sábado, 24 de setembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da lição 13


AULA EM 25 DE SETEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 13
(Revista: Editora Betel)

Tema: A morte e ressurreição de Jesus Cristo

Texto Áureo: 2Co 5.19
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição tente extrair aplicações para vida cristã dos alunos.
- “é o maior evento já realizado na Terra”, por ter consequências em toda a humanidade tanto antes como depois dela.
- “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo”, essa afirmação se deve ao fato de a humanidade estar afastada de Deus pelo pecado de Adão, mas após a cruz de Jesus o véu se rompeu e foi aberto um novo caminho até Deus, Jesus.
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O propósito da vinda de Cristo.
- “mesmo sabendo que este o levaria à morte”, por isso em algumas passagens o Senhor Jesus declara uma aflição, pois Ele sabia que morreria e que tipo de morte sofreria.  

1.1. Um propósito determinado desde a eternidade.
- “A paixão de Cristo foi planejada por Deus desde antes da fundação dos séculos”, pelo que se entende antes de o Senhor fazer o início da contagem dos tempos Ele elaborou o plano da salvação, seria antes dos seis dias da criação.
- “anunciou o fim antes do começo.”, isso mostra a grandeza do Seu poder e como a história da humanidade está sob Seu controle.
- “faziam parte de um propósito eterno”, isso explica porque Ele resistiu até o fim, pelo benefício que aquela obra traria, não a Ele mas a todos os seres humanos, isso é amor.

1.2. Ele aceitou a causa e anunciou o resultado final.
- “que Cristo se submeteu a ele de forma desejosa”, Jesus é o Filho de Deus e tem o mesmo coração do Pai, por isso ama a humanidade como o Pai ama, por isso se ofereceu livremente para aquela obra.
- “Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida”, não há pai que não ame e se alegre com o filho obediente. Jesus declara que o motivo do amor do Pai é devido a Sua obediência em fazer o que o Altíssimo ordenou.
- “Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou”, essa é uma declaração de que Ele fez tudo não por obrigação, mas estava livre para decidir.
- “Que outra autoridade esboçou tal poder”, essa é uma pergunta para aqueles que acreditam que Maomé é semelhante a Jesus, ou que Cristo pode ser comparado com sábio como Buda ou Confúcio.

1.3. Ele veio satisfazer a exigência divina sobre o pecado original.
- “Foi isso que aconteceu no jardim do Éden com Adão”, Adão cometeu o pecado da desobediência e por isso foi expulso da presença de Deus e sua conduta desobediente passou a todos os homens juntamente com as consequências.
- “estava claro na presciência de Deus”, a presciência é o atributo divino pelo qual Deus conhece o futuro, esse atributo vem da onisciência, pois se Deus conhece tudo então conhece também o futuro.
- “que vivesse de maneira incontaminável e santa”, como seria o preço pelo pecado de toda a humanidade, então deveria ser bem alto, deveria ser um sacrifício de grande valor, e foi.
- “se tornar carne e satisfazer a exigência divina”, se não houvesse um pagamento, a humanidade banalizaria o preço e ninguém daria importância.
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2. A paixão e morte de Cristo

2.1. O perdão total da humanidade.
- “perdão para aqueles que o estavam crucificando”, Ele estava dando a fórmula para que houvesse paz entre as pessoas. Se não houver perdão as pessoas sempre estarão em conflito.
- “jamais puderam fazer com que lhes odiasse”, nada nem ninguém consegue mudar a essência de um verdadeiro servo de Deus. Por muito pouco há pessoas que passam a odiar a abandonam a fé.
- “Sua poderosa autoridade”, confirmando que o Reino Dele não era ali, e isso o ladrão entendeu muito bem.
- “que havia terminado com êxito a Sua missão”, declarou antes da morte, pois a morte seria apenas o ponto final, como alguém que termina um livro e só falta encerrar a conclusão.

2.2. Um grito de vitória.
- “Perto da hora nona”, às três da tarde.
- “até pensavam que clamava por Elias”, isso porque usou a expressão “Eli, Eli, lamá sabactâni” Mt 27.46 “ que significa “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
- “Jesus morreu vitorioso e conquistador”, a morte nunca venceu Jesus, nessa ocasião Ele se entregou a morte, porque se Cristo não rendesse o seu espírito Ele ficaria vivo, mesmo sem condições físicas, pois a morte não tinha poder sobre Ele.

2.3. O novo caminho de acesso a Deus.
- “o véu do templo se rasgou de alto a baixo”, era um grosso véu que fazia a separação entre o Santo lugar e Santo dos Santos. No Santo lugar os sacerdotes poderiam chegar, mas no Santo dos Santos somente o sumo sacerdote entraria uma vez por ano.
- “simbolizada pelo novo acesso de intimidade”, o véu rasgado simboliza que todos poderiam se achegar a lugar mais sagrado que é a presença de Deus.
- “somente o sumo sacerdote poderia entrar, no Dia do Perdão”, esse dia era o dia anual em que o sumo sacerdote oferecia sacrifício por si e pelo povo, Jesus entrou lá como sacrifício por nós, não precisava oferecer sacrifício por si mesmo, por não ter pecado, mas se ofereceu por nós.
- “Ele se tornou o único Mediador necessário entre os homens e Deus”, não há nenhum outro mediador e nenhum mediador que nos conduza a Cristo a não ser o Espírito Santo.      
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3. A glória e exaltação do Rei
- “Deus confirmaria essa consumação ressuscitando Jesus dos mortos”, a ressurreição de Jesus é a confirmação de tudo que foi ensinado por Ele, sendo o sustento da fé, se alguém comprovasse que Jesus não ressuscitou a fé cristã estaria seriamente abalada.

3.1. O pilar da fé cristã.
- “um milagre que Deus cercou de provas por todos os lados”, por mais que haja todas as referências que o afirmem, precisamos crer pela fé que Jesus ressuscitou dos mortos.
- “que comprova a autenticidade das palavras de Cristo”, os apóstolos tiveram sua fé extremamente animada depois de ver a Jesus ressuscitado, todos deram suas vidas pelo Evangelho.
- “único capaz de afirmar que sem a ressurreição de Jesus não há cristianismo”, por conta disso são muitos que buscam comprovar que Jesus não ressuscitou e outros chegam a afirmar que Ele nunca existiu.

3.2. A importância da ressurreição de Jesus.
- “sem a ressurreição de Cristo nossa fé seria vã”, isso porque a nossa fé está centralizada Nele, como Filho de Deus, e assim sendo, também é Deus e criador de tudo.
- “Seriamos os mais infelizes de todos os homens”, devido a deixarmos tudo por uma falsa fé.
- “Os mártires teriam morrido por uma mentira”, os apóstolos morreram como mártires, e se Jesus não tivesse ressuscitado e aparecido a eles, então eles teriam inventado a grande mentira e depois sustentado ela até a morte. Porém é impossível acreditar que alguém invente uma mentira que só lhe trará perseguição e sustente essa mentira até morrer debaixo de tortura.

3. Um brado de amor.
- “Jesus quis fazer o que fez”, a todo instante Ele poderia deixar aquela obra e retornar a Sua majestade de volta, Ele mesmo declara, quando Pedro cortou a orelha do servo do sacerdote, dizendo que havia doze legiões de anjos a Sua disposição caso Ele clamasse. Mt 26.53
- “A ressurreição de Cristo é o brado de Seu amor pela humanidade”, ninguém poderia fazer o que ele fez se não for por amor, o que Ele ganharia com isso? Se já possuía tudo?

CONCLUSÃO
- “O que seria mais difícil dizer:”, veja se os alunos sabem.
- “Eu estou entregando a minha vida para a morte por minha própria vontade e iniciativa,”, essa afirmação qualquer um pode fazer.
- “ou eu voltarei de entre os mortos pela força do meu poder, porque eu dou a minha vida e eu mesmo a tomo de volta?”, porém essa afirmação só faz quem tem poder, porque se não retornar da morte todos saberão que é impostor.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. O que foi planejada por Deus antes da fundação dos séculos?
R: A paixão de Cristo (Ap 13.8b).

2. Qual foi a decisão tomada nos céus?
R: Enviar o Filho, para se tornar carne e satisfazer a exigência divina (1Co 15.49).

3. O que Jesus revelou quando disse: “Está consumado”?
R: Que havia terminado com êxito a Sua missão salvadora (Jo 19.30b).

4. Qual foi o grande sinal que comprovou a autenticidade das palavras de Cristo?
R: A ressurreição (Jo 2.22).

5. Por que a ordem do universo foi mudada?
R: Para cumprir a palavra dita pelo Senhor Jesus Cristo (Jo 2.22).

Marcos André – professor

Boa Aula!

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ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13



AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 13
(Revista: Central Gospel - nº 47)

Tema: A IMPORTÂNCIA DA TEOLOGIA PARA A IGREJA

Texto Áureo: 2 Timóteo 2.15
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição explicar os termos que estão na revista, eu deixe uma explicação, mas você pode acrescentar e colocar experiências próprias como exemplo.   
- “teologias institucionalizadas”, são teologias ligadas a instituições, para afirmar algo que se pratica nessas instituições, como por exemplo, a teologia da prosperidade, que serve para afirmar as práticas de recolhimento de grandes volumes de ofertas.
- “das doutrinas da cruz”, as doutrinas da cruz tinham o objetivo de libertar o ser humano e prepará-lo para morar no céu, mas essas doutrinas institucionalizadas colocam as doutrinas da cruz em segundo plano.
- “evangelho antropocêntrico”, antropocêntrico, significa centralizado no homem, ou seja, é um evangelho que tem como objetivo agradar o ser humano.
- “teorias pragmáticas”, pragmático é tudo que é prático, real. Teorias pragmáticas são aquelas que acontecem na realidade, que dão resultados, que produzem efeitos. Dessa forma eles apregoam que se uma nova visão produz bênçãos, então ela é verdadeira.
- “um dos principais motivos de a igreja brasileira não ser”, o motivo é estar se distanciando das doutrinas bíblicas.  
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1. A NECESSIDADE DE UMA TEOLOGIA BIBLICAMENTE SAUDÁVEL

1.1. O que significa teologia?
- “estudo ou tratado sobre Deus”, etimologicamente, teo = Deus e logia = estudo.
- “a partir daquilo que Ele quis revelar”, nunca saberemos tudo acerca de Deus, por mais que nos esforcemos muito, temos somente as Escrituras para estudar a respeito Dele, nenhum outro livro serve.
- “profundo amor e compaixão pelas almas”, isso porque não adianta conhecer ao Senhor pelos estudos e não ter o mesmo coração que o Dele, que nos leva a praticar as mesmas obras.

1.2. Uma adequada teologia possibilita o desenvolvimento das nações
- “teologações que agregavam elementos de outras religiões”, quando a igreja passou a se fixar em Roma e se tornou romana, ela passou a colocar em suas doutrinas elementos dos cultos pagãos, como a adoração a imagens de esculturas, esse é um exemplo.
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2. OS PERIGOSOS ENSINAMENTOS HERÉTICOS
- “desde a década de 1990”, foi quando começou o pós-modernismo e o surgimento de diversos movimentos neo-pentecostais.
- “propagação alarmantes de conceitos e práticas heréticas”, são milhares de manias e costumes que vão sendo agregados, alguns aparecem e desaparecem, outros ficam. Foi o caso do G-12, e outros como unção do riso e diversas outras unções.

2.1. A judaização das igrejas evangélicas
- “festas e a cultura judaica”, a cultura judaica é baseada no legalismo e a Igreja tem sua fé baseada na Graça, desse modo não há concordância entre um e outro, ou a Igreja passa a ser legalista ou os judaizantes passam a viver pela Graça.
Atualmente vem crescendo o uso do shofar nas igrejas com a ideia de que há uma unção e mensagem especial no uso desse instrumento. Os adeptos de uso do shofar  (chifre de carneiro) que é um instrumento sagrado na cultura judaica elaboram doutrinas acerca do seu uso.

2.1.1. A resposta de Paulo aos judaizantes da Galácia
- “a carta de Paulo aos galátas oferece-nos uma perspectiva”, professor(a), é interessante ler a passagem abaixo com a classe:
“Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.” Gl 5.1,2
Aqui Paulo se refere ao julgo da Lei que aprisionou aqueles judeus a vida toda, mas agora pela Graça eles não precisariam cumprir os rituais da Lei.

2.2. Discussões acerca da prosperidade
- “supriria todas as nossas necessidades”, baseado nessa afirmação bíblica, podemos entender que prosperidade é a “ausência de necessidade”. Porém os movimentos neo-pentecostais associam a prosperidade ao enriquecimento material.

2.2.1. A teologia da prosperidade
- “pregadores itinerantes”, que não possuem igreja fixa, ou se possuem, não agregam compromissos com ela, estão pregando em diversas igrejas.
- “superstição”, é o temor pelos simbolismos ocultos, como a crença de que se deixar de orar no monte deixará de ser abençoado, ou se sair antes da benção apostólica poderá sofrer alguma consequência.
- “misticismos”, é a crença de que há algum poder oculto ligado a objetos, palavras ou rituais, passar o terno que o pastor usou para expulsar demônios é um misticismo, ainda que seja notório algum efeito, não deixa de ser misticismo e antibíblico.
- “confissão positiva”, é a crença de que Deus ou algum poder emanado Dele moverá algo se nós acreditarmos piamente, declararmos ou decretarmos. Isso é como acreditar que Deus está ao nosso serviço e não nós ao serviço Dele.
- “alcançar a prosperidade material desde que tivesse fé”, eles afirmam que a pessoa tendo fé Deus fará chegar a bonança sem medidas, porém quando isso não acontece eles afirmam que a pessoa não teve fé suficiente.

2.2.2. Um ajuste no foco
- “não é o cerne da mensagem de Cristo”, quer dizer que não é o conteúdo principal. O conteúdo principal é a salvação da alma humana.
- “apologia à pobreza”, defesa de que devemos ser pobre para ser abençoado e que humildade significa pouca condição financeira.
- “adequado planejamento”, quer dizer que ninguém deve viver em busca do grande milagre financeiro, mas sim trabalhar, planejar os gastos e aproveitar as oportunidades, tudo debaixo da orientação e da benção de Deus.

2.3. A superstição religiosa
- “aquisição de amuletos”, dificilmente nessas igrejas se pregará sobre o centurião romano Mt 8.8-13 que pediu que Jesus desse apenas uma ordem para que seu criado ficasse são.
- “bíblia aberta no Salmo 91”, uma superstição baseada no misticismo de que a Bíblia tem algum poder, deve ser lembrado que as palavras da Bíblia só exercem poder no coração, na mente e na boca de um servo de Cristo fervoroso.
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CONCLUSÃO
- “demandas religiosas únicas”, são necessidades religiosas para nos dar forças para enfrentar as mazelas dessa sociedade, a violência e a miséria. O povo precisa de Cristo, ainda que apenas uma religião o apresente como salvador do mundo, que essa mensagem seja passada a todos os brasileiros.
- “uma teologia independente”, é a teologia que não está ligada a denominações, tradições, dogmas ou instituições.
- Faça a revisão com a classe repassando os pontos mais importantes.
- Corrija o questionário.

Boa aula!

Marcos André – professor

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 13 - Revista CPAD - ADULTOS


AULA EM 25 DE SETEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: A evangelização integral nesta Última Hora

Texto Áureo: Mc 16.20
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), para esta lição você poderá passar o conteúdo exatamente como é ensinado na revista, defendendo seus pontos, ou pode passar de forma neutra, caso discorde de alguma afirmação.
- “aos confins do Império Romano”, naquele tempo Roma dominava já uma parte grande da Europa. Atualmente uma viagem de Jerusalém para a Espanha é rápida, mas naquela época era terrivelmente distante e desgastante.
- “Seguindo o modelo que lhes deixara”, o modelo que Jesus deixou era esse: permanecer no local até ser revestido de poder e então sair para a tarefa de ganhar almas.
- “voltar ao método de evangelização simples”, método de evangelização sem agregação de muitas coisas e atividades.
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I - A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
1. Evangelização integral.
- “transcultural”, é a evangelização em outras culturas e etnias, dentro ou fora do país, o que geralmente implica falar outros idiomas.
- “não ordenou aos discípulos evangelizar primeiro Jerusalém”, quando se lê o texto de Atos 1.8, temos a impressão de que Jesus estabelece uma sequência de regiões onde deveria se pregar, porém, pela análise gramatical entendemos que não existe tal sequência.
- “ser-me-eis testemunhas”, a ideia era que eles dessem testemunho de que Jesus falou aquelas palavras e fez aquelas obras.

2. Avivamento e evangelização.
- “a menos que retornemos ao cenáculo”, se refere ao dia de Pentecostes, significa voltar a sentir o que o Senhor proporcionou para seus filhos naquele dia, o derramar do Espírito de Deus.
- “Sem o batismo com o Espírito Santo, não teremos o poder necessário para anunciar”,professor(a), essa afirmação é um pouco comprometedora, pois você estará afirmando que aquelas denominações que não buscam o batismo com o Espírito Santo, também não são capazes de anunciar. Para faze esse tipo de afirmação é bom ter argumentos para defendê-la.
- “requer o revestimento de poder”, essa é a classificação para esse batismo no Espírito Santo, com a ideia de a pessoa estar protegida por uma sobre roupa ou armadura.
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II - DISCIPULADO INTEGRAL

1. Doutrinação
- “ensino das verdades centrais da fé cristã”, é o ensino das doutrinas básicas da fé, como a doutrina do amor, da salvação, do pecado, da fé, etc.
- “pense, aja e viva de acordo com o mandamento de Cristo”, a doutrinação é o ensino necessário para se viver de forma a agradar a Deus.
- “tendo continuidade durante toda a vida cristã”, a doutrinação é promovida nas pregações, cultos de doutrina e principalmente na Escola Bíblica Dominical.

2. Integração.
- “integração social do novo crente”, é colocá-lo na comunidade cristã, fazê-lo participante, algumas igrejas possuem grupos de novos convertidos.
- “mas do compartilhamento do amor cristão”, quando o novo convertido se sente envolvido por esse amor, ele passa a se animar a continuar firme.
- “não compreende apenas palavras, mas ações efetivas”, são ações que demonstram que a pessoa é importante, pode ser uma atividade da igreja, onde a pessoa é chamada pessoalmente pelos dirigentes para participar, uma confraternização, uma reunião do grupo, etc.


3. Treinamento.
- “deve ser treinado a fazer novos discípulos”, todo crente deve ser um discipulador, pois foi essa nossa missão dada por Jesus.
- “ilustra muito bem esta etapa do discipulado radical.”, é a primeira vez que o comentarista usa o termo “discipulado radical”, parece ser o mesmo que “discipulado integral”.
- “e conta quão grandes coisas te fez Deus”, o nome do Senhor deveria ser honrado no testemunho, assim também devemos fazer hoje, mas para isso é necessário o servo de Jesus receber treinamento.

4. Identificação.
- “será eficaz se as anteriores forem bem executadas”, as anteriores são as três fases mencionadas acima, pois a fase da identificação significa criar no servo de Cristo uma identidade de cristão.
- “levar o novo crente a ser conhecido”, essa identidade cristã, á como as pessoas conhecerão o novo servo de Cristo, como o identificarão.
- “testemunho e postura”, estes são elementos em falta nas igrejas dos últimos dias, os líderes devem trabalhar para produzir isso no meio dos servos do Senhor.
- “homens, mulheres e crianças que sejam identificados como discípulos”, professor(a), leia a referência de Jo 8.31, e recomendo que leia também com a classe a referência de Jo 13.35.
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” Jo 13.35
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III - A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL

1. Promoção.
- “não vive de si e para si”, seria viver sem depender e nem se envolver com o povo de fora, essa era a obra que se fazia na igreja de Antioquia.
- “promove a proclamação de Cristo em todos os âmbitos (At 13.1-3)”, professor(a), leia a referência de At 13.1-3. Fala dos líderes de Antioquia separando, preparando e enviando novos missionários.
- “não existe maior evento do que evangelizar e fazer missões”, isso pode ser visto como uma crítica aos grandes eventos e festividades nas igrejas pós-modernas que visão entrada de recursos ou homenagens a homens, mas não se importam com a obra missionária.

2. Comissão.
- “Nenhuma organização pode substituí-la nessa tarefa”, obviamente nenhuma organização está interessada nisso. Existem, no entanto, organizações religiosas que promovem trabalhos de ajuda humanitária.
- “E como crerão naquele de quem não ouviram?”, esse é o apelo mais contundente para a evangelização. Isso porque a Palavra de Deus tem poder e basta que seja levada, que seja semeada.
- “como pregarão, se não forem enviados?”, aqui Paulo está dando uma exortação aos líderes da igreja em Roma para que enviem missionários ao campo.

3. Manutenção. 
- “auge da prosperidade econômica do Brasil”, podemos dizer que esse auge se deu na primeira década desse milênio, porque já em 2011 a nossa economia já dava sinais de retração.
- “viveram apenas para si, como se aquele instante não tivesse fim”, igrejas encheram os cofres de dinheiro, pregadores ficaram ricos e cantores ficaram famosos.
- “mantendo as frentes evangelísticas já iniciadas”, aprendemos com as igrejas da Macedônia que é possível ser pobre e colaborar para a obra missionária.
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CONCLUSÃO
- “caracterize nossas igrejas nesses dias difíceis”, é mesmo que dizer, que se torne uma característica das nossas igrejas.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
   
O que é a evangelização integral?
Consiste na proclamação simultânea do Evangelho em todos os âmbitos: local, nacional e transcultural.

Por que a evangelização tem de ser simultânea e global?
Porque Jesus não ordenou aos discípulos evangelizar primeiro Jerusalém, depois a Judeia, em seguida Samaria e, finalmente, os confins da terra. O seu plano-diretor era bem claro e objetivo: “e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra”.

Quais as características da evangelização integral?
Doutrinação, integração, treinamento e identificação.

O que é o discipulado integral?
É quando “a igreja promove a integração espiritual eclesiástica, doutrinária, social, emocional e cultural do novo crente, bem como envolvê-lo no serviço cristão”.

O que é uma evangelização autenticamente pentecostal?
É uma evangelização realizada pelos crentes cheios do Espírito Santo.

Pr Marcos André – professor
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

AVISO - Sequência dos esboços da lição 13

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 13:  CPAD - CENTRAL GOSPEL BETEL  

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 13 - Revista da Editora Betel



A morte e ressurreição de Jesus Cristo
25 de setembro de 2016



Texto Áureo

“Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação”. 2Co 5.19


Verdade Aplicada
Cristo se entregou de maneira obediente, voluntária e sacrificial, para demonstrar à humanidade a grandeza e a profundidade do amor divino.

Textos de Referência

Mateus 20.17-19; 28
17 E, subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos e, no caminho, disse-lhes:
18 Eis que vamos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, e condená-lo-ão à morte.
19 E o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará.
28 Bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida em resgate de muitos.

Introdução
A cruz de Cristo é o maior evento já realizado na Terra. Jamais deixará de ser um assunto atual, pois, na cruz Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo (2Co 5.19).

1. O propósito da vinda de Cristo.
Jesus veio ao mundo com um propósito definido (Mt 20.28; Lc 19.10). Ele jamais fugiu de Seu objetivo, mesmo sabendo que este o levaria à morte. Ele falou porque nasceu, quem era, como morreria e como ressuscitaria ao terceiro dia.

1.1. Um propósito determinado desde a eternidade.
Nada do que aconteceu com Jesus nesse mundo foi obra do acaso. Deus enviou o Seu Filho para morrer, a fim de consumar a nossa salvação (Jo 3.16). A paixão de Cristo foi planejada por Deus desde antes da fundação dos séculos (Ap 13.8b). Deus anunciou o fim antes do começo. Jesus sabia que todos os eventos que lhe sobrevieram faziam parte de um propósito eterno. Ele estava consciente de Sua paixão, morte e ressurreição (Mt 17.22-23; 26.56; At 4.27-28).

1.2. Ele aceitou a causa e anunciou o resultado final.
Mesmo sendo um plano elaborado na eternidade, não existe dúvida alguma que Cristo se submeteu a ele de forma desejosa (Lc 22.42). Se por um lado Jesus se submeteu à vontade do Pai, por outro, Ele prosseguiu no plano por Sua autoridade divina. Ele assim afirmou: “Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a toma-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a toma-la. Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.17-18). Que outra autoridade esboçou tal poder para anunciar de forma antecipada que voltaria de entre os mortos? Está claro que Ele sabia o que estava fazendo. Ele escolheu morrer. Seu Pai ordenou. Ele aceitou. Um ordenou todas as coisas, o outro obedeceu.

1.3. Ele veio satisfazer a exigência divina sobre o pecado original.
Deus é Amor, mas Ele é também Justo, Santo e Perfeito. Esses atributos não podem, em hipótese alguma permitir que um indivíduo pecaminoso esteja em Sua presença. Foi isso que aconteceu no jardim do Éden com Adão. Ele perdeu essa condição e, como era o pai de todas as gerações, as contaminou com sua imagem decaída (Rm 5.12). Todavia, isso já estava claro na presciência de Deus e essa imagem deveria ser restaurada, não com sacrifícios de animais, mas de um homem capaz de morrer por todos os outros e que vivesse de maneira incontaminável e santa (Is 53.6; 1Pe 1.18-19). Então foi tomada uma decisão nos céus: enviar o Filho, para se tornar carne e satisfazer a exigência divina (1Co 15.49).

2. A paixão e morte de Cristo.
A agonia, a vergonha, o desprezo e o martírio foram reais. Cristo viveu tudo isso em sua carne e não podemos fugir dessa realidade. Todavia, a cruz se revela muito além do sofrimento e reflete a glória de uma tarefa cumprida (Jo 19.30b).

2.1. O perdão total da humanidade.
A cruz está repleta de eventos significativos para a humanidade. Jesus estendeu o Seu perdão para aqueles que o estavam crucificando (Lc 23.34). Eles o maltrataram, o fizeram gemer, rasgaram Seu corpo com chicote, mas jamais puderam fazer com que lhes odiasse. Mesmo dilacerado e agonizante, na cruz, Jesus revelou Seu incomparável amor e Sua poderosa autoridade ao declarar que um dos ladrões estaria assegurado em Seu Reino (Lc 23.42-43). Era o momento mais importuno para ver um reino ser estabelecido. Mas, ali, estava a autoridade daquele que decide quem entra ou não na eternidade. Quando disse: “Está consumado”, revelou claramente que havia terminado com êxito a Sua missão salvadora (Jo 19.30b).

2.2. Um grito de vitória.
Perto da hora nona. Jesus começou a exclamar e alguns até pensavam que clamava por Elias. Mateus assinalou que, antes de render Seu espírito, Jesus clamou com grande voz. Esse clamor marcante aparece nos quatro evangelhos (Mt 27.50; Mc 15.37; Lc 23.46). Porém, João nos diz que Jesus morreu com um grito: “Está consumado!” (Jo 19.30). Em grego e em aramaico essa frase se diz em uma só palavra: “Tetelestai”. Essa palavra é a exclamação do vencedor; de um homem que completou sua tarefa; de quem venceu a luta; de quem saiu da escuridão à glória da luz e tomou posse da coroa. Jesus morreu vitorioso e conquistador, com um grito de triunfo nos lábios.

2.3. O novo caminho de acesso a Deus.
Quando Cristo rendeu seu espírito ao Pai, outro evento sobrenatural ocorreu: o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27.50-51). A consumação de Sua obra foi simbolizada pelo novo acesso de intimidade. Na morte de Jesus vemos o amor de Deus e o caminho, que uma vez esteve fechado a todos os homens, agora está aberto para que todos possam dEle se aproximar. No Santíssimo, somente o sumo sacerdote poderia entrar, no Dia do Perdão. Mas, em Sua morte, o véu que ocultava Deus dos homens foi rasgado. A morte de Cristo abriu o caminho para se ter uma íntima, santa, pessoal, perdoada e alegre comunhão com o Pai. Ele se tornou o único Mediador necessário entre os homens e Deus (Hb 10.19-22).

3. A glória e exaltação do Rei.
Jesus terminou com honra o trabalho de redenção. O preço exigido por Deus para a reconciliação com homem foi pago. Agora, Deus confirmaria essa consumação ressuscitando Jesus dos mortos. Fato que Jesus predisse e planejou (Lc 18.31-33).

3.1. O pilar da fé cristã.
A ressurreição é um milagre que Deus cercou de provas por todos os lados (Mt 12.38-40; 27.62-63; Mc 8.31; Lc 9.22). É o grande sinal que comprova a autenticidade das palavras de Cristo (Jo 2.22). Religião alguma é capaz de afirmar ou provar que seu fundador teve o privilégio de regressar do mundo dos mortos. O cristianismo, porém, é o único capaz de afirmar que sem a ressurreição de Jesus não há cristianismo. O sacrifício de Jesus foi único e toda a fé cristã repousa em Sua ressurreição (1Co 15.14).

3.2. A importância da ressurreição de Jesus.
O apóstolo Paulo nos ensina que, sem a ressurreição de Cristo nossa fé seria vã (1Co 15.17). A nossa pregação seria inútil e a nossa esperança seria vazia. Nosso testemunho seria falso e nossos pecados não seriam perdoados. Seriamos os mais infelizes de todos os homens. Sem a ressurreição de Cristo, o cristianismo seria o maior engodo da história, a maior farsa inventada pelos cristãos. Os mártires teriam morrido por uma mentira e uma mentira teria salvado o mundo. Glórias a Deus porque Jesus ressuscitou e hoje temos vida abundante. Louvado seja Deus por Seu amor em nos conceder a vida eterna (Jo 3.16).

3.3. Um brado de amor.
Existem muitos outros significados que a cruz de Cristo nos revela, mas existe um que não podemos jamais deixar de apontar: Jesus quis fazer o que fez. Ele sabia no que implicava Sua vinda. Sabia que o único preço para a nossa salvação era Sua morte. Ele poderia evita-la. Ele disse que poderia (Jo 10.17). A ressurreição de Cristo é o brado de Seu amor pela humanidade (Jo 10.11). Se Ele desejasse, chamaria Seus anjos, devastaria Seus inimigos e escaparia da cruz, mas não. Ele escolheu. Ele foi até as mais baixas profundezas para que nenhum de nós tivesse que se perder. Ele nos perdoou, nos aceitou e nos amou de maneira inexplicável (Rm 5.1-11).

Conclusão.
O que seria mais difícil dizer: “Eu estou entregando a minha vida para a morte por minha própria vontade e iniciativa, ou eu voltarei de entre os mortos pela força do meu poder, porque eu dou a minha vida e eu mesmo a tomo de volta?”. Nunca duvide de Deus. Ele é sobrenatural, Tremendo e inexplicável.

Questionário.

1. O que foi planejada por Deus antes da fundação dos séculos?

2. Qual foi a decisão tomada nos céus?

3. O que Jesus revelou quando disse: “Está consumado”?

4. Qual foi o grande sinal que comprovou a autenticidade das palavras de Cristo?

5. Por que a ordem do universo foi mudada?

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 13 - Revista CPAD - JOVENS


As promessas a respeito do Messias como Servo Sofredor
25 de Setembro de 2016


TEXTO DO DIA
“Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados” 1Pe 2.24.


SÍNTESE
Isaías expõe todo o sofrimento de Cristo pela humanidade. O sofrimento de Jesus destruiu o poder que o pecado tinha sobre o homem.

TEXTO BÍBLICO
Isaías 53.3-7,9.3 — Era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
4 — Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
5 — Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados.
6 — Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
7 — Ele foi oprimido, mas não abriu a boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.
9 — E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca.

INTRODUÇÃO
O contexto das profecias que estudaremos na lição de hoje referem-se especialmente ao Messias, ao Cristo enviado de Deus para salvar a nação de Israel e o mundo perdido. Essas profecias de Isaías estão divididas em quatro cânticos, todos fazendo menção ao Servo: 42.1-9; 49.1-7; 50.4-9; 52.13-53.12.

I. AS QUALIDADES DO SERVO

1. Promulgador de justiça.
O cântico do Servo, Isaías 42, relata a missão do Cristo: promover a justiça, cuidar dos que estão prestes a cair, promulgar a equidade e igualdade entre todos (Is 42.1-4). Portanto, o Servo do Senhor não se imporia pela força (Is 42.2). Ele seria um ser humano ímpar pela sua fineza no trato, prudência e beleza de caráter (Is 52.13). Jesus nunca foi injusto nem usou de engano (Is 53.9). O conhecimento do Servo e sua submissão à vontade de Deus garantem a justificação de todos os que creem (Is 53.11).

2. Luz nas trevas.
O Servo do Senhor permite que os povos que vivem em trevas tenham acesso à luz proveniente do Calvário (Is 42.6; 49.6), de modo que todos os povos e extremidades da terra tenham acesso à salvação de Deus. Ele tem poder para libertar da prisão do pecado e da escuridão espiritual os que estão presos (Is 42.7).

3. Poderoso em palavras.
O Servo do Senhor tem habilidade com a Palavra, pois ela tem poder para transformar o ser humano (Is 49.2; Hb 4.12). Suas palavras trazem alívio ao cansado (Is 50).

Pense!
Cristo deve ser o modelo para a nossa caminhada de vida cristã.

Ponto Importante
As características do Servo Sofredor tipificam Cristo manifesto no Novo Testamento. O Servo Sofredor carrega consigo a manifestação da misericórdia, justificação e restauração de Deus à humanidade inteira.

II. O NOSSO PECADO LEVOU SOBRE SI

1. A vileza do pecado.
Cristo foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas iniquidades (Is 53.5). Sobre Ele caiu o pecado de todos nós, as iniquidades dos injustos levou sobre si (Is 53.11). Jesus foi equiparado aos transgressores, embora nunca houvesse transgredido (Is 53.12).

2. O sacrifício substitutivo.
O prenúncio de toda instituição sacrificial tem seu início no Éden, quando um animal foi morto para cobrir a nudez e o pecado do ser humano. O sistema de sacrifícios do Antigo Testamento previa matar animais para várias ocasiões, como quando alguém queria fazer uma oferta de louvor ou um agradecimento. Porém, sua função era expiar, no sentido de cobrir ou ocultar a culpa de alguém que pecou, apaziguando a ira de Deus sobre o pecador. Era o sacrifício de uma vida inocente oferecida em lugar de uma vida culpada, uma troca não merecida, mas aceita diante de Deus.

3. A graça do sacrifício.
O sacrifício de Cristo foi um favor imerecido da parte de Deus para com os pecadores que merecidamente deveriam sofrer. Cristo, o Servo Sofredor, fez essa substituição, o santo pelos pecadores, o justo pelos injustos. Assim, os sacrifícios do Antigo Testamento tinham sua transitoriedade temporal, mas o de Cristo teve validade eterna: “Mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, está assentado para sempre à destra de Deus” (Hb 10.12).

Pense!
Cristo manifestou tão abundante graça a nosso favor que nada pode mais servir de condenação para nossas vidas, se estamos em Cristo.

Ponto Importante
O Servo Sofredor revela a grandeza de Deus. Mediante a impossibilidade de o humano curar-se a si mesmo do pecado, Deus providencia o Servo Sofredor para curar a humanidade de suas dores resultantes do pecado.

III. SEU SOFRIMENTO, NOSSA CURA

1. O sofrimento necessário.
Os sofrimentos do Servo Sofredor foram indescritíveis. Entretanto, foi necessário que Ele sofresse assim para curar todas as enfermidades do corpo e da alma humana. Muitas doenças são ocasionadas pelos pecados individuais e a maldade de uns para com os outros. Cristo levou todo sofrimento sobre si, não apenas para curar o corpo, mas também a alma (emoções, sentimentos e vontades) daqueles que creem no seu sofrimento na cruz. Ele sofreu ferimentos lancinantes nas costas e na face e suportou terríveis afrontas (Is 50.6; Mc 15.17; Jo 19.1). Os castigos desfiguraram o rosto de Jesus, a ponto de as pessoas ficarem pasmas diante dEle (Is 52.14). Ao ser oprimido e ferido, Ele ficou quieto como um cordeiro indefeso. Foi submetido a um julgamento injusto, uma morte indevida, uma cruz vergonhosa, uma sepultura emprestada, uma coroa horrorosa e acusado de pecados que não cometeu, tudo pela nossa salvação e cura.

2. Homem de tristezas.
O profeta descreve o Servo Sofredor empregando uma linguagem que lembrava os leprosos. Estes eram excluídos do convívio da comunidade. Jesus, assim como os leprosos, sofreu uma das mais terríveis e amargas dores, a dor da solidão e do abandono, de alguém que foi rejeitado e de quem os homens escondiam o rosto. Porém, aquEle a quem desprezamos e pensamos ser insignificante levou sobre si nossas deformidades e doenças, ou seja, a lepra incurável do pecado. Sua fragilidade e falta de formosura foi a garantia da nossa redenção.

Pense!
O sofrimento de Cristo a nosso favor justifica uma resposta positiva de nossa parte diante de sua convocação à vida eterna.
Ponto Importante
O profeta Isaías quer mostrar ao povo que todo o sofrimento será carregado pelo Servo Sofredor a fim de livrar o povo da terrível dor de ter pecado contra Deus.

CONCLUSÃO
Cristo sofreu toda a dor que a humanidade deveria sofrer por causa do pecado, mas, ao experimentar a totalidade desse sofrimento, o Messias destruiu o poder que o pecado tinha sobre o homem e reconduziu todas as pessoas novamente a Deus. É imensurável e extraordinário o alcance dos sofrimentos e da morte do Servo Sofredor. Essa é a garantia de nossa cura, transformação, libertação, salvação e de que um dia estaremos para sempre com Ele.

HORA DA REVISÃO

1. Cite onde estão localizados os quatro cânticos do Servo em Isaías.
Os quatro cânticos do Servo estão em Is 42.1-9; 49.1-7; 50.4-9; 52.13-53.12.

2. Quem é o Servo Sofredor de Isaías?
É o Messias, o Cristo enviado de Deus para salvar a humanidade.

3. Qual o significado messiânico de ser luz nas trevas?
Significa libertação da prisão do pecado e da escuridão espiritual.

4. Por que o sofrimento de Cristo foi necessário?
Para curar todas as enfermidades e doenças do corpo, mas especialmente as feridas da alma humana.

5. Por que a morte de Cristo foi necessária?
Para reconciliar todos em todo o mundo com Deus e assim providenciar uma tão grande salvação.

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A evangelização integral nesta Última Hora
25 de Setembro de 2016



TEXTO ÁUREO
“E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!” Mc 16.20.

VERDADE PRÁTICA
Falemos de Cristo a todos, em todo tempo e lugar, por todos os meios.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Lucas 24.44-53.
44 — E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos.
45 — Então, abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.
46 — E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos;
47 — e, em seu nome, se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.
48 — E dessas coisas sois vós testemunhas.
49 — E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.
50 — E levou-os fora, até Betânia; e, levantando as mãos, os abençoou.
51 — E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles e foi elevado ao céu.
52 — E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém.
53 — E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém!

INTRODUÇÃO
A Igreja Primitiva não precisou de mais do que uma geração para levar o Evangelho de Cristo aos confins do Império Romano. Seguindo o modelo que lhes deixara o Senhor, os discípulos, no poder do Espírito Santo, evangelizaram simultaneamente Jerusalém, a Judeia e Samaria até chegarem à capital de Roma, no Ocidente.
Se levarmos em conta o modelo autenticamente pentecostal de evangelização, cumpriremos, em tempo recorde, o programa divino para alcançar tanto o nosso bairro quanto as nações mais distantes. Mas, para isso, temos de nos voltar ao método de evangelização simples, mas eficaz, dos primeiros evangelistas e missionários.

I. O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
Não carecemos de nenhum método inovador, nem de fórmulas extravagantes, para cumprir plenamente o cronograma divino do anúncio universal do Evangelho.

1. Evangelização integral.
Consiste na proclamação simultânea do Evangelho em todos os âmbitos: local, nacional e transcultural. O modelo de Atos 1.8 implica uma ação conjunta, ou seja, evangelizando Samaria, Judeia e os confins da terra ao mesmo tempo. Jesus não ordenou aos discípulos evangelizar primeiro Jerusalém, depois a Judeia, em seguida Samaria e, finalmente, os confins da terra. O seu plano-diretor era bem claro e objetivo: “e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra”. Isso implica uma ação da Igreja (At 13.1-5).
A evangelização mundial, para ser bem-sucedida, tem de funcionar de acordo com o manual que nos deixou o Senhor Jesus no Novo Testamento.

2. Avivamento e evangelização.
Nenhum plano evangelístico, ainda que bem elaborado, terá êxito a menos que retornemos ao cenáculo. Sem o batismo com o Espírito Santo, não teremos o poder necessário para anunciar o Evangelho de Cristo. Evangelismo e Pentecostes são temas gêmeos, inseparáveis. O poder do alto é insubstituível na vida da igreja.
A evangelização integral requer o revestimento de poder daquele que se predispõe a falar de Cristo no bairro, na cidade, no país e no exterior.

II. DISCIPULADO INTEGRAL
A evangelização integral deve ser acompanhada do discipulado integral, que compreende as seguintes ações: doutrinação, integração, treinamento e identificação.

1. Doutrinação.
A doutrinação do novo convertido consiste no ensino das verdades centrais da fé cristã, para que ele pense, aja e viva de acordo com o mandamento de Cristo. Dessa forma, poderá ele guardar todas as coisas ordenadas pelo Senhor, até o arrebatamento da Igreja (Mt 28.20).
A doutrinação deve ser iniciada no ato da conversão, tendo continuidade durante toda a vida cristã (At 2.41-43).

2. Integração. 
Sem a integração social do novo crente, sua doutrinação torna-se ineficaz. O novo convertido precisa sentir que é parte da família de Deus. Não se trata de um mero exercício sociológico, mas do compartilhamento do amor cristão (At 2.44).
João sabia que, se os cristãos não se amassem mutuamente, jamais se sentiriam parte do corpo de Cristo. Por isso, não cessava de exortar a Igreja. O amor que integra não compreende apenas palavras, mas ações efetivas (1Jo 3.18).

3. Treinamento.
Ainda na fase da doutrinação e da integração, o novo convertido deve ser treinado a fazer novos discípulos. A libertação do endemoninhado gadareno ilustra muito bem esta etapa do discipulado radical. Tão logo Jesus o livrou daquela legião, recomendou-lhe: “Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus [...]” (Lc 8.39). E, no mesmo instante, o homem saiu a apregoar quão grandes coisas fizera-lhe o Senhor.

4. Identificação.
Esta fase somente será eficaz se as anteriores forem bem executadas. A plenitude do discipulado radical será levar o novo crente a ser conhecido, através de seu testemunho e postura, como seguidor de Cristo. Os crentes primitivos, em virtude de seu compromisso com Jesus, eram conhecidos como cristãos (At 11.26).
Hoje, mais do que nunca, devido à brevidade e a urgência destes dias, carecemos de homens, mulheres e crianças que sejam identificados como discípulos de Jesus Cristo (Jo 8.31).

III. A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
A igreja da evangelização integral é caracterizada por três ações básicas na divulgação do Evangelho de Cristo: promoção, comissão e manutenção.

1. Promoção.
À semelhança de Antioquia, a igreja da evangelização integral não vive de si e para si. Antes, promove a proclamação de Cristo em todos os âmbitos (At 13.1-3). Ela é evangelística e missionária. Para ela, não existe maior evento do que evangelizar e fazer missões. Que o Senhor avive nossas igrejas, impulsionando-as aos confins da Terra.

2. Comissão.
Na evangelização integral, a igreja tem de agir como a agência evangelizadora e missionária por excelência. Nenhuma organização pode substituí-la nessa tarefa. Discorrendo sobre os pressupostos da evangelização mundial, o apóstolo Paulo pergunta: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? [...]” (Rm 10.14.15).

3. Manutenção.
No auge da prosperidade econômica do Brasil, o que fizemos em prol da evangelização mundial? Sabemos que algumas igrejas aproveitaram aquele momento para chegar aos confins da Terra. Outras, porém, viveram apenas para si, como se aquele instante não tivesse fim.
As igrejas da Macedônia, apesar de pobres, enriqueceram a muitos, sustentando obreiros e missionários (2Co 8.1-7). Nesta crise que ora atravessamos, demonstremos a nossa fé, mantendo as frentes evangelísticas já iniciadas e abrindo outras.

CONCLUSÃO
Que a evangelização integral caracterize nossas igrejas nesses dias difíceis e trabalhosos. A crise que perturba o nosso país poderá não ser a última. Outras mais agudas poderão surgir. Mas, amparados pelo Autor e Consumador da nossa fé, não desanimemos. Caminhemos de vitória em vitória, evangelizando e fazendo missões, até que o Senhor nos venha buscar.

PARA REFLETIR

A respeito da evangelização integral, responda:

O que é a evangelização integral?

Por que a evangelização tem de ser simultânea e global?

Quais as características da evangelização integral?

O que é o discipulado integral?

O que é uma evangelização autenticamente pentecostal?

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