sábado, 27 de maio de 2017

Peço aos amados irmãos e irmãs que ainda não fizeram, que me adicionem no Facebook, e vamos compartilhar informações. meu face é Marcos André adiciona lá.

Pr Marcos André - Editor

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9



AULA EM___DE______DE 2017 – LIÇÃO 9
(Revista: Central Gospel - nº 50)

Tema: ABRAM NOVAS JANELAS

Texto Áureo: Ap 21.5a
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição fale sobre as formas de ver a vida, usando a representação das janelas. Veja se dá para explicar em forma metafórica, tratando os pontos de vista como janelas mesmo.
- “Interpretamos a realidade...a partir de janelas”, aqui a palavra janela se refere a pontos de vista, ou seja, a maneira como vemos a vida, as situações que envolvem nossa realidade.
- “como uma casa de muitas janelas”, é uma metáfora para dizer que podemos olhar a vida de muitas maneiras, quer dizer que, um problema familiar, pode ser um desastre, uma oportunidade, algo sem importância, etc. Depende da janela por onde olhamos.
- “fendas sombrias”, é quando olhamos com perspectivas negativas, sempre esperando o que de ruim possa acontecer.  
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1. JANELAS QUE PRECISAM SER FECHADAS EM NOSSAS VIDAS
- “janelas de morte que estão abertas”, janelas de morte seriam aquelas por onde a morte entra. Não necessariamente a morte física, mas a morte em suas várias faces, morte do casamento, morte da amizade, morte da vida espiritual, etc.

1.1. Janela do rancor
- “um passado que teima em não morrer”, ou seja, aquilo que a pessoa guarda, não resolveu, não conversou, não pediu perdão ou não perdoou.
- “o fato de você ser gente”, quer dizer que você tem os mesmos pontos fracos na vida sentimental das pessoas sem Deus.
- “apenas o lado lúgubre da vida”, lúgubre é aquilo que é sombrio, triste, macabro. O lado lúgubre é o lado triste da vida em família. Não existe família perfeita, todas as famílias tem problemas de ruins a gravíssimos, mas não devemos o tempo todo olhar só para isso, existem os lados bons dessa vida em família.

1.1.1. A inevitabilidade do atrito
- “favorece o atrito”, são pessoas diferente convivendo juntas numa casa, dividindo a TV, o computador, o banheiro, os espaços, é normal que haja desavenças, discussões, debates...porém não é normal que haja brigas, xingamentos, escândalos, rancor, etc.
Se dois irmãos estiverem por muito tempo sem se falar, os pais devem intervir.

1.2. A janela do pessimismo
- “só conseguimos enxergar as dificuldades”, quando olhamos por essa janela passamos a viver reclamando de tudo, nos tornamos pessoas insuportáveis.
- “se concentrar nas impossibilidades”, é só ver o pode dar errado, assim a pessoa não consegue realizar nada por ver as dificuldades, por ver só o que vai dar errado.

1.3. A janela do medo
- “falsa segurança oferecida por essa janela”, quando a pessoa sente medo em excesso ela deixa de realizar projetos, buscando estar segura, mas é uma falsa segurança, pois ninguém está seguro se o Senhor não o guardar.
- “Chega de temer”, o medo inibe a pessoa de se mover, de tentar de novo, de sair à luta, de reagir, de recomeçar.

1.4. A janela da murmuração
- “arte de impedir o sorriso da coroação”, ou seja, a pessoa não se satisfaz e nem deixa ninguém se regozijar, passa a reclamar do que possui, por achar que é ruim.
- “roubarem a alegria”, por vezes nos encontramos alegres, com algo que realizamos e nos deparamos com alguém que está insatisfeito. O que para nós é vitória para o murmurador é problema. Isso pode gerar tristezas e desavenças.

1.4.1. O mal-humor
- “lamuriento”, é o mal-humorado, que só vive com raiva da vida e de todos. É difícil a convivência com alguém que só vive de mal-humor.
- “procurar motivos para resmungar”, o rixoso fica o tempo todo procurando um motivo, olhando o que está de errado e reclamando das mínimas coisas. Se alguém percebe que sofre disso, deve tentar se policiar para não buscar motivos em tudo para ficar mal humorado.

1.5. A janela do orgulho
- “vontade incontrolável”, assim como acontece com aqueles que são dominados pela natureza humana caída. Até os crentes se não vigiarem podem dar ocasião a essa velha natureza.
- “necessidade de proteger-se”, isso é um fator psicológico onde a pessoa se sente ameaçada por outra que possui alguma habilidade aparentemente melhor ou que chame a atenção.
- “cria a ilusão de que somos bons”, algumas pessoas tentam se colocar acima de outras até mesmo nas coisas espirituais. Acreditam que tem mais unção, que evangeliza mais, que pregam melhor, etc.
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2. JANELA ABERTA A NOVOS CENÁRIOS

2.1. A janela do Perdão
- “livrar-se das marcas negativas”, é a decisão de mudar de direção, de recomeçar, ou de voltar a trás numa estrada de morte.
- “fazer fechar a janela do rancor”, se a pessoa não pedir ou liberar perdão, ficará com uma mágoa dentro de si que se fará em rancor e isso o consumirá até que o perdão seja liberado. Algumas pessoas levam anos assim.

2.2. Janela da reconciliação
- ...

2.3. A janela do recomeço
- “reelaborar vivencias familiares”, quando recomeçamos geralmente nos animamos com a esperança de sucesso, por estarmos em uma nova caminhada. Caminhar animado é muito melhor do que com os empecilhos mencionados anteriormente.
- “sonhar juntos outra vez”, quando o casal decide recomeçar, seja depois de uma briga, discussão ou até mesmo uma separação, tem a oportunidade de evitar os erros que levara ao rompimento anterior. Adquiriram experiências.

CONCLUSÃO
- Convide os alunos a analisarem em que janelas eles tem se debruçado para observarem a vida e a família. Explore um pouco isso, deixe eles pensarem, peça que feche os olhos e olhem para dentro de si mesmos.
- Faça a revisão com a classe repassando os pontos mais importantes.
- Corrija o questionário.

Boa aula!

Marcos André – professor
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VAMOS LUTAR POR UM EVANGELHO AVIVADO PELA PALAVRA DE DEUS

PR MARCOS ANDRÉ - EDITOR

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 9


AULA EM 28 DE MAIO DE 2017 – LIÇÃO 9
(Revista: CPAD)

Tema: Hulda, a Mulher que Estava no Lugar Certo

Texto Áureo: 2 Cr 34.24
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição demonstre como um caráter discreto pode ser usado na obra de Deus, pois ninguém precisa ser as estrela para que Deus promova Seu avivamento.
- “livro da Lei, que fora perdido na Casa do Senhor”, esse livro era a Torá e foi encontrado após uma arrumação na casa de Deus. Quer dizer que os sacerdotes estavam fazendo os rituais sem o conhecimento das ordenanças do livro da Lei.
- “mandou consultar ao Senhor sobre tamanha desgraça”, a Lei previa o castigo para a nação quando eles se apartassem da obediência ao Senhor, isso incomodou o rei que decidiu consultar a Deus por boca de algum profeta.
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I - QUEM FOI HULDA 

1. Hulda.
- “num tempo em que os reis e os profetas haviam se desviado”, uma coisa é ser servo de Deus em um ambiente com muitos servos fieis, outra coisa é ser servo quando muitos já se corromperam ou desistiram.
- “O texto em estudo diz que ela era esposa de Salum”, ela era casada e era difícil naquele tempo uma mulher conseguir ter uma expressão em Israel como essa profetisa, isso mostra que havia concordância entre ela e seu esposo para poder fazer esse serviço.
- “na segunda parte" da cidade, ou na "cidade baixa"”, Jerusalém foi construída numa cadeia de montanhas, por isso havia uma parte baixa e uma alta.

2. Atividade que exerceu.
- “exerceu a atividade de profetisa”, uma mulher que tinha intimidade com Deus, pois o profeta era uma pessoa que ouvia a voz do Senhor para falar ao povo.
- “predominantemente confiado aos homens”, ser profetisa naquela época era um desafio, muitos se recusavam receber a profecia por vir de uma mulher, tinha que ser mulher de Deus de verdade.
- “ascensão e queda do reino de Ezequias,”, não se pode afirmar isso com certeza, pois Ezequias reinou a uns cinquenta anos antes de Hulda profetizar para o rei Josias.
- “Ela entrou em cena num momento dramático”, algumas pessoas entram na história para fazerem a diferença num momento específico e depois não aparecem mais, Deus conta com os que estão nos holofotes e também com os que estão no anonimato.

3. Deus ouviu Hulda.
- “outros reis não tomaram conhecimento de seu ministério”, a nação entrou num caos espiritual e o templo foi abandonado ficando esquecido o livro da Lei no seu interior, por causa daqueles mesmos reis.
- “levantou um menino para promover mudanças impactantes”, se referindo a Josias que resolveu arrumar a purificar Israel e a reparar a casa de Deus no oitavo ano de seu reinado, com 16 anos de idade.
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II - HULDA VÊ O TEMPO DO AVIVAMENTO

1. Josias promove verdadeiro avivamento. 
- “com o apoio de conselheiros reais”, embora a Bíblia não mencione os nomes desses conselheiros, com certeza souberam aconselhar bem o jovem rei. Pois ele desejou ainda cedo buscar a presença de Deus.
- “nos caminhos de Davi, seu pai”, aqui não fala de Amom que era de fato seu pai, mas fala da genealogia sendo ele da casa de Davi e pela obra que ele fez, que o tornava mais semelhante a Davi do que a Amom.


2. Aboliu a idolatria.
- “drásticas e corajosas contra a idolatria”, aram corajosas porque ele poderia perder o apoio popular que o colocou no cargo, mas notamos que ele não estava preocupado com isso.
- “no oitavo ano de seu reinado”, ele começou a reinar com oito anos então ele estaria agora com 16 anos.
- “parte de um "remanescente fiel"”, pelo que entendemos da Palavra o Senhor sempre tem um remanescente fiel em Israel, alguém que não negou a presença de Deus, que não seguiu a idolatria dominante.

3. Resgatou a Lei do Senhor.
- “Aos vinte e seis anos de idade, Josias mandou reparar a Casa do Senhor”, a idade dele é entendida de 2 Cr 34.8.
- “fez ciente ao rei que o livro da Lei”, ele encontrou o livro da Lei, o que significa que o livro estava perdido dentro dos entulhos e lixo na casa de Deus, demonstrando que a muito tempo não se limpava ou se fazia cerimônias na casa do Senhor.
- “Ao ouvir o conteúdo do livro, o rei rasgou suas vestes”, com isso entendemos que aquela era a única cópia em Israel, não havia outra, isso mostra a importância que as autoridades davam ao livro da Lei.
- “porque grande é o furor do Senhor, que se derramou”, note que o rei Josias já estava considerando a indignação de Deus apenas pela interpretação das Escrituras.
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III - HULDA É USADA POR DEUS

1. A dura mensagem de Deus.
- “ a destruição de Judá por causa da idolatria”, essa destruição ocorreu pela mão de Nabucodonosor no ano de 586 a.C.
- “restauração e prosperidade, no reinado de Josias”, isso porque ele foi fiel, mesmo que todos de seu tempo tenham escolhido permanecer infiéis. Deus tem vitórias para aqueles que decidirem ficar fieis, ainda que estejamos cercados de infiéis.

2. Hulda profetiza para o rei Josias.
- “Deus mostrou à profetisa Hulda”, isso mostra que o rei estava o tempo inteiro sendo observado por Deus, o Senhor estava registrando tudo o que Josias fazia e no momento certo o exaltou e falou a ele. Por mais que parece que Deus não está percebendo, devemos saber que Ele tudo observa.  
- “Deus viu como Josias se humilhou”, Deus se agradou da atitude de humilhação diante do perigo iminente. Estamos num mundo onde a maioria das pessoas não sentem nada quando anunciamos os eventos apocalípticos.
- “ele desceria ao sepulcro em paz”, quer dizer que a casa dele não entraria em guerra e que seu trono não seria usurpado.

3. O efeito da profecia sobre Judá e Jerusalém
- “só têm efeito se começarem pela liderança”, os membros de uma igreja só seguirão seus líderes, por isso os líderes devem ser os primeiros a resgatarem a meditação na Lei.
- “ele leu aos ouvidos deles todas as palavras do livro”, ou seja, o avivamento deve vir pela leitura da Palavra de Deus, quando encontrarmos o livro da Lei, devemos ler e meditar.
- “O verdadeiro líder vai na frente e influencia seus liderados”, esse é o papel de um líder, influenciar. O líder deve saber que suas atitudes influenciam os liderados.
- “e celebrou a Páscoa do Senhor”, quer dizer que ele trouxe de volta o memorial principal que fazia o povo se lembrar da saído do Egito, a festa da Páscoa.
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CONCLUSÃO
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:

Quando Hulda exerceu o papel de profetisa?
Num tempo em que esse ofício era predominantemente confiado a homens.

Hulda foi contemporânea de que reis?
Ezequias, Manassés, Amom e Josias.

Onde estava o livro da Lei, no tempo de Josias?
Estava perdido, na casa do Senhor.

Que previu Hulda em sua profecia?
A destruição de Judá por causa da idolatria e a sua restauração, no reinado de Josias.

Que fez Josias em relação à idolatria?
Determinou que todas as abominações fossem tiradas do meio de Israel.

Pr Marcos André – professor
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9


AULA EM 28 DE MAIO DE 2017 – LIÇÃO 9
(Revista: Editora Betel)

Tema: O Senhor é soberano entre as nações

Texto Áureo: Jr 27.6
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição mostre como Deus tem autoridade, como Ele tem o poder para criar e para destruir, para dar vida e também para tirar.
- “não há poder neste mundo capaz de frustrar”, as pessoas costumam julgar Deus como se ele fosse alguma divindade mitológica sujeito as leis às avaliações humanas, como se Ele fosse ser prejudicado se alguém acreditar Nele ou não. Deus está acima de qualquer julgamento humano. Ele é soberano e se quiser destruir a humanidade agora tem poder para isso e não haverá quem o condene por isso pois a humanidade é Dele, só Ele tem poder e autoridade para criar e destruir.
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1. A aflição de um profeta
- “uma única pessoa que praticasse a justiça”, toda uma geração estava corrompida, chegaram a um momento em que Deus precisava tomar uma atitude.
- “velhos sentados nas praças e os jovens para cantarem”, Jeremias está descrevendo em Lamentações um quadro da vida social cotidiana do qual ele sente saudades. Quando perdemos certos elementos da vida, como a liberdade por exemplo, passamos a valorizar até as pequenas coisas.

1.1. O alerta de Jeremias.
- “havia sido a libertação do Egito”, assim como hoje o grande ato de amor de Deus é nossa libertação do domínio do pecado realizada na cruz do calvário.
- “lembrança do êxodo e do deserto em suas pregações”, assim como deve ser constante a nossa lembrança da cruz de Cristo em nossas pregações. Muitas mensagens já não são cristocêntricas.
- “ele convoca o povo ao arrependimento”, note a semelhança dos dias de Jeremias com os dias atuais. Assim como ele pregou arrependimento, devemos também pregar sobre isso.
- “a promessa que Deus daria uma nova aliança”, esse era o desejo do coração de Deus, mas Ele só o realizou com Jesus no Novo Testamento pela aliança do sangue do Cordeiro.

1.2. Deus usa líderes pagãos para realizar Seu propósito.
- “usando um líder pagão para punir as nações”,se refere a Nabucodonosor a quem o Senhor chama de servo. Jr 27.6
- “que não se submeterem às ordens de Nabucodonosor serão destruídas”, por conta dessa profecia o profeta Jeremias passou a orientar que o rei entregasse a cidade a fim de evitar perda de vidas, e por isso as autoridades babilônicas decidiram libertar o profeta Jeremias. Jr 39.11-14

1.3. O perigo da contaminação.
- “de contínuo se envolver com suas práticas pagãs”, as práticas pagãs eram de idolatria associada às orgias, o que atraía o povo, por isso era tão perigoso estar com aquelas nações ao redor.
- “essencial para o povo de Deus é ser santo”, é estar separado, mesmo estando no meio dos povos idólatras deve estar separado, assim funciona com a nossa vida, precisamos estar separados do pecado mesmo estando vivendo no meio de pecadores.
- “separado dos padrões e costumes de outros povos”, aquilo que parece certo para as pessoas do mundo, muitas vezes não é para nós, por isso devemos estar afastados do padrões e costumes deles.
- “chegou a sacrificar os próprios filhos”, era um ritual praticado pelos cananeus para adorar a um ídolo chamado Moloque.
- “tem a ver com as influências recebidas”, as influências recebidas fizeram com que eles se afastassem da Palavra de Deus e assim passaram a sofrer ainda mais influência daqueles povos. Quando alguém se afasta da Palavra passa a ser induzido por todo tipo de influência.
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2. Deus adverte o povo


2.1. O profeta das nações.
- “levar o povo de Judá ao arrependimento”, se houvesse arrependimento em Israel Deus mudaria os Seus planos de destruição Jr 18.7-8
“No momento em que falar contra uma nação, e contra um reino para arrancar, e para derrubar, e para destruir,
Se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.”
Jr 18.7,8
- “Ele orienta a submissão a Babilônia”, a ideia do profeta era salvar o povo de muitas mortes, por isso ele recomenda isso.


2.2. O Senhor da criação.
- “ criou tudo para que Sua glória seja vista”, a criação demonstra claramente a glória soberana de Deus não tem como negar a existência de Deus diante de uma criação tão perfeita, ainda que alguns acreditem que toda essa perfeição provenha do acaso.
- “não ter ninguém para admirar tudo de belo que Ele fez”, Deus fez a melhor parte de toda Sua criação, o ser humano dotado de capacidade de escolha, para que possa decidir adorá-lo por tudo o que é.
- “o Senhor assume Seus direitos sobre todas as nações”, direito de levantar e destituir governos, de destruir quem ele quer e edificar a quem bem entender. São nestes termos que o Senhor deve ser entendido.

2.3. O pecado das nações contemporâneas.
- “nações do mundo contemporâneo”, são as nações do nosso tempo, principalmente asa potências mundiais e a superpotência.
- “uma luta constante em busca da paz”, ao mesmo tempo uma luta para controlar outras nações, sempre alegando buscar a paz no mundo.
- “a paz verdadeira só existe em Cristo”, a paz verdadeira começa em ter paz com Deus, que é a paz que Jesus dá, tendo paz com Deus a paz com os homens vem.
- “causado a degradação de nosso planeta”, o desrespeito à vida e as pessoas vem por uma sociedade que não ama a Deus e nem a Sua criação. Crimes ambientais acontecem pela ganancia e arrogância de homens amantes do dinheiro e do poder. Empresas e pecuaristas desmatam enormes áreas de florestas para aumentarem seus lucros, produtos químicos são despejados nos leitos de rios por serem de tratamento caro, etc.
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3. Deus convoca ao arrependimento

3.1. Deus é soberano sobre as nações.
- “e ele domina entre as nações”, o Reino de Deus ainda não pertence a esse mundo, mas chegará o dia em que o Seu Reino será instaurado aqui pelo período de mil anos. Ap 20.4

3.2. Como alcançar as nações para o Senhor?
- “nem todos podem partir para outras nações”, se referindo à dificuldade de se enviar missionários, devido a conseguir pessoal disposto e preparado para tal.
- “estar comprometidos com a proclamação da salvação”, quer dizer que devemos ser mais atuantes na obra missionária colaborando da forma que estiver ao nosso alcance.
- “orando, indo, enviando e contribuindo.”, aqui foi colocado uma relação de atividades que os alunos podem executar para cooperar com obra missionária. Chame os alunos a decidirem em qual dessas atividades eles se encaixam para colocar em prática no apoio à missões.
- “para que anuncieis as virtudes”, essa é a responsabilidade mencionada, responsabilidade de anunciar.

3.3. Toda chamada tem um preço a ser pago.
- “houve um preço a ser pago por ele”, ele acabou sofrendo de alguma forma, pois para que haja unção sobre alguém, essa pessoa deve se esforçar, orar mais, ler mais, praticar mais as boas obras, etc.
- “seguiu seu chamado totalmente”, hoje além do pecado existem uma série de entretenimentos para tirar a pessoa do foco, por isso devemos estar com os nossos olhos voltados sempre para o alvo.

CONCLUSÃO
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO
                  
1. O que era lamentável para Jeremias?
R: O fato de não haver mais velhos sentados nas praças e os jovens para cantarem (Lm 5.13-15).

2. O Senhor entregou as nações na mão de qual monarca?
R: Nabucodonosor (Jr 27.5-6).

3. Somente onde existe a paz verdadeira?
R: Em Cristo (Jo 14.27).

4. O que traz a felicidade para uma nação?
R: Ter Deus como Senhor (Sl 33.12).

5. O que Jeremias chegou a amaldiçoar?
R: O dia em que nasceu (Jr 20.14).

Marcos André – professor
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terça-feira, 23 de maio de 2017

AVISO - Sequência das postagens da Lição 9

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 9  BETEL CPAD - 3º CENTRAL GOSPEL

SOLICITAMOS QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! Ou se o Senhor te tocar ou você desejar abençoar este trabalho solicito clicar aqui!. Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 9 - Revista CPAD - JOVENS



A BONDADE DIVINA E A REGRA DE OURO
28/05/2017


Texto do dia

"E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-lhes vós também." Lc 6.31



Síntese

A bondade divina é infinitamente maior que a que os homens demonstram aos seus filhos. Mesmo assim, somos ensinados a fazer aos outros àquilo que gostaríamos que fizessem a nós.


Texto bíblico


Mateus 7.7-12
7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.
8 Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre.
9 E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?
10 E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?
11 Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?
12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.


INTRODUÇÃO

Os seis versículos da lição de hoje encerram grandes ensinamentos. Os primeiros cinco retomam verdades que já foram implicitamente trabalhadas na oração do Pai-Nosso e também nas orientações gerais sobre o ato de orar (Mt 6.5-13). O Mestre retoma igualmente os ensinos acerca da ansiedade pela vida (Mt 6.25-34). Entretanto, em relação a este último aspecto do discipulado, Cristo instrui, primeiramente, em detalhes e agora o coloca de forma implícita em forma de orientação a respeito da "frequência" com que se deve orar (vv.7,8). A confiança no Pai é ensinada com base na própria bondade humana que, como se sabe, é limitadíssima (vv.9-11). Finalmente, um dos textos mais populares e que é repetido até mesmo por pessoas que não creem em Deus: a regra de ouro é apresentada pelo Mestre como síntese da Lei (v.12).


I - PEDIR, BUSCAR E BATER



1. A vida orante.
É preciso ter em mente que o Mestre dirige-se aos seus discípulos e que eles são judeus. É acerca da justiça do Reino que Ele está a ensinar. Sendo assim, como a abnegação e a confiança são pré-requisitos indispensáveis aos que atenderam ao chamado de Jesus (Mt 6.25-34), o Mestre instrui agora acerca da "vida orante", ou seja, da adoção de um estilo de vida que tem a oração como uma constante (v.7). A constância aqui nada tem com as vãs repetições que foram reprovadas anteriormente, posto que aquelas consistem em palavrórios vazios de quem não tem discernimento do caráter de Deus (Mt 6.7,8,32,33). A questão visada aqui não é algo circunstancial, mas perene e profundamente espiritual indo além das necessidades básicas que já são conhecidas pelo Pai (Lc 11.9-13).


2. "Pedi", "buscai" e "batei".
Através de três verbos, o Mestre ensina acerca da constância e do estilo de vida do discípulo no que diz respeito à oração: "Pedi", "buscai" e "batei" (v.1). São ações e não meramente contemplações. Quem pede demonstra humildade, pois reconhece sua necessidade (Mt 15.21-28). Buscar está relacionado ao reconhecimento de que há algo mais que precisa ser encontrado, obtido. Não quer dizer inconformismo egoísta, mas a não aceitação de um estado de apatia espiritual e de falta de comunhão (Jr 29.11-14). Finalmente, o que bate sabe que depende da benevolência e da sensibilidade de quem está do "lado de dentro". Portanto, precisa contar com tal confiança (At 12.16; Ap 3.20). 


3. Receber, encontrar e abrir.
Quem tomou a decisão de pedir, buscar e bater, tem do Mestre a confiança de que "aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre" (v.8). Adotar esse estilo de vida orante, significa manter-se em um estado de perpétuo reconhecimento. Não é algo que deve se apresentar apenas em momentos de dificuldades que atingem a todos indistintamente. Comportar-se dessa maneira significa reconhecer a total dependência que temos do Criador (At 17.24-28).


Pense

Com os afazeres da vida, o envolvimento on-line quase que 24 horas, você acha possível adotar um estilo de vida orante?


Ponto Importante

A petição do estilo de vida orante não se restringe às necessidades básicas e, muito menos, a desejos caprichosos e individualistas, mas é um reconhecimento da nossa dependência divina.


II - A BONDADE DIVINA E A MALDADE HUMANA



1. O amor paternal humano.
Em continuidade ao seu ensino acerca do estilo de vida orante, o Mestre agora evoca a figura paterna para demonstrar o quanto se pode confiar em Deus. Qual pai, em sã consciência, ao pedido de alimento do filho lhe dará uma pedra, ou, "pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?" (vv.9,10). Evidentemente que os dois elementos aqui colocados para exemplificar os cuidados paternais ? pão e peixe ? são típicos da sociedade daquela época. No entanto, a mensagem é clara: salvo os comportamentos patológicos que existem, qualquer pai, em condições normais, cuida do filho e quer o melhor para ele (Lc 15.11-32).


2. A maldade inata do ser humano.
Apesar de este não ser o propósito do ensino do Mestre, Ele reitera uma doutrina cara da fé cristã que é o fato de a humanidade ser pecadora por natureza (Gn 3; Rm 5.12), ou seja, os atos de bondade que somos capazes de exercer não nos tornam bons, pois somos maus (v.11).


3. A infinita bondade divina.
A capacidade humana de praticar um ato de bondade ante a necessidade do filho, a despeito de o ser humano ser mau, faz com que Jesus tome tal situação como referência para exemplificar a infinita bondade do Pai (v.11). Em outros termos, se nós, sendo maus, temos capacidade de dar coisas boas aos nossos filhos, que dirá Deus, que é infinitamente bondoso (1 Jo 4.8). Dessa forma, a pergunta do versículo 11 é retórica, pois é claro que Deus é indiscutivelmente mais digno da nossa confiança, pois Ele é bom para todos, independentemente das circunstâncias (Sl 118.1; Is 49.15,16; Lc 18.19; Mt 5.44,45).


Pense

Como os pais "normais" comportam-se diante dos pedidos egoístas dos filhos?


Ponto Importante

O discípulo não é como os pagãos que não possuem entendimento algum sobre Deus. Por isso, seus pedidos precisam ser conscientes e nunca individualistas e egoístas. 


III - A REGRA DE OURO E A COMPLETUDE DA LEI



1. A regra de ouro.
Conhecida até mesmo, de alguma forma, por pessoas que não leem a Bíblia, a regra de ouro consiste em um ditado que, em sua forma negativa ("Não faça aos outros, o que não queres que façam a ti") era muito difundida no mundo antigo. Alguns autores defendem ser ela, em sua forma positiva (v.12), uma criação de Jesus. Entretanto, pesquisas realizadas no campo da literatura greco-romana e rabínica, demonstram sua existência em outros lugares e cultura.


2. A novidade da regra de ouro em Jesus.
Como qualquer ditado que, devido ao seu uso popular, tende a se tornar um chavão desgastado e raramente praticado, Jesus surpreende ao relacionar a regra de ouro àquilo que era mais caro aos judeus: as Escrituras Veterotestamentárias (v.12). Nesse sentido, uma vez mais o Mestre demonstra que não veio para "pisar" na Lei, e sim dar-lhe pleno sentido e cumprimento (Mt 5.17).



3. A Lei e os Profetas.
Considerando o volume físico do material do Antigo Testamento, inscrito em papiros e, posteriormente, em pergaminhos, sendo, por isso mesmo, de difícil reprodução, não há dificuldade alguma em imaginar o que o Mestre fez ao acrescentar à regra de ouro que o seu cumprimento correspondia a viver integralmente a "Lei e os Profetas". Sendo as mentes judias disputadas por várias escolas rabínicas e estas, monopolizadoras do Antigo Testamento, não é difícil entender a revolução que foi afirmar que toda discussão teórica em torno de minúcias da Lei de nada valiam, mas sim o agir em amor, o fazer (praticar, realizar) aos outros aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. Esta sim era uma atitude que significava viver, integralmente, o que ensinava a Lei e os Profetas (Mt 22.34-40).


Pense

Você realmente faz aos outros àquilo que gostaria que fizessem a você?


Ponto Importante

Uma vez mais o Mestre ensina que a vontade de Deus não é contemplação, mas ação. Saber sobre a Lei e os Profetas não é tão importante quanto cumprir o que lá está escrito, isto é, amar e agir como gostaríamos que agissem conosco.


CONCLUSÃO

Pedir, buscar e bater são atitudes que indicam reconhecimento de que se está necessitado e de que há falta de algo. O apelo se dirige a quem, a priori, acreditamos nos ser propício e benevolente, posto que confiamos que irá nos atender. Outro grande ensinamento do Senhor é que, fazer aos outros primeiro o que gostaríamos que fosse feito a nós é o que, de fato, significa cumprir o que está na Lei e nos Profetas. Para o judeu este é o maior de seus anseios e objetivos. Mas, e para os discípulos? Sua justiça deve exceder a dos escribas e fariseus (Mt 5.20). Logo, deve ter algo mais profundo. E Jesus revela isso em João 13.34.


Hora da revisão



O que seria a vida orante?

A adoção de um estilo de vida que tem a oração como uma constante.


Apesar de não ser a intenção de Jesus, o que Ele reiterou a respeito do ser humano?

O fato de a humanidade ser pecadora por natureza (Gn 3; Rm 5.12), ou seja, os atos de bondade que somos capazes de exercer, não nos tornam bons, pois somos maus (v.11).


Qual foi a novidade acrescentada por Jesus à regra de ouro?

Ele relacionou a regra de ouro àquilo que era mais caro aos judeus: as Escrituras Veterotestamentárias (v.12).


Em que consiste o cumprimento da Lei e dos Profetas?

O agir em amor, o fazer (praticar, realizar) aos outros àquilo que gostaríamos que fizessem a nós. Esta sim era uma atitude que significava viver, integralmente, o que ensinava a Lei e os Profetas (Mt 22.34-40).


Após essa lição, como será para você ouvir as pessoas repetirem a regra de ouro novamente?

Resposta pessoal.

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