quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 4

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 4  BETEL 2º CPAD - 3º CENTRAL GOSPEL

SOLICITAMOS ENCARECIDAMENTE QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! É importante, pois o CLUBE DA TEOLOGIA não possui nenhuma outra forma de renda. Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

ATUALIDADE GOSPEL - Kéfera diz que cristãos a criticaram por serem ignorantes



A youtuber Kefera Buchmann gravou novo vídeo nesta quarta-feira (11), onde tenta se justificar diante da polêmica envolvendo seu nome. No dia 10 ela havia gravado o primeiro vídeo do ano para seu canal, o ‘5minutos’. Nele, afirmou que quando algumas mulheres foram criadas, Deus estava se masturbando.

Devido à grande repercussão do assunto, quase toda ela negativa, Kefera fez uma série de gravações no Snapchat para mandar um recado a todos que a criticaram. Afirmando que Deus é seu “brother” e “amigo”, reclamou das críticas que recebeu de muitos internautas pela sua “piadinha”.

Além de dizer que não vê motivos para pedir perdão pelo vídeo polêmico, insistiu que tem o hábito de orar “nos dias que estou triste”. Ilustrando como fazia isso, utilizou uma linguem bastante informal e, como lhe é característico, várias palavras de baixo calão.

A justificativa da Youtuber, que também é atriz e escritora, é que ela tem uma personalidade “extremamente forte” e que Deus sabe que ela não é uma pessoa “ruim”. Aproveitou para criticar quem a censurou.

“Queria eu jogar agora uma pergunta: foi isso que Deus ensinou para vocês, desejar a morte do irmãozinho?”, ironizou. Ao mesmo tempo que diz respeitar todas as crenças, insiste que, em sua opinião, aqueles cristãos que a criticam são ignorantes.

A seguir, passou a descrever como vê a Deus, dizendo que ele “olha para a essência”. Kéfera declarou ainda ser um “ser humano diferenciado” e uma “pessoa abençoada”. Asseverando não ter desrespeitado nem a Deus nem a religião, assegura que não está preocupada por que “Deus não castiga”.

Para ela, os “cristãos verdadeiros não se importam” com o que ela disse. A youtuber, que tem mais de 10 milhões de inscritos no seu canal, reclamou que as pessoas que a criticam estão apenas “espalhando ódio”.

No Facebook, ela postou um outro tipo de recado: uma foto da frase “A raiva que você sente não atinge ninguém além de você mesmo”.

Com mais de 42 mil “reações” e 10 mil compartilhamentos, a postagem reacendeu o debate.

“Antes de querer dar lição de moral em alguém, olhe se vc está sendo um bom cristão! (sic)”, escreveu um fã da moça. “Que tipo de “cristão” vcs são? Espalhando o ódio sobre as pessoas, xingando e acusando ou outros? Deus não ensinou isso! Jesus prega amor, e só Deus pode julgar! (sic)”, provocou outro em um comentário.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 4 - Revista CPAD - JOVENS



O Ministério da Igreja
22 de Janeiro de 2017




TEXTO DO DIA

“E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” Ap 1.6



SÍNTESE

O ministério da Igreja é um lugar para os servos de Deus, visando o aperfeiçoamento dos santos.


TEXTO BÍBLICO



1 Pedro 2.1-10.

1 — Deixando, pois, toda malícia, e todo engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações,
2 — desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo,
3 — se é que já provastes que o Senhor é benigno.
4 — E, chegando-vos para ele, a pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa,
5 — vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.
6 — Pelo que também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido.
7 — E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina;
8 — e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados.
9 — Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
10 — vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.


INTRODUÇÃO

Muitas pessoas dizem que desejam ter um ministério. E o que é, essencialmente, ministrar? É dar ordens, ter prerrogativas de privilégio, ou estar em uma plataforma falando às pessoas? Não. Ministrar é servir. Aquele que ministra o faz porque é servo de Deus em primeiro lugar, e servo de seus irmãos, pois assim foi comissionado por Deus.
Nesta lição, trataremos da importância do ministério na Igreja e do ministério de todos os crentes diante de Deus e dos homens.


I. O QUE É MINISTÉRIO



1. Ministério é uma forma de adorar a Deus.

Adorar é uma manifestação de fé, uma forma de aproximar a criatura de seu Criador. Por meio da adoração, demonstramos nosso apreço e afeição pelo nosso Deus, sem precisar pedir nada em troca. Nossas petições ficam na esfera de nossas orações, ao passo que, na adoração, simplesmente nos regozijamos na presença de Deus e agradecemos a Ele por sua presença entre nós, por suas bênçãos e pela salvação manifesta ao seu povo.


2. Ministério, adoração e fé.
A adoração como manifestação da nossa fé, é um serviço, um ministério. A expressão hebraica abad traz a ideia de “trabalhar, servir, adorar”. A expressão grega latreuo traz a mesma ideia de serviço e adoração (dessa expressão vem as palavras “idolatria”, adoração ou serviço a um ídolo). Aquele que ministra a um ídolo, o idólatra, também o adora, ignorando o verdadeiro Deus.
Nesse contexto, precisamos entender que quando servimos ao Senhor, devemos igualmente ter um comportamento que demonstra que o adoramos também.


3. Ministério é serviço.
Quando falamos que uma pessoa trabalha em um ministério dentro da igreja local, estamos igualmente falando que essa pessoa está fazendo um trabalho específico dentro daquela igreja. Os obreiros da igreja, por exemplo, exercem seu ministério, seu serviço a Deus, servindo à igreja para a qual foram chamados a pastorear. Pessoas que lidam com departamentos infantis também estão prestando um serviço a Deus quando estão instruindo crianças em suas classes. Ministério, nessa acepção, é serviço.
Há três palavras gregas que designam o termo ministro: leitourgos, um funcionário público que prestava um serviço ao Estado; hūperetes, a pessoa que trabalhava em um navio de escravos, e diaconos, aqueles que serviam às mesas. Por essas informações, podemos perceber que o ministro é um servo, uma pessoa que, por força de suas atribuições, tem mais obrigações e deveres do que necessariamente privilégios. Cremos, com isso, que devemos cuidar bem daqueles que são chamados por Deus para servir aos seus irmãos e à Igreja, pois o serviço cristão é mútuo, uns servindo aos outros.


Pense!

De que forma temos sido pessoas que levam a sério um ministério ou uma vocação dada por Deus?


Ponto Importante

Servir é uma forma de demonstrar aos que nos cercam a nossa adoração a Deus. Quando amamos a Deus nos tornamos servos dEle.


II. O MINISTÉRIO SACERDOTAL DOS CRENTES



1. Ministério no Antigo Testamento.
No Antigo Testamento, o ministério era tido como uma atividade espiritual. Os sacerdotes e levitas integravam o ministério religioso em Israel, e posteriormente, Deus levantou profetas que também tinham um ministério. Enquanto os levitas e sacerdotes oficiavam no sentido de intermediar a aproximação do homem para com Deus, os profetas falavam em nome de Deus ao povo.


2. Ministério no Novo Testamento.
No Novo Testamento, a palavra ministério traz a ideia de serviço, e de forma peculiar, apresenta aqueles que são salvos em Cristo como pessoas que atuam em um ministério como sacerdotes de Deus aos homens. Esse ministério é conhecido como “sacerdócio universal dos crentes”.


3. O cristão como um sacerdote.
Pela ideia do sacerdócio universal dos crentes queremos dizer que todos aqueles que já experimentaram a salvação são chamados a servir ao Senhor como sacerdotes, como mediadores da mensagem da salvação. Essa premissa, baseada em 1 Pedro 2.9 foi criada na Reforma Protestante, e é atribuída a Lutero, para contrapor a ideia de que apenas os sacerdotes da igreja romana eram detentores da salvação e da autoridade divina. Por ocasião da Reforma, Lutero ensinou que Deus chama a todos para que sejam sacerdotes do Deus Altíssimo.
Essa definição não deve ser confundida com o ministério pastoral de nossas igrejas. Lutero nunca disse que não poderia haver pastores, ou que todas as pessoas seriam pastores na igreja, pois o ministério pastoral é para pessoas com vocação e formação para ministrar ao rebanho de Cristo. Deus chama pastores para que possam ser responsáveis pelo rebanho do Senhor, e eles são nossos sacerdotes. Isso não significa que todos os crentes são pastores! Nem todos possuímos a vocação ao ministério pastoral, de conduzir o rebanho do Senhor. Esse ministério é reservado a pessoas que Deus chama com essa finalidade específica. Entretanto, diante dos homens, somos sacerdotes, ou seja, representamos a Deus neste mundo que carece da salvação. Por isso, pregamos e oramos pelos que ainda não conhecem Jesus.


Pense!

Como cristão, represento e apresento Deus junto a este mundo carente de ver o poder do Senhor transformando vidas?

Ponto Importante
O sacerdócio de todos os crentes é uma premissa da Reforma Protestante.


III. O MINISTÉRIO DA COMUNHÃO E DA RECONCILIAÇÃO



1. A reconciliação.
Essa expressão retrata a união de duas ou mais pessoas depois que barreiras foram removidas. Quando vemos os efeitos do pecado na vida das pessoas, entendemos também a separação que há entre o homem e Deus.


2. A reconciliação é obra divina.
A reconciliação entre Deus e o homem foi iniciada por Deus, pois “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação” (2Co 5.19). A Igreja tem a mensagem da reconciliação, e deve fazer dessa mensagem e de sua prática um ministério. O mesmo deve ser feito em relação aos que, em algum momento, tropeçaram na caminhada cristã e se afastaram do convívio dos santos. Enquanto não formos arrebatados e chamados para estar com o Senhor, vivemos sujeitos ao pecado e aos ataques deste mundo, que buscam a todo custo nos afastar da presença do Senhor. Nossa postura, como servos e servas de Deus, é fazer com que esses irmãos afastados sejam reconciliados com a igreja local e estejam na comunhão dos santos.


3. A comunhão.
A palavra comunhão traz a ideia de atos de fraternidade, de companheirismo. A Igreja de Cristo não pode ser marcada por partidarismo e dissensões, pois um reino dividido não subsiste (Mc 3.24). A comunhão é inspirada pelo amor, e este é o adesivo que une duas partes que de outra forma entrariam em atrito.


Pense!

Até que ponto você tem sido uma pessoa que busca efetivamente, em atitudes, a reconciliação entre outras pessoas e Cristo?


Ponto Importante

Reconciliação e comunhão costumam andar juntas na vida cristã. Primeiro partes opostas se reconciliam, para depois manterem a fraternidade da comunhão.


CONCLUSÃO

Em Cristo, vemos todos os exemplos de que a Igreja precisa para efetuar seu ministério. Ele foi servo, é nosso Sumo Sacerdote, busca a reconciliação e faz com que tenhamos comunhão com Deus. Que nossas vidas sejam pautadas no exemplo de Jesus.


QUESTIONÁRIO



1. Segundo a lição, o que é adorar?

Adorar é uma manifestação de fé, uma forma de aproximar a criatura de seu Criador.


2. O que é ministério?

É um serviço, trabalho específico realizado dentro daquela igreja.


3. Quais são as 3 palavras gregas que designam o termo ministro? Quais são os seus significados?

As três palavras gregas são: leitourgos, um funcionário público que prestava um serviço ao Estado; hūperetes, a pessoa que trabalhava em um navio de escravos, e diaconos, aqueles que serviam às mesas.


4. Como era o ministério no Antigo Testamento?

O ministério era constituído pelos sacerdotes e levitas, e posteriormente, os profetas. Enquanto os levitas e sacerdotes oficiavam no sentido de intermediar a aproximação do homem para com Deus, os profetas falavam em nome de Deus ao povo.


5. Qual a ideia de sacerdócio universal dos crentes?

Significa dizer que todos aqueles que já experimentaram a salvação são chamados a servir ao Senhor como sacerdotes, como mediadores da mensagem da salvação.


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 4 - Revista da CPAD - ADULTOS


Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito da Velha Natureza

22 de Janeiro de 2017



TEXTO ÁUREO
“Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos” (Fp 4.4).


VERDADE PRÁTICA
A alegria, fruto do Espírito, não depende de circunstâncias.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 16.20-24.
20 — Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
21 — A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
22 — Assim também vós, agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria, ninguém vo-la tirará.
23 — E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.
24 — Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra.

INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos a alegria, como fruto do Espírito, e a inveja, como obra da carne. Veremos que a alegria que sentimos, e que é resultado do fruto do Espírito, não depende das circunstâncias.Mesmo enfrentando dificuldades e tribulações, podemos ter alegria em nosso coração. Estudaremos também a respeito da inveja, um sentimento terrível que faz parte da natureza adâmica. Veremos que tal sentimento não agrada a Deus e prejudica o próximo.

I. FÉ PARA SUBIR O MONTE DO SACRIFÍCIO

1. A alegria do Senhor.
A alegria, como fruto do Espírito, não está relacionada às circunstâncias e não depende dos bens materiais. No texto de João 16.20-24, Jesus afirma que daria uma alegria permanente para os seus servos de maneira que nada, nesse mundo, conseguiria tirá-la, nem mesmo a morte. A alegria do Espírito é um estado de graça e de bem-estar espiritual que resulta da comunhão com Deus. Quem tem a alegria do Espírito não tem espaço para o desânimo, a melancolia e a inveja. Deus deseja que todos os seus servos sejam cheios de alegria, “pois a alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). Zacarias profetizou acerca da entrada triunfal de Jesus, em Jerusalém, dizendo que tal ato traria alegria (Zc 9.9); Paulo incitava os crentes a serem alegres em todo o tempo (Fp 4.4) e o salmista incentiva o povo a servir a Deus com alegria (Sl 100.2). A maior alegria do crente está no fato de que seu nome já foi escrito no Livro da Vida e que Jesus em breve voltará.

2. A fonte da nossa alegria.
Deus é a fonte da nossa alegria e de todas as dádivas que recebemos (Tg 1.17). O melhor presente que o Senhor já nos concedeu foi à vinda de Jesus a este mundo e o seu sacrifício, na cruz, para perdão dos nossos pecados (Jo 3.16). Talvez você esteja enfrentando uma situação difícil e, por isso, está com o seu coração triste e pesaroso. Mas creia que o Deus que não poupou o seu próprio Filho dará a você todas as coisas que necessita para sua completa alegria no Espírito Santo (Rm 8.32). Os irmãos do primeiro século, mesmo sofrendo, alegravam-se em Deus, e essa alegria deu-lhes forças para enfrentar toda a sorte de perseguição. Paulo e Silas, depois de serem açoitados e presos, cantavam hinos de louvor a Deus, mostrando que não estavam tristes ou amargurados pelo sofrimento (At 16.24,25).

3. A bênção da alegria.
Diante dos embates e conflitos da vida, o crente em Jesus Cristo não perde a paz nem a alegria, pois o seu regozijo vem da comunhão com o Pai. Essa comunhão é estabelecida mediante a oração, a leitura da Palavra e o jejum. O crente vive por fé e não por circunstâncias. O profeta Habacuque declarou que ainda que não houvesse provisão, ele se alegraria no Senhor e o exaltaria (Hb 3.17,18). Pertencer ao Senhor e receber da sua alegria é um grande privilégio que nos leva a exaltar e adorar ao Senhor em todo o tempo.

II. INVEJA, O DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA

1. Definição.
Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe “a palavra grega phthonos, que designa inveja” é utilizada em todo o Novo Testamento. A inveja é uma dor intensa (interior), diante do sucesso do próximo. Dor diante daquilo que é bom para o outro, por isso, Provérbios 14.30 diz que “a inveja é a podridão dos ossos”. O invejoso se amargura e adoece emocionalmente pelo fato de ele não ter o que a outra pessoa tem. A inveja faz com que as pessoas se utilizem de atitudes mesquinhas e malévolas para prejudicar o outro. Definitivamente, a inveja é um sentimento negativo que pertence à natureza adâmica. Esse sentimento perverso tem a sua origem em Satanás, pois ele tentou ser semelhante a Deus (Is 14.12-20).

2. Inveja, fruto da velha natureza.
Aprendemos em Gálatas 5.21 que a inveja é obra da carne. Uma pessoa dominada pela carne não mede esforços para degradar as qualidades boas existentes em outras pessoas. Infelizmente, muitos crentes ainda se deixam dominar por esse sentimento e acabam prejudicando a Igreja do Senhor e impedindo até que algumas pessoas se convertam. Que o Senhor livre os nossos corações dessa motivação perversa.

3. Os efeitos da inveja.
A inveja jamais trará bons resultados, pois é nociva e destruidora. Esse sentimento leva as pessoas a cometerem toda a sorte de maldade. Tomemos como exemplo os irmãos de José. Foi por inveja que eles o venderam como escravo aos mercadores (Gn 37.28). Alguns dos conflitos existentes entre Raquel e Lia também surgiram por causa da inveja de Raquel (Gn 30.1). A inveja que Saul passou a alimentar em relação a Davi levou-o a adoecer mental e espiritualmente (1Sm 18.7,8). Fez também com que ele perseguisse e desejasse matar a Davi (1Sm 18.10,11). Quantos não estão sendo também perseguidos e até “mortos” pela inveja. Ela separa os irmãos, destrói as famílias e igrejas.
Em o Novo Testamento, vemos que o Filho de Deus foi preso e levado a Pilatos por inveja dos sacerdotes (Mt 27.18). Paulo alertou a Timóteo e a Tito a respeito desse sentimento nefasto (1Tm 6.4; Tt 3.3). A inveja é obra da carne e somente encontra guarida nos corações daqueles que ainda são dominados pela velha natureza e não pelo Espírito Santo.

III. A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA

1. A alegria no viver.
Não tenha medo de sorrir e de desfrutar da felicidade que Cristo nos oferece. Não se esqueça de que Jesus veio ao mundo para nos dar vida abundante, mesmo enfrentando tribulações (Jo 10.10). O Senhor Jesus disse que, no mundo, teríamos aflições, mas Ele nos exortou a ter bom ânimo (Jo 16.33). Jesus deseja que tenhamos vitória sobre as aflições e tristezas.

2. Alegria no servir.
Servir a Deus e ao próximo é um privilégio, por isso, o fazemos com alegria (Sl 100.2). Muitos querem ser servidos, mas precisamos seguir o exemplo do Mestre. Ele declarou que não veio ao mundo para ser servido, mas para servir (Mc 10.45). Jesus serviu aos seus discípulos, aos pobres e necessitados. Sua alegria e desprendimento para o serviço era resultado da sua comunhão com o Pai. O Todo-Poderoso também se alegrou com as obras do Filho (Mt 3.16,17).

3. Alegria no contribuir.
Você tem entregue seus dízimos e ofertas com alegria? Contribuir para a expansão do Reino de Deus é uma alegria e um privilégio. Paulo ensinou aos coríntios a contribuírem não com tristeza ou por obrigação, mas com alegria, pois Deus ama ao que oferta com contentamento (2Co 9.7). O que agrada ao Pai não é o valor da nossa contribuição, mas a disposição do nosso coração (Lc 21.1-4). Nossas ofertas e dízimos são uma forma de louvor e gratidão a Deus por tudo que Ele fez, tem feito e fará em nosso favor.
Não entregue suas ofertas para ser visto pelos homens ou para barganhar com Deus, buscando ser abençoado de alguma forma. Entregue a Deus o seu melhor com alegria, pois você já foi e é abençoado por Deus. O Senhor merece o nosso melhor.

CONCLUSÃO
Que a alegria, como fruto do Espírito, seja derramada em nossos corações, mesmo enfrentando lutas e tribulações e que jamais venhamos permitir que a inveja tenha lugar em nossos corações. Que amemos a Deus e ao próximo, alegrando-nos com o seu sucesso.

QUESTIONÁRIO

Segundo a lição, o que é a alegria do Espírito?

Qual é a fonte de nossa real alegria?

Defina inveja.

A inveja é resultado do quê?

Como deve ser a nossa contribuição?

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 4 - Revista Betel


Lições que Aprendemos Com as Gerações Passadas
22 de Janeiro de 2017


Texto Áureo
“Porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Rm 15.4

Verdade Aplicada
Aprender mais sobre Deus é uma tarefa diária, desafiadora e primordial.

Textos de Referência.

Deuteronômio 8.1-3
1 Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os fazer, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
2 E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar; e te tentar; para saber o que estava no teu coração, se guardaria os seus mandamentos ou não.
3 E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas que de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem.

Introdução
A história da humanidade está repleta de exemplos bons que podemos seguir e de maus que devemos descartar. Se a Palavra de Deus nos alerta sobre os perigos da vida é porque Deus está a nos privar de seus embaraços.

1. Fracassos versus vitórias.
Durante quarenta anos, desde a saída do Egito, o povo prevaricou contra Deus e, por isso, foi provado e reprovado diante do Eterno. Agora, os filhos dessa geração dizimada pela ignorância são alertados para não cometer os mesmos erros de seus pais.

1.1. Uma nova mentalidade.
Durante quatrocentos e trinta anos esse povo esteve sob o pesado jugo dos egípcios e acostumado a viver como escravo. Com mão forte, Deus os libertou através da instrumentalidade de Moisés, apresentando-se com sinais, maravilhas e prodígios, para que confiassem nEle como seu Deus e em Suas palavras como uma verdade universal (Êx 12.4-42). Deus estava começando do zero, mas, para isso, eles deveriam, em suas mentes libertar-se de um passado de opressão e aceitar a nova vida. Seu pior problema, como já vimos, não foi sair do Egito, mas, sim, o Egito sair de dentro deles (Rm 12.2).

1.2. A nova vida exigia obediência.
A escravidão havia deixado marcas indeléveis na vida daquela geração. Eles nasceram e cresceram sem qualquer perspectiva de uma vida de paz. Eram medrosos e a única esperança que tinham era a promessa feita a Abraão (Gn 15.13-15). Para que essa geração lograsse sucesso, deveriam seguir passo a passo o caminho pelo qual Deus os conduziria, e, através desse novo relacionamento, eles amadureceriam na fé e se tornariam propriedades exclusiva de Deus (Dt 7.6-9). Deus não os levou pelo caminho mais longo para maltratá-los, mas para aperfeiçoá-los na fé e tornar-se mais íntimo deles. Deus tem um modo especial de falar conosco e a impaciência pode desestabilizar nossa visão do amanhã. Sejamos sempre confiantes e pacientes (1Pe 5.7).

1.3. Dependência e gratidão.
Qual seria o sentimento de gratidão por alguém que nos livrasse de maus tratos, vergonha e escravidão? Como nosso coração deveria reagir diante de tão grande ato de misericórdia? O que Deus esperava era que esse povo compreendesse que seus inimigos foram todos dizimados, que agora eram livres e deveriam seguir em frente para um recomeço (Fp 3.13-14). Moisés chama os filhos de Israel e fala sobre a importância de se guardar o mandamento. Depois revela quatro coisas importantes que ocorreriam se assim o fizessem: viveriam; multiplicar-se-iam; entrariam na terra da promessa; e possuiriam a terra (Dt 8.1).

2. Caminhos seguros.
Só havia uma atitude a ser tomada pelo povo de Israel ao deixar o Egito: confiar em Deus. Eles estavam diante do novo e o novo sempre nos remete a curiosidade e ao medo acerca do amanhã.

2.1. Aperfeiçoar e não reprovar.
Deserto não significa rejeição, nem tampouco morte. A próxima geração deveria entender porque Deus conduziu seus pais ao deserto. Deveriam compreender que o propósito original era honrá-los diante de todos os povos, mas para isso deveriam despojar-se de toda a contaminação do Egito, principalmente de suas mentalidades escravas. Eles foram reprovados porque, mesmo estando com Deus e sendo livres no corpo, estavam presos na alma e sentiam-se tentados a retornar para a lama da qual foram libertos (Nm 11.4-6; 14.4).

2.2. A motivação dos corações.
Deus sempre soube o que estava acontecendo no coração daquele povo (Dt 8.2). Ele sempre conhece a nossa motivação. Não adianta pregar um discurso e praticar outro. Deus não resgatou aquele povo do cativeiro para coloca-los em outro. Ele tinha a intenção de trazer à tona tudo o que estava em seus corações e mostrar-lhes como se portavam diante dEle. Ele faz isso ainda hoje. Para toda a secura de nossas vidas existe um propósito. Aquela geração foi reprovada porque apenas caminhou com Deus, mas nunca realmente se filiou a Ele (Sl 106.13-15).

2.3. Uma desintoxicação em suas almas.
Durante quarenta anos o cardápio foi maná (Dt 8.3). Mas nos é dito que nem eles, nem seus pais conheceram o significado daquilo que comiam. O maná vinha direto da mesa de Deus. É chamado de “o pão dos poderosos” (Sl 78.25). Deus tirou algo de Sua mesa para purifica-los, mesmo assim, por não entender a grandeza do suprimento divino, eles o chamaram de “pão vil” (Nm 21.5). Essa geração nos ensina que podemos estar provando de algo divino e não dar valor algum por não saber discernir o que vem da mesa do Senhor. Existem alimentos espirituais que desejamos não ingerir, que, embora pareçam aos nossos olhos como “vis”, na verdade são fontes purificadoras, criadas por Deus para extirpar as sequelas deixadas pela escravidão.

3. Aprendendo com os erros do passado.
Por causa de sua incredulidade, uma geração inteira foi condenada a andar errante durante quarenta anos no deserto. Eles se tornaram exemplos e seus filhos deveriam aprender a desviar-se desse legado.

3.1. Uma geração foi condenada por causa da incredulidade.
A ausência da fé desagrada a Deus (Hb 11.6). Esse foi o ápice da reprovação da geração que deixou o Egito em busca da sonhada terra de Canaã. Eles viram a novidade da terra e a grandeza de Deus, mas, infelizmente, acharam que os gigantes eram maiores que o seu Deus, se inferiorizando diante da situação (Nm 13.33). Por causa da péssima influência de seus irmãos (Nm 13.30-31) Josué e Calebe, mesmo tendo a fé exigida por Deus para possuir a terra, foram sentenciados a andar errantes pelo deserto. Moisés alerta a nova geração e afirma que a vida não se resume no que vemos, mas do que ouvimos da boca de Deus (Dt 8.3b).

3.2. Não faltou milagre.
O ciclo vivido pela geração passada findou e agora seus filhos iniciaram um novo. Moisés lista uma série de acontecimentos que marcaram a geração passada e entre eles está a provisão no deserto (Dt 8.4). Nunca faltou pão, a roupa nunca envelheceu. Deus sempre nos dará o que necessitamos, não o que desejamos. O deserto é uma escola livre de ostentações, onde a dependência é a lição principal. No deserto, Deus faz milagres, necessários. Para chegar à Terra Prometida, é preciso atravessar o deserto.

3.3. Alertando a nova geração.
O sinal de alerta para a geração que herdaria a terra da promessa foi acionado. A terra era a mesma, mas os herdeiros eram outros. A lição era tomar o fracasso como exemplo e seguir pelas coordenadas divinas (Dt 8.3). Eles deveriam olhar para trás, não com tristeza ou saudosismo, mas observando como seus amigos, irmãos e parentes foram abatidos em quarenta anos. O alerta era mudar de mentalidade, para não sofrer a mesma sentença. Eles deveriam refletir e entender que lhes estava sendo dada a oportunidade que seus pais desperdiçaram. Deveriam lembrar que seus pais não morreram escravos do Egito, mas de si mesmos, quando ainda eram livres (Êx 14.11-12).

Conclusão.
Não podemos jamais nos esquecer de quem é Deus e de como Ele age em nossas vidas. Não podemos viver repetindo os mesmos erros, nem tampouco viver desperdiçando as maravilhosas oportunidades que o Senhor Deus nos dá.

Questionário.
1. Qual foi o pior problema dos filhos de Israel?


2. O que aconteceria se Israel guardasse os mandamentos de Deus?

3. Qual foi o cardápio de Israel durante os quarenta anos no deserto?

4. O que desagrada a Deus?

5. Qual era a lição para a nova geração?

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domingo, 15 de janeiro de 2017

ARTIGO - Indulgências pós-modernas e alguns escândalos cristãos

"Esses movimentos modernos não pregam o arrependimento, não ensinam a Palavra de Deus, jamais falam da volta de Cristo, não anunciam a santificação e com tudo que estamos vendo não pregam também o amor."


O Evangelho no Brasil é pregado de formas distintas, pelos três principais movimentos cristãos conhecidos, os "tradicionais" formados principalmente pelas igrejas Batistas e Presbiterianas, que pregam numa linha mais ortodoxa, porém sem reconhecerem a atualidade dos dons espirituais, os "pentecostais", formados pelas igrejas Assembleia de Deus, Deus é Amor, Congregacional, e muitas outras e também os "neopentecostais" formados por algumas igrejas como a Universal do Reino de Deus, Graça, Mundial do Poder de Deus, Plenitude, etc.

Este último movimento chamado de neopentecostalismo é atualmente o mais influente, suas igrejas usam um sistema midiático e ostensivo para anunciarem o nome de Cristo ao povo brasileiro como compete a todo cristão convertido. No entanto é aí que o problema começa, pois essas igrejas com mídias poderosas na mão, donas de emissoras de TV, de rádio, de programas em horário nobre, não anunciam de fato o nome de Jesus Cristo, na verdade a maioria delas anunciam a si mesmas e a seus comércios de misticismo e atualmente seus líderes fazem guerras entre si, brincando com a fé do povo de Deus, e postando vídeos alfinetando uns aos outros. 

Na semana passada o pastor Valdemiro Santiago sofreu um atentado a facadas dentro de uma de suas igrejas, fato lamentável, porém já em recuperação ele gravou um vídeo onde afirma que a sua camisa ensanguentada Deus teria usado para curar, logo em seguida, porém, ele afirma que não deve ser idolatrado por isso, só que é difícil separar um veneno após ter sido lançado na comida, e na mesma semana o pastor Agenor Duque posta um vídeo em um de seus cultos onde após fazer uma entrevista com um suposto endemoninhado, o demônio afirma que "Pastor em pecado tem que ser esfaqueado mesmo."  Já não bastava o show de coisas duvidosas ou heréticas e de misticismo que eles promovem na TV, a venda de indulgencias pós-modernas, o poder de Deus sendo transmitido em forma de marketing, onde alguns não pregam mais que Jesus é o Senhor, mas seus membros afirmam "Eu sou a igreja tal", como se dissesse eu fiz tudo isso porque eu sou o que faz isso! Assim o nome do Senhor sai de cena e entra o nome da igreja que promoveu a prosperidade. 

Com uma ferramenta tão poderosa que é a mídia televisiva, esses movimentos modernos não pregam o arrependimento, não ensinam a Palavra de Deus, jamais falam da volta de Cristo, não anunciam a santificação e com tudo que estamos vendo não pregam também o amor.

No entanto, são muito bons em vender a fé, o lenço ungido, o sabonete ungido, a rosa ungida, a colher de pedreiro ungida, o cimento, o kit beleza, a lâmpada, meias e até fronha, tudo ungido e tudo com base em versículos isolados da Bíblia, usam a Bíblia para promover a venda de indulgências pós-modernas.

Peço encarecidamente ao povo de Deus - diga não a esse tipo de comércio, a esse evangelho medíocre que não leva ninguém ao encontro de Cristo, não dê o seu dinheiro para esses vendedores de indulgências do século vinte um.

Ainda cremos no Evangelho pregado por irmãos com vida no altar que visitam lares em crise, onde Deus salva casamentos e os novos convertidos são direcionados a um igreja que lhes ensinará a importância da Palavra, do amor e da santificação. Ainda cremos no Evangelho que os missionários levam para dentro dos vilarejos africanos e cidades muçulmanas, correndo risco de vida pelo Boko Haram ou Estado Islâmico, eles não vendem produtos místicos no conforto de um estúdio de TV, eles levam o verdadeiro Evangelho ao local do necessitado. Para esses será a minha melhor oferta!

Pr Marcos André
licks1996@gmail.com 

ATUALIDADE GOSPEL - Pastora quebra Imagem de Santa Católica e vídeo Repercute na Internet


A mídia está divulgando um vídeo em que uma pessoa identificada como Pastora quebra imagem de santa católica, repercutindo negativamente na internet. A imagem se trata de “Nossa Senhora Aparecida”, que é esmigalhada com golpes de marreta enquanto outras pessoas fazem orações de agradecimento a Deus pelo feito.

Apesar de no vídeo ser praticamente imperceptível identificar a menção ao nome “pastora”, uma reportagem divulgada na Rede Globo identifica a mulher como “Pastora Zélia“, da Igreja Aliança com Deus, Ministério Bariri, em Botucatu, interior de São Paulo. Assista o vídeo abaixo, voltamos em seguida:

Rapidamente, o vídeo que foi gravado, provavelmente, por um dos fiéis durante parte do culto religioso ocorrido em local público, feito por uma pequena igreja local até então desconhecida no país, se tornou conhecido no Brasil inteiro como mais um exemplo de intolerância religiosa retratado pela mídia envolvendo o nome dos evangélicos.

O vídeo foi postado nas redes sociais e logo depois apagado, porém, ele já tinha sido salvo e reproduzido por outros internautas. Segundo reportagem do GI, o Conselho de Pastores do município vai entrar em contato com a Pastora Zélia para saber mais informações sobre o fato.
Dois pesos, duas medidas

Em 2013, na ocasião da “Marcha das Vadias”, evento público de alcance nacional que reuniu mais de 1.000 pessoas em um dos principais cartões postais do Rio de Janeiro, a orla carioca, aconteceu algo que não teve relação alguma com culto religioso, mas com o que grande parte da mídia chamou de “manifestação”, veja:

“Manifestantes” vilipendiando publicamente símbolos sagrados da fé católica na orla do Rio de Janeiro.
No registro das imagens acima, vemos alguns exemplos de “manifestantes” que durante um dos maiores eventos católicos do mundo, a Jornada Mundial da Juventude, quebraram imagens dos santos católicos, introduziram crucifixo nas partes genitais e no ânus, entre outros atos de vilipêndio público a crença católica. O caso, porém, embora proporcionalmente mais significativo, não ganhou a devida repercussão como ato de intolerância religiosa.

Exemplo de respeito entre evangélicos e católicos

Pouco mais de seis meses atrás, na Igreja Católica na cidade Patos, no Sertão da Paraíba, um homem invadiu o templo para quebrar as imagens de Jesus Cristo e Maria Madalena. Próximo do local, membros de uma igreja evangélica que realizava um culto no momento do incidente impediram a agressão.

“Estamos aqui para trabalhar para a comunidade, independe de ser evangélica ou não. Estamos aqui para respeitá-los e para conviver”, disse o pastor Jonas Batista em publicação no G1.

Ainda segundo o mesmo portal, o invasor que chegou ao local dirigindo uma moto por volta das 20h no dia 28 de maio, foi identificado pelos familiares, que justificam sua atitude devido ao fato dele ser um doente mental. Membros da Igreja Católica agradeceram a ajuda dos evangélicos:

“Graças a Deus houve essa solidariedade dos nossos irmãos evangélicos, que estavam no culto deles, viram o fato e vieram correndo ajudar. Caso contrário, ele teria entrado e danificado”, afirmou o o secretário do templo, Joseildo Lopes a reportagem.

Fonte: Gospel +