ESTUDOS TEOLÓGICOS, INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA, ESBOÇO PARA AULAS DA ESCOLA DOMINICAL, ETC

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 5 - Revista da Editora Betel



AULA EM 2 DE NOVEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 5
(Revista: EDITORA BETEL)

MEFIBOSETE E O MILAGRE DA RESTITUIÇÃO DA HONRA
Texto Áureo: 2 Samuel 4.4
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 INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição compare Mefibosete à alguém que precisa ser honrado e Davi ao Rei Jesus.
- “viu em Davi a unção de rei”, Jônatas tinha visão espiritual, conseguiu observar quem estava com a unção de Deus, diferente de Saul que deu lugar ao ciúme e a inveja.
- “porque via em seu amigo o homem escolhido”, Jônatas sabia que não era prudente lutar contra um ungido de Deus, mas acima de tudo ele deixou que a amizade entre eles falasse mais alto. Jônatas não tinha ganância pelo trono, por isso não deu lugar ao Diabo.
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1.  Mefibosete, o filho de Jônatas
- “Davi tornando-se rei cuidaria dele”, Jônatas era prudente e estava fazendo um investimento para  futuro, pois ele sabia que aquele que ajuda um ungido do Senhor seria abençoado por Ele.

1.1.  Um trágico acidente
- “exterminasse a todos os familiares do antecessor”, isso acontecia quando uma dinastia substituía outra, como foi o caso de Saul e Davi, que eram de famílias diferentes.
- “que não houvesse uma insurreição”, era uma rebelião por parte de algum familiar do rei destituído do poder ou morto.
- “no afã de salvá-lo da morte”, nesse caso era salvar dos inimigos de Saul, os filisteus.

1.2. Mefibosete, o príncipe que vivia em Lo-Debar
- “totalmente esquecido por todos”, na verdade era conveniente que Mefibosete continuasse escondido, devido ao perigo de o rei querer tirar-lhe a vida.
- “um lugar deserto e árido”, naquela região da Palestina o aspecto é de deserto com menos vegetação do que o sertão nordestino no Brasil.
- “usurpou todos os bens que possuía (2Sm 9.2-3)”, a referência apresentada não expressa muito bem o caráter de Ziba, porém ao ler os versos seguintes entendemos que Davi restitui a terra que foi de Saul a Mefibosete, isso quer dizer que Ziba estava no comando das terras que tinham sido de Saul.

1.3. Toda promessa tem um tempo para se cumprir
- “e Davi se lembrou da aliança”, quando a situação se acalmou um pouco após o conturbado início de ascensão ao trono, Davi teve tempo para se lembrar da antiga aliança com seu amigo.
- “alguém da casa de Saul”, apesar da aliança ter sido feita com Jônatas, Davi propõe abençoar alguém da casa de Saul. Assim o nosso Deus trabalha, quando temos uma aliança com Deus, Ele abençoa toda a nossa família.
- “o mal intencionado Ziba”, lembro que é difícil perceber a má intenção de Ziba no texto.
- “mostrou o defeito para impedir o rei de abençoá-lo”, o judeu sempre foi muito supersticioso quanto a maldição e a imundícia, jamais algum rei aceitaria a presença de um coxo a sua mesa.

2.   Do deserto à mesa do rei
- “marcado com o selo real”, isso porque ele era da casa de Saul, terceiro da linhagem real, embora ele tenha sido impedido por Deus de assumir o trono, ele não deixava de ser príncipe.

 2.1. Quando a surpresa bate à porta
- “como o dia do juízo”, ele deve ter pensado que iria morrer devido ao fato de ter direitos ao trono e nenhum rei deixava vivo alguém de outra família que tivesse direitos ao trono.
- “o tempo do Rei nos honrar”, esse Rei com “R” maiúsculo se refere ao Senhor Jesus obviamente.
- “quando bate a nossa porta”, pode-se fazer alusão às palavras de Jesus em Apocalipse onde Ele diz: “Eis que estou a porta e bato...” Apocalipse 3.20    

2.2. Quando a visão do rei prevalece
- “visão que Jônatas tinha para o futuro”, naquela época os nomes eram escolhidos mediante uma característica da criança, algum fato da gravidez ou simplesmente pelo desejo dos pais no futuro dos filhos.
- “Ele se via como um cão morto”, muitos que se encontram com Jesus o nosso Rei estão exatamente com essa visão de si mesmo.
- “Davi o via como um príncipe”, Davi nessa história tipifica Jesus e é assim que Jesus nos vê.

2.3.  Os humilhados serão exaltados
- “todos os anos em que viveu em Lo-Debar”, provavelmente Mefibosete tivesse a intenção de reaver suas terras e posses, mas temia requerer aos magistrados  do reino por ser da linhagem de Saul.
- “Ziba é um tipo de Satanás”, quer dizer que ele tipifica Satanás, aquele que tenta desmoralizar os filhos da promessa, ele tenta fazer com que nos diminuamos e achemos que não somos nada para receber algo de Deus.
- “nos verá sentados à mesa do rei”, aqui pode-se fazer alusão à promessa de que nos assentaremos a mesa de Cristo nas bodas do Cordeiro Apocalipse 19.7-9.  
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3. Jerusalém o lugar dos príncipes de Deus
- ...

3.1. Quem Mefibosete tipifica em nossos dias?
- “os filhos que o rei está à procura pra honrar”, seriam aquelas pessoas que estão sendo oprimidas pelo Diabo.
- “vivem à margem da sociedade”, dessa expressão surgiu o termo “marginal”, que se refere à bandido ou vagabundo, mas aqui está se referindo aos que sofrem com a discriminação, perseguição, rejeição, preconceito, bullying, tudo isso por ser de Cristo.
- “tempo de revelação continua”, seria um tempo de maior intimidade com Deus.

3.2.  Na mesa do rei todos são iguais 
- “quebrava o protocolo”, significa violar algum código de ética ou etiqueta que regula as cerimônias.
- “quando estão sentados todos são iguais”, quando estão de pé é notório o defeito de Mefibosete, mas ao se assentarem os defeitos dos pés de Mefibosete desaparece.

3.3. Ele começou em Lo-Debar, terminou em Jerusalém
- “final que o Senhor deseja dar a todos”, todos que estão em aliança com Deus irão morar na nova Jerusalém. Essa terra representa Lo-Debar para nós e o inimigo quer que continuemos aqui para sempre.
- “que somente o Rei conhece”, o Rei representa Jesus e Ele sabe quando será a nossa ida à nova Jerusalém para sermos honrados por Deus. Em Marcos 13.32 Jesus afirma que nem o Filho sabe a hora do arrebatamento, mas naquela ocasião Ele ainda não havia sido glorificado.

CONCLUSÃO
- “deserto do anonimato”, se refere ao momento em que a pessoa não é ainda abençoada por Deus. Nesse caso o nosso Lo-Debar é uma não é essa Terra, mas seria os momentos em que esperamos a nossa benção.
- Faça o resumo e apresente à classe.

Boa aula!

Marcos André – editor

Luiz Evaldo Barbosa - colaborador

terça-feira, 28 de outubro de 2014

ATUALIDADE GOSPEL - Escola do Terror


Enquanto a organização terrorista conhecida como Estado Islâmico ainda domina partes da Síria e do Iraque, uma nova geração cresce à sombra do fundamentalismo islâmico.

Uma denúncia da mídia na última semana assustou até mesmo especialistas em terrorismo. Vídeos vem sendo publicados, mostrando com orgulho o que já é chamado de “escola do terror”.

Além de estudar o Alcorão, crianças a partir dos quatro anos já atiram com rifles AK-47, aprendem a torturar e decapitar os “inimigos”. Para os meninos que crescem em acampamentos do Estado Islâmico, a palavra educação tem um sentido muito diferente do resto do mundo.

Seu nome oficial é “Escola da Jihad”, onde os filhos dos combatentes vão se acostumando desde muito cedo com os horrores da guerra. Em alguns deles, soldados ensinam táticas militares e fazem as crianças repetir palavras de ódio contra cristãos e judeus. Para os especialistas, o material divulgado na internet é uma tentativa de mostrar a “utopia” do mundo sob o governo do califado.

O relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU classifica como “crime de guerra” – o recrutamento e a utilização militar de crianças com menos de 15 anos. Alheio a isso, desde 29 de junho, quando o califado foi anunciado ao mundo, diferentes informações provam que um número crescente de voluntários se juntando à causa do EI.

Muitos deles são ocidentais atraídos pelas promessas de viver em um local onde a sharia (lei islâmica) é vivida à risca. Com os bombardeios da coalizão liderada pelos Estados Unidos, a aposta é no uso dos recém-formados na escola jihadista, segundo o próprio Estado Islâmico anunciou em uma de suas contas nas redes sociais.

As Nações Unidas já constataram que a ISIS “estabeleceu campos de treinamento para recrutar crianças para a luta armada sob o pretexto de educação religiosa”. Nos acampamentos, as crianças recrutadas treinam ao lado dos adultos e protagonizam cenas que são um choque para o restante do mundo. Há informações de que elas podem ser usadas em missões suicidas, carregando bombas em seus corpos.

À rede CNN, ativistas de direitos humanos condenaram os vídeos, afirmando serem “profundamente perturbadores”. Kristyan Bento, gerente da campanha da Anistia Internacional para a Síria no Reino Unido, disse: “Esses vídeos supostamente ‘inspiradores’ são realmente novas evidências de que o EI está cruelmente roubando a infância de um número incontável de jovens, fazendo lavagem cerebral e expondo-os a perigos terríveis”.

O assunto foi destaque na imprensa dos EUA e Reino Unido. Os vídeos surgem cerca de dois meses depois das fotos de crianças usando armas e carregando cabeças de “infiéis”. Contudo, dessa vez ficou provado que é uma operação planejada e constante, não uma situação esporádica.

A existência de escolas de terror similares na Palestina já foi denunciada, onde da mesma forma crianças muçulmanas aprendem a odiar judeus e cristãos.

Fonte Gospel Prime

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da Editora Betel


MEFIBOSETE E O MILAGRE DA RESTITUIÇÃO DA HONRA
2 DE NOVEMBRO DE 2014

 TEXTO ÁUREO
“E Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado de ambos os pés; era da idade de cinco anos quando as novas de Saul e Jônatas vieram a Jisreel; e sucedeu que, apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo; e o seu nome era Mefibosete”. 2 Sm 4.4

VERDADE APLICADA
A Graça Divina não mira nossos defeitos nem tampouco nossas impossibilidades, ela não pede nenhum outro esforço que não seja a fé para que a aceitemos em nossas vidas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
2 Sm 9.6; 2 Sm 9.10-12

INTRODUÇÃO
A história de Mefibosete traz um misto de fracasso e de sucesso. Ele era o filho de Jonatas, o amigo de Davi. Jonatas era um homem sábio, que viu em Davi a unção de rei, sabia que seu próprio pai estava reprovado por suas ações e vida de desonra a Deus, e mesmo sendo o sucessor ao trono, renunciou porque via em seu amigo o homem escolhido para liderar os exércitos e a nação de Israel (1Sm 18.3-4).

1. Mefibosete, o filho de Jonatas
Antes da morte de Saul, Jonatas e Davi firmaram um pacto entre famílias. Jonatas o protegia das loucuras de seu pai Saul e se um dia ainda vivesse, Davi tornando-se rei cuidaria dele e de seus descendentes (1Sm 20.13-17).

1.1 Um trágico acidente
Para a tristeza de Daví, Jonatas e Saul morrem no mesmo dia, e Davi se tornou o rei de Israel. Era comum que um novo rei exterminasse a todos os familiares do antecessor para que não houvesse uma insurreição. Assim, quando a notícia da morte de Jonatas e Saul se espalhou, a desgraça veio a casa de Jonatas e seu filho Mefibosete de cinco anos de idade, além de perder seu pai e o futuro trono de Israel, ficou coxo de ambos os pés, porque no afã de salvá-lo da morte a ama que dele cuidava o derrubou (2Sm 4.4).

1.2 Mefibosete, o príncipe que vivia em Lo-Debar
Após a ascensão de Davi ao trono de Israel não se houve mais falar em Mefibosete, ele é levado para Lo-Debar e lá vive exilado e totalmente esquecido por todos, inclusive Davi. “Lo-Debar” significa: “sem pasto” um lugar deserto e árido, e “Mefibosete” significa: “semeador de vergonha”. Em Lo-Debar, Mefibosete viveu sem fé, sem esperança e sem Deus. Além de tudo isso, a pessoa que foi encarregada de cuidar dele usurpou todos os bens que possuía (2Sm 9.2-3). No deserto, com medo da morte, andando com dificuldades, e totalmente aquém da sociedade, Mefibosete não possuía qualquer perspectiva de mudança em sua vida, nem mesmo sabia da aliança entre Davi e seu falecido pai (2Sm 9.3-4,7).

1.3 Toda promessa tem um tempo para se cumprir
O tempo passou e Mefibosete cresceu no deserto de Lo-Debar longe de tudo que lhe era de direito. Até que o tempo de Deus chegou e Davi se lembrou da aliança que havia feito com Jônatas. Observe as palavras de Davi. Ele usa o mesmo termo para graça e honra. “Benevolência”. E disse o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus? (2Sm 9.3). E Ziba responde: “Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés”. Enquanto Davi intenciona honrar Mefibosete, o mal intencionado Ziba, que havia se apossado das terras do príncipe aponta seus defeitos. Ziba conhecia a generosidade do rei e mostrou o defeito para impedir o rei de abençoá-lo (Pv 3.16; 18.12). Isso nos recorda muitas situações do cotidiano não é mesmo?

2. Do deserto à mesa do rei
Existem pessoas que são mal intencionadas. Ziba não nega a existência, mas faz questão de apresentar o defeito, ele sabia que uma pessoa deficiente não poderia entrar no palácio, só não sabia que aquele estava marcado com o selo real e com o pacto da promessa. Na verdade, não importava o que Ziba via, mas o que o rei estava vendo.

2.1 Quando a surpresa bate à porta
Quando os guardas bateram à porta de Mefibosete em Lo-Debar, deve ter sido para ele como o dia do juízo, pois sabia que sua vida estava em risco, e como não podia correr deve ter pensado: “agora chegou meu fim”. Mas o que para ele parecia o fim, para Deus era o começo de uma nova história. Ninguém pode impedir nossa honra quando chega o tempo do Rei nos honrar. Ele sabe nosso endereço, e quando bate a nossa porta não é para nos punir, mas sempre manifestar sua graça e misericórdia. Naquele dia Mefibosete entrou na carruagem real para dar adeus ao lugar de anonimato. Deus não se esquece da aliança eterna feita com o filho ao nosso respeito (Lc 22.20).

2.2 Quando a visão do rei prevalece
Mefibosete era conhecido pelo nome de Meribe-Baal (1Cr 8.34); 9.40). “Merbe” significa: “lutador” e “Baal” é uma palavra em hebraico que significa: senhor, lorde, marido ou dono. A visão que Jonatas tinha para o futuro de seu filho era que como um príncipe dele se tornasse um “lutador do Senhor”, esta seria a tradução mais correta para Meribe-Baal. Era comum entre os Israelitas dar um nome que representasse o caráter da pessoa, alguns desses nomes eram também colocados após a morte, representando seus feitos. Podemos destacar aqui quatro visões importantes sobre a vida de Mefibosete:
1) Jonatas o via como um lutador do Senhor;
2) Ziba o via como um aleijado impedido de entrar na presença do rei;
3) Ele se via como um cão morto;
4) Davi o via como um príncipe a quem deveria honrar e restituir (2Sm 9.3,7,8).


2.3 Os humilhados serão exaltados

“Trabalhar-lhe-ás, pois, a terra, tu e teus filhos, e teus servos, e recolherás os frutos, para que o filho de teu senhor tenha pão para comer; mas Mefibosete, filho de teu senhor, sempre comerá pão à minha mesa” (2Sm 9.10a). Ziba que tanto apontou defeito, agora foi destituído da função de senhor, tornando-se servo de Mefibosete, a quem havia lesado todos os anos em que viveu em Lo-Debar. A justiça de Deus pode parecer demorar, mas certamente chegará. Ziba é um tipo de Satanás, que rouba, nos envergonha, e se apossa do que temos. Porém, no dia em que Deus nos honrar, ele terá que devolver tudo o que nos roubou, com juros e correções, e ainda nos verá sentados à mesa do rei (2Sm 9.9-11).

3. Jerusalém o lugar dos príncipes de Deus
A vida de Mefibosete vai de um extremo ao outro, ele começa no deserto, na sequidão, e no anonimato, e termina no palácio real assentado à mesa do rei. A graça Divina é assim, ela tem o poder de nos transportar e nos elevar de uma posição a outra (Ef 2.6).

3.1 Quem Mefibosete tipifica em nossos dias?
Mefibosete era um príncipe que vivia no deserto. Num lugar obscuro, com medo e sem nada. Ele tipifica os filhos que o rei está à procura pra honrar e mudar suas vidas; aqueles filhos de rei que nunca entraram no palácio, que vivem à margem da sociedade e não desfrutam da mesa de seu rei (Lc 18.14). Deus está falando de um tempo de revelações, de sair do anonimato, e de um alimento especial e particular que só existe em sua mesa; Mefibosete representa os filhos que nunca estiveram face a face com o rei. Deus está falando de um tempo de intimidade com Ele, de uma mesa onde todos são iguais; Mefibosete representa os filhos de rei que nunca comeram pão diariamente. Alguns provaram aqui ou ali, mas diariamente não. Deus fala de um tempo de revelação continua, sem escassez, todos os dias, na presença dor rei (2Cor 4.3).

3.2 Na mesa do rei todos são iguais
Quando as trombetas do palácio anunciavam à chegada de Mefibosete toda a casa do rei poderia se perguntar por que o rei quebrava o protocolo e deixava um deficiente como aquele não somente entrar, mas sentar-se à mesa e comer como um de seus filhos (2Sm 9.13). Poucas pessoas sabem o que Deus conversa conosco em secreto, e poucos sabiam a respeito da aliança de Davi e Jonatas, a qual simbolizava aliança de Deus conosco por intermédio de Jesus. Os filhos belos de Davi, Joabe o capitão da guarda, estavam juntos a mesa. E a mesa é reveladora porque da cintura para cima todos são diferentes, mas quando estão sentados todos são iguais, os defeitos desaparecem (Rm 2.11; Gl 3.28; Cl 3.11).

3.3 Ele começou em Lo-Debar, terminou em Jerusalém
Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém... (2Sm 9.13). Esse é o final que o Senhor deseja dar a todos aqueles que estão aliançados com Ele. De uma só vez, a vida de Mefibosete mudou de anonimato a personagem célebre, e isto se chama honra. Jerusalém tipifica a eternidade, e Lo-Debar o lugar das nossas provações. Porém, numa hora que ninguém espera, num dia especial que somente o Rei conhece, a carruagem real vai passar como passou nos tempos de Elias, e levará consigo os simples de coração, os habitantes do deserto, os que Ziba tem lesado durante toda a vida, para encontrar-se com o Rei e por Ele serem honrados em sua mesa (Lc22.14-17).

CONCLUSÃO
Mefibosete era um filho de rei que vivia num lugar obscuro, com medo e sem nada. É tempo dos filhos do Rei saírem do deserto do anonimato, serem honrados, e terem suas vidas transformadas. Até mesmo a criação espera por esse momento em nossas vidas (Rm 8.19).

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel - nº 40)

Tema: UM SAMARITANO MOVIDO PELA MISERICÓRDIA
  
Texto Áureo: Mateus 12.7
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição
- "registrados nos três evangelhos", quando uma parábola ou um fato aparece nos três evangelhos, nos mostra o quanto ela marcou e como essa história deve ter sido repetida até ser registrada nos evangelhos, pois só foram escritos para mais de vinte anos depois da ascensão de Cristo ao céu.
- "variações apresentadas", essas variações se devem pelo motivo de os evangelhos terem sido escritos por pessoas diferentes e para pessoas diferentes.
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1. O MESTRE DE ISRAEL
- “Torah", é a Bíblia dos judeus composta do Pentateuco.
- "percurso inverso de uma estrada", linguagem figurada para dizer que o Doutor da lei deveria estar apto para responder as perguntas e não para fazer mais perguntas. 

1.1. Os doutores da lei
- “denominação honorífica”, honorífico é a característica do que promove honra.
- “Talmude”, é a coleção das tradições de judaicas com base na lei.
- “imbricada”, entrelaçada.

1.1.1. Mestre por excelência
- “admirados por seus discípulos”, Jesus pelo contrário, era admirado pela multidão, pois Ele falava a língua do povo. Os ensinos de Cristo falava diretamente ao coração das pessoas e por isso muitos dos mestres da lei o odiavam.

1.2. A proposta da parábola
- “provavelmente, era judeu”, era um caminho comum para a população.
- “passaram de largo”, passaram longe, provavelmente atravessaram a rua para o outro lado.
- “samaritano”, natural de Samaria, antiga capital do Reino do Norte.
- “foi o próximo daquele homem”, a ideia era saber qual deles cumpriu a lei.
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2. UMA ESTRADA, QUATRO HISTÓRIAS
- “uma resposta adequada”, a resposta adequada seria a de ajudar, pelo menos socorrer o ferido e leva-lo às autoridades da cidade, os sacerdote e o levita tinham motivos morais para fazê-lo, mas quem ajudou foi aquele de quem não se esperava tal atitude.

2.1. Os religiosos
- “explicariam tal atitude”, mas como a lição mesmo fala, explica, mas não justifica. Muitas pessoas hoje tem diversas explicações, mas nenhuma delas justifica não fazermos o bem ao próximo.
- “evidencia-se pelo perigo”, essa é a mais usada atualmente. Até mesmo os crentes alegam o medo da violência que há no nosso país como explicação para não estenderem a mão aos aflitos.
- “ofício sacerdotal”, os dois que deixaram de ajudar eram religiosos, atarefados com os afazeres do templo. A religiosidade tem ocupado muitos crentes, tirando tempo até mesmo da família, quanto mais das vidas necessitadas.

2.1.1. O sacerdote
- “conservar aceso o fogo”, provavelmente essa tarefa dava trabalho a noite toda, pois o fogo deveria permanecer aceso continuamente sobre o altar.

2.1.2. O levita
- ...

2.2. O Samaritano
- “capital do Reino do Norte, foi tomada”, nessa ocasião o povo foi levado cativo para a Assíria 2 Reis 17.6 e não há registro de seu retorno.
- “promoveu uma miscigenação racial”, é a mistura com outros povos, o rei da Assíria colocou outro povo para habitar na terra de Samaria.
- “passaram a discriminar”, a discriminação se deu pelo fato de os Samaritanos serem um povo misturado e por isso os judeus não os consideravam como descendência de Abraão.
- “foram sentidas nos dias de Jesus”, nos dias de Jesus os judeus e os samaritanos não se davam, por conta dessa discriminação.
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3. UMA RESPOSTA DESAFIADORAMENTE INESPERADA
- “prova contra Jesus”, ele queria uma prova dentro da lei de Moisés, para poder acusar o Mestre, eles esperavam que Jesus falasse algo contra os mandamentos da lei.
- “observância do amor”, isso tem sido difícil até mesmo para os crentes atualmente. Muitos assumem a postura religiosa, afirmam amar a Deus e ao próximo, mas o negam na prática. Cada um dos doutores da lei que ouviram essa parábola deve ter se identificado dentro da história, porque cada um deles devia tomar a atitude do sacerdote constantemente.

3.1. Amarras religiosas
- “além das fronteiras bairristas”, literalmente é a fronteira entre bairros, mas aqui se refere à fronteira das diferenças étnicas, onde as pessoas ajudam e apoiam aqueles que são seus semelhantes culturais.
- “alguém que nutrimos afeto”, geralmente os religiosos se esforçam em ajudar aqueles que são seus parentes, amigos, companheiros de igreja, mas não se esforçam pelo estranho.

3.2. Subvertendo a lógica humana
- “a citação de um samaritano”, significa que pelo simples fato de citar um personagem como sendo um samaritano, já causaria rejeição pelos mestres da lei.
- “cercas do nacionalismo judaico”, se refere ao fato de os judeus se fecharem em seus costumes e tradições e excluírem todos os demais.
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CONCLUSÃO
- “inevitabilidade do mal”, é um principio humano universal que afirma que todos estamos sujeitos aos perigos que a sociedade impõe.
- “Religioso ou pagão?”, a adversidade une as pessoas, diante de um problema ninguém se apoia em suas convicções, mas cada um acolhe a ajuda que está disponível.   
- Professor(a), faça o seu resumo e repasse os principais pontos para a classe.
- Procure também apresentar a próxima lição para a turma.

Boa aula!


Marcos André – professor

Boa aula!

Marcos André - Professor

PEDIDO

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domingo, 26 de outubro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD



Deus Abomina a Soberba
2 de Novembro de 2014


TEXTO ÁUREO
“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

VERDADE PRÁTICA
A soberba é o pecado que mais afronta a soberania divina.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 4.10-18.

10 - Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
11 - crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra.
12 - A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela.
13 - Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,
14 - clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos.
15 - Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra. 16 - Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 - Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.
18 - Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

INTRODUÇÃO
Na aula de hoje estudaremos o capítulo quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de um testemunho pessoal do rei Nabucodonosor. Ele foi submetido a um estado de loucura, resultante de sua soberba, que o levou a viver como um animal do campo por “sete tempos”, até que Deus o tirou daquela condição. Ao final desse período, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá.
A história revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso. A trajetória de Nabucodonosor demonstra a soberania divina sobre toda a criação, pois nenhuma criatura pode usurpar a glória de Deus. O episódio ilustra também que a misericórdia e a justiça divinas são capazes de salvar o homem arrependido.

I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3)

1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9).
  Segundo a história, Nabucodonosor reinou na Babilônia no período de 605 a 562 a.C. Foi um rei que Deus, dominador de todas as nações do mundo, levantou para um desígnio especial, permitindo que o seu reino prosperasse e crescesse em extensão. O profeta Jeremias diz que Deus chamou a Nabucodonosor de “meu servo” (Jr 25.9). Na verdade, Nabucodonosor foi o instrumento divino de punição do povo de Deus. Israel foi castigado por ter abandonado o Senhor e tomado o caminho da idolatria e dos costumes pagãos.

2. A soberba de Nabucodonosor.
  Apesar de ser um “instrumento” usado pelo Senhor, segundo o pastor Matthew Henry, “Nabudonosor foi o rival mais ousado da soberania do Deus Supremo do que qualquer outro mortal jamais pudesse ter sido”. Traspassado pela presunção, Nabucodonosor ficou longos “sete tempos” numa situação irracional à semelhança dos animais do campo (Dn 4.28-33). Só assim o soberano caldeu viu que o Altíssimo está acima dele.

3. Nabucodonosor proclama a soberania de Deus (Dn 4.1-3).
  Depois de ter experimentado a punição de sua soberba, Nabucodonosor se arrependeu do seu pecado e foi restaurado de sua demência. Isso o levou a fazer uma proclamação acerca do eterno domínio de Deus (Dn 4.34-37). O rei babilônio aprendeu que o Senhor, em sua soberania, é aquele “que muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis” (Dn 2.21).

II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9)
1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho.
  Tanto no Antigo como em o Novo Testamento os sonhos eram um dos canais de comunicação entre Deus e o homem. No caso do sonho que teve Nabucodonosor, seus sábios e adivinhos nada puderam revelar. O rei, então, se lembrou de Daniel, o único capaz de trazer a revelação do sonho que certa vez ele tivera (Dn 2.1-45; 4.8). Obviamente, não se tratava de um sonho comum, pois era uma revelação divina acerca do futuro de Nabucodonosor. Apesar da narrativa, é importante frisar que hoje temos a Palavra de Deus como o canal revelador da vontade de Deus aos homens.

2. Daniel é convocado (Dn 4.8).
  Interpretar sonhos era uma habilidade espiritual de Daniel reconhecida desde quando ele entrou na Babilônia (Dn 1.17). Por isso, Nabucodonosor contou-lhe o sonho que tivera e solicitou-lhe a interpretação. Daniel ouviu atentamente o relato do rei e pediu-lhe um tempo, pois estava atônito e sem coragem para revelar a verdade do sonho (Dn 4.19).

3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26).
  Dos versículos 9 a 18, Nabucodonosor conta a Daniel todo o seu sonho. O rei viu uma grande árvore de dimensões enormes que produzia belos frutos e que era visível em toda a terra. Os animais do campo se abrigavam debaixo dela e os pássaros faziam ninhos em seus ramos (vv.10-12). O monarca caldeu “viu” também descer do céu “um vigia, um santo” (v.13). Esse vigia clamava forte: “Derribai a árvore e cortai-lhe os ramos” (v.14).
a) Uma árvore majestosa (vv.11,12). A árvore indicava a formosura, a grandeza, o poder e a riqueza do reino de Nabucodonosor. Ninguém na terra havia alcançado todo esse poder antes dele. Daniel declarou que aquela árvore que seria cortada era o rei babilônio (Dn 4.22). Assim é a glória dos homens, como uma árvore que cresce e se torna frondosa e, de repente, é derribada. Da mesma forma, Deus destrói os soberbos.
b) Juízo e misericórdia são demonstrações da soberania divina. O texto do versículo 15 diz que a ordem divina era que “o tronco com suas raízes seriam deixadas na terra”, indicando que a intenção não era destruir a Nabucodonosor, e sim dar-lhe a oportunidade de se converter e reconhecer a glória de Deus. O rei foi tirado do meio dos homens e ficou completamente louco, indo conviver com os animais do campo por “sete tempos” (Dn 4.25). Depois, Nabucodonosor voltou ao normal, mas logo em seguida seu reino foi sucedido por Belsazar que, por profanar as coisas de Deus, perdeu o trono para Dario, o rei dos medos (Dn 5.1-31).
c) O papel dos anjos nos desígnios divinos. No sonho do rei, ele viu “um vigia” que descia do céu com a missão de proclamar os juízos de Deus (vv.14,15). No Antigo Testamento, os anjos tinham uma atividade mais presente na vida do povo de Deus. Em o Novo Testamento, eles continuaram suas atividades em obediência ao Criador, porém, para a orientação da igreja de Cristo, Deus concedeu o Espírito Santo que a assiste em tudo.

III. A PREGAÇÃO DE DANIEL

1. A pregação de Daniel.
  Apesar de inicialmente ter sentido certo temor após interpretar o sonho, Daniel deu um conselho a Nabucodonosor que lembra a mensagem neotestamentária de Cristo à Igreja de Éfeso (Dn 4.27 cf. Ap 2.5). Será que temos coragem de fazer o mesmo diante dos poderosos dessa terra?

2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres.
  Daniel diz ao rei que ele deveria desfazer os seus pecados praticando a justiça, “usando de misericórdia para com os pobres” (Dn 4.27). Em outras palavras, antes do pecado pessoal da soberba, o rei estava pecando social e estruturalmente em relação aos menos favorecidos do reino. A atualidade desse ponto é tão verdadeira que a mesma recomendação de cuidado aparece em o Novo Testamento, no contexto da igreja (Gl 2.10).

CONCLUSÃO 
Que Deus nos livre da soberba, pois ela é como uma doença contagiosa que se aloja no coração do homem e faz com que ele perca o senso de autocrítica, passando a agir irracionalmente (Sl 101.5; 2Cr 26.16). Estejamos atentos, pois a Palavra de Deus nos mostra que a soberba nos cega (1Tm 3.6; 6.4), nos afasta de Deus e traz ruína.

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 4º Trimestre de 2014



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