crente, que se diz crente, mas que no entanto tem praticas na sua vida diária que não condiz com essa afirmação que a pessoa faz de si mesma.
- “que representará uma concreta obediência”, é na prática que a pessoa mostra para Deus e para o mundo quem ela realmente é, dessa forma entendemos que o ser crente não se comprova dentro da igreja, mas sim, fora da igreja, fora da presença dos cristãos.
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1. O cristão e seus relacionamentos
- “na contramão da vontade de Deus, temos que viver as palavras”, se essa sociedade vive na contramão da vontade de Deus, e se nós estamos na direção dessa mesma vontade, então podemos dizer que estamos na contramão da sociedade. Crente que se encaixa bem nessa sociedade deve ter algo de errado em sua vida cristã.

1.1. O dever de aplicar a regra de ouro.
- “compreendam e apliquem a si a regra de ouro”, o nome é regra de ouro, porque parece ser uma regra máster, pois ela é o princípio de tudo que entendemos como ética.
- “a empregavam, porém negativamente”, empregavam afirmando o que não se pode fazer, e Jesus passa a empregá-la positivamente, afirmando o que se pode e deve fazer.
- “todos os homens amam a si mesmos e procuram o próprio bem”, com essa regra o Senhor procura despertar o bem nas pessoas a partir delas mesmas. Pois há um bem dentro de cada um, um espírito de vida da parte de Deus.

1.2. O resumo da Lei e dos Profetas.
- “Le os Profetas representam toda a Escritura”, mencionar “Lei e os Profetas” era uma forma de os judeus referenciarem todas as Escrituras inspiradas por Deus no Antigo Testamento.
- “Jesus chegou ao suprassumo”, quer dizer que Ele chegou ao ponto máximo dos ensinamentos.
- “um pagão foi ao sacerdote”, um pagão para o judaísmo é todo aquele que não é convertido à religião judaica. Para o catolicismo um pagão é aquele que não foi batizado pela igreja católica em águas. Para os cristãos evangélicos é todo aquele que não serve a Cristo.
Aqui é passada uma ilustração interessante, essa é uma parábola ilustrativa para explicar o conceito da regra de ouro. Cada cristão deve aplicar essa regra em sua vida, só assim ele conseguirá ser um crente verdadeiro.

1.3. O dever de escolher o que é bom.
- “sérias escolhas ao longo de nossas vidas”, pode-se afirmar que a vida é feita pelas nossas escolhas, pois o futuro vai sendo definido nessas escolhas.
- “facilidades que se frustram com o tempo”, às vezes escolhemos caminhos mais fáceis que não nos leva a nada. Ex.: uma pessoa pode escolher fazer uma faculdade e passar quatro anos de aperto e outra pode escolher fazer um cursinho de seis meses e passar esses quatro anos mais tranquilamente, porém no final dos quatro anos aquele que fez a faculdade tem muito mais chance de estar em uma posição melhor.
- “difícil no começo por exigir maior atenção e energia”, por estarmos na direção da vontade de Deus e na contramão do mundo, os caminhos de Deus são bem difíceis, é como alguém que nada contra a correnteza.
- “conduzem à vida eterna”, esses benefícios só experimentaremos no fina da carreira cristã, porém outros poderão ser sentidos aqui, como a paz com Deus, as bênçãos materiais e a salvação da nossa família.
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2. O cristão e os falsos profetas
- “cuidadosos quanto a quem irá influenciar nossas vidas”, os alunos devem meditar quem são os ministros e obreiros que eles admiram, como é a vida deles, se são pessoas de bem, pois a vida cristã não se resume a boas pregações e conhecimento, mas de prática.

2.1. Os falsos profetas e seus propósitos.
- “intenções e o que produzem são capazes de destruir”, em nosso tempo está repleto deles, geralmente são itinerantes, alguns sem igrejas, servindo apenas a ministérios particulares, alguns são cantores, pregadores, professores, profetas de monte, profetas de mesa de oração, profetas de ponto de pregação e por aí vai.
- “faz de tudo para não ser descoberto”, mantém uma capa, pois na maioria das vezes seus ministérios lhes dão bastante dinheiro e mídia.
- “mas eles buscam os rebanhos”, em nosso tempo eles amam os grandes púlpitos de grandes igrejas, amam os muitos aplausos e as muitas ofertas.
- “e com alianças depravadas”, alguns com associação com políticos, empresários ou com pastores inescrupulosos.
- “O falso não aceita tratamento”, o falso não aceita nem a sua crise, acredita estar tudo bem.

2.2. Como discernir um falso profeta?
- “sabem o que estão fazendo e por isso eles usam disfarces”, quer dizer que eles tem consciência de seus atos, na verdade eles não acreditam em Deus e nem no inferno.
- “para parecerem ovelhas”, para conseguirem seus objetivos eles precisam ser aceitos pelo povo de Deus e para isso eles tem que demonstrar a qualidade que os crentes mais veneram nos ministros, a humildade.
- “ou seja, por meio de virtudes”, porém para observar essas virtudes é preciso estar próximo a eles, não tem como observar um itinerante que chega em  nossa igreja recentemente, pois assim como para conhecer o fruto de uma árvore é necessário achegar-se a ela para colher o fruto, também para conhecer as virtudes de um falso profeta é necessário se aproximar dele ou falar com quem se aproximou. A liderança pode se empenhar nisso.
- ““acautelai-vos”, significa ser cuidadoso”, não se deve sair cedendo os púlpitos para aqueles que não conhecemos e não temos nenhuma informação a respeito.
- “trazer para perto”, é o exemplo para o que falamos sobre se aproximar da árvore para colher seu fruto.

2.3. O argumento dos falsos profetas.
- “Eles usam do engano, às vezes da força”, armam intrigas, denigrem disfarçadamente a imagem de bons líderes e demonstram muita prestatividade.
- “dos milagres para firmarem a sua autoridade”, querem mostrar para o rebanho que são enviados de Deus para com isso conduzir as pessoas a fazerem coisas impensáveis para eles.
- “perseguir os verdadeiros obreiros e humilhá-los”, eles na verdade se sentem ameaçados por esses obreiros e fazem de tudo para descredenciá-los diante da igreja.
- “facilmente são apanhadas na rede deles”, a falta de conhecimento da Palavra de Deus conduz a isso, infelizmente pouco se estuda a Bíblia nos dias atuais.
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3. O cristão e a firmeza espiritual
- “desenvolvê-la dia após dia em nossa caminhada”, o caminho para esse desenvolvimento é a vida devocional, a oração, a leitura da Palavra e o jejum.

3.1. Os momentos de provação virão.
- “como nos preparamos”, o que importa é a nossa resposta a essas provações e para que saibamos com agir precisamos estar preparados.
- “trabalhar com todo o cuidado na construção”, ou seja, no preparo, no tipo de solo, tipo de material a ser usado, etc.
- “para que ela resista às intempéries”, intempéries são eventos climáticos que ocorrem no meio ambiente como chuva, ventania, temporal, sol, etc.

3.2. Como age o homem prudente.
- “ele constrói sobre a rocha”, esse é o preparo espiritual, na vida espiritual é ter uma boa base de conhecimento, oração e prática devocional.
- “na prática, com persistência, erros e acertos”, o ideal seria aprendermos com os erros dos outros, porém algumas lições só aprendemos vivendo os erros, por isso de vez em quando o Senhor nos permite passar certos processos.
- “nos impulsiona ao aperfeiçoamento de nossa santificação”, não podemos julgar que alcançamos o fim de todo conhecimento e propósito na obra de Deus, sempre haverá algo a mais para aprendermos ou fazermos.

3.3. Como age o homem insensato.
- “Ele também sabe que não tem controle sobre o tempo”, apesar de ter o mesmo conhecimento do homem prudente, esse julga que os problemas não serão tão graves, ele tem um outra visão da situação.
- “porém não se prepara para as adversidades”, ele resolve se acomodar, pois é preguiçoso.
- “impede de avaliar o lugar correto”,esse tipo de coisa dá trabalho, comparando com a vida espiritual, esse preparo consiste em praticar a Palavra de Deus, e isso dá trabalho.
- “emprega os piores materiais possíveis”, e faz tudo de qualquer jeito para terminar rápido, assim é imprudente, ora de qualquer jeito, não se aprimora na leitura e faz um jejum qualquer.
- “que se formam em consequência dela mesma”, uma tempestade pode se prolongar ou passar rápido, como pode deixar marcas nos locais onde passa. As situações difíceis da vida cristã são parecidas, podem se prolongar e deixar marcas.
- “quando há negligência”, quando a pessoa se nega a fazer algo que deve ser feito, no caso aqui, a pessoa se nega ao preparo necessário na sua vida espiritual.

CONCLUSÃO
- “precisamos andar nesse caminho”, essa lição é um estímulo para vivermos o verdadeiro Evangelho, praticando os mandamentos de Jesus e sendo exemplo de servos de Cristo.
- “caminho preparado desde a fundação do mundo”, o plano da salvação estava traçado desde a fundação do mundo, pois Deus já sabia que o ser humano pecaria, por isso tinha preparado a vinda de Jesus nosso salvador.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. O que é estar firmado na rocha?
R: É ouvir e praticar as palavras de Jesus.

2. Qual é a regra de ouro?
R: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12).

3. O que é inevitável?
R: As provações (Mt 7.12).

4. Como age o homem prudente?
R: Sabe que não tem controle sobre o tempo, e, por isso, se prepara para as tempestades (Mt 7.24-25).

5.  Como age o homem insensato?
R: Não se prepara para as adversidades que vêm com o mau tempo (Mt 7.26-27).

Marcos André – professor

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 9 - Revista da CPAD - JOVENS


O sinal do Emanuel
28 de Agosto de 2016

TEXTO DO DIA

“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” Lc 1.35

SÍNTESE
O Emanuel, Deus conosco, é a maior prova de amor e cuidado de Deus para com seus filhos.

TEXTO BÍBLICO

Isaías 7.10-16.
10 — E continuou o Senhor a falar com Acaz, dizendo:
11 — Pede para ti ao Senhor, teu Deus, um sinal; pede-o ou embaixo nas profundezas ou em cima nas alturas.
12 — Acaz, porém, disse: Não o pedirei, nem tentarei ao Senhor.
13 — Então, ele disse: Ouvi, agora, ó casa de Davi! Pouco vos é afadigardes os homens, senão que ainda afadigareis também ao meu Deus?
14 — Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.
15 — Manteiga e mel comerá, até que ele saiba rejeitar o mal e escolher o bem.
16 — Na verdade, antes que este menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra de que te enfadas será desamparada dos seus dois reis.

INTRODUÇÃO
Uma das mais belas profecias de Isaías é a que ele aponta para o maior gesto de amor de Deus para com a humanidade: a vinda de Cristo ao mundo, o Emanuel, o “Deus conosco”. A profecia foi dada diante de um rei idólatra e desobediente, cujo povo seguia esse mesmo caminho, mostrando com isso que o amor de Deus transcende qualquer maldade e desobediência humana, levando-os a um lugar de arrependimento e cura de suas maldades e pecados. Ou seja, Deus em Cristo estava provendo meios de aproximar os pecadores a si, dando-se a si mesmo ao mundo, mesmo este não merecendo um gesto de tamanha graça. O Emanuel é aquEle que está perto e habita com os “que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito” (Sl 34.18), dando-lhes todas as promessas que dizem respeito aos escolhidos de Deus e a vida abundante, pois são cumpridas por meio de Cristo (2Co 1.20) e de seu sacrifício na cruz.

I. O CONTEXTO IMEDIATO DA PROFECIA MESSIÂNICA

1. A ameaça a Jerusalém.
A Síria e Israel (o Reino do Norte) haviam se unido para subjugar Judá e Jerusalém. O rei nessa época em Jerusalém (o Reino do Sul) era Acaz. Ele era idólatra, chegando a oferecer seus próprios filhos aos falsos deuses. Ele havia feito aliança com a Assíria (2Rs 16.7) para se proteger dos inimigos a sua volta por não confiar em Deus.

2. O medo do povo e do rei.
O rei Acaz entregou muitas riquezas do templo ao rei da Assíria para obter a proteção deste, pois a aliança síria e israelita lhes causou muito medo. Diante das ameaças, o rei e todo o povo ficaram apavorados e amedrontados (Is 7.2), e em vez de confiarem em Deus foram pedir socorro à Assíria. Foi aí que Deus enviou Isaías com a promessa de salvação, apesar da desobediência do rei.

Pense!
Às vezes, o medo gera em nós uma sensação de desamparo total. É nessas horas que o Deus Emanuel se torna manifesto. Ele nunca desampara os seus filhos durante as situações de angústia ou adversidades profundas.

Ponto Importante
Além da profecia messiânica do Emanuel que se cumpriria em Cristo, havia nessa profecia de Isaías um sentido imediato, um livramento que Deus estava dando para o povo naquele momento da história.

II. O SINAL DO EMANUEL

1. O contexto da profecia.
Como com outras profecias de Isaías, aqui também se aplica o princípio de que a profecia estava sendo predita para o presente, mas um sentido muito mais abrangente e profundo do que as pessoas da época poderiam enxergar. Ao falar com o rei Acaz sobre o filho que nasceria, o profeta Isaías estava se referindo também ao que foi cumprido nos Evangelhos, quanto ao nascimento de Jesus (Mt 1.22-23).

2. O significado do Emanuel.
Emanuel, no hebraico, é a junção de dois termos — immánu, que significa “conosco”, e El, que significa “Deus” ou “Senhor”, literalmente “conosco [está] Deus”. Jesus não somente foi homem, mas estabeleceu morada entre os homens. Essa atitude de Jesus demonstra o imenso amor de Deus para com a humanidade perdida, que de outra forma jamais entenderia esse amor. Ele se tornou como um de nós e nos amou para que nós o amassemos e fôssemos definitivamente dEle. Jesus não se chamava Emanuel como nome próprio, mas vários textos bíblicos apontam para Ele como sendo designado por esse nome como aquilo que Ele de fato é: Deus Conosco. Esse nome designa sua missão entre a humanidade de fazer Deus estar com a humanidade, de habitar entre os homens. Mostra a natureza divina do Filho de Deus como sua obra messiânica da graça, habitando entre os homens e ao mesmo tempo significando que “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9).

3. O Deus que se humilhou.
Ele é Deus infinitamente santo, em quem não há escuridão (1Jo 1.5), mas ao mesmo tempo assumiu a condição humana, com todas as suas contingências e dificuldades (Fp 2.7-8). Portanto, Deus não enviou o Emanuel contra nós, mas a nosso favor, demonstrando seu grande amor. Somente Deus pode tirar força da fraqueza. Deus enviou o Emanuel de uma mulher (nos tempos antigos era sinal de fraqueza) que conceberia sem ajuda de um homem (nos tempos antigos era sinal de força), para demonstrar que Deus ajudaria o homem enfraquecido pelo pecado e pela desobediência por intermédio de seu filho, Jesus Cristo, nascido menino, humano e de uma mulher. Tudo isso em contraste com o poderio do pecado, da maldade e da violência que domina o mundo.

Pense!
Deus assumiu a condição humana e por isso podemos extrair dois princípios fundamentais: Ele valorizou a humanidade e ensinou o que é ser verdadeiramente humano segundo a sua vontade.

Ponto Importante
Emanuel, no hebraico, é a junção de dois termos — immánu, que significa “conosco” , e El, que significa “Deus” ou “Senhor”, literalmente “conosco [está] Deus”.

III. DEUS ETERNAMENTE CONOSCO

1. Ele esteve com Israel.
Apesar de todos os problemas que o povo de Deus teve para permanecer fiel à aliança, com tantas oportunidades que tiveram de experimentar sempre de novo a misericórdia e bondade do Senhor e reiteradamente optarem pela desobediência, Ele permaneceu fiel à aliança com Israel, mesmo quando estavam no cativeiro. O povo quase foi dizimado, mas Ele prometeu que um resto, um remanescente que “brotará do tronco de Jessé” (Is 11.1), simbolizando o Messias, o Emanuel, que sobreviveria a todas as destruições e catástrofes. Portanto, apesar de não merecerem, Ele cuidou e esteve com seu povo por amor a toda a humanidade (Jo 3.16). Cristo foi a realização do pacto de Deus com Israel: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros [...]” (Is 9.6).

2. Ele está conosco.
No Emanuel se cumpriram todas as profecias bíblicas sobre a vinda do Messias. Ele é o Cristo enviado de Deus para salvar a humanidade sofredora. O Emanuel é a garantia de que, assim como foi com o povo de Israel, Ele também está conosco, como prometeu (Mt 28.20). Assim se cumpre em nós a promessa messiânica de que Ele de fato estaria conosco. O apóstolo João escreveu que “e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14). O verbo “habitar” utilizado por João tem o mesmo sentido que o Emanuel utilizado por Isaías, ou seja, Deus agora habita definitivamente entre seu povo por meio de Cristo e de seu sacrifício na cruz (Rm 8.11).

3. Ele estará conosco.
A presença do Emanuel não foi somente uma realidade passada ou é no presente, mas é a garantia de que também no futuro, e para todo o sempre, o Senhor estará entre seu povo, não apenas espiritualmente e de forma limitada pelas contingências humanas, mas também com toda a sua força e esplendor (Ap 21.3).

Pense!
Se Deus é presente conosco, isso implica que devemos ser imitadores de seu caráter. Devemos também ser uma igreja de jovens que estão uns com os outros. Emanuel também significa comunhão.

Ponto Importante
A teologia do Emanuel pode ser entendida de três formas básicas: Ele esteve com o povo de Israel, Ele está com a Igreja ao longo da história, e por fim Ele estará plenamente com todos os redimidos e salvos no Novo Céu e na Nova Terra.

CONCLUSÃO
O nascimento de Jesus traz consigo todo o cumprimento das profecias messiânicas, desde os livros de Gênesis até Zacarias, em número de mais de trezentas delas. Portanto, o Emanuel traz uma carga divina tão grande que alcançou seu cumprimento salvífico em Israel e em toda a humanidade carente de Deus. Mas a maior garantia de sua vinda ao mundo é que Ele continua conosco e estará por toda a eternidade, quando seremos levados para junto dEle.

HORA DA REVISÃO

1. Quais eram os países que ameaçavam invadir Jerusalém quando Isaías fez a profecia do Emanuel?
Israel (reino do Norte) e a Síria.

2. Por que Acaz fez aliança com a Assíria?
Porque não confiava em Deus e estava tomado de incredulidade.

3. Qual o sinal que Deus deu ao profeta de que o menino que nasceria era o Emanuel?
Que uma virgem daria à luz um menino.

4. Qual o significado de Emanuel?
Deus conosco.

5. Que promessa o Emanuel fez em Mateus 28.20?
“Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 9 - Revista Betel


Cristãos Firmados na Rocha
28 de agosto de 2016


Texto Áureo
“13 Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos”. 1Co 16.13


Verdade Aplicada

Ouvir e praticar as palavras do Senhor Jesus Cristo são os dois pilares de um cristão autêntico.

Textos de Referência.


Mateus 7.24-27
24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26 E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.
27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.

Introdução

Cristãos firmados na rocha são aqueles que ouvem e praticam as palavras de Jesus. Muitos podem se declarar cristãos, porém é a prática das palavras de Jesus que representará uma concreta obediência a Deus.

1. O cristão e seus relacionamentos.

Se quisermos impactar a sociedade, que vive na contramão da vontade de Deus, temos que viver as palavras de Jesus Cristo. Deus quer levantar um grande exército de salvos, mas precisamos viver em união e amor verdadeiro.

1.1. O dever de aplicar a regra de ouro.

Para se ter uma sociedade e família melhor, faz-se necessário que os indivíduos que nela vivem compreendam e apliquem a si a regra de ouro. Mas o que vem a ser isso? Observemos as palavras do Senhor Jesus: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12). Na verdade, esta regra já existia e os rabinos a empregavam, porém negativamente: “Não faça a outros o que você não gostaria que fizessem a você; esta é toda a Lei, veja bem e continue aprendendo-a”. Em geral, todos os homens amam a si mesmos e procuram o próprio bem. Assim como fazem o bem a si mesmos devem fazer ao semelhante.

1.2. O resumo da Lei e dos Profetas.

A Le os Profetas representam toda a Escritura divinamente inspirada. É notável que tudo isso possa resumir num só princípio: a regra de ouro. Ao enunciar tal coisa, Jesus chegou ao suprassumo de Seus ensinos. Certa feita, um pagão foi ao sacerdote e lhe disse: “ Estou disposto a me converter ao judaísmo caso seja capaz de me ensinar toda a Lei, enquanto eu me mantiver em um pé apenas”. O sacerdote o expulsou de sua casa. A seguir, o pagão foi a um sábio e lhe fez o mesmo desafio. Então ele lhe disse: “Não faça a outros o que você não gostaria que fizessem a você; esta é toda a Lei, veja bem e continue aprendendo-a”.

1.3. O dever de escolher o que é bom.

Todos nós estamos diante de sérias escolhas ao longo de nossas vidas. Há opção de facilidades que se frustram com o tempo e não correspondem a expectativa que Deus tem de nós. Existe, contudo, outro caminho, que é difícil no começo por exigir maior atenção e energia, e, pelo fato de ser estreito, este não frustra, mas corresponde a expectativa que Deus tem de nós. A porta e o caminho sempre serão estreitos, mas conduzem à vida eterna, mesmo que poucos passem por ele. Devemos escolher o que é bom, o que é moralmente correto, desprezando toda a crítica à nossa volta (Dt 30.15-16).

2. O cristão e os falsos profetas.

Além de fazermos boas escolhas, precisamos estar cuidadosos quanto a quem irá influenciar nossas vidas. Os falsos profetas sempre existiram. Eles são grandes atores com alguma liderança religiosa, mas como evitá-los?

2.1. Os falsos profetas e seus propósitos.

Os falsos profetas são pessoas que se declaram profetas, mas que a sua conduta, intenções e o que produzem são capazes de destruir o rebanho de Deus. Um pseudoprofeta é esperto e faz de tudo para não ser descoberto. Jesus nos adverte que tais pseudoprofetas têm visão ótima para identificar rebanhos e se dirigirem a eles. Não são os rebanhos que buscam, mas eles buscam os rebanhos e se assenhoreiam deles ilegitimamente, com base no engano, nos disfarces e com alianças depravadas. Devemos diferenciar entre um falso obreiro e outro que está passando por alguma queda. O falso não aceita tratamento e o outro é humilde e se submete à disciplina.

2.2. Como discernir um falso profeta?

Os falsos profetas sabem o que estão fazendo e por isso eles usam disfarces. Eles se fantasiam de piedade aparente para parecerem ovelhas, mas intimamente são lobos vorazes. Jesus disse que pelos frutos os conheceríamos, ou seja, por meio de virtudes. A vida cristã e sua liderança estão dia após dia demonstrando a sua originalidade, mas quem é falso profeta, pastor ou mestre não conseguirá esconder-se por muito tempo. Por isso é muito importante o que o Senhor Jesus disse: “acautelai-vos”, significa ser cuidadoso, prevenido. No grego, o termo é “prosecho”, que significa “trazer para perto”, como quem traz um navio à terra para o atracar, acompanhar com atenção.

2.3. O argumento dos falsos profetas.

Os falsos profetas, pastores e mestres costumam usar de vários artifícios para chegarem a liderar um rebanho de Cristo. Eles usam do engano, às vezes da força, mas também dos milagres para firmarem a sua autoridade sobre a congregação. Podem também usar uma combinação de tudo o que foi dito para atingirem o seu objetivo. Eles costumam perseguir os verdadeiros obreiros e humilhá-los, a fim de esconderem seus erros. Algumas pessoas que andam atrás do novo e desprezam suas congregações e pastores são presas fáceis. Os que procuram milagres, curas, libertações e profecias facilmente são apanhadas na rede deles. A atitude para com eles a fim de proteger o rebanho é confrontá-los e cortá-los como árvores inúteis (Mt 7.19).

3. O cristão e a firmeza espiritual.

A firmeza espiritual é imprescindível para atravessar toda a sorte de adversidade. Por isso, é necessário desenvolvê-la dia após dia em nossa caminhada espiritual. Mas como poderá um cristão sincero desenvolver firmeza espiritual?

3.1. Os momentos de provação virão.

As provações serão inevitáveis (Mt 7.27). A diferença reside no fato de como nos preparamos para quando elas chegarem. Jesus compara a firmeza de um fiel a Deus com a construção de uma casa. Qualquer pessoa que pretende se estabelecer definitivamente num lugar precisa trabalhar com todo o cuidado na construção de uma casa, para que ela resista às intempéries. 

3.2. Como age o homem prudente.

O homem prudente sabe que não tem controle sobre o tempo e então se prepara para as tempestades (Mt 7.24-25) Na construção de sua casa espiritual, ele constrói sobre a rocha um sólido alicerce e suas paredes de modo firme. Há coisas que só aprenderemos na prática, com persistência, erros e acertos, até, finalmente, tornamo-nos experientes como um sábio construtor. A graça de Deus nos impulsiona ao aperfeiçoamento de nossa santificação, mas nós temos que nos esforçar através da submissão prática, da meditação nas Escrituras, da oração perseverante e da vigilância constante.

3.3. Como age o homem insensato.

O homem insensato faz o contrário do homem prudente. Ele também sabe que não tem controle sobre o tempo, porém não se prepara para as adversidades que vêm com o mau tempo (Mt 7.26-27). Na construção de sua casa espiritual, ele a edifica como algo transitório. A preguiça lhe impede de avaliar o lugar correto de construir a sua casa. Ele também emprega os piores materiais possíveis, não pensando nas provações que poderão vir sobre si. Quando chega a tempestade, com seus ventos fortes, chuvas torrenciais e rios que se formam em consequência dela mesma, tal casa espiritual não resiste. Assim, perde-se tudo o que foi empregado. Ou seja, quando há negligência em praticar os mandamentos do Senhor Jesus, com a vigilância, com a oração e meditação na Palavra, não há vida espiritual que suporte. Muitos se afastam dos caminhos do Senhor porque não querem pagar o preço da renuncia.

Conclusão.

Mesmo que seja apertado e estreito, é extremamente importante compreender que, se quisermos vitória eterna, precisamos andar nesse caminho preparado desde a fundação do mundo, isto é, Jesus Cristo, a esperança da glória.

Questionário.


1. O que é estar firmado na rocha?
R: É ouvir e praticar as palavras de Jesus.

2. Qual é a regra de ouro?

R: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12).

3. O que é inevitável?

R: As provações (Mt 7.12).

4. Como age o homem prudente?

R: Sabe que não tem controle sobre o tempo, e, por isso, se prepara para as tempestades (Mt 7.24-25).

5. Como age o homem insensato?

R: Não se prepara para as adversidades que vêm com o mau tempo (Mt 7.26-27).

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 9 - Revista da CPAD - ADULTOS


A Evangelização das Crianças
28 de Agosto de 2016




TEXTO ÁUREO
“Assim também não é vontade de vosso Pai, que estás nos céus, que um destes pequeninos se perca” Mt 18.14

VERDADE PRÁTICA
A evangelização das crianças é urgente, porque delas dependem o presente e o futuro do Reino de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 18.2-6; Marcos 10.13-16.

Mateus 18
2 — E Jesus, chamando uma criança, a pôs no meio deles
3 — e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.
4 — Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos céus.
5 — E qualquer que receber em meu nome uma criança tal como esta a mim me recebe.
6 — Mas qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar.

Marcos 10
13 — E traziam-lhe crianças para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhas traziam.
14 — Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus.
15 — Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.
16 — E, tomando-as nos seus braços e impondo-lhes as mãos, as abençoou.

INTRODUÇÃO
Ao ordenar a pregação do Evangelho a toda criatura, Jesus referia-se também às crianças. Ele jamais as deixaria de fora, pois a vontade do Pai é que nenhuma delas se perca, mas que todas se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2.4). Vamos, em nossa ação evangelística, empregar todos os nossos recursos para conduzir as criancinhas a Cristo.
Quanto mais cedo elas forem evangelizadas, maior será a sua chance de escapar aos perigos físicos, morais e espirituais que as rodeiam. A evangelização dos pequeninos é mais do que prioritária; é urgentíssima.

I. A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE
Enquanto a criança não entrar pela porta da salvação, a sua condição diante de Deus em nada difere da posição de um pecador adulto.

1. A criança é nascida em pecado.
Em consequência do pecado de Adão, todos os seres humanos vêm ao mundo na condição de pecadores (Rm 5.12). Veja a confissão de Davi: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5).

2. A alma da criança está em perigo.
O Senhor Jesus falou claramente acerca da salvação das crianças: “Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca” (Mt 18.14). Por que Jesus diria isto se não houvesse a possibilidade de os pequeninos se perderem? Sua declaração leva-nos a crer que a alma infantil está em perigo. Pense nisso.

3. A questão da inocência. 
O bebê é inocente apenas no sentido de que não tem consciência do pecado, por ser, ainda, mental e moralmente incapaz de praticá-lo. Embora portador do pecado original, não tem o pecado experimental. Por isso, dizemos que a criança está na “idade da inocência”. Se ela vier a morrer nesse estado, irá para o céu, porquanto Deus não leva em “conta os tempos da ignorância” (At 17.30a). Todavia, a partir do momento em que a criança passa a distinguir entre o bem e o mal, torna-se culpada de seus erros e enquadra-se no restante do versículo: “anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30b).

II. A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA
A Bíblia comprova que a criança pode arrepender-se de seus pecados, crer em Jesus, recebê-lo pela fé e ser salva.

1. Os pequeninos creem em Cristo.
Jesus, que sonda mentes e corações, testemunha a capacidade de os pequeninos crerem em seu nome: “E Jesus, chamando uma criança, a pôs no meio deles” (Mt 18.2). Logo a seguir, advertiu: “Mas qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar” (Mt 18.6).
Pelo que observamos no relato de Marcos, a criança que Jesus tomou como exemplo era pequena, porque Ele a pegou no colo (Mc 9.36). Sua tenra idade, porém, não constituiu qualquer obstáculo para que ela cresse em Cristo.

2. As crianças das cartas bíblicas.
Paulo inicia a Epístola aos Efésios saudando os “santos que estão em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus” (Ef 1.1). Ao final da carta, ele recomenda aos filhos que sejam obedientes aos pais (Ef 6.1). Logo, a mensagem do apóstolo destinava-se também às crianças que, na introdução da carta, foram incluídas entre os santos e fiéis.
Quem ainda duvida de que uma criança possa experimentar a alegria da salvação? Jesus as salva e batiza-as com o Espírito Santo.

3. Outras crianças da Bíblia.
Timóteo era apenas um menininho quando aprendeu as sagradas letras (2Tm 3.15). E, mais tarde, ao ouvir o Evangelho através de Paulo, aceitou prontamente Cristo, tornando-se útil ao Reino de Deus (At 16.1-4; 2Tm 3.14-17).
No Antigo Testamento, também encontramos crianças que conheciam a Deus e fielmente o serviam. Haja vista Miriã, irmã de Moisés, Samuel e a escrava de Naamã (Êx 2.4-8; 1Sm 2.11,18,26; 2Rs 5.2,3).

III. COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS
Neste tópico, veremos que podemos evangelizar as crianças através da Escola Dominical, da alfabetização, da Escola Bíblica de Férias e da evangelização personalizada.

1. Escola Dominical.
Fundada pelo inglês Robert Raikes, em 1780, o objetivo inicial da Escola Dominical foi a evangelização dos menores que viviam nas ruas da cidade de Gloucester. A iniciativa de Raikes foi tão bem-sucedida, que serviu de modelo ao serviço de ensino público do Reino Unido. Que as escolas dominicais possam trabalhar, em regime prioritário, em prol da evangelização infantil.

2. Alfabetização evangelizadora.
Robert Raikes não se limitou a evangelizar as crianças de Gloucester. Juntamente com a Palavra de Deus, ensinava-as a ler e a escrever, a fim de as engajarem na sociedade inglesa.

3. Escola Bíblica de Férias.
Preocupada com as crianças que, no período das férias escolares, perambulavam pelas ruas de Nova York, a irmã Elisa Hawes resolveu, em julho de 1898, reuni-las para ensinar-lhes a Bíblia Sagrada. Aqueles meninos e meninas, dos 7 aos 14 anos, tomaram um novo rumo em suas vidas. A partir daquela data, a Escola Bíblica de Férias passou a ser vista como parte essencial das missões urbanas. No Brasil, a primeira EBF foi realizada em 1924, no Colégio Americano Batista de Vitória-ES. Na evangelização das crianças, utilize a EBF.

4. Evangelização infantil personalizada.
Desenvolva, em sua igreja, a evangelização infantil personalizada. Cada criança deve ser conhecida por seu nome, por seus problemas e por sua realidade social. Saia às ruas, praças e outros logradouros, e reúna os pequeninos para ouvir a maravilhosa história da salvação. Mas, antes, treine adequadamente a sua equipe. Não esqueça o discipulado. Acompanhe cada criança convertida. Seja o seu pai espiritual.

CONCLUSÃO
Quando se ganha uma criança para Jesus, conquista-se uma vida toda de realizações para o Reino de Deus. Então, por que esperar? Vamos investir mais na evangelização infantil. Para isso, os professores de educação infantil precisam ser preparados e equipados com o que há de melhor nessa área. Treine professores. Num momento tão difícil como o que atravessamos, não podemos deixar as crianças em poder de uma cultura anticristã, pecaminosa e contrária à moral e aos bons costumes. Salve os pequeninos do inferno. Jesus também morreu por eles.

PARA REFLETIR

A respeito da evangelização das crianças, responda:

Conforme Romanos 3.23 e Salmos 51.5, qual a condição espiritual da criança ao nascer?

Que versículo da Bíblia indica que a alma da criança está em perigo de perder-se?

Como as crianças foram tratadas por Paulo em sua Carta aos Efésios?

Que autor sagrado mencionou o relacionamento dos pequeninos com Deus Pai? Cite referência.

De que forma podemos evangelizar as crianças?

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